Diferenças entre seguro de vida e previdência privada

Quando o assunto é planejamento financeiro pensando em amparo para o seu futuro e de sua família, vem logo à mente a preocupação de como podemos amenizar este problema.

Três opções excelentes dentro do mercado securitário, são: seguro de pessoa/vida, seguro de pessoa vida resgatável e previdência privada.

Embora os três possuam certas características semelhantes e tenham a mesma importância na vida de quem contrata, é preciso avaliar quais as suas necessidades, seu padrão de vida e quais seus planos para pequeno, médio e longo prazos, antes de contratar um deles ou os três se for o caso.

Se ao mesmo tempo, eles servem para ter uma maior segurança financeira, também tem particularidades que devem ser consideradas. Então, continue lendo e analise em que se diferem e qual é o mais adequado para você.

 

A finalidade de cada um

O seguro de pessoa -Vida é uma modalidade que é paga em vida para ser usada em caso de invalidez parcial ou total do principal provedor de renda familiar ou na morte deste.

Nesse caso, o segurado paga o prêmio mensalmente para a seguradora e a mesma é acionada quando acontecer qualquer destes imprevisto. Sua família receberá o valor previamente estipulado em apólice, inclusive para custear despesas médicas e funerárias, sem arcar com a tramitação exigida conforme o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCDM) na morte e em caso de Invalidez, o próprio segurado, quebrando o “tabu” que o seguro de vida e somente para a morte.

Seguro de pessoa vida resgatável, esta modalidade tem as mesmas características do seguro de pessoa vida, porém possibilita ao segurado resgatar parte do valor que ele contribui mensalmente após um período acordado na apólice. Esta característica é bastante interessante, porque durante o período que vem pagando o seguro, ele está também formando uma reserva, que será disponibilizada no final do período acordado, caso não ocorra morte ou invalidez antes.

Já a previdência privada são fundos de investimentos específicos a longo prazo, que podem serem resgatados, em vida, quando o segurado achar conveniente, ou seja, não é preciso que aconteça morte ou invalidez como o Seguro de Pessoa Vida

Mas a principal finalidade e diferencial de qualquer produto do mercado securitário ou aplicações financeiras, é que após o período de acúmulo de reserva o participante poderá optar em transformar e receber toda a reserva em um valor mensal de forma vitalícia ou por tempo definido.

Para melhor atender o participante, são ofertados dois modelos:

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, normalmente quem faz declaração de Imposto de Renda no modelo simples;

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, para quem declara a Receita Federal do Brasil no modelo completo e que precisa de incentivos para dedução no Imposto de Renda.

 

Qual é tributado?

Como citado acima, o seguro de vida não é tributado, sendo isento do Imposto de Renda ou qualquer tributação, sendo repassado diretamente para os beneficiários definidos em contrato, após aprovação do pagamento de indenização por parte da seguradora.

A tributação para a previdência privada é variável conforme o modelo escolhido (VGBL ou PGBL) e a tabela do imposto de renda, que pode ser regressiva ou progressiva, que sofrem variação de 10% a 35%.

 

Planejamento sucessório

Essa diferença de cobrança tributária é um dos fatores que pesam na hora de avaliar sobre qual plano é mais acertado para proteção financeira de beneficiários escolhidos pelo segurado.

O seguro de pessoa vida não é considerado herança, não passa pelo inventário, logo desobriga a família a pagar por esses encargos e, se tiver algum ônus, o valor pode ser um forte auxílio para custear o processo.

Outra peculiaridade é que o seguro de pessoa vida não está sujeito às leis referentes à sucessão de bens, o que facilita ainda mais o repasse dos recursos para os beneficiários.

Para a sucessão patrimonial com investimento na previdência privada, além desses tributos serem cobrados, existem vários trâmites e regras antes de ser autorizado o repasse aos beneficiários, podendo ser negada a transferência.

 

Tempo de pagamento

O tempo de pagamento é diferenciado seguindo o objetivo de cada seguro. Enquanto a previdência privada prevê quanto mais tempo de investimento, maior o valor a ser retirado, é indicado manter o pagamento por muito mais tempo.

O seguro de pessoa vida segue as cláusulas definidas em contrato entre segurado e seguradora, assim como a forma de pagamento. Como é uma garantia financeira em caso de morte ou invalidez, o que é impossível de prever, não há uma quantidade mínima de parcelas a serem pagas para a liberação da indenização ser feita.

Quando é a hora de contratar

Por ser um investimento a longo prazo, é recomendado contratar a previdência privada o mais cedo possível, assim, terá mais tempo para compor a sua reserva financeira, não tem idade mínima para inclusão.

Sendo uma forma de se precaver, o seguro de pessoa vida pode ser contratado a partir dos 18 anos e é recomendado principalmente quando a pessoa passa a ter dependentes financeiros e/ou endividamento em razão de aquisição de patrimônio a médio e longo prazo.

 

Combinando os três

Avaliando os benefícios de cada modalidade, pode ser bem interessante ter os três, um complementando o outro, para uma proteção ainda maior.

Como o fundo de previdência privada tem características para o longo prazo, para o médio e curto prazo são recomendados os seguros de pessoas vida ou resgatável.

Essa associação será bem útil durante o inventário para o recebimento do valor da previdência. Para se decidir sobre qual é mais interessante para a sua necessidade e da sua família, o recomendado é tirar todas as dúvidas com um especialista na área de seguros.

Seja qual for o tipo de investimento escolhido para amparar sua família, planejar sua aposentadoria, garantindo um melhor futuro, consulte um corretor de seguros da Ransom Corretora e faça o negócio certo.

Por que Outubro Rosa?

O Outubro Rosa acontece de 1 a 31 de outubro, a cor e os laços rosa se tornam destaque em diversos países, com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção e a detecção precoce do câncer de mama.

