Vale a pena investir em seguro de pessoas?

A busca por um seguro de vida tem aumentado nos últimos anos entre os brasileiros. Dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), mostraram, que em 2018, a contratação chegou a R$ 38 bilhões, representando alta de 10%.

Esse crescimento demonstra, que os brasileiros estão se preocupando mais em como será o futuro financeiro pessoal e também o da família caso o familiar responsável pela principal fonte de renda tenha algum problema de saúde, que resulte em invalidez temporária ou permanente ou até mesmo morte.

Essa preocupação é fundamentada na insegurança econômica que o país passa todos os anos, com altas e baixas constantes, e a necessidade e escolha crescente de muitos ao se tornarem trabalhadores autônomos, que dependem integralmente do próprio trabalho para se manterem financeiramente.

Mesmo com um aumento na procura, ainda existem muito poucos brasileiros segurados com essa modalidade. Uma pesquisa feita pelo Ibope apontou que somente 15% contrataram um seguro de vida.

Esse percentual é resultado de um pensamento errado e a total falta de conhecimento sobre seguro de pessoas por parte dos brasileiros, que não sabem as reais vantagens em contratar algo que irá proteger o que mais importa em momentos que não se espera.

Para saber mais sobre como um seguro de vida pode valer muito a pena, continue lendo. A princípio, é preciso entender como o segurado, familiares e beneficiários podem usufruir dos benefícios do seguro e o quanto compensa ter um seguro de vida:

 

Coberturas de um seguro de vida

A primeira coisa que se pensa quando se fala em seguro de vida é que ele só é válido em caso de morte natural ou acidental. A verdade é que essa é a cobertura mais básica, que garante indenização do valor do seguro contratado aos beneficiários indicados em apólice, caso o segurado venha a falecer.

Dentro desse tipo de cobertura estão garantidos o reembolso dos custos com o funeral ou a seguradora se responsabiliza em arcar com os gastos até o valor estipulado. Caso esse valor seja maior, a família fica responsável.

No entanto, existem outras situações, ou sinistros, em que o seguro de vida pode ser bastante útil, até mesmo para o próprio segurado, ainda em vida, que também pode contratar um seguro mesmo que não tenha dependentes financeiros.

As demais coberturas dentro do seguro de vida são:

 

– Invalidez Permanente total ou parcial por acidente

Claro que ninguém faz um seguro de vida pensando em quando irá sofrer um acidente que o deixará impossibilitado de trabalhar, mas ter um caso isso aconteça faz toda a diferença.

Por meio do valor estipulado em contrato, o segurado pode se manter financeiramente por determinado período. Se contratadas, estão cobertas também as despesas médicas, hospitalares e odontológicas e as diárias por incapacidade temporária e internação hospitalar.

 

– Invalidez laborativa e funcional permanente total por doença

Esse tipo de cobertura é válido se o segurado tiver uma enfermidade ou algum problema que o impeça de trabalhar. Investir em um seguro que auxilie com as despesas com assistência em ambos os casos, entre outros gastos, é de grande valia.

A indenização começa a ser paga após ser constatado a invalidez, levando à chamada perda da existência independente, afirmando que o segurado não poderá definitivamente se recuperar ou se reabilitar. O pagamento é feito conforme cláusulas acordadas em apólice entre segurado e seguradora.

Tendo uma base das coberturas, o próximo a se avaliar é o quanto se gasta para ter um seguro de vida.

 

Relação custo-benefício

O valor de um seguro depende muito de quem está contratando, idade, sexo, profissão, estado de saúde. Uma sugestão dos corretores é firmar um contrato ainda jovem, isso porque quanto mais velho o segurado for, mais encarece o total do prêmio, ou seja, a prestação que deve ser paga.

Mesmo com tantas vantagens, muitos acabam não fazendo achando que vão precisar pagar caro. A verdade é que o valor é muito mais acessível do que se pensa. Por exemplo, um seguro de vida simples individual custa a partir de R$ 40,00 por mês. Alguns são cobrados por ano e também ficam bem em conta.

Avaliando a relação custo-benefício, ter um seguro de vida é realmente bem vantajoso e compensador.

 

Outras vantagens

Existem outras facilidades relacionadas a esse tipo de seguro que fazem o investimento nele valer a pena. São pequenas, mas importantes vantagens que fazem a diferença.

Por ser uma indenização essencial ao segurado e aos beneficiários, o processo de recebimento acontece de forma simples e rápida. Para tornar ainda mais ágil, é preciso que todos os documentos solicitados pela seguradora sejam entregues logo. Da mesma forma, ao firmar o contrato, o segurado deve ter respondido todas as informações corretamente. Fraudes no seguro, além de dificultarem a indenização, ainda são puníveis por lei.

O seguro de vida não passa por inventário, como a herança, e é livre de imposto de renda e do pagamento do ITCDM, Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação.

 

Como fazer o seguro de vida valer a pena

Para ter a certeza de contratar um seguro que vale mesmo a pena, é imprescindível fazer isso com uma empresa de seguros idônea, que garanta a autenticidade do contrato.

Quem melhor para auxiliar na escolha da seguradora que irá cuidar do seu maior bem, sua vida, e do futuro de sua família, é um corretor de seguros, que entende e sabe responder todas as dúvidas, indicando o seguro ideal.

Antes de fazer um seguro, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

O que é o Seguro DPVAT?

Seguro obrigatório, pago anualmente por usuários de veículos, o Seguro de Danos de Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, DPVAT, foi criado com o objetivo de amparar os brasileiros, condutores ou não, vítimas de acidentes.

O seguro foi legalmente sancionada pela Lei n° 6.194, de 1974, passando por muitas mudanças desde então, chegando mesmo a ser criado uma medida provisória para a extinção, o que foi negado pelo Supremo Tribunal Federal. Atualmente, é administrado pela Seguradora Líder.

Condutores que não pagam o seguro regularmente tem o cancelamento automático do mesmo, perde o direito à cobertura e não poderá fazer o licenciamento, ficando irregular junto aos órgãos responsáveis. No entanto, mesmo após o prazo estipulado, é possível pagar no mesmo dia do licenciamento.

Do total obtido anualmente pelo Governo Federal, 45% são repassados ao Ministério de Saúde para os custos com o atendimento médico-hospitalar de vítimas de acidentes de trânsito em todo o território brasileiro; 5% vai para as cidades usarem em programas de prevenção de acidentes de trânsito e os 50% restantes servem para reservas e indenização.

Segundo dados do Conselho Federal de Medicina mostram que o custo da saúde pública com os feridos em acidentes de trânsito chega a R$ 3 bilhões, e já gerou mais de 4 milhões de indenizações.

 

Quanto custa e como é feito o pagamento

Os valores ou prêmios tarifários são definidos através de Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados. Antes, era permitido o parcelamento, porém, desde 2018, uma nova Resolução CNSP n° 332/2015, determinou pagamento à vista, sendo feito no vencimento da cota única do IPVA.

A cada ano, os valores são atualizados, variando conforme a categoria do veículo. Em 2020, os valores variam de R$ 5,23 para automóveis e camionetas particulares, oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional a R$ 12,30 para motocicletas, motonetas e similares.

