Existe seguro para Uber

A Uber surgiu da ideia de dois empresários, um canadense e outro norte-americano, de poder chamar o serviço de um motorista particular apenas com o toque de um celular. O negócio foi crescendo e já são mais de 3 milhões de motoristas e 93 milhões de usuários em todo o mundo.

No Brasil, cerca de 600 mil motoristas já usam o Uber como uma fonte extra de renda ou como uma alternativa para driblar a falta de ofertas de emprego em todo o país e mais de 22 milhões de pessoas usam o serviço.

Mas, será que trabalhar e viajar com o aplicativo é seguro, especialmente nas grandes cidades, onde o número de acidentes de trânsito e assaltos cresce todos os dias?

A resposta para essa pergunta, gerou uma outra, isto é, existe seguro específico para proteger os motoristas e também os passageiros de possíveis ocorrências?

Para trazer mais tranquilidade aos passageiros, a Uber oferece o seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros, o APP, que cobre motoristas e passageiros durante a viagem. Os valores funcionam assim:

– Despesas médicas hospitalares e odontológicas: até R$ 15 mil de reembolso;

 

– Invalidez permanente total ou parcial: até R$ 100 mil, dependendo do grau de perda ou redução funcional do membro afetado;

 

– Morte acidental: R$ 100 mil.

 

Agora, se o acidente causar avarias no veículo ou a terceiros. Se houver um assalto? Existe seguro para esses tipos de sinistros que envolvam Uber? A resposta é sim, porém é preciso se atentar, pois mesmo que seja um seguro auto, existem algumas cláusulas que diferenciam carros usados para uso particular e, no caso do Uber, para uso comercial e o tipo de seguro também precisa ser diferente.

 

Como funciona o seguro para Uber

A cobertura deve ter um valor mínimo de R$ 50 mil, valor exigido pela Uber. O seguro mais indicado para Uber é o seguro auto compreensivo, ou seja, existem diversos tipos de cobertura em uma mesma apólice. Para entender melhor, o seguro vai proteger sua ferramenta de trabalho contra:

– Roubos e furtos total ou parcial

– Incêndios e explosões

– Queda de raio ou queda de objetos

– Enchentes e alagamentos

– Colisão, capotagem, abalroamento.

– Troca ou reparo de vidros, teto solar, retrovisores externos, lanternas e faróis.

Além desses, há a assistência 24 horas com guincho e mecânico, entre outros e uma proteção em caso de danos ocorridos a terceiros.

 

Outro quesito a ser observado na hora de contratar um seguro é informar que é direcionado para veículo de uso comercial. Informar que o seguro é para Uber resultará em uma análise diferenciada, já que é um carro bastante usado e que vai passar pelos mais diversos tipos de situações, aumentando o risco.

De nada vai adiantar tentar mentir no questionário padrão das seguradoras, para conseguir um seguro mais barato, porque em caso de sinistro pode haver recusa do pagamento da indenização e o prejuízo será muito maior que o valor normal.

 

Para quem já tem um seguro auto

Se o seu carro já possuía um seguro antes de você começar a trabalhar com o aplicativo, é importante entrar em contato com a seguradora para realizar um endosso, alterando as condições ou solicitar o cancelamento do seguro, tudo depende do que a seguradora permite.

 

Como saber qual seguradora é a mais indicada

O mais acertado para decidir a melhor seguradora para seu “ganha pão” é entrar em contato com um corretor de seguros. O conhecimento detalhado desse profissional será bastante útil para indicar quais seguradoras têm seguro para Uber, quais aceitam endosso e quais irão atender todas as suas necessidades.

Mais informações, entre em contato.

Existe seguro contra enchente

O período de chuvas intensas traz também o problema com alagamentos, especialmente nas grandes cidades, onde o sistema de drenagem das águas se mostra ineficiente devido ao acúmulo de lixo e falta de investimentos.

São muitas as vezes que os donos de veículos, residências e estabelecimentos se veem desprevenidos com seus patrimônios sendo atingidos pelas inundações e são grandes as perdas e altos os prejuízos.

Uma das formas procuradas para se precaver contra as intempéries e imprevistos causados pela natureza é procurar um seguro auto, residencial ou empresarial, mas será que esses seguros realmente irão ressarcir os gastos com as avarias

Não existe um seguro específico contra enchente. O mais certo é verificar nas cláusulas da apólice se a cobertura a ser contratada inclui esses problemas e como agir para não sair perdendo. Lembrando que para cada patrimônio existem as modalidades específicas, por isso, leia o contrato com atenção.