Movimentos, eventos, cartazes e até monumentos são criados e enfeitados, com ações direcionadas a fortalecer a importância de se prevenir e buscar fundos para pesquisas voltadas à causa, diagnóstico, tratamento e cura.

Dados do Instituto Nacional do Câncer, INCRA, do Ministério da Saúde, mostraram que esse é o segundo tipo de câncer que mais acomete mulheres, com maior incidência entre os 50 e 69 anos, e estão estimados cerca de 59 mil novos casos, somente no Brasil. No mundo, esse número cresce para quase 4 milhões.

O mês de outubro passou a ser o símbolo do movimento, assim como os laços cor-de-rosa, quando nos Estados Unidos, em outubro de 1990, a Fundação Susan G. Komen, uma instituição sem fins lucrativos voltada para o movimento contra o câncer de mama, distribuiu laços cor de rosa aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York.

Após 7 anos, entidades norte-americanas passaram a enfatizar a causa enfeitando as cidades, Yuba e Lodi, com os significativos laços rosa, especialmente em locais públicos. Novas ações e corridas em diferentes lugares aconteceram.

 

O Brasil em prol da causa

A iniciativa no Brasil como forma de apoiar e alertar sobre a doença e a importância da prevenção e maior acesso ao tratamento, aconteceu em 2002, quando o monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista, mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera, localizado na cidade de São Paulo, ficou iluminado de rosa durante todo o mês de outubro.

Com o passar do tempo, outras cidades aderiram ao movimento, como o Rio de Janeiro, que também iluminou o Cristo Redentor, monumento símbolo da cidade e cartão-postal do país.

Em Brasília, o Congresso Nacional e a Catedral, foram iluminados. Em Florianópolis, Santa Catarina, a Ponte Hercílio Luz destaca a conscientização e o Jardim Botânico, em Curitiba, e o Elevador Lacerda, em Salvador, são alguns dos pontos turísticos escolhidos.

Em São Paulo, luzes rosas também dão destaque ao prédio da Prefeitura, o Viaduto do Chá, a Ponte Estaiada, o Museu de Arte (MASP) e o Monumento às Bandeiras, entre outros.

 

O câncer de mama

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada das células, desenvolvendo um ou mais nódulos nas mamas. Ao se multiplicarem, essas células formam um tumor maligno.

De acordo com o INCA, existem muitos tipos de câncer de mama, que influenciam na evolução da doença, podendo ser mais rápida ou mais lenta, seguindo características de cada tumor.

A incidência é muito maior em mulheres, podendo ocorrer em homens, ainda que bem raramente. Entre alguns dos fatores de risco estão:

– Mulheres acima dos 50 anos;

– Fator hereditário;

– Excesso de peso e obesidade;

– Falta de exercícios físicos;

– Alto consumo de álcool;

– Tabagismo;

– Mulheres que menstruaram antes dos 12 anos ou que entraram na menopausa antes dos 55 anos;

Os principais sintomas são presença de nódulo ou caroço nos seios, alteração na coloração ou forma do mamilo, vermelhidão, pele mais dura, coceira frequente na mama ou no mamilo, inchaço, formação de crostas ou feridas, liberação de líquido, presença de sulco na mama, caroços ou inchaço nas axilas.

 

Como se prevenir

A prevenção é a melhor forma de tratamento. Ela começa com a mudança de hábitos, alimentação balanceada, prática de exercícios, redução no consumo de álcool e deixando de fumar.

Para mulheres com mais de 40 anos, é importante realizar o exame de mamografia anualmente. O autoexame também pode ser um grande auxílio no pré-diagnóstico.

Ao notar qualquer alteração ou sintoma que possam sugerir a doença, procure um profissional de saúde para um exame mais detalhado, possibilitando o tratamento precoce.

 

Seguro de vida protege mulheres com câncer de mama

O seguro de vida especial para mulheres traz tranquilidade nos momentos em que ela e a família mais precisam. São coberturas para invalidez permanente, total ou parcial por acidente, morte natural ou acidental, assistência funeral individual ou familiar.

Em caso de diagnóstico do câncer de mama, e qualquer outro tipo de câncer, exceto o de pele, a mulher irá se sentir amparada com indenização correspondente a 50% da cobertura de forte durante o período de vigência do seguro.

É mais proteção e atenção para a mulher, que pode se sentir amparada financeiramente durante um período bastante sensível e complicado.

Para se cuidar contra o câncer de mama, consulte seu ginecologista. Para ter proteção financeira, consulte uma corretora de seguros.

 

Menores de idade podem ter seguro de vida?

Já se sabe que ter um seguro de vida é importante para quem pensa em tranquilidade financeira a curto, médio ou longo prazo. Uma forma de se proteger em caso de imprevistos como um acidente, doença ou morte.

Geralmente, quem pensa em contratar esse tipo de seguro são empresários, empreendedores, pais de família e autônomos, que veem como um investimento e um proteção para si e para a família e demais beneficiários discriminados em apólice.

O que poucos sabem é que o seguro de vida também pode ser contratado tendo o menor de 18 anos como o titular da apólice, em muitas seguradoras a idade mínima de 14 anos e até abaixo dessa idade é permitido, por lei o acordo entre as duas partes, com algumas restrições.

 

O que diz a lei

Quem é responsável pela regulamentação dos seguros é a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Segundo o Art. 9° da Circular n° 440, de 27 de junho de 2012, publicado pelo órgão governamental, que estabelece os parâmetros obrigatórios para planos de microsseguros, “Para os menores de 14 (catorze) anos é permitida, exclusivamente, a oferta e a contratação de coberturas relacionadas ao reembolso de despesas, seja na condição de segurado principal ou de dependente.”

Para quem tem entre 14 e 17 anos, o seguro pode ser total, com todas as coberturas vigentes, desde que a contratação seja assistida por responsável legal. Isso significa, que a idade mínima interfere nas cláusulas da apólice e nas modalidades que poderão ser indenizadas somente em caso de despesas médicas ou funeral.