 

Quais categorias de veículos

Os veículos que devem pagar o DPVAT foram divididos por categorias da seguinte forma:

– Categoria 1 – Automóveis particulares

– Categoria 2 – Táxis e carros de aluguel

– Categoria 3 – Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete

– Categoria 4 – Micro-ônibus com cobrança de frete, com lotação não superior a 10 passageiros e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete

– Categoria 9 – Motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares

– Categoria 10 – Máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral, camionetas tipo pick-up de até 1500 kg de carga, caminhões e outros veículos. Também estão inclusos tratores, reboques, semirreboques.

 

Quais são as coberturas do DPVAT

A proteção do DPVAT é válida por até três anos e oferece coberturas para os seguintes casos:

– Morte, valor de R$ 13,5 mil

Indeniza os herdeiros da vítima, conforme sucessão legítima estabelecida pelo Código Civil Brasileiro.

– Invalidez permanente total ou parcial, valor até R$ 13,5 mil

– Reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada até R$ 2.700

O seguro não cobre em caso de acidentes de trânsito sem vítimas, danos pessoais que não sejam causados por veículos automotores de via terrestre, multas ou fianças impostas ao condutor, acidentes ocorridos fora do território nacional, acidentes com veículos estrangeiros em circulação no Brasil.

 

Como receber a indenização

Em todos os casos, o seguro pode ser solicitado no prazo de 3 anos, após a data confirmada do acidente, da confirmação da invalidez ou morte. O pedido de indenização deve ser feito às seguradoras consorciadas, apresentando a documentação solicitada.

Quanto aos documentos exigidos, diferem conforme o caso:

 

Morte

– Certidão de óbito

– Registro de ocorrência expedido pela autoridade policial competente

– Prova da qualidade de beneficiário

 

Invalidez permanente

– laudo do Instituto Médico Legal da jurisdição do acidente ou da residência da vítima, com verificação da existência e quantificação das lesões permanentes, totais ou parciais, de acordo com os percentuais da tabela do anexo à Lei 6.194/74.

– registro de ocorrência expedido pela autoridade policial competente.

 

Indenização de despesas médicas e complementares

– prova de despesas médicas efetuadas.

– prova de que as despesas decorrem de atendimento à vítima de danos pessoais decorrentes de acidentes envolvendo veículo de via terrestre.

– registro de ocorrência expedido por autoridade policial competente, constando o nome do hospital, ambulatório ou médico assistente que prestou o primeiro atendimento à vítima.

 

Quem pode receber a indenização

Em caso de acidente em que não há morte, a vítima tem o direito à indenização, seja condutor, passageiro ou pedestre envolvido, que tenha sofrido invalidez permanente ou precise arcar com despesas médicas.

 

Se houver morte, passa ao beneficiário legal o direito ao recebimento do valor, sendo definidos como:

– cônjuge ou companheiro legalmente comprovados, caso não exista outros herdeiros. Se houver, o valor será de 50% para cada parte.

– herdeiros, definidos como cônjuge ou companheiro, porém se a vítima não for casado ou tiver uma união estável comprovada judicialmente, os herdeiros são os filhos ou pais, ou avós, irmãos, tios ou sobrinhos.

– dependente econômico, se não houver cônjuge ou herdeiros legais, quem comprovar depender economicamente da vítima, mesmo sem vínculo familiar, pode receber a indenização.

 

Seguros extras

O DPVAT é um seguro bastante útil em momentos de emergência, recorrentes de um acidente no trânsito. No entanto, esse seguro não cobre danos ocorridos ao veículo, por exemplo, e o valor da indenização nem sempre é o suficiente para custear todos os gastos.

Para garantir um melhor auxílio financeiro, a sugestão é contratar um seguro à parte para o seu carro ou sua moto e outro para beneficiar sua família financeiramente em caso de morte ou invalidez permanente, mesmo que você tenha um trabalho autônomo, assim como um plano ou seguro de saúde para receber um melhor atendimento médico.

Quer conhecer mais sobre esses e outros seguros importantes para trazer mais tranquilidade à sua vida, mesmo em momentos inesperados? Então, entre em contato com um corretor de seguros da Ransom Corretora de Seguros e tenha mais informações.

 

 

Veja os valores do DPVAT 2020:

Automóvel, táxi e carro de aluguel: R$ 5,23 – redução de 68%; era R$ 16,21 em 2019;

Ciclomotores: R$ 5,67 – redução de 71%; era R$ 19,65 em 2019;

Caminhões: R$ 5,78 – redução de 65,4%; era de R$ 16,77 em 2019;

Ônibus e micro-ônibus (sem frete): R$ 8,11 – redução de 67,3%; era de R$ 25,08 em 2019;

Ônibus e micro-ônibus (com frete): R$ 10,57 – redução de 72,1%; era de R$ 37,90 em 2019

Motos: R$ 12,30 – redução foi de 86%; era de R$ 84,58 em 2019.

Como funciona seguro rural?

A atividade rural é de extrema importância para a economia brasileira. Tudo o que é produzido se transforma em matéria-prima para as indústrias ou chega como alimento para os consumidores.

Essa produção passa por dificuldades relacionadas às mudanças climáticas. A chuva forte pode causar problemas, assim como a estiagem. Em alguns Estados, o frio intenso e a geada, são agravantes, que causam enormes perdas e prejuízos para o agricultor.

Para se proteger contra as perdas causadas por intempéries, o produtor rural deve ter um respaldo financeiro. Segundo o site da Superintendência de Seguros Privados, SUSEP, órgão que controla e fiscaliza o mercado de seguros, “o seguro rural é um dos mais importantes instrumentos de política agrícola, por permitir ao produtor proteger-se contra perdas decorrentes principalmente de fenômenos climáticos adversos.”

 

Principais Modalidades do Seguro Rural

Assim como existem tipos diferenciados de produção rural, foram previstas pela SUSEP diversas modalidades aos quais o produtor pode adquirir. Através delas, estão protegidos todos os produtos gerados, incluindo armazenamento, recursos para o pagamentos de dívidas e proteção direta ao produtor. Entre as modalidades estão:

 

Seguro Agrícola

Muitas vezes se confunde o Seguro Agrícola com o Seguro Rural. Essa cobertura garante indenização por perdas do plantio devido problemas como chuvas, seca, granizo, geada, ventos fortes ou qualquer outro desastre que prejudique o cultivo.

 

Seguro Pecuário

Direcionada para produtores de animais. Garante indenização à prejuízos por morte precoce de animais, sejam bovinos, suínos, ovinos, equinos, etc. Das condições estipuladas para a aprovação do seguro é que esses animais sejam criados exclusivamente para a produção, ou seja, consumo, engorda, recria, reprodução e trabalho de tração

 

Seguro Aquícola

Criadores de animais aquáticos em cativeiro, peixes e crustáceos, estão segurados se por acidente ou doença houver a morte dos animais, assim como situações de risco.

 

Seguro de Benfeitorias e Produtos Agropecuários

Danos causados por incêndio, raio, explosões, ventos, impactos de veículos, roubos e furtos em construções, veículos rurais e em máquinas. Danos estruturais à galpões de armazenamento, armazéns, estruturas, instalações, equipamento, maquinário, embalagens, recipientes e até mesmo a moradia do produtor e demais colaboradores podem ser seguradas com a contratação dessa modalidade.

 

Seguro de Penhor Rural

Exigido como cumprimento legal como garantia em empréstimos ou financiamentos em operações de crédito rural. Podem ser segurados produtos agropecuários, máquinas e implementos agrícolas, produtos estocados, veículos usados para fins de agronegócios e até reformas realizadas em imóveis hipotecados.