Para tirar algumas dúvidas, continue lendo e saiba como funciona o seguro auto, seguro residencial e o seguro residencial em caso de enchente.

 

Seguro Auto

O seguro para veículos, em geral, tem como básica a cobertura de danos ocasionados por acidentes envolvendo a natureza, por exemplo, queda de árvores, raios, deslizamento de terra, vendaval, granizo, ressaca, terremoto, enchentes e alagamentos.

No entanto, não é em qualquer situação que o seguro pode ser solicitado ou será aceito. Para entender melhor, se o carro estiver estacionado, na rua, na garagem, em estacionamento, enfim, e acontecer uma enchente ou alagamento, o seguro irá cobrir para reparar os danos.

Agora, se o problema acontecer por imprudência do dono do veículo, o seguro não será aprovado. Isso significa que ter um seguro auto não será garantia se o dono resolver enfrentar uma rua alagada, passando com o carro e correndo o risco de afogar o motor e outras avarias.

E não adianta tentar fingir um sinistro, pois as seguradoras têm como procedimento legal investigar o ocorrido, para saber se a conduta estava de acordo com os termos constantes nas cláusulas do contrato de seguro acordado entre as duas partes.

Essa investigação é bastante minuciosa e se o segurado for acusado de fraude, pode ser autuado por crime, conforme art. 171 previsto no Código Penal, com pena de reclusão e pagamento de multa. Então, é melhor não correr o risco de perder o seu carro e sua liberdade.

 

Seguro Residencial

A cobertura do seguro residencial costuma ser direcionado para os imprevistos, ou os sinistros que não se podem prever. Por isso, enchentes, inundações e alagamentos não estão inclusos no pacote básico do seguro residencial, que é o padrão mínimo exigido por lei e controlado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), para que seguradoras tenham a permissão de oferecer aos segurados. Para quem quer segurar sua casa além dos seguros para incêndio, queda de raio, explosão e queda de aeronaves, vai precisar optar pelos seguros opcionais, que cobrem inclusive danos elétricos, roubo ou furto, vendaval, granizo, quebra de vidros, e outros a sua escolha.

Um recurso indicado por especialistas é providenciar formas de prevenção que protejam sua residência de enchentes e alagamentos, instalando canaletas e drenos, que conduzam a água para outros lugares.

Também é aconselhado não jogar lixos e sacolas nas ruas, manter calhas e telhas limpas, construir muros e muretas e outros recursos para manter a casa segura e não correr risco, inclusive de ter a indenização recusada.

 

Seguro Empresarial

O seguro direcionado para empresas funciona do mesmo jeito que para residências, ou seja, é preciso contratar uma cobertura adicional para se proteger em caso de alagamentos, inundações e enchentes.

Com base nesse pensamento, é válido incluir o seguro de responsabilidade civil, para garantir à empresa e a terceiros a indenização por danos físicos e morais recorrentes desse tipo de sinistro.

Assim como as residências, as empresas devem criar sistemas de prevenção, como cisternas para a captação das águas, que além de proteger são uma ótima forma de sustentabilidade, o que faz a empresa ser muito bem vista.

 

Diferença entre enchente, alagamento e inundação

A primeira vista, esses termos podem ser sinônimos, porém não é bem assim e muitas seguradoras vão destacar essa diferença em apólice, então é bom um resumo sobre o que é cada um:

Enchente – acontece quando há elevação do nível da água do rio acima do canal de drenagem, sem transbordar. Um exemplo disso acontece na cidade de São Paulo, quando o rio Tietê enche demais e toma parte da marginal.

Alagamento – se o sistema de drenagem é ineficiente, podem ocorrer pontos de alagamento, isto é, o acúmulo de água em lugares específicos e cobre parte da superfície.

Inundação – significa que as águas do rio transbordaram em uma região e o sistema de drenagem não foi suficiente para a vazão. As grandes cidades podem sofrer inundação fluvial durante o período de fortes chuvas.

 

Quer escolher o seguro certo?

A dúvida surge quando se quer decidir pela melhor seguradora e pelas coberturas adequadas para proteger seu patrimônio ou seu estabelecimento corretamente, e não ficar na mão quando mais precisar.

Para ajudar nessa questão, é interessante consultar um corretor de seguros, um profissional qualificado, que vai orientar a respeito de quais seguradoras são as mais indicadas para atender às suas necessidades.