 

Controvérsias

No entanto, existem uma ressalva sobre essa permissão, conforme o Art. 3°, Inciso I, da Lei n° 10406, de 10 de janeiro de 2002, do Código Civil Brasileiro, que diz que “são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos”.

Por conta desse inciso, os menores de 16 anos ficam classificados como absolutamente incapazes, somente podendo realizar qualquer ato, incluindo a contratação e titularidade de um seguro de vida, quando acompanhados por um representante legal.

Segue, também, a dúvida sobre os riscos inerentes a um menor ter um seguro de vida, com base em histórias em que a vida do segurado menor foi colocada em perigo ou pior, o mesmo foi morto por conta de uma contundente indenização.

Também existe o pensamento de que seguro de vida para menores é um gasto desnecessário e o que o mais certo é investir em uma poupança para os estudos ou demais planos futuros.

 

Quando é importante fazer um seguro para o menor

Apesar de toda a discussão sobre o menor não ser totalmente responsável pelos seus atos e de que ter um seguro de vida pareça algo que só deva ser feito mais tarde, talvez depois de casar ou mais para frente, depois dos 35 ou 40 anos, a verdade é que existem algumas vantagens nessa modalidade de seguro. A primeira delas é que o prêmio é bem mais baixo para os mais jovens e existem melhores opções.

Outra coisa em que se deve pensar é que a vida é cheia de imprevistos. Um exemplo, é o número de vítimas em acidentes de carro. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostraram que essa é a maior causa de mortes entre jovens de 10 a 19 anos no mundo e também no Brasil.

Ainda que seja triste pensar nessa possibilidade, e claro que ninguém quer pensar nisso tendo um filho com menos de 18 anos, é importante ter em mente que o seguro pode cobrir gastos com funeral, ou tratamentos médicos, ou gastos por invalidez. Isso demonstra que o seguro é importante em inúmeras situações.

 

Qual seguro escolher para o menor

Existem coberturas exclusivas para o seguro direcionado ao menor de idade. As cláusulas são mais simplificadas, as parcelas são reduzidas e o menor fica protegido.

Antes de tomar essa decisão e acrescentar no orçamento familiar esse seguro, converse com um corretor de seguros e tire todas as dúvidas. Assim, você ficará mais tranquilo a respeito de contratar ou não.

Entre em contato com os profissionais da Ransom Corretora e tenha o atendimento de quem entende de seguros há mais de 20 anos.

Condições para contratar fiança locatícia

A Fiança Locatícia surgiu como uma cláusula da Lei do Inquilinato, em outubro de 1991, como uma alternativa ao fiador para aprovação do contrato de aluguel e um recurso para garantir a indenização em caso de inadimplência ou avarias causadas pelo locatário, entre outros direitos e deveres acordados previamente.

 Essa modalidade facilitou bastante o processo de aluguel, já que nem sempre é tão simples assim conseguir um fiador confiável ou que aceite colocar seu nome como garantia. Da mesma forma, nem todos possuem crédito suficiente para o exigido como caução, o que acaba inviabilizando a negociação, causando prejuízo para quem quer alugar seu imóvel e dificuldade e constrangimento para quem precisa morar ou trabalhar usando esse recurso.

 

Quem contrata e qual o valor da fiança locatícia

 Considerado segurado, o proprietário do imóvel em questão, denominado locador, é quem contrata ou solicita a contratação do seguro e o inquilino ou locatário fica responsável pelo pagamento do valor, que corresponde a uma ou três vezes o valor do aluguel, conforme a seguradora, podendo ser dividido durante a vigência do contrato ou prazo estipulado também pela seguradora.

 Também existe a possibilidade do inquilino ser o responsável pela contratação do seguro, conforme estipulado no contrato de locação, como uma garantia de que o pagamento será feito. Se houver inadimplência do aluguel, o locador recebe a indenização para cobrir o prejuízo.

Em alguns casos, é possível que a seguradora peça a intermediação da imobiliária, já em outros, essa negociação pode ser feita diretamente com o proprietário. Essa imposição se diferencia conforme a seguradora.

 Para locação comercial, o aluguel não pode ultrapassar o percentual relativo ao faturamento mensal, sendo de 5% para indústrias, 7% para empresas comerciais e 10% para o setor de serviços. Caso não seja possível, é considerado que responda como locatário um ou mais sócios da empresa, assinando o contrato como pessoa física.

 

Como é avaliado a fiança locatícia

 Os critérios para simulação e aprovação do seguro são estipulados pelas seguradoras e imobiliárias através de um cadastro preenchido pelo locatário. Entre as informações solicitadas, estão a comprovação de renda, para saber se há condição de arcar com o pagamento, tanto para o seguro, quanto para o aluguel, podendo apresentar mais do que uma pessoa como responsável e a situação junto ao SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), podendo ser recusado pela seguradora se houver inadimplência, ou ainda o prêmio, valor a ser pago por mês pelo segurado, pode ser maior.

É importante o locatário saber que essa avaliação possui um custo, que será cobrado diretamente dele.

 

Documentos para a contratação do seguro

 Os documentos pedidos dependem do objetivo pelo qual o imóvel está sendo alugado, se residencial ou comercial. Para pessoas físicas, o locatário deve ter mais de 18 anos e apresentar os seguintes documentos:

 

– Documentos de identificação

RG e CPF

 

– Recibos de aluguéis anteriores e referência do antigo locador com a garantia que o locatário teve os pagamentos em dia e não ficou nada a dever.

