Por que Novembro Azul?

Se no mês de outubro o mundo fica cor de rosa, em novembro, é a vez da cor azul entrar em destaque. É o momento de conscientizar a população masculina a respeito da importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

A doença é considerada o segundo tipo mais comum de câncer que acomete homens, com cerca de 14 mil óbitos anualmente. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, INCA, em 2018 a estimativa é de 68.220 novos casos, somente no Brasil, o que corresponde uma média de 66,12 casos para cada 100 homens.

A preocupação com a campanha é ainda maior, isso porque existe um forte preconceito em relação ao exame do toque retal para a detecção da doença. Infelizmente, os homens vivem 7 anos a menos do que as mulheres por não atentarem para a saúde com base em um pensamento errado sobre masculinidade.

A campanha é exatamente para reforçar e alertar a relevância do homem se cuidar. O tratamento tem até 90% de chances de resultados positivos quando feito precocemente.

 

Movember

O movimento mundial que deu origem à campanha surgiu na Austrália, em 2003, quando um grupo de 30 amigos teve a ideia de deixar o bigode crescer, o que não fazia parte da moda na época, com o objetivo de chamar a atenção para o problema da saúde masculina.

O nome em inglês Movember vem da junção de duas palavras, moustache (bigode) e november (novembro). A ação do pequeno grupo se transformou na Movember Foundation, uma instituição de caridade sem fins lucrativos, que levanta fundos para pesquisas e apoio à causa.

A ideia principal é que os homens, chamados de Mo Bros, deixem o bigode crescer durante todo o mês de novembro, e o doarem o valor que não gastaram no barbeiro ou para tirar o bigode. As mulheres também são convidadas a fazerem parte da causa, as Mo Sisters. Atualmente, são mais de 5 milhões de participantes.

 

#Azultitude

Organizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), a campanha Novembro Azul no Brasil também tem a mesma finalidade da Fundação australiana, isto é, realizar ações para conscientizar os homens.

O Instituto foi fundado em 2008 e a primeira campanha para a causa surgiu em 2011. Sempre com o foco em incentivar os brasileiros para hábitos saudáveis de vida e a busca do diagnóstico precoce e a realização dos exames. É preciso ter atitude e passar a notícia para frente.

Além de doações, o Instituto abre espaço para voluntários, empresas parceiras, apoia e participa de ações, indo até escolas, comunidades, unidades de saúde, associações e organizações e disponibilizando pesquisas e materiais informativos.

 

O que é o câncer de próstata e sintomas

O câncer é uma multiplicação desordenada das células. Na próstata, esse crescimento acontece de forma lenta e a evolução é silenciosa, sendo somente diagnosticado após exame.

No estágio inicial, os sintomas podem ser confundidos com outros problemas como o crescimento benigno da próstata. Já no estágio avançado, sintomas mais sérios aparecem.

Os sintomas mais aparentes são:

– dificuldade de urinar

– sensação de ardor ou dor ao urinar

– ida frequente ao banheiro, até mesmo à noite

– urinar pouco todas as vezes

– disfunção erétil

– sangue na urina ou sêmen

– dor no quadril, costas, coxas, ombros ou ossos

– fraqueza ou dormência nas pernas ou pés

 

Fatores de risco

O câncer pode acometer todos os homens, no entanto, alguns fatores que aumentam o risco de desenvolver a doença. Entre eles:

– Hereditariedade

Um parente de primeiro grau que já teve a doença

– Raça

A incidência é maior em homens negros, de ascendência africana e caribenha.

– Idade

Foram registrados mais casos de câncer em homens com idade superior a 50 anos, com 60% com mais de 65 anos.

– Obesidade

Excesso de gordura corporal aumenta o risco de ter diversas doenças

Fatores que podem estar relacionados ao risco de adquirir a doença, mas que ainda não foram realmente confirmados são tabagismo, doenças sexualmente transmissíveis, exposição à compostos químicos como arsênio, aminas aromáticas, fuligem e dioxinas e até o consumo excessivo de alimentos com altos níveis de cálcio.

 

Diagnóstico e tratamento

Esse é o principal entrave para muitos homens deixarem de detectar a doença em estágio inicial. Apesar das muitas especulações, o exame é rápido e indolor, em 10 segundos o médico tem o primeiro diagnóstico.

Mesmo assim com todas as informações e campanhas, muitos não querem realizar o toque retal por preconceito, porém essa é a forma mais segura para o se examinar anormalidades.

Outros exames importantes, principalmente para descobrir o estágio da doença, são a dosagem de PSA (antígeno prostático específico), biopsia, ultrassom transretal e cintilografia óssea.

O tratamento depende da localização e do estágio da doença. Cirurgias, radioterapia,             terapia hormonal e até mesmo observação vigilante são alguns métodos decididos entre médico e paciente.

 

Seguro de vida tem indenização para diagnóstico de câncer

Se o Novembro Azul é a campanha para a prevenção, ter um seguro de vida faz parte de se prevenir contra possíveis imprevistos da vida. Uma doença como o câncer é algo que ninguém espera ou quer ter, por isso além dos exames de próstata, é importante ter condições financeiras para se tratar.

O seguro saúde e o seguro de vida dão cobertura para realizar as consultas médicas, os exames e indenização em caso de invalidez temporária ou permanente. Assim, você pode ficar tranquilo para cuidar da sua saúde e ter um respaldo financeiro para sua família.

Para saber mais sobre esse e outros seguros, fale com um corretor de seguros da Ransom Corretora.

Dicas para controlar a ansiedade

Ansiedade é um mecanismo natural do cérebro, que acontece quando o organismo passa por situações emocionais diferentes e desconhecidas, fazendo com que as glândulas suprarrenais liberem descargas de adrenalina.

Geralmente, essa reação causa suor, palpitação, falta de ar e aquele “frio na barriga”, sensações que tendem a diminuir, assim que o evento passa. Na verdade, a ansiedade existe como um alerta para o corpo de que algo pode não estar bem.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 33% da população mundial sofre de ansiedade e o Brasil está no topo da lista como o país com o maior número de pessoas ansiosas, com 18,6 milhões, quase 10% da população.

Existem muitos fatores que desencadeiam a ansiedade entre o brasileiros. Infelizmente, existe insegurança em diversas situações, como a violência em excesso, falta de emprego, cobranças no trabalho, dívidas, entre outros.

A ansiedade se torna um problema maior quando os sintomas são mais intensos e saem do controle, a ponto de prejudicar o cotidiano da pessoa.

Quando a ansiedade é uma doença

A ansiedade é considerada uma doença, exatamente quando impede a pessoa de realizar tarefas simples do dia a dia. De acordo com o INSS, distúrbios mentais são a terceira maior causa de afastamento do trabalho.

