Plano de Saúde para pets

A cena já é bastante comum, cães e gatos tendo um lugar significativo na família. A humanização dos pets tem se tornado uma realidade e ter um bichinho de estimação, ao invés de filhos, é a preferência de 44 famílias, em cada 100, que participaram de pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o Instituto divulgou outra pesquisa em que 28,9 milhões de lares brasileiros têm, ao menos, um cachorro.

A ligação entre donos e animais de estimação é tão forte e quase tão parecida com a de pais e filhos, que o Supremo Tribunal Federal (STF) promulgou o Projeto de Lei 542/18, que “estabelece o compartilhamento da custódia de animal de estimação de propriedade em comum nos casos de dissolução do casamento ou da união estável”.

Quem tem essa relação com o pet, investe nas melhores rações, brinquedos, roupinhas, caminhas, coleiras, produtos de beleza, marca semanalmente uma hora para banho e tosa e boa parte da renda vai para cuidados especiais.

E se algum incidente ou acidente acontece com eles, o que fazer? Consultas ao veterinário e tratamentos específicos geralmente são bastante caros, o que pode ser uma situação complicada.

Sabia, que da mesma forma que os humanos, os animais também podem ser protegidos através de um Plano de Saúde, que cobre cães e gatos?

 

Como funciona o plano para pets

O plano de saúde para pets funciona como um plano voltado para humanos, com planos específicos voltados para o atendimento veterinário. Com ele, o seu pet pode realizar todos os procedimentos ambulatoriais, emergenciais e de urgência, desde simples consultas até cirurgias, incluindo também as vacinas.

Os planos são divididos pela idade do pet e pela abrangência dos serviços. Sendo organizados em menores de 1 ano, de 1 a 8 anos, em sequência há um valor específico dos 9 até os 14 e um direcionado para os pets idosos, com mais de 14 anos.

Inclusos estão os atendimentos por telefone, domiciliar, orientação nutricional e um prontuário eletrônico. Há também desconto em medicamentos, banho e tosa, hotel, day care e até mesmo brinquedos e acessórios.

 

O que os planos cobrem

As modalidades cobertas vão variar muito de acordo com o plano escolhido. Por isso, antes de assinar, leia as cláusulas da apólice, se certifique das coberturas existentes básicas e adicionais e quais estão de acordo com todas as necessidades do seu pet. Lembrando que estão excluídas doenças preexistentes.

Entre os tipos de coberturas oferecidas estão:

– Urgência e emergência

– Atendimento ambulatorial

– Vacinas

– Atendimento em domicílio, por telefone e orientação nutricional

– Exames laboratoriais

– Consulta com especialista

– Atendimento hospitalar

– Internação

– Cirurgia

– Castração

– Limpeza de tártaro

Junto a tudo isso, ainda há a implantação do chip, uma forma de identificar e proteger o seu pet. É do tamanho de um grão de arroz, seguro, não causa alergia ou qualquer problema de saúde e mesmo cancelando o plano, seu animal de estimação continuará com o pequeno dispositivo.

 

Qual a vantagem de ter um plano pet

Avaliando o custo-benefício, vale muito a pena ter um plano de saúde para seu cão ou seu gato. Enquanto uma simples consulta ao veterinário custa, em média, entre R$ 70 a quase R$ 200, sem calcular atendimento emergencial, cirurgias, entre outros, um plano de saúde para pets tem um valor mensal muito menor, com todas as coberturas, sem custo extra.

Essa é a melhor forma de proteger seus bichinhos de quatro patas, cuidar e se precaver, evitando passar pelo desespero de não ter como pagar por esse atendimento.

E se o seu bichinho de estimação é realmente membro da família, merece ter tratamento semelhante, com os cuidados indispensáveis e responsáveis inerentes à quem decidiu incluí-los ao convívio familiar.

 

Como escolher o plano mais adequado para o seu pet

Os planos se diferenciam conforme as necessidades do seu pet e como você pretende que seja o atendimento dispensado ao seu gato ou cachorro. As variações tem a ver com as coberturas e o valor de cada plano.

Entrar em contato com um corretor vai auxiliar na decisão correta do plano mais adequado, que vai cobrir por completo tudo o que o pet precisa relacionado à saúde e atendimento veterinário.

O corretor tem as orientações sobre cada plano e pode tirar todas as dúvidas. Procure quem tem experiência de mais de 20 anos. Fale com a Ransom.

8 Dicas de Seguro Viagem

Ter um seguro viagem garante que a sua viagem seja a mais tranquila possível, mesmo se acontecer algum imprevisto como acidentes, que exijam atendimento médico imediato ou a locomoção emergencial do segurado, por exemplo.

Claro que ninguém planeja uma viagem pensando que vai sofrer um acidente, precisar de uma emergência ou voltar antes do programado, porém já se sabe como são altos os gastos internacionais para esse tipo de coisas e como pode ser estressante resolver determinadas ocasiões.

Através do seguro viagem, a seguradora vai garantir a indenização e proteção em diversos problemas que possam surgir, dando toda a assistência que o segura precisar, auxiliando até mesmo em extravio de bagagem e perda de documentos.

Antes de contratar o seguro, é importante estar atento a detalhes que vão influenciar muito. Continue lendo, que separamos 8 dicas que vão fazer diferença na sua viagem:

 

  1. Contrate com antecedência

Contratar o seguro bem em cima da data da viagem pode ser mais complicado e ainda encarecer o preço. Os valores, que são cotados de acordo com o valor do dólar vigente, mudam de uma hora para a outra.

Algumas seguradoras até contratam na hora do embarque, porém é preciso confirmação do pagamento antes de ser aprovado o seguro e outras podem levar um tempo maior, de 2 a 3 dias, para ativar o seguro depois da compra.