 

– Comprovação de renda

Para comprovação de renda, os seguintes documentos podem ser apresentados:

– Cópia da Carteira de Trabalho, mostrando identificação, registro de trabalho e atualização salarial;

– Cópia do vínculo empregatício;

– Imposto de renda

– Extrato bancário dos três últimos meses;

– Contrato social ou declaração de firma individual;

– Último contracheque da aposentadoria, extrato do INSS ou fundo de pensão;

– Renda de pensão alimentícia;

 

Para empresas, a documentação varia conforme a situação da empresa. Para aquelas que estão iniciando os negócios e precisam alugar um imóvel, os documentos exigidos para a comprovação de renda são:

 

– Comprovante de renda dos sócios ou do capital necessário para a abertura do negócio;

– Contrato social e alterações;

 

As demais empresas devem apresentar:

– Ficha cadastral da empresa e dos sócios e os documentos pessoais de cada um;

– Íntegra do Imposto de Renda dos sócios e faturamento mensal do último ano;

 

Empresa sem fim lucrativos devem apresentar a Folha de Protocolo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, Balanço dos últimos anos assinado pelo contador e Balancete acumulado.

Outros documentos são Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica e DAS do Supersimples.

 Como cada situação é um caso individual, se informe com o corretor de seguros a respeito de todos os documentos e procedimentos que devem ser realizados, para agilizar a finalização do contrato de aluguel.

 

Como saber quais seguradoras contratam o seguro de fiança locatícia

Existem muitas seguradoras, com coberturas e exigências. Quando há a intermediação da imobiliária, pode acontecer desta indicar a seguradora.

Seja você locador ou locatário, para saber qual seguradora melhor vai atender e se adequar melhor às suas necessidades, é recomendado entrar em contato com uma corretora de seguros.

O corretor vai indicar as melhores seguradoras e quais trabalham com esse tipo de seguro. Além disso, dará as informações, tirando dúvidas sobre cláusulas jurídicas, orientando o segurado sobre os planos ideais.

Antes de sair por aí pesquisando seguradoras, consulte um corretor de seguros. Fale com a Ransom Corretora.

 

Como funciona seguro de moto contra furto e roubo?

Muitos querem ter uma moto pelos mais variados motivos. Os principais são a economia do valor de compra – uma das mais vendidas, a Honda CG 160, por exemplo, custa entre 7 mil a 10 mil reais -, para abastecer e em caso de manutenção, e pela facilidade de locomoção, especialmente nos grandes e congestionados centros urbanos.

As diversas vantagens também são positivas para o mercado, a venda de motos cresceu quase 18% nos primeiros meses de 2019, segundo a Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Em conjunto com o aumento das vendas, o roubo e furto de motos é igualmente alto. Somente na cidade de São Paulo, foram registrados mais de 6 mil roubos e um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisa da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) mostrou que no Estado paulista são roubadas quatro motos por hora. Essas estatísticas acontecem exatamente pela facilidade em roubar as motos e, infelizmente no financiamento de quem procura peças no mercado paralelo.

Existem algumas formas de se proteger contra o roubo ou furto de sua moto, como escolher lugares com maior movimento de pessoas e em horários mais seguros, procurar estacionamentos, colocar travas e um pouco procurado, mas que vale muito a pena para quem tem, é contratar um seguro. Falando em seguro, você sabe como funciona o seguro contra furto e roubo de motos? Então, continue lendo e saiba um pouco mais sobre essa modalidade.

Tipos de seguro para moto

Escolher qual é mais direcionada para a sua moto vai depender em quais situações se pretende receber a indenização em caso de sinistro. Basicamente, são duas formas de seguro oferecidos:

– Compreensivo: quando há cobertura completa tanto para roubo e furto, como para colisões, responsabilidade civil, além de garantir assistência 24 horas para a moto, estendendo para a residência, de vários serviços técnicos e cobertura para acessórios como capacete, botas, luvas, etc.

– Não-compreensivo: esse tipo de seguro possui cobertura parcial, incluindo roubo e furto e incêndio. Essa modalidade irá proteger a sua moto contra roubo e furto da mesma forma, porém com um preço mais em conta, o que é bem interessante para quem está com o orçamento um pouco apertado.

 

Como é avaliado o valor do seguro

Para definir o valor do prêmio, isto é, de quanto o segurado vai precisar pagar pelo seguro, as seguradoras costumam avaliar algumas informações do proprietário ou de quem irá usar a motocicleta e também dados relacionados ao veículo, a chamada simulação de seguro. Esses esclarecimentos costumam ser respondidos em um formulário fornecido pela segurado.

Sempre destacando a importância de responder corretamente o questionário, evitando cálculos errados, elaboração incompleta da apólice ou ainda, alegação de fraude e recusa da indenização, sob punição prevista em lei.

Das informações sobre o segurado que podem influenciar no preço do seguro, estão:

– Gênero

– Estado Civil

– Com ou sem filhos

– Idade

– Tempo de carteira de habilitação

– Quem irá usar a moto

– Endereço, com destaque para o bairro onde mora

– Lugar onde a moto será guardada e para que ela será usada.

 

E sobre a moto:

– Modelo

– Ano de Fabricação

– Categoria (luxo, custom, city, street, esportiva…)

– Cilindradas

– Quanto já foi usada ou se é 0 km

– Financiada ou alienada

 

As perguntas podem mudar conforme a seguradora. Para quem pretende contratar seguro apenas contra roubo e furto, existe a possibilidade de fazê-lo sem perfil ou simplificada, no entanto, se a moto for roubada, a indenização é paga conforme a tabela FIPE do mês.

 

Como saber qual o melhor seguro para a sua moto

Se você está em dúvida sobre como fazer uma simulação de seguro para a sua moto e em qual seguradora fazer a cotação. E se não tem muito tempo para ler cada um dos contratos apresentados, a opção mais indicada é entrar em contato com um corretor de seguros, um profissional qualificado, que saberá responder todas as dúvidas sobre os termos e detalhes da apólice e qual seguradora mais se adapta à sua realidade.