Entre os sintomas mais comuns que alertam para uma crise de ansiedade ou ataque de pânico estão:

– tremores

– sensação de sufocamento

– tontura

– dor de cabeça

– indigestão e embrulho no estômago

– aumento da transpiração

– tensão muscular

– calafrios

– formigamentos

– aumento da frequência cardíaca e respiratória

– medo de que algo ruim vai acontecer.

 

Tipos de ansiedade

A Associação Americana de Psiquiatria desenvolveu um Manual listando os transtornos mentais, mostrando que existem 9 subtipos, com diferentes sintomas, e uma categoria de casos que ainda não puderam ser diagnosticados.

Os tipos inclusos no Manual são:

– Transtorno de ansiedade generalizada

Tipo mais comum. Deve estar associado a três ou mais sintomas para ser considerado.

– Mutismo seletivo e transtorno de ansiedade de separação

Esses dois tipos são mais comuns em crianças. O primeiro está relacionado na dificuldade em iniciar ou manter uma conversa e o segundo   , condiz com o medo diante da separação de pessoas, coisas, lugares, podendo acontecer em alguns adultos.

– Transtorno do pânico

Ataques de pânico repetidos acontecem causando desconforto e medo por um período, chegando ao medo de morrer.

– Fobias

Entre essa categoria, estão as fobias em determinadas situações ou coisas, demonstrando um medo incomum. Também há a fobia social, que provoca medo quando existe interação com outras pessoas.

Dentro das fobias que mais preocupam estão a Agorafobia, que faz com que o indivíduo se sinta inseguro sobre o que pode acontecer, evitando sair ou se relacionar e a Claustrofobia, que é o medo de estar em lugares apertados.

– Transtorno de ansiedade induzido pelo uso de substâncias

Quem usa medicamentos, drogas ou excede a quantidade de cafeína e álcool podem desencadear crises de ansiedade.

– Transtorno de ansiedade por condição médica

O diagnóstico de outra doença pode levar a crises de ansiedade.

 

Como controlar a ansiedade

Em algumas situações é difícil evitar um momento de ansiedade, no entanto é possível mantê-la sob controle através de pequenas atitudes. Antes de tudo, é preciso identificar qual pode ser a causa do problema e procurar a melhor forma de resolver.

Abaixo, algumas dicas para controlar a ansiedade:

– Praticar atividades físicas

Exercícios físicos auxiliam não apenas na obtenção de um corpo mais saudável, como estimulam a produção de endorfina e serotonina, conhecidos como hormônios do humor.

– Aprender a controlar a respiração

A falta de ar pode acontecer durante uma crise de ansiedade. Focar na forma correta de inspirar e expirar, irá trazer calma e desacelerar determinados processos do corpo.

– Tenha bons hábitos de saúde

Além dos exercícios físicos, manter uma boa alimentação e evitar o excesso álcool, tabaco e cafeína, influenciam diretamente no funcionamento do cérebro.

Existem determinados chás, que atuam como calmantes naturais, como o de camomila, por exemplo.

– Ingira mais alimentos com triptofano

O triptofano é um aminoácido, que tem como um dos benefícios a produção de serotonina. Como o organismo não produz esse aminoácido, é necessário ingerir alimentos ricos nele.

Alguns são banana, peixe, ovo, nozes, castanhas, feijão, aveia, arroz integral, amendoim, ervilha, abacate, batata, couve-flor, cacau, chocolate amargo.

– Tenha um passatempo

Ter uma atividade que faça bem, relaxe e distraia a mente de momentos estressantes é como uma válvula de escape para aliviar o organismo das pressões.

Se acha que não sabe fazer nada, pesquise por cursos gratuitos, tutoriais na internet ou grupos de pessoas que gostam das mesmas coisas.

– Viva o presente

Dedicar-se ao que está acontecendo agora auxilia a ter controle da situação e se organizar melhor. Pensar demais no que já passou ou no que ainda está por vir, faz a mente se perder.

– Pense positivo

Pensamentos negativos trazem nervosismo, medo, insegurança e, consequentemente, ansiedade. Ver o lado positivo das coisas torna as sensações mais leves.

– Procure ajuda profissional

Engana-se quem acha que fazer terapia é um exagero. Um profissional irá avaliar corretamente o problema e indicar as melhores formas de lidar com ele. Também saberá se é necessário o uso de medicamentos.

– Cuide mais de si mesmo

Reserve algum tempo para um tratamento de beleza, mude o cabelo, faça meditação. Queira sentir-se bem.

 

Contratar um seguro pode ajudar no controle da ansiedade

Se uma das principais causas da ansiedade é a insegurança sobre o que pode acontecer, ter um seguro para proteger sua vida, sua família e seu patrimônio é uma boa opção para se manter mais tranquilo, e lógico, menos ansioso.

O seguro de vida é indicado não apenas como uma proteção financeira para sua família em caso de morte, como aquela ajuda em caso de invalidez temporária e permanente.

Para cuidar da sua saúde e ter assistência de profissionais, nada melhor do que contratar um seguro saúde ou um plano de saúde. Até mesmo para viajar existe um seguro.

Se você está pensando em um futuro financeiro, aposte no seguro de previdência privada. Para o seu patrimônio, existe o seguro auto, seguro moto e seguro residencial.

Outros seguros que vão trazer tranquilidade são o seguro empresarial, para equipamentos eletrônicos e até mesmo para drones, se por acaso seu trabalho usar um.

Viu só? É possível ter controle da sua vida e da sua saúde. Quer saber mais? Então entre em contato com um corretor de seguros da Ransom, conheça o seguro ideal e não deixe a ansiedade ser um prejuízo.

 

Como controlar o estresse?

O mundo está cada vez mais estressado. Tudo é mais urgente. Esperar e parar parece ser impossível e a cobrança por resultados imediatos é cada vez maior. O estresse tem se tornado uma preocupação de saúde pública, já que 90% da população mundial sofre com esse mal.

Uma pesquisa de 2017 realizada pela ISMA, International Stress Management Association, associação voltada para a pesquisa e desenvolvimento da prevenção e tratamento do estresse, colocou o Brasil como o segundo país mais estressado do mundo, tendo o Japão em primeiro lugar.

Especialistas em saúde mental afirmam que 50% das pessoas em todo o mundo tem ou vão ter algum problema de saúde relacionado ao estresse e 80% dos casos em postos de saúde públicos brasileiros, estão ligados ao problema.

 

O que é o estresse?

O estresse é uma resposta biológica natural diante de uma nova ameaça, que prepara o organismo para lidar com situações difíceis ou que oferecem risco. Nos tempos antigos, significava o ataque iminente de um animal, por exemplo.

Com o passar do tempo, essas ameaças foram se modernizando juntamente com o crescimento da população e uma maior exigência de atividades e atribuições do cotidiano.

Atualmente, a liberação de adrenalina e cortisol acontece diante de um trabalho mais desgastante, a semana de prova na faculdade, a reunião de escola dos filhos, problemas emocionais e, infelizmente, muitos outros.