Como não é possível contratar o seguro quando já estiver viajando, então o mais recomendado é resolver isso com, no mínimo, uma semana de antecedência.

 

  1. Defina as datas exatas de cobertura

Quando preencher essa informação para a contratação do seguro, coloque exatamente a data e hora do dia de embarque no país de origem e, igualmente a data e hora do desembarque, também no país de origem.

Algumas coberturas envolvem atraso de companhia e perda de bagagem, então será interessante ter sua viagem coberta logo no começo, para acionar a seguradora se algo assim acontecer.

Também pode ser interessante acrescentar dois a três dias a mais da data de desembarque, para se prevenir de atrasos com as companhias aéreas ou outros problemas, em que precise estender esse período.

 

  1. Avalie as coberturas

Antes de assinar o contrato, tenha conhecimento de todas as cláusulas e tudo o que o seguro cobre. Procure saber de todos os pormenores, porque fica mais fácil procurar a seguradora diante de um imprevisto se souber com o que exatamente pode ser ajudado.

É um pouco complicado, mas quando planejar a viagem, pense em todas as possibilidades e escolha a seguradora cuja apólice tenha mais a ver com elas. Quanto mais completa for, mais apoiado o segurado vai estar.

 

  1. Pesquise sobre as exigências do país de destino

Pesquise sobre qual o seguro mais adequado para o lugar onde está pensando viajar. Cada país tem suas leis e exigências para receber estrangeiros. Em relação a seguros, um exemplo são os 26 países europeus que fazem parte do Tratado de Schengen, que torna obrigatório a contratação de um seguro viagem no valor mínimo de € 30 000.

Esse seguro é exigido, porque esses lugares querem ter a certeza de, que se o turista precisar de atendimento médico ou outra assistência, ele terá como arcar com as despesas necessárias.

Os países que assinaram o Tratado são Alemanha, Estônia, Itália, Polônia, Áustria, Finlândia, Letônia, Portugal, Bélgica, França, Lituânia, República Checa, Dinamarca, Grécia, Linstenstaine, Suécia, Eslováquia, Holanda, Luxemburgo, Suíça, Eslovênia, Hungria, Malta, Espanha, Islândia e Noruega.

 

  1. Leve o contrato do seguro na viagem

Com a obrigatoriedade do seguro nesses países, será exigido a apresentação dele na imigração. Por isso, ao fazer as malas, coloque a apólice como item de necessidade básica.

Do mesmo jeito, mesmo tendo lido todas as cláusulas e estando a par de tudo, é bom ter como consultar novamente o seguro para verificar se a seguradora poderá auxiliar em uma situação específica.

Caso a seguradora se negue a ajudar, é possível acionar a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável por controlar e fiscalizar o mercado de seguros.

 

  1. Tenha uma cópia do seguro

Leve o contrato na mala, mas tenha uma cópia também no Brasil, caso precise que alguém desse lado do mapa ajude com as cláusulas do seguro e questões jurídicas.

 

  1. Tenha os números da seguradora a mão

Anote na agenda do celular ou em um lugar de fácil acesso caso precise acionar a seguradora. Isso facilitará bastante em caso de emergência, tanto para o segurado, quanto para quem estiver com próximo a ele na viagem.

Como é aconselhado, se possível, ligar primeiro para a seguradora antes do atendimento médico, ter os números a mão, vai tornar o socorro mais rápido.

 

  1. Consulte um corretor de seguros

Existem muitas seguradoras e, ainda que o seguro saúde tenha sido regulamentado pela SUSEP com coberturas básicas, é bom saber quais são mais adequadas para garantir uma viagem tranquila.

Por essa razão, consultar um corretor de seguros é a solução mais indicada. Um profissional treinado e bem informado para orientar a respeito das diversas dúvidas que o segurado tem a respeito do que o seguro vai cobrir e se estão de acordo com as atividades que serão realizadas durante a viagem.

 

Então, antes viajar, consulte um corretor da Ransom Seguros.

Seguro para pets

A cena já é bastante comum, um animal tendo um lugar significativo na família. A humanização dos pets tem se tornado uma realidade e ter um bichinho de estimação, ao invés de filhos, é a preferência de 44 famílias, em cada 100, que participaram de pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o Instituto divulgou outra pesquisa em que 28,9 milhões de lares brasileiros têm, ao menos, um cachorro.

A ligação entre donos e animais é tão forte e tão parecida com a de pais e filhos, chegando a ser até mais, que o Supremo Tribunal Federal (STF) promulgou o Projeto de Lei 542/18, que “estabelece o compartilhamento da custódia de animal de estimação de propriedade em comum nos casos de dissolução do casamento ou da união estável”.

Quem tem essa relação com o pet, investe nas melhores rações, brinquedos, roupinhas, caminhas, coleiras, produtos de beleza, marca semanalmente uma hora para banho e tosa e boa parte da renda vai para cuidados especiais.

E se algum incidente ou acidente acontece com eles, o que fazer? Consultas ao veterinário e tratamentos específicos geralmente são bastante caros, o que pode ser uma situação complicada.

Sabia, que da mesma forma que os humanos, os animais também podem ser protegidos através de um Seguro Saúde, que cobre cães e gatos?

 

Como funciona o seguro para pets

O seguro para pets foi criado com a mesma intenção dos seguros saúde e de vida planejados para os humanos, ou seja, se o seu pet ficar doente, morrer ou causar algum sinistro, a seguradora irá pagar ao dono do segurado uma indenização para custear ou reembolsar os gastos necessários.