A Ransom Corretoras de Seguros tem mais de 20 anos de experiência no mercado securitário e oferece todo o suporte que o cliente precisar. Para falar com um corretor, entre em contato pelo site, telefone, redes sociais ou baixe o novo app da Ransom pelo Google Play ou App Store do seu celular.

Como funciona contratação de seguro para eventos

O Brasil está entre os 20 países que mais sediam eventos internacionais no mundo. A todo o momento, um novo show, uma feira, um congresso, uma exposição, um simpósio, uma reunião, uma corrida, um encontro, enfim, algum movimento acontece em uma parte do território nacional.

Isso significa, que alguém pode estar se preocupando com a organização de um evento no mesmo instante em que esse texto está sendo lido ou ainda, que uma programação já organizada está sendo realizada agora. E claro que se espera que um seguro tenha sido contratado.

Entre os muitos detalhes que precisam ser vistos e revisados para garantir o sucesso, a contratação de um seguro ideal para o tipo de evento que será realizado não apenas é um diferencial a mais, como a certeza de que tudo ficará bem no final, mesmo que um imprevisto aconteça.

Ainda que o Projeto de Lei Complementar (PLP 1/2015), que prevê a obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil para empresas, proprietários, promotores e organizadores de eventos, ainda esteja passando por um longo processo de aprovação no Congresso, esperar por isso pode custar mais caro do que se preocupar com a segurança agora.

 

O que o seguro para eventos cobre

A cobertura básica diz respeito à responsabilidade civil e cobre, ao mesmo tempo, danos causados a terceiros, sendo funcionários ou participantes, em decorrência de algum acidente ocorrido durante a realização do evento ou no espaço em que acontece.

Além da segurança propriamente dita e da garantia de indenização, ter um seguro traz credibilidade ao evento e preserva a imagem da empresa organizadora, que pode oferecer não apenas um serviço de qualidade, como atendimento a todos os envolvidos.

 

 

Se a intenção é transformar o acontecimento em algo positivamente marcante, o recomendado é contratar não apenas o básico, mas as coberturas adicionais, que são:

– Acidentes pessoais

Em caso de possíveis acidentes causarem morte ou invalidez permanente ou parcial, cobre despesas médicas, hospitalares e odontológicas;

– Instalação, montagem e desmontagem

Se durante qualquer uma dessas situações ocorrer um imprevisto que resulte em danos materiais ou corporais, essa modalidade garante cobertura;

– Equipamentos Eletroeletrônicos Musicais e Cinematográficos

Queda de energia, raios, chuva e outras intempéries podem danificar aparelhos como computadores, câmeras, instrumentos, entre outros. O seguro ampara esses danos;

– Objetos e Equipamentos em Exposição

Protege igualmente objetos e equipamentos expostos no evento;

– Não comparecimento do artista ou pessoa designada

Muito frustrante perder todo o tempo e dinheiro investido na organização do evento e o artista ou o palestrante convidado não aparecer por qualquer motivo. Incluindo essa cobertura na apólice, a seguradora garante todas as despesas;

– Não utilização do local

Quando o local é interditado por um motivo não programado, como tempestades, por exemplo;

– Danos ao conteúdo do local

Cobre prejuízos causados aos bens do segurado ou do local utilizado durante a realização do evento;

– Subtração de Valores da Bilheteria

Se o valor arrecadado pela venda de ingressos for roubado ou furtado, o seguro ampara esse valor;

– Responsabilidade Civil

Essa modalidade adicional inclui a indenização em caso de danos morais, guarda de veículos de terceiros, acidentes com fogos de artifício, fornecimento de bebidas e comestíveis, danos materiais ou corporais às pessoas indicadas em contrato e danos materiais aos imóveis vizinhos ou espaços locados.

Como contratar um seguro ideal e confiável para o seu evento

Mais uma vez, o sucesso do seu evento depende dos detalhes e isso tem muito a ver em quem será depositado a confiança da contrato de seguro. Escolha o trabalho de um profissional capacitado, bem informado e com experiência em seguros, um corretor de seguros.

A Ransom Corretora, com mais de 20 anos de experiência, tem os melhores profissionais, que irão tirar todas as dúvidas sobre o contrato, indicar as seguradoras e as coberturas mais adequadas para proteger todo o seu evento, seja de qual dimensão for.

Fale com um corretor de seguros e faça do seu evento uma conquista.

Seguro para transporte internacional

Exportações e importações movimentam a economia em todo o mundo. A globalização, a facilidade de informação e a expansão de empresas aumentaram a remessa e entrega de produtos.

Com isso, se tornou necessário um planejamento detalhado de logística de transporte internacional, que envolve diversos fatores, com vantagens, desvantagens e alguns problemas, que podem acarretar prejuízos.

Seja qual for o modal de transporte utilizado, isto é, marítimo, aéreo ou rodoviário, existe a possibilidade de passar por dificuldades como roubo de carga, acidentes, atrasos, avarias, perdas e extravios.

Com essa triste realidade, a contratação de um seguro para transporte internacional, não apenas é obrigatório por lei, como é de extrema importância para proteger a carga e garantir a qualidade de serviço da empresa responsável pela entrega, através de indenização.

 

Como funciona o seguro?

O atendimento é feito em vários países do mundo, conforme estipulado em contrato e possui coberturas para todos os riscos recorrentes por perda, dano, acidentes, eventos naturais, desmoronamento e terremoto, e acidentes de trânsito.

Dentre as facilidades desse seguro estão a averbação eletrônica, quando o segurado avisa à seguradora que a carga está em trânsito e o pagamento em reais, livrando o segurado da obrigação de encargos com o fechamento do câmbio.

Para saber detalhadamente as condições do contrato, o que está coberto, o que pode acarretar em recusa de indenização, quais os direitos e deveres do segurado e da seguradora, é importante ler com atenção as cláusulas.