 

Seguro de Florestas

Proprietários de terras de reflorestamento, indústria de papel e celulose, cooperativa e associação de ramo, que possuem plantações de eucalipto, pinus, seringueira e demais especiais comerciais, podem ser indenizados em caso de incêndio e raio, tendo como opção ventos fortes e fenômenos naturais. Sendo o custo do seguro definido conforme espécie, idade e localização da floresta.

 

Seguro de Vida do Produtor Rural

Em caso de morte ou invalidez total ou parcial, temporária ou permanente por acidente do produtor rural, garante o pagamento de indenização para despesas com funeral ou para tratamento médico, hospitalar ou odontológico.

 

Seguro de Cédula do Produto Rural

A Cédula de Produto Rural, CPR, é um título emitido por produtores rurais e por cooperativas de produção, para a obtenção de recursos direcionados para empreender. O Seguro CPR é uma garantia ao credor do pagamento desse título, sendo o valor fixado na apólice.

 

Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural

O Programa de Subvenção ao Prêmio, PSR, é desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desde 2005, dando ao produtor rural uma redução de até 60% do custo de seguro, seguindo as prioridades da política agrícola. Modalidades agrícola, pecuária, floresta e aquícola pode ser beneficiadas.

Pode ser pedido por pessoa física ou jurídica produtor de culturas que estejam no programa, sem impedimento junto aos órgãos do Governo Federal. O benefício é dado através de seguradoras contratadas, sendo deduzido do valor do prêmio da apólice, sendo prêmio o valor da prestação paga pelo segurado.

O percentual de subvenção varia conforme a cobertura contratada            . Quanto maior a cobertura, menor o percentual. Por exemplo, coberturas de 75% a subvenção pode chegar a 40%. Coberturas maiores que 75% reduzem a subvenção para até 30%.

Entre em contato com um corretor de seguros para mais informações sobre como receber o PSR.

 

O que o produtor deve fazer em caso de sinistro

É importante conhecer as cláusulas da apólice de seguro para saber como agir quando acontecer um sinistro. Existem alguns procedimentos que devem ser seguidos para assegurar o pagamento por parte da seguradora.

Assim como todos os outros seguros, a seguradora realiza uma vistoria para verificar se houve realmente um dano acidental, ocasionado pelos agentes especificados em contrato. Caso haja erros, falta de informação e documentação ou fraude, o pagamento da indenização é recusado, podendo até ser punido conforme previsto em lei.

Entre as exigências está de que a área danificada não pode ser alterada, nem a produção colhida antes da avaliação por parte de um perito indicado pela seguradora, com o risco da indenização não ser paga.

O segurado deve fazer tudo que puder para evitar ou reduzir as perdas, mas não deve ter uma despesa maior ao limite da indenização previamente acordada com a seguradora.

Quando o dano ocorrer antes da maturação ou durante a colheita, cabe ao segurado informar a seguradora a data do início da colheita com antecedência de 15 dias. Somente poderá ser feita a colheita, após autorização da seguradora, por escrito.

 

Como contratar o Seguro Rural

Para contratar esse e demais seguros, o mais recomendado é conversar antes com um corretor de seguros com experiência para informar acertadamente sobre todos os itens e sobre qual o melhor seguro para proteger sua produção.

A Ransom Corretora de Seguros tem profissionais qualificados que prezam pelo bom atendimento, honestidade e respeito ao cliente.

Coberturas do seguro empresarial

Ter uma empresa envolve investimentos e despesas, que precisam ser feitas para um bom funcionamento, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. Um investimento que auxilia a evitar determinadas despesas é a contratação de um seguro empresarial.

O seguro garante indenização em caso daqueles acidentes, que não estavam previstos e que podem significar um alto prejuízo. Incêndio, tempestades, enchente, roubos e furtos, são alguns exemplos de sinistro, que fazem de um seguro empresarial uma necessidade importante para um empresa.

Mesmo assim, poucas empresas contratam um seguro. Dados do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo, Sincor-SP, somente 25% das empresas em todo o país estão seguradas.

Se a sua empresa não faz parte dessa porcentagem, é preciso repensar sobre a importância de proteger seus investimentos, e até mesmo seus funcionários, e como ter um seguro é bastante vantajoso.

Ainda segundo a Sincor-SP, muitas empresas não possuem seguro por falta de conhecimento sobre o assunto. Então, continue lendo, conheça as coberturas e saiba mais sobre como um seguro pode ser muito útil para a sua empresa.

Começando com as coberturas básicas, que são garantidas por lei nos contratos de seguro, logo obrigatórias:

 

Incêndio

O Decreto de Lei 73/66 e Artigo 20 do Decreto 61.687/67, coloca como obrigatória a contratação do seguro contra incêndio para as empresas. Ainda que empresários discordem dessa obrigatoriedade, é extremamente importante segurar a empresa em caso de algum acidente ocasionado por incêndio.

Esse tipo de seguro indeniza quaisquer danos materiais causados por incêndio, explosão, e fumaça, tanto para a estrutura física, quanto para mobiliário e mercadorias.

No entanto, é preciso garantir determinadas medidas de segurança para evitar o acidente, como sobrecarregar a energia elétrica, não fazer a manutenção da fiação elétrica

 

Quedas de raios

A cobertura é válida se a queda do raio ocorrer exclusivamente dentro do terreno ao qual a empresa está localizada. A seguradora irá verificar sinais físicos que comprovem o sinistro.

 

Implosão

É preciso se atentar para as condições da seguradora sobre o que está coberto em caso de implosão. Algumas cobrem apenas implosão em caldeiras e vasos de pressão e excluem outros bens.

Além dessas coberturas básicas, existem as adicionais, porém devem ter a mesma importância, exatamente por representarem proteção financeira em diversas situações, que podem acontecer:

 

Responsabilidade Civil

O seguro de responsabilidade civil existe para garantir indenização por danos morais, materiais e físicos ocorridos à terceiros. Em resumo, quando os acidentes dentro da empresa envolvem funcionários ou outras pessoas, o pagamento desse seguro irá arcar com despesas médicas, odontológicas, entre outras.

Esse tipo de seguro tem diversas coberturas e pode ser contratado por empresas de segmentos distintos. Entre as modalidades e segmentos, pode-se citar:

– danos causados à estabelecimentos comerciais ou industriais;

– guarda de veículos de terceiros;

– riscos de contingentes – veículos terrestres motorizados;

– obras civis;

– transporte de mercadoria;

– shopping centers, clubes, feiras, exposições e associações recreativas;

– clínicas médicas, odontológicas, escolas, universidades, drogarias, farmácias e academias;

 

Roubo ou Furto

Se houver assalto à mão armada ou arrombamento, o seguro cobre mercadorias, equipamentos e destruição. Igualmente, cobre em caso de subtração de valores.

O apólice é adaptada conforme as necessidades da empresa. Para estabelecimentos como bares e restaurantes, por exemplo, o seguro pode garantir valores monetários dos clientes. Em academias, bens e valores dos alunos como celular, relógio e carteira, valendo também para hotéis.

 

Danos elétricos

Curtos-circuitos, variações de energia e quedas de raios podem causar problemas à aparelhos e instalações elétricas, trazendo um grande prejuízo à empresa para o reparo e substituição.

Contratando a cobertura de danos elétricos, a seguradora para o valor estipulado, reduzindo e até eliminando a necessidade dessa despesa inesperada.