Existem dois tipos de estresse, o agudo, que acontece diante de pressões recentes e o crônico, se torna aparente quando o cérebro passa por situações alarmantes constantemente.

Quando o acúmulo de tudo sai fora do controle, o estresse deixa de ser algo normal e passa a fazer mal, desencadeando muitos outros males associados a ele como ansiedade, depressão, problemas gástricos e alimentares, AVC, ataque cardíaco e um bastante discutido, a Síndrome de Burnout, que acomete 32% das pessoas no mercado de trabalho.

 

Sintomas do estresse

É preciso estar atento ao estresse logo aos primeiros sinais. O aumento da produção de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse pode trazer problemas. O corpo fica mais vulnerável às doenças, já que há um prejuízo no sistema imunológico, interferindo no funcionamento dos sistemas cardiovascular, endócrino e imune.

 

Entre os sintomas que merecem uma maior atenção estão:

– tensão muscular

– ritmo cardíaco acelerado

– problemas de pele

– queda de cabelo

– distúrbios na menstruação

– tontura

– desânimo, falta de energia e cansaço extremo

– falta de libido

– problemas com memória, concentração e foco

– dor de cabeça

– aumento da pressão arterial

– respiração acelerada

– tremores

– boca seca

– refluxo

– problemas para engolir

– insônia

– nervosismo e ansiedade

– depressão.

 

Como aliviar o estresse

Infelizmente, é difícil se manter longe de situações estressantes. Em algum momento da vida, será preciso lidar com elas. No entanto, é possível tornar a sensação em algo mais fácil.

Para aliviar e ter um melhor controle do estresse, ter bons hábitos de saúde são primordiais. Um corpo saudável tem maior probabilidade de lidar com situações mais complicadas.

Algumas dicas para manter o estresse sob controle:

– Praticar exercícios

Já está comprovado cientificamente, que a prática de exercícios alivia a tensão, melhoram o condicionamento cardiovascular, aumentam a produção de endorfina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem estar, e consequentemente reduzem o cortisol.

– Faça caminhadas

Caminhar acalma a mente, libera endorfina, reduz a fadiga, ajuda a relaxar, melhora a energia e deixa corpo e mente menos estressados.

– Comer alimentos com triptofano

O triptofano é um aminoácido que age reduzindo o cortisol, logo reduzem o estresse. Entre alguns exemplos, estão chocolate amargo, banana, aveia, ovo, castanha de caju, salmão, atum, arroz integral, amendoim e leite.

– Respire fundo

Respirar é um ato natural do corpo, porém quando se dá uma maior atenção à respiração, inspirando profundamente pelo nariz, expandindo o abdômen e expirando calmamente, aumenta a oxigenação do cérebro, trazendo alívio em momentos de estresse e ansiedade.

– Pratique meditação

Existem diversas formas de meditação. Uma que vem sendo bastante praticada e orientada no ambiente de trabalho é a mindfulness, uma técnica que treina a mente a focar em apenas uma tarefa, desenvolvendo a concentração e combatendo o estresse.

– Descanse e Relaxe

O cansaço físico e mental resultam em sintomas de estresse, insônia e ansiedade. Ter um tempo para descansar mente e corpo ajuda bastante. Programe e crie momentos para relaxar e descansar das tensões diárias. Fazer uma massagem ou viajar para um lugar mais tranquilo é bem proveitoso para desestressar. Se não puder viajar, sair com os amigos para conversar e se divertir também libera endorfina.

Sempre que possível, faça aquela pausa no trabalho ou em um momento do dia para tomar um chá de camomila ou um suco de maracujá, que são calmantes naturais.

 

Contrate um seguro

Imagine seu veículo sofrer um acidente ou bater em outro carro. A situação causa muito estresse, só de pensar no valor do prejuízo. E se uma árvore cair em cima da sua casa?

Se preocupação demais pode causar estresse, ter um seguro pode, sim, ser uma boa forma de controle. Saber que sua família, seus patrimônios e seus negócios estão seguros traz aquela tranquilidade que a sua mente precisa.

Para saber sobre qual seguro mais se adequa à sua realidade e tirar todas as dúvidas a respeito de cláusulas do contrato e as melhores seguradoras, não é preciso de estressar pesquisando e perdendo tempo. Entre em contato com um corretor de seguro da Ransom Corretora e viva mais tranquilo.

Como controlar a insônia?

Determinadas situações podem resultar em uma noite mal dormida. Um trabalho importante para o dia seguinte, uma prova mais difícil, preocupação com a família ou algum outro assunto.

Quando essa dificuldade para iniciar o sono ou se manter dormindo se estende por mais de um mês, acontecendo com mais frequência e causando prejuízo durante as atividades do dia, é considerado insônia e é preciso buscar auxílio profissional para uma avaliação.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Sono, mostrou que cerca de 73 milhões de pessoas sofrem de insônia, somente no Brasil. Essa realidade tem preocupado profissionais de várias áreas, como é o caso da EMS, empresa líder no ramo farmacêutico, que lançou uma campanha direcionado ao assunto.

 

Principais causas da insônia

Existem muitos fatores que causam a insônia. Alguns deles podem ser eliminados ou reduzidos. Outros, necessitam da avaliação do médico e provavelmente o uso de medicamentos.

Dos que podem ser facilmente ou relativamente controlados, estão:

– o uso excessivo de computadores e demais aparelhos eletrônicos, que resultam em estímulo cerebral, dificultando o sono;

– a ingestão de estimulantes como cafeína, álcool, nicotina, drogas e determinados medicamentos;

– comer demais antes de dormir;

– ter uma vida sedentária ou a prática de exercícios poucas horas antes de dormir;

– estresse;

– ronco ou barulhos no quarto, luzes e um colchão inadequado.

No caso de quem sofre com ronco, existem tratamentos direcionados que podem solucionar ou amenizar o problema.

Fatores genéticos, mulheres, pessoas com idade avançada, efeitos do jet lag (diferença de fuso horário entre os países) e a necessidade de trabalhar em período noturno podem comprometer o sono.

Entre as causas em que se deve procurar orientação médica estão doenças neurológicas e psiquiátricas como depressão, ansiedade, mal de Parkinson, Alzheimer e síndrome das pernas inquietas.

Também estão relacionadas alterações hormonais e dores crônicas, como refluxo, artrose, fibromialgia e outras que prejudicam a qualidade do sono.

 

Tipos de insônia

 

Basicamente, existem três tipos de insônia:

– Insônia transitória ou inicial

É provocada por eventos isolados que causam ansiedade ou estresse e dura menos de um mês. A pessoa leva mais de 30 minutos para começar a dormir ou tem dificuldade de permanecer dormindo.

– Insônia aguda ou intermediária

Questões emocionais costumam ser a causa desse tipo de insônia e a duração pode ser de quatro a seis semanas. Essa maior dificuldade para dormir atrapalha na atenção e velocidade de raciocínio, traz irritabilidade e fadiga e interfere de forma negativa em atividades profissional, social e educacional.