Como proteger minha moto contra roubo

Motos são veículos versáteis, mais baratos, econômicos e mais velozes que os demais veículos. Do mesmo jeito, são muito visados por ladrões, exatamente pela facilidade para roubar.

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), divulgou um estudo mostrando que quatro motos são roubadas por hora, só no Estado de São Paulo, sendo quase 3 mil por mês e quase 100 por dia. As cidades paulistas que encabeçam a lista do ranking de furtos e roubos estão São Paulo, com 37% e 43% consecutivamente e as cidades do ABC, com 2% e 4%.

Quem anda sobre duas rodas porque gosta ou precisa do veículo para trabalhar, sabe quanto é difícil o valor do prejuízo ao perceber que seu patrimônio foi levado embora. Como fazer para não sair perdendo nesse caso? O melhor é contratar um seguro, porém nem todos pensam assim.

 

Por que nem todos contratam um seguro?

Mesmo conhecendo as estatísticas e sabendo dos riscos relacionados às motos, muitos proprietários ainda não fizeram o seguro de moto para proteger contra roubos e furtos, associado a outras coberturas, contra acidentes, por exemplo.

Os motivos, basicamente são dois, o primeiro é por falta de entender a importância do seguro e o outro é por achar que o alto valor da cotação não vale a pena, quando se coloca em conta quanto se pagou pela moto. O problema em se pensar assim é, que de uma hora para outra a motocicleta pode ser roubada e, se não estiver protegida, o que fica são só as contas relacionadas a ela.

 

Como é o seguro para moto?

Funciona como o seguro auto, ou seja, as mesmas coberturas descritas na apólice contra roubo e furto de automóveis são válidas para moto. É possível contratar todas juntas, com o seguro compreensivo ou o não-compreensivo.

Ambos os casos, a moto estará protegida se for roubada, porém é interessante fazer o total, dessa maneira seu veículo estará segurado também contra colisões, incêndio, danos ao faróis, lanternas e retrovisores, danos físicos e morais a terceiros, reposição de capacete, macacão e jaqueta e ainda conta com assistência 24 horas.

 

Vale a pena ter um seguro para moto?

Avaliando todas as circunstâncias e o custo-benefício, vale muito a pena investir em um seguro. Isso porque ainda que parece um valor relativamente alto para alguns motoristas, as modalidades de cobertura são bastante vantajosas e ainda traz mais tranquilidade, se houver roubo.

Claro que é importante ressaltar que é arriscado deixar de informar todos os dados solicitados pela seguradora, pensando em conseguir uma apólice mais em conta, porque se houver um sinistro, a indenização só será feita depois de uma investigação detalhada, e se houver fraude, além de perder o que foi pago, ainda pode ser autuado por crime.

 

Como saber qual o melhor seguro?

Antes de se decidir sobre qual seguro atende todas as necessidades relativas a sua moto, converse com um corretor de seguros. Dessa forma, terá as informações completas a respeito de como pagar um valor justo e acessível.

Tire todas as suas dúvidas antes de fechar o contrato, incluindo qual seguradora mais se encaixa ao seu perfil e avalie que realmente vai ser muito bom ter sua moto protegida contra roubo e poder contar, com segurança, quando precisar.

Como funciona seguro para estagiário

Estágio nada mais é que o aluno colocar em prática o que aprendeu no curso e ao mesmo tempo ingressar no mercado de trabalho. É um período essencial para quem quer adquirir experiência no currículo e na vida profissional, aprendendo os diversos passos da carreira dentro da empresa.

Ser estagiário é desafiador em todos os sentidos, mesmo sem um vínculo empregatício, é preciso mostrar capacidade diante de atividades propostas pelos supervisores, realizar inúmeras tarefas, superar barreiras, ser pouco ou não ser remunerado.

Felizmente, desde 2008, foi promulgada a lei n° 11.788, chamada a Lei do Estágio, que estipulou normas referentes aos direitos e deveres relacionados aos estagiários, às instituições de ensino e às empresas responsáveis pela admissão.

Dos direitos em favor do estagiário está a obrigação da contratação de um “seguro contra acidentes, cuja apólice seja compatível com valores do mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso”. Sem a indicação do seguro em contrato, o estagiário não pode trabalhar, sendo a empresa penalizada conforme estipulado na lei.

Se o estágio foi oferecido por empresas privadas, o seguro deve ser concedido por ela. Caso a instituição de ensino colocar como obrigatória a experiência como parte de conclusão do curso, cabe a ela essa responsabilidade.