 

Despesas Fixas e despesas com instalação em novo local

Se um sinistro força a empresa a ser paralisada por um período maior de tempo, ou a mudar para um novo local, a contratação dessa cobertura garante pagamentos de contas fixas ou as despesas necessárias para a mudança.

 

Desastres naturais

Ventos fortes, ciclones, tornado, chuva de granizo, tremor de terra, terremotos, e demais desastres naturais que causem danos à estrutura do imóvel ou bens, como destelhamento, quebra de letreiros, antenas e placas solares, danos à janelas e portas.

 

Equipamentos Eletrônicos, Equipamentos Cinematográficos, Equipamentos Móveis e Empilhadeiras e Estacionários

O seguro garante a cobertura de computadores, impressoras, televisores, que estiverem dentro da empresa e forem danificados durante transporte ou acidente e ainda há a opção de subtração.

Filmadoras, máquinas fotográficas, lentes, equipamentos de áudio e vídeo estão entre os segurados, mesmo em atividades externas. Também há um seguro para equipamentos fotográficos.

Equipamentos móveis e empilhadeiras, que se deslocam por si só, são cobertos em caso de acidentes durante deslocamento. Da mesma forma, podem ser cobertos equipamentos estacionários, ou seja, de uso fixo.

Outras coberturas são desmoronamento, perda do ponto comercial, mercadorias em ambiente frigorífico, delivery, quebra de vidros, tumultos, vazamento de tubulações, entre outras.

 

Contratando o seguro ideal para a sua empresa

Cada empresa tem necessidades únicas, o que faz com que as cláusulas da apólice sejam diferentes. Para saber qual o seguro mais adequado para a sua empresa, o melhor é entrar em contato com um corretor de seguros.

Somente um corretor de seguros pode indicar os melhores planos e orientar sobre as cláusulas, tirando dúvidas. A Ransom Corretora de Seguros tem profissionais experientes, há 21 anos no mercado de seguros, que trabalham com qualidade, transparência, respeito e compromisso.

O que é seguro prestamista

O seguro prestamista é um seguro que garante o pagamento de uma dívida, parcelamento ou financiamento, no caso de morte, invalidez permanente ou temporária ou para demissão involuntária, sendo pago o valor de até 6 parcelas.

Na verdade, é uma forma de segurança para bancos, lojas, concessionárias e demais empresas garantirem que receberão o valor da dívida adquirida pelo segurado caso ocorram as situações citadas acima.

No entanto, existem algumas regras para que esse seguro seja cobrado e utilizado, podendo ser denunciado como crime se for feito de forma contrária ás regras estipuladas pela Susep, Superintendência de Seguros Privados.

Entenda um pouco mais sobre esse seguro:

 

Quando pode ser utilizado

Particularmente, o seguro prestamista é usado em operações de crédito, para garantir que os pagamentos sejam efetuados, mesmo que o segurado tenha algum problema maior que o impeça de pagar.

Esse seguro não pode ser usado em qualquer situação, ou seja, não está coberto a inadimplência por parte do segurado, sendo somente aceita em situações que fogem do controle, como morte, por exemplo.

As empresas que cobram esse seguro, geralmente o fazem nos seguintes casos:

– empréstimo consignado em folha

– cheque especial de banco

– financiamentos de imóveis, eletrodomésticos, automóveis, entre outros

– consórcios

– cartão de crédito

 

Quem pode contratar

Apesar de ser um seguro voltado para a quitação de dívidas, não é o segurado quem solicita a contratação, sendo somente permitido à empresa que estiver permitindo esse crédito.

Isso significa que a venda do seguro é feita no momento da compra do produto ou serviço, sendo oferecido pela empresa ao consumidor, que tem total autonomia para aceitar ou recusar, ou seja, não é um seguro obrigatório para a efetuação da venda.

Ainda segundo as regras da Susep, o consumidor deve ser notificado sobre a adesão à esse seguro. Nos artigos 8° e 9°, capítulo IV, “A apólice, nos seguros individuais, o bilhete e o certificado individual deverão especificar a obrigação à qual o seguro está veiculado. É obrigatório constar, em destaque, da proposta da contratação, da proposta da adesão, do bilhete do seguro e das condições gerais do seguro a seguinte declaração: ‘A contratação do seguro é opcional, sendo facultado ao segurado o seu cancelamento a qualquer tempo, com devolução do prêmio pago referente a decorrer, se houver’”.

Antes de assinar qualquer contrato de compra e venda, leia as atentamente as cláusulas, especialmente a referente aos encargos que serão cobrados. Geralmente fica na cláusula 7 do contrato.

Caso exista algo como Prest ou MIS, que dizer que o valor do seguro está implícito no contrato e o segurado deve entrar em um acordo com o vendedor sobre aceitar ou não.

Se houver a cobrança do seguro sem a aprovação do segurado, o mesmo poderá entrar em contato com o Procon e acionar a lei, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor e exigir o ressarcimento das parcelas pagas.

 

Como acionar o seguro prestamista

A seguradora só poderá ser informada sobre o pagamento do seguro prestamista no caso de ocorrer um sinistro descrito na apólice, que basicamente são morte, invalidez e desemprego involuntário.

Após a seguradora se notificada, serão solicitados documentos para comprovar a autenticidade do sinistro. Podendo ser negado após análise minuciosa. Existem alguns casos em que não há cobertura, entre eles:

– Doenças provocadas por acidente, com exceção de infecções e embolias

– Complicações ocorridas por exame, tratamentos clínicos ou cirúrgicos

– Lesões causadas por esforço repetitivo

– Quando o evento que causou a invalidez não é caracterizado por acidente pessoal.

 

Documentos que podem ser solicitados

Para cada caso que motive o não pagamento das parcelas, serão exigidos determinados documentos:

 

Desemprego

– Cópia do RG, CPF e comprovante de residência do segurado

– Cópia autenticada da Carteira Profissional de Trabalho das páginas de autenticação, último registro com a devida baixa do vínculo empregatício e da página seguinte da mesma.

– Cópia autenticada da rescisão de contrato de trabalho

– Registro de informações cadastras pessoa física e jurídica

 

Morte Natural

– Aviso do sinistro Morte Natural

– Cópia autenticada da certidão de óbito

– Cópia dos documentos pessoais do segurado

– Cópia dos documentos do reclamante do sinistro, familiares, por exemplo

– Cópia do contrato de prestação de serviços

– Cópia do contrato de adesão

– Documento oficial com a descrição das parcelas

Morte Acidental ou Invalidez Permanente Total por Acidente

Além dos documentos pessoais e do contrato de prestação de serviços, adesão e das parcelas, a solicitação do seguro prestamista deve incluir a cópia da carteira de motorista do segurado, caso a causa da morte ou acidente tenha sido acidente de automóvel, a comunicação de acidente de trabalho ou um atestado médico informando as sequelas do acidente.

 

Faça o seguro com quem entende de seguro

Para que a sua empresa tenha a certeza de contratar o seguro ideal para garantir o pagamento das parcelas por parte do consumidor, o melhor é ter a certeza de contratar quem entende bem sobre seguros.

Um corretor de seguros irá indicar o melhor plano, a melhor seguradora e ainda tirar todas as dúvidas, para garantir que todas as cláusulas estão devidamente especificadas e adequadas às necessidades da empresa.

Faça o seguro com quem entende, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

Em caso de morte, sua família recebe o dinheiro com seguro de vida?