Ao contratar, as seguradoras vão exigir o preenchimento de um formulário onde será informado a espécie, raça e um certificado de idade. A imposição dessas questões se dá, porque pode existir diferença de planos e coberturas conforme a idade do animal, sendo basicamente dividido para animais até 8 anos e a partir dos 9 anos.

O que cobre

As modalidades cobertas vão variar muito de acordo com a seguradora escolhida. Por isso, antes de assinar, leia as cláusulas da apólice, se certifique das coberturas existentes básicas e adicionais e quais estão de acordo com todas as necessidades do seu pet. Lembrando que estão excluídas doenças preexistentes.

Entre os tipos de coberturas oferecidas estão:

– Despesas médicas recorrentes de acidentes através de reembolso;

– Indicação de clínicas veterinárias;

– Transporte de emergência;

– Tratamento de emergência;

– Conforme o contrato escolhido, o pet pode ter assistência veterinária completa, com a realização de consultas, vacinas, exames laboratoriais, cirurgias, internação;

– Atendimento veterinário domiciliar;

– Morte por acidente, sendo a seguradora responsável pelos gastos com remoção, funeral e cremação;

– Morte por sacrifício induzido ou lesões;

– Responsabilidade civil, caso o pet tenha causado danos físicos à terceiros, seja em pessoas ou em outro animal ou danos materiais à propriedade;

– Assistência jurídica, se o acidente causado pelo pet resultar em processo judicial, o seguro cobre gastos com advogados, cartórios, entre outras despesas;

– Hospedagem, se o dono ficar doente e não tiver como cuidar do bichinho, a seguradora oferece assistência, incluindo diárias de hospedagem;

– Roubo ou perda, se o seu pet for roubado ou desaparecer, o seguro irá pagar o valor do animal;

 

Qual a vantagem de ter um seguro pet

Avaliando o custo-benefício, vale muito a pena ter um seguro pet. Enquanto uma consulta ao veterinário custa, em média, entre R$ 70 a quase R$ 200, sem calcular atendimento emergencial, cirurgias, entre outros, um seguro para pets custa, mais ou menos, R$ 100, por ano.

Já que animais são imprevisíveis, essa é a melhor forma de protege-los, cuidar e se precaver, evitando passar pelo desespero de não ter como pagar por esse atendimento.

E se o seu bichinho de estimação é realmente membro da família, merece ter tratamento semelhante, com os cuidados indispensáveis e responsáveis inerentes à quem decidiu incluí-los ao convívio familiar.

 

Como escolher o seguro ideal

Escolher a seguradora certa para proteger e assegurar assistência para seu pet pode ser uma tarefa complicada, diante de tantas ofertas encontradas quando se pesquisa na internet.

Imagina ter que entrar em contato com cada uma delas e ler com atenção cada apólice antes de decidir pela mais adequada. Sem falar no risco de não entender corretamente todas e acabar se prejudicando quando precisar acionar o seguro.

O mais indicado é entrar em contato com um corretor de seguros, um profissional treinado e capacitado para orientar o segurado, tirando dúvidas a respeito de todos os processos jurídicos e burocráticos e de qual seguradora tem o melhor plano para atender todas as necessidades.

Fale com a Ransom Corretoras de Seguro.

Seguro para equipamentos eletrônicos

Contratar um seguro para aparelhos eletrônicos é muito vantajoso em diversas situações

Os aparelhos eletrônicos vêm se tornando cada vez mais úteis em um mundo de redes sociais, mídias eletrônicas e a necessidade urgente da produção e compartilhamento de informações pela internet. Difícil é conhecer uma pessoa que não seja dono de, ao menos, um aparelho, seja para uso pessoal ou profissional.

O uso de celulares, por exemplo, colocou o Brasil como o 5° no ranking global de tempo dispendido, segundo o relatório Estados de Serviços Móveis, divulgado pela App Annie, consultoria em dados sobre dispositivos móveis.

Seguindo a linha de rankings, o Brasil também alcança um lugar considerável, como o 2° maior país, porém a pesquisa da F-Secure, empresa de segurança, mostra o índice mundial de roubos e perdas de dispositivos móveis, incluindo smartphones e tablets, com 25% dos brasileiros afirmando já terem sido vítimas de furto ou terem perdido o aparelho. Isso sem citar danos físicos, elétricos e por água.

Avaliando as muitas utilidades e os custos, é mesmo desesperador quando algo assim acontece a um aparelho e o usuário se vê sem uma saída, que não seja investir novamente em um novo, muitas vezes ainda pagando o anterior.

Para não passar por esse problema, a melhor solução é contratar um seguro para proteger seu aparelho eletrônico de roubos e danos, seja smartphone, smartwatch, tablet, notebook, netbook, ultrabooks, macbooks, videogames portáteis, filmadora, câmera fotográfica, entre outros.

 

Como funciona o seguro para equipamentos eletrônicos

Assim como todo seguro, existe a cobertura básica, as modalidades adicionais e os cuidados que devem ser tomados para evitar os riscos excluídos, podendo ser negada a indenização por parte da seguradora.

As seguradoras diferem em relação às coberturas, algumas incluem como itens básicos o que outras colocam como opcionais.  É por essa razão, que antes de assinar o contrato de seguro, é muito importante ler todas as cláusulas e conhecer exatamente o que está coberto, para não passar por uma situação desagradável quando for acionar a seguradora por conta de um sinistro.

Saiba, no geral, como cada cobertura funciona:

Cobertura básica:

A cobertura básica resguarda o aparelho de danos físicos ocasionados por acidente, incêndio, queda de raio, impacto de veículos e furto por arrombamento ou roubo.

Algumas seguradoras têm a modalidade de roubo ou furto como cobertura adicional, informe-se com o corretor.