Existe também a possibilidade do seguro ficar a cargo do próprio estagiário. Se essa for a situação, não se preocupe, pois mesmo ganhando pouco, os valores do seguro são bastante acessíveis, seguindo as orientações constantes em lei, e as seguradoras facilitam o pagamento.

 

O que é o seguro para estagiário

O seguro garante ao estagiário proteção contra acidentes pessoais, durante o tempo do estágio, e abrange qualquer lugar do mundo e as 24 horas do dia.

Sobre as coberturas estipuladas por lei que devem fazer parte do seguro estão:

– Gastos com médicos e hospitais decorrentes de acidentes;

– Invalidez permanente total ou parcial;

– Morte acidental.

 

A critério da empresa, outras coberturas podem ser adicionadas, como diária por incapacidade temporária (DIT), descontos em medicamentos, seguro funeral e pode ser estendido para cônjuges e membros da família. Algumas seguradoras apresentam outras coberturas como título de capitalização, assistência a vítima de crime. A vantagem desse seguro é que algumas modalidades podem ser utilizadas em vida.

 

Tipos de seguro

Como é comum nas apólices de seguro de vida, existem dois tipos de seguro, o individual e o coletivo.

A individual é contratada exclusivamente para o estagiário, de acordo com o exigido pela lei e vai tratar dos assuntos pessoais do segurado, podendo inclusive ser feito diretamente pelo estagiário, inclusive o cancelamento. Existem seguradoras que enviam a apólice via internet, por e-mail e até pelo Whatsapp.

O coletivo já é um seguro contratado pela empresa ou pela instituição de ensino e abrange todas as pessoas interessadas, geralmente sendo preciso assinar um termo de adesão ou acordo sobre as cláusulas. Nesse caso, os contratantes ficam responsáveis por quaisquer assuntos relacionados à apólice, incluindo as indenizações e o cancelamento.

 

Como contratar o seguro certo

São muitas as seguradoras que prestam esse serviço e dão cobertura de acidentes pessoais específico para estagiários, mas fica difícil perder tempo avaliando quais cobrem as modalidades adequadas tanto para as empresas, quanto para os contratados.

Para facilitar e ter mais garantia, consulte um corretor de seguros. Um profissional qualificado e bem informado a respeito das melhores seguradoras, que vai orientar cada passo a seguir.

Seguro para eventos possui cobertura para fenômenos naturais

A organização de um evento requer uma sequência de detalhes para garantir que o resultado final coincida com o objetivo pensado inicialmente. Mesmo com tudo planejado, imprevistos podem acontecer, incluindo uma previsão do tempo errada, que irá interferir no bom andamento, podendo até causar incidentes e acidentes.

Aquela chuva mais forte, um raio caindo no gerador, a queda de uma árvore na cobertura, uma ventania derrubando estruturas. Infelizmente, a força da natureza tem o poder para mudar por completo o que foi previamente bem planejado.

Ainda que a equipe esteja em perfeita sintonia, o material tenha chegado a tempo, tudo tenha corrido normalmente com a montagem e desmontagem da estrutura, o artista ou atração principal tenha marcado presença na hora e o público tenha comparecido, faz parte pensar que, por exemplo, um vento um pouco mais forte possa trazer muito mais que poeira para seu evento.

Esse imprevisto pode atrapalhar mais diretamente eventos externos, a céu aberto, causando transtornos e prejuízos, mas dependendo das circunstâncias, alguns eventos indoor podem ser prejudicados pelas condições climáticas.

É essencial durante o planejamento levar em consideração a probabilidade disso acontecer e como agir para que a sua empresa ou a empresa contratante não saia perdendo ao contabilizar o saldo final.

A melhor forma de acertar, ainda que a previsão do tempo erre, é contratar um seguro direcionado para eventos com cobertura para acidentes que possam acontecer em decorrência de um fenômeno da natureza.

Quais coberturas envolvem fenômenos da natureza

Em geral, quando a natureza entra em ação, muita coisa pode ser prejudicada em um evento, incluindo danos morais e físicos a terceiros. Entre as várias coberturas que podem proteger o seu evento, se pode destacar algumas modalidades, exemplificando um possível caso:

– Acidentes pessoais e Responsabilidade Civil Danos Morais

Uma tempestade inesperada provoca uma correria do público e algumas pessoas acabam se machucando. Se esse risco estiver em contrato, o seguro cobre danos morais, materiais ou corporais ocorridos a terceiros.