Basicamente, as coberturas são divididas em:

 

– Ampla A

Cobre perda ou dano do material ocorrido por qualquer causa, sendo recusada a indenização em caso de inexistência ou inadequação de embalagem apropriada, que deve manter a integridade do material, danos morais, uso de arma de guerra, poluição ou contaminação causados pelo objeto, falta de condições de navegabilidade ou inaptidão em conduzir o meio de transporte, assim como atos ilícitos do segurado, entre outros explícitos na apólice.

Sempre atentando para o fato de que fraude de seguro é crime com punição prevista em lei.

 

– Restrita B

Modalidade específica para riscos de acidentes durante o transporte e ocasionados por desastre natural, como desmoronamento e terremoto, incêndio, raio, explosão, encalhe, naufrágio, abalroamento, capotagem, colisão, aterrissagem forçada, inundação, transbordamento, entre outros fatores.

Não haverá cobertura se houver atos ilícitos do segurado ou beneficiários, carga embalada de forma distinta às estipuladas, guerra, rebelião, confisco, minas, torpedos ou bombas, armas químicas, biológicas ou cibernéticas, terrorismo, variação de temperatura, transbordo ou desvio de rotas, extravio de volumes inteiros, quando não for transportado em veículos do segurado, danificação ou destruição voluntária e má fé, entre outros.

 

– Restrita C

Para riscos causados por acidentes de trânsito durante o transporte, incluindo encalhe, naufrágio, capotagem, descarrilamento, colisão, carga lançada ao mar, descarga da carga em porto de arribada, perda total durante operação de carga e descarga do navio, despesas que o segurado seja obrigado a pagar ao transportador, conforme previsto em contrato.

Sendo excluídos prejuízos decorrentes de causas especificadas acima, incluindo eventos ocorridos durante a permanência do objeto em armazéns, acondicionamento inadequado, inclusive quando feito em container ou liftvan antes do início da cobertura, e outras cláusulas da apólice.

 

Como saber qual o seguro mais adequado?

Os seguros para transporte internacional devem ser feitos com base no International Commercial Terms (Incoterms), ou termos internacionais de comércio, e tendo em vista os riscos apresentados durante a viagem.

Se o segurado tem dúvida sobre qual seguro contratar, o mais aconselhado é entrar em contato com uma corretora de seguros, para tirar as dúvidas com um profissional qualificado para atender e informar sobre todos os detalhes do contrato, indicando o que mais se adequa à realidade de negócios do segurado.

Para mais informações sobre esse e demais seguros, fale com um corretor de seguros, fale com Ransom.

Seguro para cargas

O transporte de cargas passa por várias dificuldades antes de chegar ao destino final. Estradas em péssimas condições, legislações específicas de trânsito, burocracias, acidentes, que atrasam a entrega e facilitam perda, assalto e roubo.

Diante disso tudo, a preocupação principal é se a carga vai chegar em segurança e no prejuízo causado aos donos da carga, às transportadoras e ao transportador.

Além de ser obrigatório por lei, o seguro para cargas existe como garantia de indenização, que irá cobrir parcial ou total os custos ocasionados por situações inesperadas ou sinistro, permitindo que tudo chegue nas melhores condições ao cliente.

As coberturas oferecidas pelo seguro estão são divididas entre as direcionadas aos embarcadores e para transportadores.

Cada uma pode oferecer serviços extras, de acordo com o plano contratado, como:

– Averbação eletrônica, para avisos mais ágeis sobre embarque através da internet;

– Pontos de apoio em rodovias, com serviços a cada 100 km;

– Guincho gratuito 24 horas, com assistência para a remoção do veículo, em caso de acidente rodoviário, com distâncias de até 400 km, em todo o Brasil;

– Assistência à carga para limpeza da pista, contenção e remoção;

 

Saiba um pouco sobre o tipo de seguro e o que ele cobre:

 

Transportes mais simples

Voltado para micro e pequenas empresas dos mais variados segmentos de mercado. De fácil contratação, com taxas específicas a cada setor, dispensa da comunicação de embarques, averbação, maior acessibilidade e serviço de guincho 24 horas em caso de acidente.

Para esse plano, existe cobertura em caso de:

– colisão, capotagem e tombamento

– roubo ou desaparecimento da carga

– incêndio, explosão, raio ou inundação

– desmoronamento ou queda de terras

 

Transportes Embarcador

Seguro destinado exclusivamente para o proprietário da mercadoria, chamado de embarcador, não sendo permitida às transportadoras.

Conhecida como apólice avulsa, é indicado para quem realiza carregamentos com menor frequência.

Entre as coberturas estão:

– roubo

– capotagem, colisão ou tombamento do veículo

– incêndio, raio ou explosão

– desmoronamento ou queda de terra

– colisão, queda ou aterrisagem forçada de aeronave, desde que comprovado

– lucros esperados com os objetos segurados

– inundação, transbordamento de cursos d’água, represas, lagos e lagoas

– despesas diretas e as vinculadas às operações de transporte

 

Transporte Internacional

Se o transporte da carga for para fins de importação, exportação, trandings e despachantes aduaneiros, o seguro de transporte internacional é mais indicado.

As vantagens começam com o pagamento em reais e o atendimento a sinistros feito em vários países do mundo, segundo cláusulas da apólice. Como forma de agilizar o processo, é possível realizar averbação eletronicamente, tendo as informações na Declaração de importação da Receita Federal.

Tem coberturas para três modalidades, ampla A, Restrita B e Restrita C, protegendo a carga tanto em caso de acidentes de trânsito, como perda ou eventos naturais.

 

Responsabilidade Civil

Esse último é de responsabilidade do transportador rodoviário da carga, sendo obrigatório por lei, com facilidades como guincho, assistência à carga, pontos de apoio e convênio para o exterior, também com a possibilidade de averbação eletrônica.