Coberturas adicionais

Nas coberturas adicionais está incluso proteção contra danos elétricos, danos por água ou líquido, garantia internacional e ainda há a cobertura para aparelhos alugados, em que é indenizado o valor do aluguel ou reembolso.

Riscos excluídos

Mesmo que o seu aparelho esteja segurado, é necessário continuar tendo os mesmos cuidados, como se não fosse. Isso, porque para alguns acidentes a seguradora pode negar a indenização e não vale a pena pensar em fraudar a situação, pois é feita uma investigação detalhada.

Fraude em seguro é um crime previsto no Código Penal Brasileiro, artigo 171, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa.

Então, se por negligência o aparelho cair, quebrar, amassar ou arranhar, a cobertura é negada. Do mesmo jeito, se esquecer o aparelho em algum lugar e ele for furtado, o seguro não cobre. Outro risco excluído é se houver sobrecarga de energia ou por uso excessivo ou inadequado do aparelho.

Também é passível de negação do seguro se houver atos ilícitos praticados pelo segurado, por beneficiários, representantes ou por funcionários. E se o problema do aparelho já existir antes do seguro ser contratado, é excluído, podendo ser autuado.

 

Como evitar ser excluído do seguro

Algumas medidas de precaução devem ser tomadas para garantir a proteção do seu equipamento no dia-a-dia. São atos simples, porém bastante significativos:

– Usar capas de proteção;

– Ter atenção com a segurança de bolsas e mochilas onde o aparelho for levado;

– Não colocar outros objetos junto ao aparelho dentro do bolso, como chaves, que podem causar arranhões;

– Aparelhos na mão têm o risco em dobro de serem roubados ou de sofrerem acidentes. Redobre o cuidado;

– Nunca despache seus equipamentos junto com a bagagem, prefira levar como bagagem de mão;

– Se levar à praia, não deixe próximo à agua, exposto ao sol ou sem atenção;

– Aplicativos de localização e rastreamento são bastante úteis.

Mais vantagens do seguro

Além de proteger o aparelho eletrônico, as seguradoras oferecem serviços extras         de suporte, o chamado Help Desk, que irão ajudar em caso de problemas solucionáveis por atendimento telefônico, com assistência em todo o Brasil.

Como contratar o seguro

Para contratar o seguro é preciso apresentar a nota fiscal, com informações como a marca do produto, modelo e série e se a compra tiver sido feita em outro país, é exigido o documento fiscal conforme emitido pelo local de origem e a fatura de venda.

No caso do aparelho ter sido um presente ou a nota fiscal estiver no nome de outra pessoa, o segurado precisará apresentar um documento que comprove onde o produto foi adquirido ou uma carta de doação.

Como saber qual seguro contratar

Existem muitas seguradoras, com planos diversos e cláusulas variadas, tornando mais difícil a pesquisa sobre qual a mais indicada para segurar seus aparelhos eletrônicos.

O mais indicado é consultar o corretor de seguros, um profissional qualificado e instruído para recomendar qual tipo de apólice se adequa às necessidades do segurado em todos os sentidos.

Consulte quem já tem 20 anos de experiência no mercado de seguros e vai atender com qualidade e excelência, sempre que o cliente precisar, entre em contato com a Ransom Corretora de Seguros e proteja já seus equipamentos.

Existe seguro para Uber

A Uber surgiu da ideia de dois empresários, um canadense e outro norte-americano, de poder chamar o serviço de um motorista particular apenas com o toque de um celular. O negócio foi crescendo e já são mais de 3 milhões de motoristas e 93 milhões de usuários em todo o mundo.

No Brasil, cerca de 600 mil motoristas já usam o Uber como uma fonte extra de renda ou como uma alternativa para driblar a falta de ofertas de emprego em todo o país e mais de 22 milhões de pessoas usam o serviço.

Mas, será que trabalhar e viajar com o aplicativo é seguro, especialmente nas grandes cidades, onde o número de acidentes de trânsito e assaltos cresce todos os dias?

A resposta para essa pergunta, gerou uma outra, isto é, existe seguro específico para proteger os motoristas e também os passageiros de possíveis ocorrências?

Para trazer mais tranquilidade aos passageiros, a Uber oferece o seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros, o APP, que cobre motoristas e passageiros durante a viagem. Os valores funcionam assim:

– Despesas médicas hospitalares e odontológicas: até R$ 15 mil de reembolso;

 

– Invalidez permanente total ou parcial: até R$ 100 mil, dependendo do grau de perda ou redução funcional do membro afetado;

 

– Morte acidental: R$ 100 mil.

 

Agora, se o acidente causar avarias no veículo ou a terceiros. Se houver um assalto? Existe seguro para esses tipos de sinistros que envolvam Uber? A resposta é sim, porém é preciso se atentar, pois mesmo que seja um seguro auto, existem algumas cláusulas que diferenciam carros usados para uso particular e, no caso do Uber, para uso comercial e o tipo de seguro também precisa ser diferente.

 

Como funciona o seguro para Uber

A cobertura deve ter um valor mínimo de R$ 50 mil, valor exigido pela Uber. O seguro mais indicado para Uber é o seguro auto compreensivo, ou seja, existem diversos tipos de cobertura em uma mesma apólice. Para entender melhor, o seguro vai proteger sua ferramenta de trabalho contra:

– Roubos e furtos total ou parcial

– Incêndios e explosões

– Queda de raio ou queda de objetos

– Enchentes e alagamentos

– Colisão, capotagem, abalroamento.

– Troca ou reparo de vidros, teto solar, retrovisores externos, lanternas e faróis.

Além desses, há a assistência 24 horas com guincho e mecânico, entre outros e uma proteção em caso de danos ocorridos a terceiros.