– Insônia crônica ou terminal

Quando a falta de sono durante à noite é recorrente, ocorrendo até três vezes na semana, por no mínimo três meses, é considerada insônia crônica.

Segundo especialistas, esse tipo de insônia acontece de modo leve em 30% a 50% das pessoas, com prejuízos moderados em até 20% e em 10% é diagnosticado como transtorno de insônia.

 

Maneiras de controlar a insônia

É preciso ficar atento aos primeiros sintomas associados à insônia assim que eles aparecerem e buscar soluções. Nos estágios iniciais, existem formas simples e até mesmo naturais de combater o problema.

 

Médicos e especialistas denominam esses cuidados como a Higiene do Sono:

– A mudança de alguns hábitos é primeiro passo. Entre eles, ter horários certos para a hora de dormir e hábitos mais saudáveis de vida são o começo para uma melhor noite de sono.

– Evite bebidas estimulantes como bebidas alcoólicas, café, refrigerantes e alguns tipos de chás, como o preto, mate e chá verde, por exemplo, poucas horas antes de dormir.

– Existem alguns chás que servem como calmantes naturais. Camomila, Erva Cidreira, Tília, Valeriana, Passiflora, são alguns deles.

– Prefira alimentos mais leves. Certos alimentos favorecem o sono, sendo fundamentais para a produção de serotonina e a redução do cortisol, hormônio do estresse. Entre eles estão a aveia, leite, nozes, linhaça, atum, chia.

– Um ambiente mais aconchegante traz bons resultados. Ter um colchão e um travesseiro adequados em um quarto com pouca ou nenhuma iluminação, em temperatura agradável é essencial.

– Pelo menos, uma hora antes de dormir, desligue a televisão, notebook ou qualquer outro dispositivo eletrônico. Esqueça o celular. De preferência, vire a tela para baixo e, se for possível acione a função “Não incomodar” até a hora certa que precisa acordar.

– Evite levar pensamentos complicados para a cama. Não planeje nada durante esse tempo. Crie atividades que relaxem a mente e o corpo como um banho morno, meditação, uma música relaxante, óleos essenciais, massagem nos pés, alongamento.

– Se acordar no meio da noite, é recomendado se levantar e fazer algo para acalmar, isso ajudará a pegar no sono novamente com mais facilidade.

Como em certos casos a insônia é causada por fatores clínicos e psicológicos é importante procurar um médico, que irá solicitar exames e indicar tratamentos mais direcionados. Nunca se automedique.

 

Como ter um seguro pode controlar a insônia

A preocupação com a segurança da sua família, da sua casa e do carro pode ser o motivo para perder noites de sono. A dúvida de como garantir a melhor proteção financeira em caso de acidentes, roubos, doenças e demais problemas não deixa a mente descansar.

O jeito de dormir com mais tranquilidade diante de tanto com que pensar é contratando um seguro específico para cada uma das suas preocupações. Você vai eliminar facilmente algumas das causas da insônia. Se algo acontecer, basta entrar em contato com a seguradora.

Quer saber como contratar esses e muitos outros seguros, além de tirar todas as questões sobre cláusulas da apólice e a indicação das melhores seguradoras? Então, entre em contato com um corretor de seguros da Ransom Corretora e torne suas noites de sono mais serenas.

 

5 seguros muito importantes para qualquer brasileiro

São muitas as dúvidas sobre ter um seguro. Muitos ainda o veem como uma despesa desnecessária e está muito além do planejamento financeiro mensal, acreditando ser uma mordomia somente da classe alta.

Agora, avaliando a realidade brasileira, a alta da criminalidade, as imprudências no trânsito, a insegurança, incerteza e a inoperância do Governo na saúde pública, tornam a contratação de seguros uma necessidade.

Na realidade, ter um seguro é um investimento. É investir na segurança e no futuro da própria vida, da família e de todo patrimônio conquistado depois de muito esforço.

É ter em mente que imprevistos podem acontecer quando menos se espera. Um acidente, um problema de saúde, roubo, furto, enfim, gastos extras podem surgir e é bom ter com quem contar nessas horas, sem precisar onerar ainda mais o orçamento, que já vive no limite.

Pensando em proteção e prevenção, existem alguns seguros básicos e muito importantes indicados para o brasileiro que sabe que, sim, vale a pena. Continue lendo e conheça 5 seguros muito importantes para qualquer brasileiro:

 

Plano de Saúde

A importância em contratar um plano de saúde começa com a dificuldade em conseguir atendimento médico nos postos e hospitais administrados pelos governos federal, estadual e municipal.

Infelizmente, quem procura esse tipo de serviço pelo sistema público encontra longas filas de espera, negligência, péssimo atendimento, falta de materiais, estrutura com muitos problemas, médicos e enfermeiros desmotivados e com pouco ou nenhum comprometimento com a profissão.

Já através do atendimento particular, as condições são melhores, porém o custo é bastante alto e, em caso de emergências e internações, esse valor pode ser tornar inviável.

Como saúde é imprescindível em vários aspectos, contratar um plano de saúde que atenda às necessidades médicas para as mais diversas situações é fundamental.

 

Seguro de Vida

A proteção financeira que você e sua família podem precisar em momentos em que não se pode prever. Esse é o principal motivo, que faz o seguro de vida ser tão importante.

Um acidente ou doença causando invalidez permanente total ou parcial e até mesmo a morte, podem desestabilizar seriamente o orçamento familiar. Ao contratar um seguro dessa modalidade, o segurado contrata a tranquilidade para essas horas.

Para quem trabalha como autônomo e depende exclusivamente do trabalho para o sustento, ficar doente pode ser muito complicado. Em um país, onde existe uma parcela muito grande de trabalhadores informais, o seguro de vida para autônomos é bastante significativo.

E sabia que é possível contratar um seguro para quem é menor de idade? Amparado por lei, menores de 14 anos podem ser titulares em apólices e garantir indenização para reembolso de despesas médicas e funeral.

 

Seguro Residencial

Mesmo sendo um dos patrimônios de maior valor, são poucas as residências que possuem seguro. A principal razão é exatamente a de que seguro residencial não é tão importante e também é muito caro.

Quando se avalia todos os benefícios e serviços associados a um seguro como esse, se percebe que, além de trazer segurança em muitos casos, garante atendimento 24 horas para os mais variados problemas a que uma casa possa ter, como eletricista, encanador, chaveiro.

E para quem acha que ter tudo isso é dispendioso, saiba que o valor do seguro pode representar apenas 1% do valor do imóvel. Não só é considerável segurar seu imóvel, como traz uma série de benefícios.

 

Seguro Auto (Carro e Moto)

Já para essa modalidade a procura de seguros é bastante alta, mas não tanto quanto se espera. Com o número de usuários de carros e motos crescendo e os roubos e furtos seguindo essa mesma ordem, é preocupante afirmar que apenas 30% da frota de veículos, em todo o país, tenha um contrato de seguro.