As modalidades desse tipo de seguro se dividem em:

– Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas (RCTR-C)

Cobertura para danos causados aos bens e mercadorias de terceiros em caso de colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio e explosão do veículo. Para operações de carga, descarga e içamento e viagens com percurso complementar fluvial.

– Responsabilidade Civil Facultativa por Desaparecimento de Cargas (RCF-DC)

Esse seguro é opcional e é interessante ser feito em conjunto com o RCTR-C, porém o transportador recebe indenização em caso de desaparecimento total da carga, roubo durante trânsito, roubo de mercadorias carregadas no veículo e no depósito do carregador.

 

– Responsabilidade Civil do Transportador Aéreo – Carga (RCTA-C)

Como o nome já diz, é um seguro para o transportador aéreo, que cobre em caso de danos aos bens ou mercadorias de terceiros em caso de acidentes ocorridos com a aeronave como colisão, queda, incêndio ou explosão e também sinistros localizados nos depósitos, armazéns ou pátios.

– Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário em Viagem Internacional – Danos à carga transportada (RCTR-VI)

O transportador rodoviário que realiza viagens internacionais protege a carga se houver colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio, explosão e roubo, sendo essa última uma opção facultativa.

 

Contrate o melhor seguro com um corretor

Na hora de contratar um seguro sempre surgem várias dúvidas, ainda mais para quem não entende acertadamente termos jurídicos e demais cláusulas. E nada pior do que deixar de receber a indenização por algo não visto ou não compreendido em apólice.

Para tirar todas as dúvidas, orientar e indicar o seguro mais adequado para proteger seu trabalho com o transporte de carga, procure um corretor de seguros, que estará qualificado e preparado para conversar sobre qualquer informação necessária.

Entre em contato com a Ransom Corretoras de Seguros e proteja sua carga ou de sob sua responsabilidade com quem entende de seguros.

 

Quem paga pelo seguro contra incêndio? Locador ou locatário?

Essa é uma das dúvidas que geram discussão durante o processo de locação. Isso, porque existe uma série de direitos e deveres de ambas as partes, que devem ser devidamente estipuladas e estarem de comum acordo antes da assinatura do contrato.

Segundo o artigo 22, inciso VIII, da Lei n° 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos, denominada como Lei do Inquilinato, a obrigação de “pagar impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel”, é do locador, isto é, do proprietário do imóvel.

Continuando o inciso, porém, há uma ressalva que permite que o locador transfira essa responsabilidade ao locatário, se existir “disposição expressa em contrário no contrato”, o que significa a necessidade de um entendimento final entre as partes a respeito disso.

No caso de condomínios, tanto verticais, quanto horizontais, o seguro é uma obrigatoriedade, que deve ser vista pelo síndico, como forma de proteção aos condôminos contra acidentes.

Agora, o seguro é opcional quanto ao aluguel de casas, então como deve ser o acordo entre as partes? Vale a pena o locador transferir para o locatário esse ônus e correr o risco de perder a negociação? E quanto ao locatário, é interessante contratar um seguro para um imóvel alugado?

 

Por que contratar um seguro contra incêndio?

O Corpo de Bombeiros registra, todos os anos, milhares de ocorrências de incêndios residenciais decorrentes de acidentes domésticos. Para se ter uma pequena ideia, só na capital federal, a corporação atendeu mais de 250 chamados, no período de cinco meses.

Mesmo parecendo impensável, ninguém está eximido de um incidente com um aparelho elétrico, um curto circuito ou um descuido que possa ser o motivo inicial.

Sabendo quão devastador pode ser um incêndio para um imóvel, a contratação de um seguro que garanta a estrutura e o que está dentro dela, será de grande ajuda, caso isso venha a acontecer a seu patrimônio. O que demonstra a importância do contrato.

Aos contratar um seguro residencial, seja locador ou locatário, o segurado tem, por lei, certificada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a garantia do pagamento de indenização em caso de incêndio.

Ao mesmo tempo, existem outros serviços oferecidos pela seguradora para quem for o beneficiário, como encanador, eletricista, chaveiro, entre outros, de acordo com o plano escolhido.

 

Por que o locador deve contratar um seguro contra incêndio?

O motivo inicial é pela obrigatoriedade imposta em lei. No entanto, antes de usar a brecha na lei para transferir a conta para o locatário, existem alguns motivos em que o proprietário do imóvel deve avaliar.

– Inicialmente, o investimento na compra ou construção de um imóvel é relativamente alto e mesmo que o objetivo seja para aluguel, não deixa de ser seu patrimônio.

– Contratar um seguro, não apenas vai resguardar a residência em caso de acidentes, que podem ou não ser ocasionados por inquilinos, como é uma garantia de não ver todo o seu capital transformado, literalmente, em cinzas.

– Dependendo do seguro, os benefícios são estendidos ao locatário, incluindo chaveiro, manutenção e danos elétricos, manutenção hidráulica e outros, o que evita confusões sobre quem vai pagar o prejuízo.

– Em caso de sinistro, o proprietário recebe a indenização no valor estipulado em apólice para reconstruir o imóvel.

– Essa proteção também é bastante interessante durante o período em que o imóvel não estiver alugado, já que incêndios e imprevistos podem acontecer sem a interferência de alguém.

 

Por que o locatário deve contratar um seguro contra incêndio?

 Antes de decidir por não assinar o contrato de locação pela obrigação transferida em arcar com o seguro contra incêndio, o locatário deve considerar os benefícios direcionados a ele.

Mesmo que o valor da indenização seja direcionado ao locador, o inquilino pode usufruir dos outros serviços inclusos no seguro residencial, solicitando a manutenção da fiação elétrica, por exemplo, que é o principal motivo de princípio de incêndios.

O locatário pode também contratar cobertura adicional para proteger tudo que está dentro da residência, como móveis e aparelhos eletrônicos, não apenas contra fogo, mas em caso de roubo ou furto, arrombamento, entre outros riscos implícitos na apólice.