 

Outro quesito a ser observado na hora de contratar um seguro é informar que é direcionado para veículo de uso comercial. Informar que o seguro é para Uber resultará em uma análise diferenciada, já que é um carro bastante usado e que vai passar pelos mais diversos tipos de situações, aumentando o risco.

De nada vai adiantar tentar mentir no questionário padrão das seguradoras, para conseguir um seguro mais barato, porque em caso de sinistro pode haver recusa do pagamento da indenização e o prejuízo será muito maior que o valor normal.

 

Para quem já tem um seguro auto

Se o seu carro já possuía um seguro antes de você começar a trabalhar com o aplicativo, é importante entrar em contato com a seguradora para realizar um endosso, alterando as condições ou solicitar o cancelamento do seguro, tudo depende do que a seguradora permite.

 

Como saber qual seguradora é a mais indicada

O mais acertado para decidir a melhor seguradora para seu “ganha pão” é entrar em contato com um corretor de seguros. O conhecimento detalhado desse profissional será bastante útil para indicar quais seguradoras têm seguro para Uber, quais aceitam endosso e quais irão atender todas as suas necessidades.

Mais informações, entre em contato.

Existe seguro contra enchente

O período de chuvas intensas traz também o problema com alagamentos, especialmente nas grandes cidades, onde o sistema de drenagem das águas se mostra ineficiente devido ao acúmulo de lixo e falta de investimentos.

São muitas as vezes que os donos de veículos, residências e estabelecimentos se veem desprevenidos com seus patrimônios sendo atingidos pelas inundações e são grandes as perdas e altos os prejuízos.

Uma das formas procuradas para se precaver contra as intempéries e imprevistos causados pela natureza é procurar um seguro auto, residencial ou empresarial, mas será que esses seguros realmente irão ressarcir os gastos com as avarias

Não existe um seguro específico contra enchente. O mais certo é verificar nas cláusulas da apólice se a cobertura a ser contratada inclui esses problemas e como agir para não sair perdendo. Lembrando que para cada patrimônio existem as modalidades específicas, por isso, leia o contrato com atenção.

Para tirar algumas dúvidas, continue lendo e saiba como funciona o seguro auto, seguro residencial e o seguro residencial em caso de enchente.

 

Seguro Auto

O seguro para veículos, em geral, tem como básica a cobertura de danos ocasionados por acidentes envolvendo a natureza, por exemplo, queda de árvores, raios, deslizamento de terra, vendaval, granizo, ressaca, terremoto, enchentes e alagamentos.

No entanto, não é em qualquer situação que o seguro pode ser solicitado ou será aceito. Para entender melhor, se o carro estiver estacionado, na rua, na garagem, em estacionamento, enfim, e acontecer uma enchente ou alagamento, o seguro irá cobrir para reparar os danos.

Agora, se o problema acontecer por imprudência do dono do veículo, o seguro não será aprovado. Isso significa que ter um seguro auto não será garantia se o dono resolver enfrentar uma rua alagada, passando com o carro e correndo o risco de afogar o motor e outras avarias.

E não adianta tentar fingir um sinistro, pois as seguradoras têm como procedimento legal investigar o ocorrido, para saber se a conduta estava de acordo com os termos constantes nas cláusulas do contrato de seguro acordado entre as duas partes.

Essa investigação é bastante minuciosa e se o segurado for acusado de fraude, pode ser autuado por crime, conforme art. 171 previsto no Código Penal, com pena de reclusão e pagamento de multa. Então, é melhor não correr o risco de perder o seu carro e sua liberdade.

 

Seguro Residencial

A cobertura do seguro residencial costuma ser direcionado para os imprevistos, ou os sinistros que não se podem prever. Por isso, enchentes, inundações e alagamentos não estão inclusos no pacote básico do seguro residencial, que é o padrão mínimo exigido por lei e controlado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), para que seguradoras tenham a permissão de oferecer aos segurados. Para quem quer segurar sua casa além dos seguros para incêndio, queda de raio, explosão e queda de aeronaves, vai precisar optar pelos seguros opcionais, que cobrem inclusive danos elétricos, roubo ou furto, vendaval, granizo, quebra de vidros, e outros a sua escolha.

Um recurso indicado por especialistas é providenciar formas de prevenção que protejam sua residência de enchentes e alagamentos, instalando canaletas e drenos, que conduzam a água para outros lugares.

Também é aconselhado não jogar lixos e sacolas nas ruas, manter calhas e telhas limpas, construir muros e muretas e outros recursos para manter a casa segura e não correr risco, inclusive de ter a indenização recusada.

 

Seguro Empresarial

O seguro direcionado para empresas funciona do mesmo jeito que para residências, ou seja, é preciso contratar uma cobertura adicional para se proteger em caso de alagamentos, inundações e enchentes.

Com base nesse pensamento, é válido incluir o seguro de responsabilidade civil, para garantir à empresa e a terceiros a indenização por danos físicos e morais recorrentes desse tipo de sinistro.

Assim como as residências, as empresas devem criar sistemas de prevenção, como cisternas para a captação das águas, que além de proteger são uma ótima forma de sustentabilidade, o que faz a empresa ser muito bem vista.

 

Diferença entre enchente, alagamento e inundação

A primeira vista, esses termos podem ser sinônimos, porém não é bem assim e muitas seguradoras vão destacar essa diferença em apólice, então é bom um resumo sobre o que é cada um:

Enchente – acontece quando há elevação do nível da água do rio acima do canal de drenagem, sem transbordar. Um exemplo disso acontece na cidade de São Paulo, quando o rio Tietê enche demais e toma parte da marginal.

Alagamento – se o sistema de drenagem é ineficiente, podem ocorrer pontos de alagamento, isto é, o acúmulo de água em lugares específicos e cobre parte da superfície.