– Responsabilidade Civil de Guarda de Veículos de Terceiros

O local do evento possui estacionamento e uma árvore cai em cima de um ou mais veículos. A contratação dessa cobertura garante reembolso das despesas feitas para reparos de veículos de terceiros.

– Responsabilidade Civil para Prédios e Construções de Terceiros

Um vendaval faz uma parte da estrutura atingir as casas vizinhas ao local do evento. Essa cobertura ampara danos materiais involuntários causados a imóveis vizinhos ou a espaços alugados para o evento.

– Equipamentos Eletroeletrônicos musicais ou cinematográficos

Um raio causa curto circuito na parte elétrica e danifica os aparelhos eletrônicos como computadores, instrumentos musicais, projetores, entre outros. Esteja preparado para esse tipo de ocorrência.

– Não utilização do local

Uma forte chuva causou alagamentos no local de um evento a céu aberto impossibilitando o acesso do público. Para não ficar no prejuízo, inclua essa cobertura adicional ao contrato.

– Objetos e Equipamentos em exposição

Nesse caso, qualquer fenômeno da natureza que ocasionar prejuízo a objetos e equipamentos, pode ser uma chuva, um raio, um vento, que derrube quadros, placas, luzes, enfim.

– Cancelamento do evento

Ninguém quer planejar um evento para ser cancelado, porém essa também é uma modalidade que vale muito a pena contratar e que pode acontecer em decorrência de um fenômeno da natureza.

Como sempre, organizar um evento requer ser mais previsível que a previsão do tempo e pensar nos possíveis riscos e como se proteger de cada um deles.

Como contratar o seguro certo para seu evento

É preciso conhecer qual seguradora oferece coberturas adicionais que irão cobrir todos os fatores de risco do seu evento. Com o alto número de empresas, é precipitado e arriscado se decidir prontamente por qualquer segurado sem antes pesquisar todas as opções.

Com o tempo cada vez mais reduzido, fica difícil consultar cada uma das seguradoras, por isso, o mais viável é entrar em contato com uma corretora de seguros que irá apresentar planos mais direcionados e orientar a respeito de possíveis dúvidas sobre a situação do seu evento.

Não arrisque o sucesso do seu empreendimento deixando de contratar um seguro ou assinando uma apólice que não tenha todos os itens necessários para cobrir cada ponto do local, equipamentos, colaboradores, público e até mesmo lugares ao redor.

A natureza é inevitável, um bom planejamento não.

Seguro Auto X Proteção Veicular

Na hora de proteger seu patrimônio muitas pessoas pesquisam pelas opções que valem mais a pena, tanto em preço, quanto em benefícios. Para veículos, isso vale da mesma maneira, ainda que apenas uma porcentagem muito pequena invista nessa proteção.

As duas formas mais conhecidas são o seguro automotivo e a proteção veicular, que parecem ter características em comum, mas a verdade é que existem muitas particularidades que os diferenciam, como o tipo de contrato, quem presta esse serviço, valores, cobertura, regulamentação.

Antes de decidir, é preciso entender e estudar cada caso para ter a certeza de qual é mais adequado para você e se compensa mesmo fechar negócio. Continue lendo e conheça como funciona cada proteção, a diferença entre ela e o que é ou não é vantagem:

Quem é responsável

O seguro automotivo é comercializado por empresas seguradoras, que seguem padrões de atendimento garantidos por lei. Quando acontece um sinistro, o segurado aciona diretamente seguradora, que irá proceder conforme o acordado em contrato previamente firmado entre as duas partes.

A proteção veicular já é de responsabilidade de associações ou cooperativas, que trabalham com um sistema de rateio, ou seja, um grupo de pessoas divide os custos em caso de sinistro, ficando a cargo do proprietário do veículo, que também paga por danos ocorridos aos veículos dos demais associados. Existem empresas que prestam esse serviço, administrando o grupo.

Cobertura

De modo geral, as duas modalidades oferecem as mesmas coberturas no caso de roubo, furto, colisões, incêndios e danos à terceiros. O que pode ser diferente é referente às coberturas adicionais, as seguradoras costumam incluir serviços 24 horas, entre demais itens. As associações podem ter esses serviços, porém não é uma regra.

Adesão ou análise de risco

As seguradoras costumam realizar uma análise minuciosa sobre as condições do veículo e também segurado antes de definir o total do seguro e o valor do prêmio. São avaliados o tipo do veículo, se a marca é muito visada, por exemplo, as condições e utilização do veículo, assim como se leva em conta o gênero do segurado, faixa etária, local de residência e se outras pessoas irão conduzir o veículo. Uma vantagem é que o valor por ser parcelado.