Conforme o tipo de seguro escolhido, podendo ser compreensivo ou não-compreensivo, seu carro ou sua moto têm cobertura contra incêndio, colisão, roubo, furto e ainda indeniza o segurado por responsabilidade civil, quando ocorre danos morais, materiais e físicos contra terceiros.

Ainda dependendo do constante na apólice, o segurado pode ter assistência para sua casa, com serviços de mão de obra gratuita, como no seguro residencial.

Lembre-se de ler atentamente as cláusulas da apólice e entender como funciona o seguro, o que cobre, quais os deveres e direitos de cada parte envolvida, quais ocasiões pode ser negada a indenização, entre outros detalhes.

É interessante entrar em contato com um corretor de seguros, que está preparado para orientar o segurado sobre cada item do contrato, tirando dúvidas e indicando as seguradoras com condições que mais se adequam ao que segurado precisa.

 

Seguro Viagem

Viajar é muito bom. Melhor ainda se tudo acontecer como o planejado. E se não for assim? Como lidar com acidentes, doenças inesperadas, atrasos de voos, cancelamento de viagens, perda de documentos e até a morte?

Pode parecer loucura e mau agouro pensar que problemas desse tipo possam estragar a viagem, mas não é mais apropriado ter a certeza de uma assistência em momentos como esses?

Além disso, existem 30 países europeus em que ter um seguro viagem é item obrigatório, de acordo com o Tratado de Schengen, com cobertura no valor de 30 mil Euros.

E até mesmo para quem pretende viajar para outros Estados brasileiros é interessante ter um seguro, para garantir proteção contra possíveis eventos. Não arrisque o que pode ser a melhor experiência da sua vida.

 

Contrate o seguro com que entende de seguro

Pesquisando na internet é possível encontrar um enorme quantidade de seguradoras. Ainda que muitas são controladas pela Susep, Superintendência de Seguros Privados, órgão responsável pela fiscalização dos seguros, saber qual mais se adequa às suas necessidades e entender todas as cláusulas de cada apólice, pode levar tempo.

Ter a assessoria de uma corretora de seguros como a Ransom, que está no mercado de seguros há mais de 20 anos, traz a garantia de confiança e respeito ao cliente, trabalhando com qualidade e transparência, faz toda a diferença na hora de contratar um seguro para sua família, seus patrimônios e para ter a melhor viagem.

 

Dicas para baixar o seguro automóvel

Ter e manter um carro é uma conquista e um desafio. Depois de muito planejamento e economia para conseguir pagar todas as parcelas, ainda é preciso arcar com outros gastos, como combustível e manutenção.

Com tantas despesas, incluindo o DPVAT, que é obrigatório, pago ao Governo, contratar um seguro automóvel é uma decisão que vai sendo adiada, ainda mais por ser um dos mais caros.

Ao mesmo tempo, com tantos roubos e furtos, e com o constante risco de acidentes a todo instante, não ter uma proteção é mais complicado. Muitos donos de carros só entendem a importância, quando um evento inesperado acontece e não há como recorrer a ninguém a não ser ele mesmo.

Mas antes de excluir o seguro do orçamento, saiba que é possível baixar o valor do seguro através de medidas simples, que podem ser facilmente realizadas.

Para saber quais são essas medidas, conheça os fatores que contam na hora de calcular o valor da apólice.

 

Como a seguradora define o valor do seguro  

Para calcular o valor do seguro, as seguradoras levam em conta:

– Dados do veículo

As seguradoras verificam o ano, modelo e as características do veículo e pesquisam o índice de roubo, segundo tabela da FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, podendo aumentar o seguro quanto maior for esse índice.

Também certificam a frequência com o qual o veículo é usado. Carros utilizados para passeio, por exemplo, normalmente resultam em um valor menor do que os usados para trabalho ou viagens constantes.

Outro fator é o preço das peças para reposição. Da mesma forma, itens adicionais como kit gás, blindagem, acessórios extras, entre outros, entram como condições para um seguro com custos mais elevados.

 

– Local da Residência e Tráfego do veículo

Alguns bairros tem um maior risco para roubos e determinados lugares de tráfego são mais suscetíveis a acidentes.

 

– Perfil do motorista

Dentro dessa categoria, as seguradoras conferem a idade, o gênero, estado civil, se tem filhos entre 18 a 24 anos, tempo de habilitação e histórico de ocorrências, ou seja, se quem vai conduzir o veículo já se envolveu com algum sinistro, o custo do seguro aumenta.

 

– Valor da franquia

A franquia é o quanto o segurado deve pagar em caso de sinistro. Para entender, se foi estipulado o valor de franquia de R$ 2.000,00 e o valor do concerto ficou em R$ 5.000,00 , o segurado arca com R$ 2.000,00 e a diferença cabe a seguradora.

 

– Coberturas escolhidas

Quanto mais coberturas inclusas na apólice, maior o valor do prêmio, ou seja, o valor das mensalidades pagas pelo segurado.

 

Medidas para baixar o valor do seguro

Ao considerar os pontos que podem reduzir o custo, vale reforçar que fraude em seguros é considerado crime, com penalidade prevista em lei. Ao preencher o formulário com seus dados e os dados do veículo, responda todos de forma clara e honesta.

Abaixo, algumas medidas:

Guarde seu carro em Garagem ou estacionamento

Uma primeira informação que pode reduzir o preço do seguro é onde o carro costuma ser guardado. Se a residência do motorista tem garagem ou o veículo é guardado em estacionamentos fechados, isso demonstra uma maior dificuldade para roubos.

Escolha o seguro que cabe no seu bolso

Avalie o número de coberturas oferecidas e repense sobre quais realmente se encaixam na renda familiar. Embora proteger o seu carro para as mais diversas ocasiões seja tentador, escolha as coberturas mais básicas.

Para se ter uma ideia, os planos iniciais cobrem incêndio e roubo, podendo complementar com colisão, terceiros e outros opcionais, têm proteção para vidros, responsabilidade civil, carro extra e serviços 24 horas não apenas para o carro, mas para a residência, com encanador, eletricistas, chaveiro.

No entanto, se a intenção é economizar, é melhor conter o entusiasmo e, a princípio só proteger seu carro.

Instale equipamentos de segurança

Rastreadores, travas e outros equipamentos, que reduzem o risco de roubos, auxiliam na redução do seguro. Informe-se com a seguradora a instalação desses recursos para carros com maior índice da FIPE.

Não se envolva em sinistros

Ser cuidadoso no trânsito não apenas resguarda seu carro contra acidentes, multas e outros problemas, como é fator importante para a seguradora ao calcular o valor da apólice.

Motoristas exemplares, que não têm sinistros registrados, podem receber bônus na avaliação final e ao renovar o seguro.