Inundação – significa que as águas do rio transbordaram em uma região e o sistema de drenagem não foi suficiente para a vazão. As grandes cidades podem sofrer inundação fluvial durante o período de fortes chuvas.

 

Quer escolher o seguro certo?

A dúvida surge quando se quer decidir pela melhor seguradora e pelas coberturas adequadas para proteger seu patrimônio ou seu estabelecimento corretamente, e não ficar na mão quando mais precisar.

Para ajudar nessa questão, é interessante consultar um corretor de seguros, um profissional qualificado, que vai orientar a respeito de quais seguradoras são as mais indicadas para atender às suas necessidades.

Como proteger minha moto contra roubo

Motos são veículos versáteis, mais baratos, econômicos e mais velozes que os demais veículos. Do mesmo jeito, são muito visados por ladrões, exatamente pela facilidade para roubar.

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), divulgou um estudo mostrando que quatro motos são roubadas por hora, só no Estado de São Paulo, sendo quase 3 mil por mês e quase 100 por dia. As cidades paulistas que encabeçam a lista do ranking de furtos e roubos estão São Paulo, com 37% e 43% consecutivamente e as cidades do ABC, com 2% e 4%.

Quem anda sobre duas rodas porque gosta ou precisa do veículo para trabalhar, sabe quanto é difícil o valor do prejuízo ao perceber que seu patrimônio foi levado embora. Como fazer para não sair perdendo nesse caso? O melhor é contratar um seguro, porém nem todos pensam assim.

 

Por que nem todos contratam um seguro?

Mesmo conhecendo as estatísticas e sabendo dos riscos relacionados às motos, muitos proprietários ainda não fizeram o seguro de moto para proteger contra roubos e furtos, associado a outras coberturas, contra acidentes, por exemplo.

Os motivos, basicamente são dois, o primeiro é por falta de entender a importância do seguro e o outro é por achar que o alto valor da cotação não vale a pena, quando se coloca em conta quanto se pagou pela moto. O problema em se pensar assim é, que de uma hora para outra a motocicleta pode ser roubada e, se não estiver protegida, o que fica são só as contas relacionadas a ela.

 

Como é o seguro para moto?

Funciona como o seguro auto, ou seja, as mesmas coberturas descritas na apólice contra roubo e furto de automóveis são válidas para moto. É possível contratar todas juntas, com o seguro compreensivo ou o não-compreensivo.

Ambos os casos, a moto estará protegida se for roubada, porém é interessante fazer o total, dessa maneira seu veículo estará segurado também contra colisões, incêndio, danos ao faróis, lanternas e retrovisores, danos físicos e morais a terceiros, reposição de capacete, macacão e jaqueta e ainda conta com assistência 24 horas.

 

Vale a pena ter um seguro para moto?

Avaliando todas as circunstâncias e o custo-benefício, vale muito a pena investir em um seguro. Isso porque ainda que parece um valor relativamente alto para alguns motoristas, as modalidades de cobertura são bastante vantajosas e ainda traz mais tranquilidade, se houver roubo.

Claro que é importante ressaltar que é arriscado deixar de informar todos os dados solicitados pela seguradora, pensando em conseguir uma apólice mais em conta, porque se houver um sinistro, a indenização só será feita depois de uma investigação detalhada, e se houver fraude, além de perder o que foi pago, ainda pode ser autuado por crime.

 

Como saber qual o melhor seguro?

Antes de se decidir sobre qual seguro atende todas as necessidades relativas a sua moto, converse com um corretor de seguros. Dessa forma, terá as informações completas a respeito de como pagar um valor justo e acessível.

Tire todas as suas dúvidas antes de fechar o contrato, incluindo qual seguradora mais se encaixa ao seu perfil e avalie que realmente vai ser muito bom ter sua moto protegida contra roubo e poder contar, com segurança, quando precisar.

Como funciona seguro para estagiário

Estágio nada mais é que o aluno colocar em prática o que aprendeu no curso e ao mesmo tempo ingressar no mercado de trabalho. É um período essencial para quem quer adquirir experiência no currículo e na vida profissional, aprendendo os diversos passos da carreira dentro da empresa.

Ser estagiário é desafiador em todos os sentidos, mesmo sem um vínculo empregatício, é preciso mostrar capacidade diante de atividades propostas pelos supervisores, realizar inúmeras tarefas, superar barreiras, ser pouco ou não ser remunerado.

Felizmente, desde 2008, foi promulgada a lei n° 11.788, chamada a Lei do Estágio, que estipulou normas referentes aos direitos e deveres relacionados aos estagiários, às instituições de ensino e às empresas responsáveis pela admissão.

Dos direitos em favor do estagiário está a obrigação da contratação de um “seguro contra acidentes, cuja apólice seja compatível com valores do mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso”. Sem a indicação do seguro em contrato, o estagiário não pode trabalhar, sendo a empresa penalizada conforme estipulado na lei.

Se o estágio foi oferecido por empresas privadas, o seguro deve ser concedido por ela. Caso a instituição de ensino colocar como obrigatória a experiência como parte de conclusão do curso, cabe a ela essa responsabilidade.

Existe também a possibilidade do seguro ficar a cargo do próprio estagiário. Se essa for a situação, não se preocupe, pois mesmo ganhando pouco, os valores do seguro são bastante acessíveis, seguindo as orientações constantes em lei, e as seguradoras facilitam o pagamento.

 

O que é o seguro para estagiário

O seguro garante ao estagiário proteção contra acidentes pessoais, durante o tempo do estágio, e abrange qualquer lugar do mundo e as 24 horas do dia.

Sobre as coberturas estipuladas por lei que devem fazer parte do seguro estão:

– Gastos com médicos e hospitais decorrentes de acidentes;

– Invalidez permanente total ou parcial;

– Morte acidental.