É difícil pensar em morte, perder um ente querido. Mais complicado ainda é ponderar sobre a própria e como sua família iria ficar no dia que isso acontecer. Mesmo que ninguém queira imaginar isso em qualquer momento da vida, é importante ter um plano.

Fazer um seguro de vida, é garantir um respaldo financeiro para a família, no caso de que acontecer algo que o impeça de suprir as necessidades financeiras por tempo indeterminado, uma invalidez temporária ou permanente, doença grave, e a cobertura básica desse seguro, a morte.

Entre as diversas modalidades de seguros mais importantes de se ter, o seguro de vida é o que vai amparar aqueles a quem se ama durante um período complicado, em que é preciso resolver muitos assuntos financeiros até conseguir se estruturar novamente.

Agora, como se certificar de que a sua família realmente vai receber o valor estipulado em contrato, quais são os passos a serem seguidos para que tudo esteja devidamente acertado e não haja problemas?

Continue lendo e saiba um pouco mais sobre como o dinheiro do seguro de vida poderá ajudar a sua família no futuro.

 

Quem pode receber o seguro

Durante a formulação do contrato, o segurado deve indicar quem serão seus beneficiários do seguro em caso de morte. Se essa cláusula não constar na apólice, a seguradora seguirá as regras estipuladas no Código Civil.

Segundo o Art. 792, da Lei n° 10406, de janeiro de 2002, “na falta da indicação da pessoa ou beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a que for feita, o capital segurado será pago por metade ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.”

Também na falta de beneficiários e se o segurado não tiver cônjuges ou filhos, serão considerados os beneficiários “que provarem que a morte do segurado os privou dos meios necessários à subsistência.”

 

Prazo para receber a indenização

Após a ocorrência de um sinistro, a família deve informar a seguradora para saber como proceder. Seguindo o procedimento padrão, a seguradora irá solicitar uma lista de documentos para dar entrada no processo.

A partir da entrega dos documentos, segundo Resolução da Susep, Superintendência de Seguros Privados, órgão que fiscaliza as seguradoras, o prazo para o pagamento da indenização é de 30 dias.

No entanto, esse prazo pode se prolongar se o beneficiário não apresentar todos os documentos exigidos ou se algum documento não estiver de acordo com a lei. Por isso, procure deixar todos os seus documentos e de sua família em dia, para que eles recebam a indenização no prazo.

Lembrando que os beneficiários tem até 3 anos para notificar a ocorrência de morte do segurado, a partir da data do óbito, conforme consta no Código Civil, tendo como consequência a prescrição do seguro.

 

Documentos exigidos

Os documentos exigidos pela seguradora para indenização do seguro de vida variam conforme o tipo de sinistro ocorrido. Essa lista é exigida exatamente para uma análise, que será feita de forma minuciosa pela seguradora.

É importante enfatizar, que fraude em seguro é um crime passível de punição prevista em lei. Dessa forma, providenciar todos os documentos corretamente e seguir as cláusulas do contrato são primordiais para evitar a recusa do pagamento de indenização e demais problemas associados.

Segue a lista de documentos, de acordo com o sinistro:

Morte natural

– Apólice ou certificado do seguro. Algumas empresas oferecem seguro de vida coletivo para seus funcionários, por isso existe essa diferença entre apólice pessoal e certificado coletivo. Se esse for o caso, é preciso pedir o documento para a empresa.

– Certidão de óbito do segurado

– Certidão de nascimento do segurado, se for solteiro ou certidão de casamento e, no caso da indicação do cônjuge atual, é preciso apresentar a averbação de divórcio ou separação judicial.

– Carteira de identidade, CPF e comprovante de residência do segurado.

 

Morte acidental

Além dos documentos acima citados, também devem ser apresentados

– Boletim de ocorrência policial

– Laudo de exame do Instituto Médico Legal (IML)

– Laudo de exame toxicológico e de dosagem alcoólica

– Se houver acidente de carro e o segurado era o condutor do veículo, a carteira de motorista do segurado deve ser apresentada.

– Se foi um acidente de trabalho, a Comunicação de Acidente de Trabalho deve ser apresentada.

 

Com ou sem a Indicação de beneficiários

Quando são indicados beneficiários na apólice, os documentos que podem ser pedidos são:

– Documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência)

– Prova de união estável, que comprove a condição de companheiro.

Se não houver a declaração e os familiares quiserem solicitar a indenização, devem apresentar uma declaração de que são familiares consanguíneos, com duas testemunhas qualificadas.

 

Diferença entre seguro de vida e herança

O que difere o seguro de vida de uma herança é o tempo para que todo o processo seja visto. A herança leva um tempo muito maior, apenas para a abertura o prazo é de, no mínimo, três meses, e pode levar anos para ser concluído até que todos os bens sejam partilhados corretamente entre os herdeiros.

Além disso, é preciso pagar por encargos processuais, pelo Imposto sobre transmissão causa mortis e doação. Sem contar com as possíveis divergências entre herdeiros e sobre quem vai arcar com as dívidas, já que elas também são herdadas.

O procedimento para o seguro de vida é muito mais simples e rápido. Para facilitar ainda mais, o segurado deve estipular todas as informações em apólice. Com a apresentação dos documentos, os beneficiários recebem a indenização no prazo garantido.

 

Contrate o seguro com uma empresa de confiança

Assegurar o futuro financeiro de sua família é muito importante e fazer isso com uma empresa de confiança é essencial. Para ter a certeza de estar contratando um seguro ideal, fale primeiro com um corretor de seguros.

 

Esse profissional sabe orientar sobre quaisquer dúvidas a respeito das cláusulas do contrato e como deve ser feito. Não deixe o futuro da sua família com qualquer corretor. Faça com quem tem experiência, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

Como proteger seus bens nas férias

Sair de férias realmente é muito bom. Viajar para outro lugar, então, é melhor ainda. No entanto, muitas pessoas ficam receosas em se ausentar e precisar deixar seus patrimônios sem proteção por determinado tempo.

A preocupação infelizmente é fundamentada nas estatísticas de furtos. Dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostraram um crescimento de 11,6% de furtos residenciais em janeiro de 2019, quando comparado ao mesmo período de 2018.

Outra coisa que causa um pouco de inquietação é em relação a pequenos acidentes, como curtos-circuitos, escape de gás, entre outros problemas que podem resultar em incêndios, por exemplo.

Mas antes de cancelar ou encurtar a sua viagem por medo de que algo possa acontecer aos seus bens, saiba que existem pequenas precauções que asseguram uma maior proteção enquanto você, sua família, amigos e quem mais estiver viajando.

São ações muito simples, que assim como a sua viagem, devem ser feitas com antecedência. Por isso, pegue papel e caneta ou baixe um aplicativo no celular para anotar o checklist abaixo e não se esquecer de verificar nada.

 

Contrate um seguro para os seus bens

Antes mesmo de planejar as férias, conversar com um corretor de seguros a respeito dos melhores seguros para seu imóvel, carro, empresa, é uma forma de garantir uma proteção financeira em caso de incêndio, queda de árvore, furto e outras coberturas estipuladas em apólice.

O valor do seguro é pequeno e vale muito pela tranquilidade de ir para as férias e realmente aproveitar cada momento, sem ficar pensando se tudo está bem. Por isso, para não correr o risco de estragar seu tempo de relaxar, coloque como o primeiro item da lista de coisas a fazer.

O ideal é fazer isso meses antes, para poder discutir as cláusulas da apólice, tirar todas as dúvidas com o profissional, escolher o melhor seguro e deixar tudo organizado de verdade.