Valor da franquia próximo ao valor do conserto

Acionar o seguro a todo momento, pode tirar os bônus conquistados por ser um bom motoristas. Assim, se o conserto do carro for menor ou próximo ao valor da franquia, prefira arcar sozinho, deixando para chamar a seguradora, quando o prejuízo for bem maior.

Franquia mais alta, seguro mais baixo

Existem três tipos de franquia, ampliada, básica e reduzida. Na forma ampliada, o seguro fica menor, porém em caso de sinistro, a responsabilidade do segurado é maior, o que também acontece para a franquia básica.

Já a franquia reduzida é o contrário, valor menor em caso de sinistro, com o seguro maior.

Pesquise o valor do seguro antes de comprar o carro

Conhecendo que as seguradoras calculam o valor do seguro pelo risco de roubo e pelo preço das peças para reposição, considere isso na hora de comprar o carro.

Sabendo da importância de contratar um seguro, ainda mais em grandes cidades, dê preferência para veículos menos visados e se estiver pensando em comprar um usado ou um modelo mais antigo, tenha consciência que o seguro vai encarecer.

 

Consulte um corretor de seguros para os melhores seguros

Um jeito para encontrar os seguros mais baratos é intermediar a negociação com um corretor de seguros. Esse profissional especializado está preparado para oferecer os planos mais adequados às suas necessidades e tirar as dúvidas sobre cláusulas e coberturas.

Antes de contratar um seguro, entre em contato com a equipe da Ransom Corretora de Seguros e conte com a assistência de quem tem experiência com seguros há 21 anos.

Diferenças entre seguro de vida e previdência privada

Quando o assunto é planejamento financeiro pensando em amparo para o seu futuro e de sua família, vem logo à mente a preocupação de como podemos amenizar este problema.

Três opções excelentes dentro do mercado securitário, são: seguro de pessoa/vida, seguro de pessoa vida resgatável e previdência privada.

Embora os três possuam certas características semelhantes e tenham a mesma importância na vida de quem contrata, é preciso avaliar quais as suas necessidades, seu padrão de vida e quais seus planos para pequeno, médio e longo prazos, antes de contratar um deles ou os três se for o caso.

Se ao mesmo tempo, eles servem para ter uma maior segurança financeira, também tem particularidades que devem ser consideradas. Então, continue lendo e analise em que se diferem e qual é o mais adequado para você.

 

A finalidade de cada um

O seguro de pessoa -Vida é uma modalidade que é paga em vida para ser usada em caso de invalidez parcial ou total do principal provedor de renda familiar ou na morte deste.

Nesse caso, o segurado paga o prêmio mensalmente para a seguradora e a mesma é acionada quando acontecer qualquer destes imprevisto. Sua família receberá o valor previamente estipulado em apólice, inclusive para custear despesas médicas e funerárias, sem arcar com a tramitação exigida conforme o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCDM) na morte e em caso de Invalidez, o próprio segurado, quebrando o “tabu” que o seguro de vida e somente para a morte.

Seguro de pessoa vida resgatável, esta modalidade tem as mesmas características do seguro de pessoa vida, porém possibilita ao segurado resgatar parte do valor que ele contribui mensalmente após um período acordado na apólice. Esta característica é bastante interessante, porque durante o período que vem pagando o seguro, ele está também formando uma reserva, que será disponibilizada no final do período acordado, caso não ocorra morte ou invalidez antes.

Já a previdência privada são fundos de investimentos específicos a longo prazo, que podem serem resgatados, em vida, quando o segurado achar conveniente, ou seja, não é preciso que aconteça morte ou invalidez como o Seguro de Pessoa Vida

Mas a principal finalidade e diferencial de qualquer produto do mercado securitário ou aplicações financeiras, é que após o período de acúmulo de reserva o participante poderá optar em transformar e receber toda a reserva em um valor mensal de forma vitalícia ou por tempo definido.

Para melhor atender o participante, são ofertados dois modelos:

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, normalmente quem faz declaração de Imposto de Renda no modelo simples;

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, para quem declara a Receita Federal do Brasil no modelo completo e que precisa de incentivos para dedução no Imposto de Renda.

 

Qual é tributado?

Como citado acima, o seguro de vida não é tributado, sendo isento do Imposto de Renda ou qualquer tributação, sendo repassado diretamente para os beneficiários definidos em contrato, após aprovação do pagamento de indenização por parte da seguradora.

A tributação para a previdência privada é variável conforme o modelo escolhido (VGBL ou PGBL) e a tabela do imposto de renda, que pode ser regressiva ou progressiva, que sofrem variação de 10% a 35%.

 

Planejamento sucessório

Essa diferença de cobrança tributária é um dos fatores que pesam na hora de avaliar sobre qual plano é mais acertado para proteção financeira de beneficiários escolhidos pelo segurado.

O seguro de pessoa vida não é considerado herança, não passa pelo inventário, logo desobriga a família a pagar por esses encargos e, se tiver algum ônus, o valor pode ser um forte auxílio para custear o processo.

Outra peculiaridade é que o seguro de pessoa vida não está sujeito às leis referentes à sucessão de bens, o que facilita ainda mais o repasse dos recursos para os beneficiários.

Para a sucessão patrimonial com investimento na previdência privada, além desses tributos serem cobrados, existem vários trâmites e regras antes de ser autorizado o repasse aos beneficiários, podendo ser negada a transferência.

 

Tempo de pagamento

O tempo de pagamento é diferenciado seguindo o objetivo de cada seguro. Enquanto a previdência privada prevê quanto mais tempo de investimento, maior o valor a ser retirado, é indicado manter o pagamento por muito mais tempo.

O seguro de pessoa vida segue as cláusulas definidas em contrato entre segurado e seguradora, assim como a forma de pagamento. Como é uma garantia financeira em caso de morte ou invalidez, o que é impossível de prever, não há uma quantidade mínima de parcelas a serem pagas para a liberação da indenização ser feita.

Quando é a hora de contratar

Por ser um investimento a longo prazo, é recomendado contratar a previdência privada o mais cedo possível, assim, terá mais tempo para compor a sua reserva financeira, não tem idade mínima para inclusão.

Sendo uma forma de se precaver, o seguro de pessoa vida pode ser contratado a partir dos 18 anos e é recomendado principalmente quando a pessoa passa a ter dependentes financeiros e/ou endividamento em razão de aquisição de patrimônio a médio e longo prazo.

 

Combinando os três

Avaliando os benefícios de cada modalidade, pode ser bem interessante ter os três, um complementando o outro, para uma proteção ainda maior.

Como o fundo de previdência privada tem características para o longo prazo, para o médio e curto prazo são recomendados os seguros de pessoas vida ou resgatável.

Essa associação será bem útil durante o inventário para o recebimento do valor da previdência. Para se decidir sobre qual é mais interessante para a sua necessidade e da sua família, o recomendado é tirar todas as dúvidas com um especialista na área de seguros.