 

A critério da empresa, outras coberturas podem ser adicionadas, como diária por incapacidade temporária (DIT), descontos em medicamentos, seguro funeral e pode ser estendido para cônjuges e membros da família. Algumas seguradoras apresentam outras coberturas como título de capitalização, assistência a vítima de crime. A vantagem desse seguro é que algumas modalidades podem ser utilizadas em vida.

 

Tipos de seguro

Como é comum nas apólices de seguro de vida, existem dois tipos de seguro, o individual e o coletivo.

A individual é contratada exclusivamente para o estagiário, de acordo com o exigido pela lei e vai tratar dos assuntos pessoais do segurado, podendo inclusive ser feito diretamente pelo estagiário, inclusive o cancelamento. Existem seguradoras que enviam a apólice via internet, por e-mail e até pelo Whatsapp.

O coletivo já é um seguro contratado pela empresa ou pela instituição de ensino e abrange todas as pessoas interessadas, geralmente sendo preciso assinar um termo de adesão ou acordo sobre as cláusulas. Nesse caso, os contratantes ficam responsáveis por quaisquer assuntos relacionados à apólice, incluindo as indenizações e o cancelamento.

 

Como contratar o seguro certo

São muitas as seguradoras que prestam esse serviço e dão cobertura de acidentes pessoais específico para estagiários, mas fica difícil perder tempo avaliando quais cobrem as modalidades adequadas tanto para as empresas, quanto para os contratados.

Para facilitar e ter mais garantia, consulte um corretor de seguros. Um profissional qualificado e bem informado a respeito das melhores seguradoras, que vai orientar cada passo a seguir.

Seguro para eventos possui cobertura para fenômenos naturais

A organização de um evento requer uma sequência de detalhes para garantir que o resultado final coincida com o objetivo pensado inicialmente. Mesmo com tudo planejado, imprevistos podem acontecer, incluindo uma previsão do tempo errada, que irá interferir no bom andamento, podendo até causar incidentes e acidentes.

Aquela chuva mais forte, um raio caindo no gerador, a queda de uma árvore na cobertura, uma ventania derrubando estruturas. Infelizmente, a força da natureza tem o poder para mudar por completo o que foi previamente bem planejado.

Ainda que a equipe esteja em perfeita sintonia, o material tenha chegado a tempo, tudo tenha corrido normalmente com a montagem e desmontagem da estrutura, o artista ou atração principal tenha marcado presença na hora e o público tenha comparecido, faz parte pensar que, por exemplo, um vento um pouco mais forte possa trazer muito mais que poeira para seu evento.

Esse imprevisto pode atrapalhar mais diretamente eventos externos, a céu aberto, causando transtornos e prejuízos, mas dependendo das circunstâncias, alguns eventos indoor podem ser prejudicados pelas condições climáticas.

É essencial durante o planejamento levar em consideração a probabilidade disso acontecer e como agir para que a sua empresa ou a empresa contratante não saia perdendo ao contabilizar o saldo final.

A melhor forma de acertar, ainda que a previsão do tempo erre, é contratar um seguro direcionado para eventos com cobertura para acidentes que possam acontecer em decorrência de um fenômeno da natureza.

Quais coberturas envolvem fenômenos da natureza

Em geral, quando a natureza entra em ação, muita coisa pode ser prejudicada em um evento, incluindo danos morais e físicos a terceiros. Entre as várias coberturas que podem proteger o seu evento, se pode destacar algumas modalidades, exemplificando um possível caso:

– Acidentes pessoais e Responsabilidade Civil Danos Morais

Uma tempestade inesperada provoca uma correria do público e algumas pessoas acabam se machucando. Se esse risco estiver em contrato, o seguro cobre danos morais, materiais ou corporais ocorridos a terceiros.

– Responsabilidade Civil de Guarda de Veículos de Terceiros

O local do evento possui estacionamento e uma árvore cai em cima de um ou mais veículos. A contratação dessa cobertura garante reembolso das despesas feitas para reparos de veículos de terceiros.

– Responsabilidade Civil para Prédios e Construções de Terceiros

Um vendaval faz uma parte da estrutura atingir as casas vizinhas ao local do evento. Essa cobertura ampara danos materiais involuntários causados a imóveis vizinhos ou a espaços alugados para o evento.

– Equipamentos Eletroeletrônicos musicais ou cinematográficos

Um raio causa curto circuito na parte elétrica e danifica os aparelhos eletrônicos como computadores, instrumentos musicais, projetores, entre outros. Esteja preparado para esse tipo de ocorrência.

– Não utilização do local

Uma forte chuva causou alagamentos no local de um evento a céu aberto impossibilitando o acesso do público. Para não ficar no prejuízo, inclua essa cobertura adicional ao contrato.

– Objetos e Equipamentos em exposição

Nesse caso, qualquer fenômeno da natureza que ocasionar prejuízo a objetos e equipamentos, pode ser uma chuva, um raio, um vento, que derrube quadros, placas, luzes, enfim.

– Cancelamento do evento

Ninguém quer planejar um evento para ser cancelado, porém essa também é uma modalidade que vale muito a pena contratar e que pode acontecer em decorrência de um fenômeno da natureza.

Como sempre, organizar um evento requer ser mais previsível que a previsão do tempo e pensar nos possíveis riscos e como se proteger de cada um deles.

Como contratar o seguro certo para seu evento

É preciso conhecer qual seguradora oferece coberturas adicionais que irão cobrir todos os fatores de risco do seu evento. Com o alto número de empresas, é precipitado e arriscado se decidir prontamente por qualquer segurado sem antes pesquisar todas as opções.