Conte com um corretor da Ransom Corretora de Seguros para ter o melhor seguro. Feito isso, já é possível seguir com as outras medidas de segurança:

 

Dicas para proteger seus bens durantes as férias

 

Não divulgar suas férias

Mesmo que a vontade seja sair por aí contando para todos e divulgando nas redes sociais as tão sonhadas férias, é bem mais seguro somente contar para pessoas de confiança.

Evite publicar fotos em redes sociais ou comentar algo a respeito em lugares públicos próximos à sua casa, onde algum estranho possa ouvir e identificar o local que estará vazio.

 

Avisar pessoas de confiança

Vizinhos, famílias e amigos podem auxiliar para observar a casa ou loja e avisar a polícia em caso de qualquer movimentação estranha. Se achar conveniente, deixe a cópia da chave com alguma dessas pessoas e combine delas entrarem na casa em horários distintos e ligar luzes ou algum aparelho.

Isso também funciona para o cuidado de plantas, quintais onde caem muitas folhas e animais de estimação que não podem ser levados junto na viagem. Uma pessoa confiável pode molhar as plantas periodicamente, tirar o excesso de folhas de pontos estratégicos e cuidar dos animais.

 

Organizar tudo com discrição

Ao fazer as malas, levar para o carro ou, se for o caso, levar até o motorista, procure fazer tudo com o máximo de discrição. Quanto menor a evidência de que a casa ou loja ficará sozinha, menor a propensão à assaltos. Observe estranhos ao redor do imóvel.

 

Apagar as luzes ou usar temporizadores

Muitos acreditam deixar as luzes de um determinado cômodo aceso ser uma forma de proteção, porém luzes que não se apagam de dia são um sinal para ladrões.

Se as pessoas de sua confiança não puderem ir até a sua casa ou loja, o uso de temporizadores, que devem ser programados para acender luzes ou ligar aparelhos durante à noite e desligarem na madrugada, conforme programados, são uma alternativa.

 

Desligar aparelhos da tomada

Meses de verão costumam ser mais chuvosos. A incidência de danos elétricos é 10% maior nessa época e curtos-circuitos podem acontecer quando ninguém está olhando. Por essa razão, verifique todas as tomadas e desconecte o máximo de aparelhos. Deixando apenas aqueles programados com temporizador.

 

Desligar a campainha e o telefone

A campainha tocando em horas diversas do dia sem que ninguém atenda é chamariz para os bandidos. Se ela não toca, fica mais difícil saber se há ou não alguém em casa.

As chamadas telefônicas devem ser encaminhadas para outro telefone, evitando assim que ele toque por muito tempo sem que alguém atenda.

 

Fechar registro de água e gás

Essa ação evita alagamentos e vazamentos, que podem causar explosões, além de resultar em economia durante o período em que não estiverem sendo usados.

 

Não deixar o imóvel ou empresa com aparência de vazio

Cortinas ou persianas totalmente fechadas, acúmulo de correspondências e demais aspectos que demonstrem que o local está vazio. Em caso de ainda ter uma assinatura de revista ou jornal ou se houver um encomenda programada para esses meses, entre em contato com a empresa de entregas e solicite a interrupção temporária do serviço.

 

Conferir a tranca de janelas, porta e portões

Verifique se todas as janelas estão bem fechadas, se não há algum problema com as travas das portas e se os portões foram devidamente fechados antes de sair em viagem. Reforce as fechaduras.

Dê uma atenção especial às portas e acessos dos fundos do imóvel, que costumam ser os mais usados para arrombamentos.

 

Não deixar dinheiro ou joias dentro do imóvel

O melhor é que dinheiro e objetos menores de valor, como joias, sejam colocados em um cofre ou, de preferência, deixados em um banco. As seguradoras podem negar a indenização se for averiguado que não havia proteção adequada.

 

Investir em tecnologia de segurança

Especialmente para quem quer proteger a empresa, equipamentos de segurança como câmeras, alarmes e circuitos fechados são importantes. Da mesma forma, a contratação de um vigilante através de uma empresa idônea.

Para quem é proprietário de uma residência, um sistema de segurança mais simples também pode ser instalado e ajuda muito se houver um esquema de vizinhança solidária.

 

Faça uma boa viagem

Feito o checklist e garantindo todos esses cuidados, só resta desejar uma ótima viagem!

Vai viajar no Ano Novo? Conheça os benefícios de um seguro viagem

Ano Novo chegando e muitos planos surgem ou já foram feitos bem antes. Um deles é aquela tão sonhada viagem para o exterior. Cada detalhe foi pesquisado, programado, revisto e, provavelmente, em novembro ou começo de dezembro tudo já está praticamente certo.

O lugar já foi escolhido, o pacote de férias fechado, hospedagem decidida, todos os documentos em dia, a emissão do passaporte e do visto, passeios programados, aquela passada no médico para um checkup completo, carteira de vacina revisada, malas e roupas compradas, cartão internacional do banco providenciado.

Olhando para o checklist, parece que tudo foi resolvido. E quanto ao seguro viagem? Já entrou em contato com um corretor de seguros para fazer um? Dependendo do país para onde se vai, ele é requisito obrigatório, como os países que fazem parte do Tratado de Schengen, por exemplo.

Mesmo que o destino escolhido não exija uma apólice de seguros para permitir a entrada de estrangeiros, ter um seguro viagem vai muito além de obrigatoriedades e também deve fazer parte da lista de coisas a fazer com antecedência.

Quer saber porque ter um seguro é a garantia de poder aproveitar uma melhor viagem? Então continue lendo e conheça as vantagens que envolvem o contrato.

 

Privilégios de quem tem um seguro viagem

Existem as coberturas básicas do seguro viagem, conforme estipulado pela Susep, Superintendência de Seguros Privados, para ter a certeza de que todos os itens estão inclusos, é importante ler com atenção as cláusulas do contrato e durante a viagem, ter uma cópia.

Para essas horas, ter o suporte de um corretor de seguros experiente faz uma grande diferença. Esse profissional irá indicar os melhores planos e tirar todas as dúvidas, adequando as coberturas ideais ao tipo de viagem.

É conveniente lembrar que quem planeja praticar esportes radicais durante a viagem, precisa contratar um seguro específico, que costuma ter uma valor maior do que um seguro básico.

Por isso, ao solicitar orçamento com o corretor, informe exatamente o motivo da viagem, isso porque a falta de informações pode resultar na negativa da indenização por parte da seguradora.

Quem contrata o seguro com as coberturas básicas, pode solicitar auxílio da seguradora para os seguintes sinistros:

 

Garantia de atendimento médico, hospital e odontológico

Claro que ninguém pensa que vai precisar de um médico durante uma viagem de férias, mas sabendo que os custos com esse tipo de serviço são bastante altos no exterior, a relação custo-benefício de um seguro vale muito mais.

Para ter uma ideia, um dia de internação nos Estados Unidos custa, em média, 12 mil dólares e se for preciso fazer uma cirurgia, esse valor ultrapassa os 25 mil dólares. Com base no atual valor do dólar, uma simples apendicite pode sair bem cara.

Outro exemplo é o atendimento odontológico, que pode ser maior que mil dólares para que não tem seguro. Se o tratamento dos dentes está em dia, pode ser que não seja preciso procurar um dentista, porém é bom ter esse respaldo financeiro da seguradora se um problema desses acontecer.