Seja qual for o tipo de investimento escolhido para amparar sua família, planejar sua aposentadoria, garantindo um melhor futuro, consulte um corretor de seguros da Ransom Corretora e faça o negócio certo.

Por que Outubro Rosa?

O Outubro Rosa acontece de 1 a 31 de outubro, a cor e os laços rosa se tornam destaque em diversos países, com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer de mama.

Movimentos, eventos, cartazes e até monumentos são criados e enfeitados, com ações direcionadas a fortalecer a importância de se prevenir e buscar fundos para pesquisas voltadas à causa, diagnóstico, tratamento e cura.

Dados do Instituto Nacional do Câncer, INCRA, do Ministério da Saúde, mostraram que esse é o segundo tipo de câncer que mais acomete mulheres, com maior incidência entre os 50 e 69 anos, e estão estimados cerca de 59 mil novos casos, somente no Brasil. No mundo, esse número cresce para quase 4 milhões.

O mês de outubro passou a ser o símbolo do movimento, assim como os laços cor-de-rosa, quando nos Estados Unidos, em outubro de 1990, a Fundação Susan G. Komen, uma instituição sem fins lucrativos voltada para o movimento contra o câncer de mama, distribuiu laços cor de rosa aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York.

Após 7 anos, entidades norte-americanas passaram a enfatizar a causa enfeitando as cidades, Yuba e Lodi, com os significativos laços rosa, especialmente em locais públicos. Novas ações e corridas em diferentes lugares aconteceram.

 

O Brasil em prol da causa

A iniciativa no Brasil como forma de apoiar e alertar sobre a doença e a importância da prevenção e maior acesso ao tratamento, aconteceu em 2002, quando o monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista, mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera, localizado na cidade de São Paulo, ficou iluminado de rosa durante todo o mês de outubro.

Com o passar do tempo, outras cidades aderiram ao movimento, como o Rio de Janeiro, que também iluminou o Cristo Redentor, monumento símbolo da cidade e cartão-postal do país.

Em Brasília, o Congresso Nacional e a Catedral, foram iluminados. Em Florianópolis, Santa Catarina, a Ponte Hercílio Luz destaca a conscientização e o Jardim Botânico, em Curitiba, e o Elevador Lacerda, em Salvador, são alguns dos pontos turísticos escolhidos.

Em São Paulo, luzes rosas também dão destaque ao prédio da Prefeitura, o Viaduto do Chá, a Ponte Estaiada, o Museu de Arte (MASP) e o Monumento às Bandeiras, entre outros.

 

O câncer de mama

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada das células, desenvolvendo um ou mais nódulos nas mamas. Ao se multiplicarem, essas células formam um tumor maligno.

De acordo com o INCA, existem muitos tipos de câncer de mama, que influenciam na evolução da doença, podendo ser mais rápida ou mais lenta, seguindo características de cada tumor.

A incidência é muito maior em mulheres, podendo ocorrer em homens, ainda que bem raramente. Entre alguns dos fatores de risco estão:

– Mulheres acima dos 50 anos;

– Fator hereditário;

– Excesso de peso e obesidade;

– Falta de exercícios físicos;

– Alto consumo de álcool;

– Tabagismo;

– Mulheres que menstruaram antes dos 12 anos ou que entraram na menopausa antes dos 55 anos;

Os principais sintomas são presença de nódulo ou caroço nos seios, alteração na coloração ou forma do mamilo, vermelhidão, pele mais dura, coceira frequente na mama ou no mamilo, inchaço, formação de crostas ou feridas, liberação de líquido, presença de sulco na mama, caroços ou inchaço nas axilas.

 

Como se prevenir

A prevenção é a melhor forma de tratamento. Ela começa com a mudança de hábitos, alimentação balanceada, prática de exercícios, redução no consumo de álcool e deixando de fumar.

Para mulheres com mais de 40 anos, é importante realizar o exame de mamografia anualmente. O autoexame também pode ser um grande auxílio no pré-diagnóstico.

Ao notar qualquer alteração ou sintoma que possam sugerir a doença, procure um profissional de saúde para um exame mais detalhado, possibilitando o tratamento precoce.

 

Seguro de vida protege mulheres com câncer de mama

O seguro de vida especial para mulheres traz tranquilidade nos momentos em que ela e a família mais precisam. São coberturas para invalidez permanente, total ou parcial por acidente, morte natural ou acidental, assistência funeral individual ou familiar.

Em caso de diagnóstico do câncer de mama, e qualquer outro tipo de câncer, exceto o de pele, a mulher irá se sentir amparada com indenização correspondente a 50% da cobertura de forte durante o período de vigência do seguro.

É mais proteção e atenção para a mulher, que pode se sentir amparada financeiramente durante um período bastante sensível e complicado.

Para se cuidar contra o câncer de mama, consulte seu ginecologista. Para ter proteção financeira, consulte uma corretora de seguros.

 

Menores de idade podem ter seguro de vida?

Já se sabe que ter um seguro de vida é importante para quem pensa em tranquilidade financeira a curto, médio ou longo prazo. Uma forma de se proteger em caso de imprevistos como um acidente, doença ou morte.

Geralmente, quem pensa em contratar esse tipo de seguro são empresários, empreendedores, pais de família e autônomos, que veem como um investimento e um proteção para si e para a família e demais beneficiários discriminados em apólice.

O que poucos sabem é que o seguro de vida também pode ser contratado tendo o menor de 18 anos como o titular da apólice, em muitas seguradoras a idade mínima de 14 anos e até abaixo dessa idade é permitido, por lei o acordo entre as duas partes, com algumas restrições.

 

O que diz a lei

Quem é responsável pela regulamentação dos seguros é a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Segundo o Art. 9° da Circular n° 440, de 27 de junho de 2012, publicado pelo órgão governamental, que estabelece os parâmetros obrigatórios para planos de microsseguros, “Para os menores de 14 (catorze) anos é permitida, exclusivamente, a oferta e a contratação de coberturas relacionadas ao reembolso de despesas, seja na condição de segurado principal ou de dependente.”

Para quem tem entre 14 e 17 anos, o seguro pode ser total, com todas as coberturas vigentes, desde que a contratação seja assistida por responsável legal. Isso significa, que a idade mínima interfere nas cláusulas da apólice e nas modalidades que poderão ser indenizadas somente em caso de despesas médicas ou funeral.

 

Controvérsias

No entanto, existem uma ressalva sobre essa permissão, conforme o Art. 3°, Inciso I, da Lei n° 10406, de 10 de janeiro de 2002, do Código Civil Brasileiro, que diz que “são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos”.

Por conta desse inciso, os menores de 16 anos ficam classificados como absolutamente incapazes, somente podendo realizar qualquer ato, incluindo a contratação e titularidade de um seguro de vida, quando acompanhados por um representante legal.

Segue, também, a dúvida sobre os riscos inerentes a um menor ter um seguro de vida, com base em histórias em que a vida do segurado menor foi colocada em perigo ou pior, o mesmo foi morto por conta de uma contundente indenização.