 

Como contratar o seguro ideal

Seja locador ou locatário, o mais indicado para escolher o seguro adequado é através de um corretor de seguros. Esse profissional está apto a tirar todas as dúvidas e indicar os planos apropriados à realidade de quem precisa contratar.

Leia com atenção as cláusulas do seguro e esteja consciente quanto às obrigações da seguradora e os deveres do segurado. Lembrando que fraudar o seguro é crime, com pena prevista em lei.

 

Converse com um corretor, fale com a Ransom

Como funciona o seguro de vida

A resposta para a frase de um desenho clássico “coisas ruins acontecem e não a nada o que se possa fazer”, é contrate um seguro.

Imprevistos durante a vida são as coisas ruins, que infelizmente acontecem quando menos se espera. Uma doença repentina, um acidente, a morte inesperada. Estar preparado quando a necessidade surgir é o melhor que se pode fazer.

Claro que ninguém quer passar por isso e muito menos se deseja que alguém passe. Fazer um seguro de vida é melhor maneira de proteger os seus interesses e da sua família.

As coberturas para esse seguro envolvem invalidez total, parcial e permanente, despesas médicas, diárias de incapacidade e internação e até em caso de morte, algumas seguradores inclui assistência funeral. E até mesmo para quem quer planejar o futuro, um seguro de vida pode ser interessante.

Agora você sabe o que fazer para ter um seguro de vida? Então continue lendo e conheça o passo a passo para amparar você e sua família.

 

Entre em contato com o corretor

Ao sair pesquisando por seguros e seguradoras, é de praxe encontrar várias propostas na internet, com preços e coberturas variadas. Imagina entrar em contato com cada uma delas para pedir informações, ler e entender diversas apólices? Porque não é todo mundo que compreende termos jurídicos.

A escolha pela que atenda a suas necessidades e de sua família pode ser difícil e demorada.

Todo esse trabalho pode se tornar muito mais simples, se você entrar em contato com um corretor de seguros. O Estadão publicou um texto sobre a importância do corretor, vale a pena ler.

O corretor vai auxiliar em todo o processo de seguro, desde a escolha do melhor plano, vai explicar detalhadamente os termos da apólice, tirar dúvidas e indicar aquela que mais se encaixa à sua realidade.

Então, antes de abrir vários sites de seguradoras, entre em contato com a Ransom Corretora.

 

Análise do perfil

Seja qual for o seguro contratado, as seguradoras vão avaliar o perfil do segurado. É através desse perfil que o valor do prêmio é definido, isto é, as prestações que serão pagas durante o período vigente do contrato.

São essas informações que direcionam o corretor sobre quais planos são mais indicados para o segurado, quais coberturas são ideais, o que deve estar incluído na apólice, enfim.

Preencha os dados solicitados corretamente. Evite indicar outra pessoa como segurado titular, não responder corretamente, mentir ou omitir, tentando reduzir o valor do seguro. Além de ser considerado fraude, um crime sério, pode perder o direito à indenização quando mais precisar.

Entre algumas questões, a seguradora irá considerar:

 

– Qual a finalidade do seguro, se será temporário ou vitalício.

O seguro temporário é uma modalidade com um valor um pouco mais baixo que o vitalício. É indicado para quem pensa em um seguro por certo período de tempo, por exemplo, para os filhos menores terem um respaldo ou para um projeto de vida futuro.

O vitalício cobre em caso de morte ou invalidez, garantindo proteção financeira para a família do segurado ou até mesmo para ele. Para esse seguro, exames médicos, declarações de bens, hábitos de saúde do segurado e histórico de doenças são considerados.

 

– Faixa etária

Quanto mais velho o segurado for, maior o valor da apólice. Ainda que a expectativa de vida vem aumentado nos últimos anos e ter 20 anos não seja exatamente uma segurança contra acidentes, as seguradoras supõem que uma pessoa com mais de 60 anos tenha maior probabilidade de precisar da indenização a uma mais jovem.

 

– Sexo

Mulheres têm uma expectativa de vida maior que os homens. Seja por realizarem mais exames médicos, por serem mais cuidadosas no trânsito, não se arriscarem tanto, e outros motivos, que as seguradoras cobram menos delas.

 

– Fatores genéticos

Doenças existentes na família, como hipertensão arterial e diabetes, por exemplo, podem interferir na análise do perfil e encarecer o prêmio.

 

– Hábitos de vida

Fumantes, sedentários, entre outros maus hábitos de saúde, que tornem iminente o risco de morte ou incidentes, também elevam o valor do seguro.

 

– Esportes radicais

Se o segurado é adepto da prática de esportes radicais, a seguradora entende como um risco maior e o segurado deve contratar um seguro com uma cobertura mais abrangente, logo mais cara.

 

A proposta do corretor

Após avaliar o perfil, o corretor monta uma proposta com planos direcionados e com os termos estabelecidos pela seguradora e garantidos por lei, organizados em cláusulas.

Em resumo, a apólice traz as condições gerais, com os direitos e deveres de ambas as partes, condições particulares, com as coberturas, indenizações e vigência, e demais informações pertinentes, incluindo o valor da mensalidade.

 

Assinatura do contrato

Agora é sua vez de conferir os itens da apólice. É importante não ter pressa e ler cada cláusula com atenção, perguntando ao corretor todas as dúvidas que surgirem.

Lembre-se que é um documento que irá proteger o seu futuro e o da sua família, por isso, é de extrema relevância entender o contrato por completo e assinar tendo consciência de todo o conteúdo.

Não se atentar a isso pode ocasionar a recusa do pagamento da indenização, visto que determinadas cláusulas foram ignoradas pelo segurado como prazo de carência, coberturas, e demais termos.

 

Emissão da apólice

Segundo regras da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, e assegurado por lei, descrito no Código Civil, a seguradora tem até 15 dias para a emissão da apólice, após aceitação.