 

Indenização por atrasos, danos e roubo de bagagem

Outro imprevisto que ninguém quer ter, mas infelizmente pode acontecer, é a companhia aérea extraviar a bagagem ou despachar em um voo diferente. Uma situação bastante inconveniente, que atrapalha qualquer viagem.

Com a contratação de um seguro viagem, que inclua a indenização de bagagem nesses casos, o segurado pode receber ressarcimento para atrasos na entrega após as primeiras 24 horas e um valor maior, que cubra o total do prejuízo, conforme o plano contratado.

Essa cobertura também será bem útil para quem precisa transportar objetos mais sensíveis, como instrumentos musicais, materiais fotográficos, entre outros. Por isso, mais uma vez, é essencial falar com um corretor e explicar os motivos de precisar de um seguro viagem.

 

Reembolso Cancelamento ou Atraso de Viagem

A viagem foi programada, mas um imprevisto resultou em cancelamento ou atraso. Perder o dinheiro investido em passagens é muito ruim. Entre alguns motivos para isso acontecer, estão:

– Doença, internação, morte do segurado ou de um familiar;

– Pendências legais do segurado;

– Demissão laboral ou cancelamento das férias;

– Perda de documentos necessários para a viagem;

– Acidente a caminho do embarque;

– Incorporação a um novo posto de trabalho;

– Prejuízos graves à residência ou local de trabalho do segurado;

– Período de Quarentena;

– Declaração de zona de catástrofe no destino da viagem.

 

Indenização para Invalidez permanente total ou parcial durante a viagem

Estão cobertos acidentes pessoais ocorridos durante a viagem, que resultem em invalidez permanente, total ou parcial, causando impotência funcional definitiva de membros ou órgãos.

 

Cobertura por morte ou morte acidental em viagem

Pensar em contratar um seguro para cobertura por morte em viagem é algo que ninguém pensa em fazer, entretanto estar segurado é sinônimo de prevenção.

Dentro dessa cobertura está a indenização do valor estabelecido em apólice para os gastos com translado do corpo, incluindo liberação e transporte até a residência do segurado. Igualmente, cobre gastos com o funeral.

 

Faça seguro com quem entende de seguros

O sucesso da viagem de Ano Novo depende mesmo de todos os detalhes, especialmente escolher bem quais empresas serão responsáveis por garantir isso.

Quando se fala em seguro, o melhor é escolher uma corretora de seguros que possui uma experiência de quase  20 anos no mercado e corretores profissionais e bem treinados para orientar o plano ideal para a viagem sair conforme o planejado, e se não sair, a corretora está pronta para ajudar.

Antes de viajar, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

Por que Novembro Azul?

Se no mês de outubro o mundo fica cor de rosa, em novembro, é a vez da cor azul entrar em destaque. É o momento de conscientizar a população masculina a respeito da importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

A doença é considerada o segundo tipo mais comum de câncer que acomete homens, com cerca de 14 mil óbitos anualmente. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, INCA, em 2018 a estimativa é de 68.220 novos casos, somente no Brasil, o que corresponde uma média de 66,12 casos para cada 100 homens.

A preocupação com a campanha é ainda maior, isso porque existe um forte preconceito em relação ao exame do toque retal para a detecção da doença. Infelizmente, os homens vivem 7 anos a menos do que as mulheres por não atentarem para a saúde com base em um pensamento errado sobre masculinidade.

A campanha é exatamente para reforçar e alertar a relevância do homem se cuidar. O tratamento tem até 90% de chances de resultados positivos quando feito precocemente.

 

Movember

O movimento mundial que deu origem à campanha surgiu na Austrália, em 2003, quando um grupo de 30 amigos teve a ideia de deixar o bigode crescer, o que não fazia parte da moda na época, com o objetivo de chamar a atenção para o problema da saúde masculina.

O nome em inglês Movember vem da junção de duas palavras, moustache (bigode) e november (novembro). A ação do pequeno grupo se transformou na Movember Foundation, uma instituição de caridade sem fins lucrativos, que levanta fundos para pesquisas e apoio à causa.

A ideia principal é que os homens, chamados de Mo Bros, deixem o bigode crescer durante todo o mês de novembro, e o doarem o valor que não gastaram no barbeiro ou para tirar o bigode. As mulheres também são convidadas a fazerem parte da causa, as Mo Sisters. Atualmente, são mais de 5 milhões de participantes.

 

#Azultitude

Organizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), a campanha Novembro Azul no Brasil também tem a mesma finalidade da Fundação australiana, isto é, realizar ações para conscientizar os homens.

O Instituto foi fundado em 2008 e a primeira campanha para a causa surgiu em 2011. Sempre com o foco em incentivar os brasileiros para hábitos saudáveis de vida e a busca do diagnóstico precoce e a realização dos exames. É preciso ter atitude e passar a notícia para frente.

Além de doações, o Instituto abre espaço para voluntários, empresas parceiras, apoia e participa de ações, indo até escolas, comunidades, unidades de saúde, associações e organizações e disponibilizando pesquisas e materiais informativos.

 

O que é o câncer de próstata e sintomas

O câncer é uma multiplicação desordenada das células. Na próstata, esse crescimento acontece de forma lenta e a evolução é silenciosa, sendo somente diagnosticado após exame.

No estágio inicial, os sintomas podem ser confundidos com outros problemas como o crescimento benigno da próstata. Já no estágio avançado, sintomas mais sérios aparecem.

Os sintomas mais aparentes são:

– dificuldade de urinar

– sensação de ardor ou dor ao urinar

– ida frequente ao banheiro, até mesmo à noite

– urinar pouco todas as vezes

– disfunção erétil

– sangue na urina ou sêmen

– dor no quadril, costas, coxas, ombros ou ossos

– fraqueza ou dormência nas pernas ou pés

 

Fatores de risco

O câncer pode acometer todos os homens, no entanto, alguns fatores que aumentam o risco de desenvolver a doença. Entre eles:

– Hereditariedade

Um parente de primeiro grau que já teve a doença

– Raça

A incidência é maior em homens negros, de ascendência africana e caribenha.

– Idade

Foram registrados mais casos de câncer em homens com idade superior a 50 anos, com 60% com mais de 65 anos.

– Obesidade

Excesso de gordura corporal aumenta o risco de ter diversas doenças

Fatores que podem estar relacionados ao risco de adquirir a doença, mas que ainda não foram realmente confirmados são tabagismo, doenças sexualmente transmissíveis, exposição à compostos químicos como arsênio, aminas aromáticas, fuligem e dioxinas e até o consumo excessivo de alimentos com altos níveis de cálcio.

 

Diagnóstico e tratamento

Esse é o principal entrave para muitos homens deixarem de detectar a doença em estágio inicial. Apesar das muitas especulações, o exame é rápido e indolor, em 10 segundos o médico tem o primeiro diagnóstico.

Mesmo assim com todas as informações e campanhas, muitos não querem realizar o toque retal por preconceito, porém essa é a forma mais segura para o se examinar anormalidades.

Outros exames importantes, principalmente para descobrir o estágio da doença, são a dosagem de PSA (antígeno prostático específico), biopsia, ultrassom transretal e cintilografia óssea.

O tratamento depende da localização e do estágio da doença. Cirurgias, radioterapia,             terapia hormonal e até mesmo observação vigilante são alguns métodos decididos entre médico e paciente.