Também existe o pensamento de que seguro de vida para menores é um gasto desnecessário e o que o mais certo é investir em uma poupança para os estudos ou demais planos futuros.

 

Quando é importante fazer um seguro para o menor

Apesar de toda a discussão sobre o menor não ser totalmente responsável pelos seus atos e de que ter um seguro de vida pareça algo que só deva ser feito mais tarde, talvez depois de casar ou mais para frente, depois dos 35 ou 40 anos, a verdade é que existem algumas vantagens nessa modalidade de seguro. A primeira delas é que o prêmio é bem mais baixo para os mais jovens e existem melhores opções.

Outra coisa em que se deve pensar é que a vida é cheia de imprevistos. Um exemplo, é o número de vítimas em acidentes de carro. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostraram que essa é a maior causa de mortes entre jovens de 10 a 19 anos no mundo e também no Brasil.

Ainda que seja triste pensar nessa possibilidade, e claro que ninguém quer pensar nisso tendo um filho com menos de 18 anos, é importante ter em mente que o seguro pode cobrir gastos com funeral, ou tratamentos médicos, ou gastos por invalidez. Isso demonstra que o seguro é importante em inúmeras situações.

 

Qual seguro escolher para o menor

Existem coberturas exclusivas para o seguro direcionado ao menor de idade. As cláusulas são mais simplificadas, as parcelas são reduzidas e o menor fica protegido.

Antes de tomar essa decisão e acrescentar no orçamento familiar esse seguro, converse com um corretor de seguros e tire todas as dúvidas. Assim, você ficará mais tranquilo a respeito de contratar ou não.

Entre em contato com os profissionais da Ransom Corretora e tenha o atendimento de quem entende de seguros há mais de 20 anos.

Condições para contratar fiança locatícia

A Fiança Locatícia surgiu como uma cláusula da Lei do Inquilinato, em outubro de 1991, como uma alternativa ao fiador para aprovação do contrato de aluguel e um recurso para garantir a indenização em caso de inadimplência ou avarias causadas pelo locatário, entre outros direitos e deveres acordados previamente.

 Essa modalidade facilitou bastante o processo de aluguel, já que nem sempre é tão simples assim conseguir um fiador confiável ou que aceite colocar seu nome como garantia. Da mesma forma, nem todos possuem crédito suficiente para o exigido como caução, o que acaba inviabilizando a negociação, causando prejuízo para quem quer alugar seu imóvel e dificuldade e constrangimento para quem precisa morar ou trabalhar usando esse recurso.

 

Quem contrata e qual o valor da fiança locatícia

 Considerado segurado, o proprietário do imóvel em questão, denominado locador, é quem contrata ou solicita a contratação do seguro e o inquilino ou locatário fica responsável pelo pagamento do valor, que corresponde a uma ou três vezes o valor do aluguel, conforme a seguradora, podendo ser dividido durante a vigência do contrato ou prazo estipulado também pela seguradora.

 Também existe a possibilidade do inquilino ser o responsável pela contratação do seguro, conforme estipulado no contrato de locação, como uma garantia de que o pagamento será feito. Se houver inadimplência do aluguel, o locador recebe a indenização para cobrir o prejuízo.

Em alguns casos, é possível que a seguradora peça a intermediação da imobiliária, já em outros, essa negociação pode ser feita diretamente com o proprietário. Essa imposição se diferencia conforme a seguradora.

 Para locação comercial, o aluguel não pode ultrapassar o percentual relativo ao faturamento mensal, sendo de 5% para indústrias, 7% para empresas comerciais e 10% para o setor de serviços. Caso não seja possível, é considerado que responda como locatário um ou mais sócios da empresa, assinando o contrato como pessoa física.

 

Como é avaliado a fiança locatícia

 Os critérios para simulação e aprovação do seguro são estipulados pelas seguradoras e imobiliárias através de um cadastro preenchido pelo locatário. Entre as informações solicitadas, estão a comprovação de renda, para saber se há condição de arcar com o pagamento, tanto para o seguro, quanto para o aluguel, podendo apresentar mais do que uma pessoa como responsável e a situação junto ao SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), podendo ser recusado pela seguradora se houver inadimplência, ou ainda o prêmio, valor a ser pago por mês pelo segurado, pode ser maior.

É importante o locatário saber que essa avaliação possui um custo, que será cobrado diretamente dele.

 

Documentos para a contratação do seguro

 Os documentos pedidos dependem do objetivo pelo qual o imóvel está sendo alugado, se residencial ou comercial. Para pessoas físicas, o locatário deve ter mais de 18 anos e apresentar os seguintes documentos:

 

– Documentos de identificação

RG e CPF

 

– Recibos de aluguéis anteriores e referência do antigo locador com a garantia que o locatário teve os pagamentos em dia e não ficou nada a dever.

 

– Comprovação de renda

Para comprovação de renda, os seguintes documentos podem ser apresentados:

– Cópia da Carteira de Trabalho, mostrando identificação, registro de trabalho e atualização salarial;

– Cópia do vínculo empregatício;

– Imposto de renda

– Extrato bancário dos três últimos meses;

– Contrato social ou declaração de firma individual;

– Último contracheque da aposentadoria, extrato do INSS ou fundo de pensão;

– Renda de pensão alimentícia;

 

Para empresas, a documentação varia conforme a situação da empresa. Para aquelas que estão iniciando os negócios e precisam alugar um imóvel, os documentos exigidos para a comprovação de renda são:

 

– Comprovante de renda dos sócios ou do capital necessário para a abertura do negócio;

– Contrato social e alterações;

 

As demais empresas devem apresentar:

– Ficha cadastral da empresa e dos sócios e os documentos pessoais de cada um;

– Íntegra do Imposto de Renda dos sócios e faturamento mensal do último ano;

 

Empresa sem fim lucrativos devem apresentar a Folha de Protocolo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, Balanço dos últimos anos assinado pelo contador e Balancete acumulado.

Outros documentos são Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e DAS do Supersimples.

 Como cada situação é um caso individual, se informe com o corretor de seguros a respeito de todos os documentos e procedimentos que devem ser realizados, para agilizar a finalização do contrato de aluguel.

 

Como saber quais seguradoras contratam o seguro de fiança locatícia

Existem muitas seguradoras, com coberturas e exigências. Quando há a intermediação da imobiliária, pode acontecer desta indicar a seguradora.

Seja você locador ou locatário, para saber qual seguradora melhor vai atender e se adequar melhor às suas necessidades, é recomendado entrar em contato com uma corretora de seguros.

O corretor vai indicar as melhores seguradoras e quais trabalham com esse tipo de seguro. Além disso, dará as informações, tirando dúvidas sobre cláusulas jurídicas, orientando o segurado sobre os planos ideais.

Antes de sair por aí pesquisando seguradoras, consulte um corretor de seguros. Fale com a Ransom Corretora.