Com o tempo cada vez mais reduzido, fica difícil consultar cada uma das seguradoras, por isso, o mais viável é entrar em contato com uma corretora de seguros que irá apresentar planos mais direcionados e orientar a respeito de possíveis dúvidas sobre a situação do seu evento.

Não arrisque o sucesso do seu empreendimento deixando de contratar um seguro ou assinando uma apólice que não tenha todos os itens necessários para cobrir cada ponto do local, equipamentos, colaboradores, público e até mesmo lugares ao redor.

A natureza é inevitável, um bom planejamento não.

Seguro Auto X Proteção Veicular

Na hora de proteger seu patrimônio muitas pessoas pesquisam pelas opções que valem mais a pena, tanto em preço, quanto em benefícios. Para veículos, isso vale da mesma maneira, ainda que apenas uma porcentagem muito pequena invista nessa proteção.

As duas formas mais conhecidas são o seguro automotivo e a proteção veicular, que parecem ter características em comum, mas a verdade é que existem muitas particularidades que os diferenciam, como o tipo de contrato, quem presta esse serviço, valores, cobertura, regulamentação.

Antes de decidir, é preciso entender e estudar cada caso para ter a certeza de qual é mais adequado para você e se compensa mesmo fechar negócio. Continue lendo e conheça como funciona cada proteção, a diferença entre ela e o que é ou não é vantagem:

Quem é responsável

O seguro automotivo é comercializado por empresas seguradoras, que seguem padrões de atendimento garantidos por lei. Quando acontece um sinistro, o segurado aciona diretamente seguradora, que irá proceder conforme o acordado em contrato previamente firmado entre as duas partes.

A proteção veicular já é de responsabilidade de associações ou cooperativas, que trabalham com um sistema de rateio, ou seja, um grupo de pessoas divide os custos em caso de sinistro, ficando a cargo do proprietário do veículo, que também paga por danos ocorridos aos veículos dos demais associados. Existem empresas que prestam esse serviço, administrando o grupo.

Cobertura

De modo geral, as duas modalidades oferecem as mesmas coberturas no caso de roubo, furto, colisões, incêndios e danos à terceiros. O que pode ser diferente é referente às coberturas adicionais, as seguradoras costumam incluir serviços 24 horas, entre demais itens. As associações podem ter esses serviços, porém não é uma regra.

Adesão ou análise de risco

As seguradoras costumam realizar uma análise minuciosa sobre as condições do veículo e também segurado antes de definir o total do seguro e o valor do prêmio. São avaliados o tipo do veículo, se a marca é muito visada, por exemplo, as condições e utilização do veículo, assim como se leva em conta o gênero do segurado, faixa etária, local de residência e se outras pessoas irão conduzir o veículo. Uma vantagem é que o valor por ser parcelado.

Na proteção veicular, a adesão tem bem menos requisitos, sendo mais rápida e somente as condições do veículo são avaliadas. Quanto ao valor, além da taxa de adesão são cobrados valores mensais, que são estipulados pelo número de associados.

Apólice

A diferença é bem aparente, ou seja, enquanto as seguradoras são obrigadas por lei a apresentar uma apólice com todos os detalhes, discriminando deveres e direitos das partes em questão, nas associações, esse documento se resume a um contrato de responsabilidade mútua, especificando que os riscos são por conta dos associados, seja quem estiver sofrido o sinistro.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pelo Ministério da Fazenda. Esses órgãos são responsáveis por fiscalizar e controlar os seguros, forçando as seguradoras a manter um padrão dos contratos, com o objetivo de atender corretamente os consumidores de acordo com a lei.

As associações são supervisionadas pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB) e suas ações são amparadas pela Constituição Brasileira, que permite formar cooperativas para fins lícitos, sem uma legislação específica que ampare o consumidor.

Valor

Os valores das seguradoras variam conforme o veículo, o proprietário e as coberturas acrescentadas na apólice. Depois de estipulado, o valor pode ser pago de uma só vez ou parcelado mensalmente, sendo reposto no caso de sinistro.

No caso da proteção veicular, os valores são menores e são pagos mensalmente, como uma taxa, e em caso de sinistro é feito um rateio para pagamento. Além disso, se o associado precisar usar com mais frequência os serviços da cooperativa, é cobrado uma taxa, o que não ocorre para segurados.

Indenização

A lei estabelece que o segurado seja indenizado em até 30 dias, respeitando o valor de mercado do veículo, diferente do associado, que só recebe o valor se houver em caixa, o que pode levar mais tempo e o valor pode ficar abaixo do estipulado pelo mercado.

Cancelamento

O segurado pode solicitar o cancelamento da apólice de seguro quando precisar. O principal procedimento é pagar um valor estipulado pela Susep, que define o percentual do prêmio conforme os dias utilizados. Se o valor calculado for maior que o valor do prêmio, a seguradora devolve ao segurado a diferença.

Cancelar o contrato de proteção veicular requer a responsabilidade de pagamento do próximo mês, uma carência de três meses após a adesão e há um prazo específico para solicitar o cancelamento. Infelizmente, existem muitas reclamações dos associados referentes a esse assunto.

Como escolher a melhor opção para o seu veículo

Avalie vantagens e desvantagens. Leia atentamente os contratos e não se apegue apenas a valores, é aquela velha história, que em certos casos, o barato pode sair mais caro e não compensar muito.

Proteger seu carro pode ser menos complicado do que se pensa. Uma dica é procurar um corretor de seguros e tirar suas dúvidas sobre qual a melhor opção. Tendo como base o profissionalismo e conhecimento, o corretor irá indicar quais contratos valem mais a pena e que irão atender mais prontamente suas necessidades. Não feche negócio antes de consultar um profissional habilitado.