 

Seguro de vida tem indenização para diagnóstico de câncer

Se o Novembro Azul é a campanha para a prevenção, ter um seguro de vida faz parte de se prevenir contra possíveis imprevistos da vida. Uma doença como o câncer é algo que ninguém espera ou quer ter, por isso além dos exames de próstata, é importante ter condições financeiras para se tratar.

O seguro saúde e o seguro de vida dão cobertura para realizar as consultas médicas, os exames e indenização em caso de invalidez temporária ou permanente. Assim, você pode ficar tranquilo para cuidar da sua saúde e ter um respaldo financeiro para sua família.

Para saber mais sobre esse e outros seguros, fale com um corretor de seguros da Ransom Corretora.

Dicas para controlar a ansiedade

Ansiedade é um mecanismo natural do cérebro, que acontece quando o organismo passa por situações emocionais diferentes e desconhecidas, fazendo com que as glândulas suprarrenais liberem descargas de adrenalina.

Geralmente, essa reação causa suor, palpitação, falta de ar e aquele “frio na barriga”, sensações que tendem a diminuir, assim que o evento passa. Na verdade, a ansiedade existe como um alerta para o corpo de que algo pode não estar bem.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 33% da população mundial sofre de ansiedade e o Brasil está no topo da lista como o país com o maior número de pessoas ansiosas, com 18,6 milhões, quase 10% da população.

Existem muitos fatores que desencadeiam a ansiedade entre o brasileiros. Infelizmente, existe insegurança em diversas situações, como a violência em excesso, falta de emprego, cobranças no trabalho, dívidas, entre outros.

A ansiedade se torna um problema maior quando os sintomas são mais intensos e saem do controle, a ponto de prejudicar o cotidiano da pessoa.

Quando a ansiedade é uma doença

A ansiedade é considerada uma doença, exatamente quando impede a pessoa de realizar tarefas simples do dia a dia. De acordo com o INSS, distúrbios mentais são a terceira maior causa de afastamento do trabalho.

Entre os sintomas mais comuns que alertam para uma crise de ansiedade ou ataque de pânico estão:

– tremores

– sensação de sufocamento

– tontura

– dor de cabeça

– indigestão e embrulho no estômago

– aumento da transpiração

– tensão muscular

– calafrios

– formigamentos

– aumento da frequência cardíaca e respiratória

– medo de que algo ruim vai acontecer.

 

Tipos de ansiedade

A Associação Americana de Psiquiatria desenvolveu um Manual listando os transtornos mentais, mostrando que existem 9 subtipos, com diferentes sintomas, e uma categoria de casos que ainda não puderam ser diagnosticados.

Os tipos inclusos no Manual são:

– Transtorno de ansiedade generalizada

Tipo mais comum. Deve estar associado a três ou mais sintomas para ser considerado.

– Mutismo seletivo e transtorno de ansiedade de separação

Esses dois tipos são mais comuns em crianças. O primeiro está relacionado na dificuldade em iniciar ou manter uma conversa e o segundo   , condiz com o medo diante da separação de pessoas, coisas, lugares, podendo acontecer em alguns adultos.

– Transtorno do pânico

Ataques de pânico repetidos acontecem causando desconforto e medo por um período, chegando ao medo de morrer.

– Fobias

Entre essa categoria, estão as fobias em determinadas situações ou coisas, demonstrando um medo incomum. Também há a fobia social, que provoca medo quando existe interação com outras pessoas.

Dentro das fobias que mais preocupam estão a Agorafobia, que faz com que o indivíduo se sinta inseguro sobre o que pode acontecer, evitando sair ou se relacionar e a Claustrofobia, que é o medo de estar em lugares apertados.

– Transtorno de ansiedade induzido pelo uso de substâncias

Quem usa medicamentos, drogas ou excede a quantidade de cafeína e álcool podem desencadear crises de ansiedade.

– Transtorno de ansiedade por condição médica

O diagnóstico de outra doença pode levar a crises de ansiedade.

 

Como controlar a ansiedade

Em algumas situações é difícil evitar um momento de ansiedade, no entanto é possível mantê-la sob controle através de pequenas atitudes. Antes de tudo, é preciso identificar qual pode ser a causa do problema e procurar a melhor forma de resolver.

Abaixo, algumas dicas para controlar a ansiedade:

– Praticar atividades físicas

Exercícios físicos auxiliam não apenas na obtenção de um corpo mais saudável, como estimulam a produção de endorfina e serotonina, conhecidos como hormônios do humor.

– Aprender a controlar a respiração

A falta de ar pode acontecer durante uma crise de ansiedade. Focar na forma correta de inspirar e expirar, irá trazer calma e desacelerar determinados processos do corpo.

– Tenha bons hábitos de saúde

Além dos exercícios físicos, manter uma boa alimentação e evitar o excesso álcool, tabaco e cafeína, influenciam diretamente no funcionamento do cérebro.

Existem determinados chás, que atuam como calmantes naturais, como o de camomila, por exemplo.

– Ingira mais alimentos com triptofano

O triptofano é um aminoácido, que tem como um dos benefícios a produção de serotonina. Como o organismo não produz esse aminoácido, é necessário ingerir alimentos ricos nele.

Alguns são banana, peixe, ovo, nozes, castanhas, feijão, aveia, arroz integral, amendoim, ervilha, abacate, batata, couve-flor, cacau, chocolate amargo.

– Tenha um passatempo

Ter uma atividade que faça bem, relaxe e distraia a mente de momentos estressantes é como uma válvula de escape para aliviar o organismo das pressões.

Se acha que não sabe fazer nada, pesquise por cursos gratuitos, tutoriais na internet ou grupos de pessoas que gostam das mesmas coisas.

– Viva o presente

Dedicar-se ao que está acontecendo agora auxilia a ter controle da situação e se organizar melhor. Pensar demais no que já passou ou no que ainda está por vir, faz a mente se perder.

– Pense positivo

Pensamentos negativos trazem nervosismo, medo, insegurança e, consequentemente, ansiedade. Ver o lado positivo das coisas torna as sensações mais leves.

– Procure ajuda profissional

Engana-se quem acha que fazer terapia é um exagero. Um profissional irá avaliar corretamente o problema e indicar as melhores formas de lidar com ele. Também saberá se é necessário o uso de medicamentos.

– Cuide mais de si mesmo

Reserve algum tempo para um tratamento de beleza, mude o cabelo, faça meditação. Queira sentir-se bem.

 

Contratar um seguro pode ajudar no controle da ansiedade

Se uma das principais causas da ansiedade é a insegurança sobre o que pode acontecer, ter um seguro para proteger sua vida, sua família e seu patrimônio é uma boa opção para se manter mais tranquilo, e lógico, menos ansioso.

O seguro de vida é indicado não apenas como uma proteção financeira para sua família em caso de morte, como aquela ajuda em caso de invalidez temporária e permanente.

Para cuidar da sua saúde e ter assistência de profissionais, nada melhor do que contratar um seguro saúde ou um plano de saúde. Até mesmo para viajar existe um seguro.

Se você está pensando em um futuro financeiro, aposte no seguro de previdência privada. Para o seu patrimônio, existe o seguro auto, seguro moto e seguro residencial.

Outros seguros que vão trazer tranquilidade são o seguro empresarial, para equipamentos eletrônicos e até mesmo para drones, se por acaso seu trabalho usar um.

Viu só? É possível ter controle da sua vida e da sua saúde. Quer saber mais? Então entre em contato com um corretor de seguros da Ransom, conheça o seguro ideal e não deixe a ansiedade ser um prejuízo.