Na proteção veicular, a adesão tem bem menos requisitos, sendo mais rápida e somente as condições do veículo são avaliadas. Quanto ao valor, além da taxa de adesão são cobrados valores mensais, que são estipulados pelo número de associados.

Apólice

A diferença é bem aparente, ou seja, enquanto as seguradoras são obrigadas por lei a apresentar uma apólice com todos os detalhes, discriminando deveres e direitos das partes em questão, nas associações, esse documento se resume a um contrato de responsabilidade mútua, especificando que os riscos são por conta dos associados, seja quem estiver sofrido o sinistro.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pelo Ministério da Fazenda. Esses órgãos são responsáveis por fiscalizar e controlar os seguros, forçando as seguradoras a manter um padrão dos contratos, com o objetivo de atender corretamente os consumidores de acordo com a lei.

As associações são supervisionadas pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB) e suas ações são amparadas pela Constituição Brasileira, que permite formar cooperativas para fins lícitos, sem uma legislação específica que ampare o consumidor.

Valor

Os valores das seguradoras variam conforme o veículo, o proprietário e as coberturas acrescentadas na apólice. Depois de estipulado, o valor pode ser pago de uma só vez ou parcelado mensalmente, sendo reposto no caso de sinistro.

No caso da proteção veicular, os valores são menores e são pagos mensalmente, como uma taxa, e em caso de sinistro é feito um rateio para pagamento. Além disso, se o associado precisar usar com mais frequência os serviços da cooperativa, é cobrado uma taxa, o que não ocorre para segurados.

Indenização

A lei estabelece que o segurado seja indenizado em até 30 dias, respeitando o valor de mercado do veículo, diferente do associado, que só recebe o valor se houver em caixa, o que pode levar mais tempo e o valor pode ficar abaixo do estipulado pelo mercado.

Cancelamento

O segurado pode solicitar o cancelamento da apólice de seguro quando precisar. O principal procedimento é pagar um valor estipulado pela Susep, que define o percentual do prêmio conforme os dias utilizados. Se o valor calculado for maior que o valor do prêmio, a seguradora devolve ao segurado a diferença.

Cancelar o contrato de proteção veicular requer a responsabilidade de pagamento do próximo mês, uma carência de três meses após a adesão e há um prazo específico para solicitar o cancelamento. Infelizmente, existem muitas reclamações dos associados referentes a esse assunto.

Como escolher a melhor opção para o seu veículo

Avalie vantagens e desvantagens. Leia atentamente os contratos e não se apegue apenas a valores, é aquela velha história, que em certos casos, o barato pode sair mais caro e não compensar muito.

Proteger seu carro pode ser menos complicado do que se pensa. Uma dica é procurar um corretor de seguros e tirar suas dúvidas sobre qual a melhor opção. Tendo como base o profissionalismo e conhecimento, o corretor irá indicar quais contratos valem mais a pena e que irão atender mais prontamente suas necessidades. Não feche negócio antes de consultar um profissional habilitado.

Importância do seguro para equipamento fotográfico

Seja para se tornar um fotógrafo profissional ou apenas pelo hobby de tirar fotos, é preciso investir um certo valor em equipamento fotográfico, que começa com uma boa câmera, lentes, um flash e se estende para notebooks, estes com espaço suficiente para armazenar fotos e softwares de edição de imagens e muitos outros materiais. Agora, já pensou todo esse investimento se perder por um acidente ou por roubo? É por isso que existe um seguro especial que cobre esse material no caso de um sinistro.

Muitos fotógrafos deixam de segurar seu material de trabalho ou por desconhecerem essa possibilidade de proteger o equipamento ou acharem desnecessário fazê-lo por vários motivos, entre eles, o de que é só ser mais cuidadoso, mas usando a velha frase “acidentes acontecem” e sendo materiais delicados usados em fotografia, é melhor estar prevenido. Além disso, há a tranquilidade de poder trabalhar na rua, as chamadas fotos externas, podendo ter fundos incríveis, com uma menor preocupação em alguém esbarrando na câmera e sem arriscar a vida em caso de um assalto.

Pensando no custo benefício, vale bastante a pena, se avaliar o valor de compra do equipamento e quanto é cobrado para manutenção. No entanto, é importante ficar atento aos planos oferecidos pelas seguradoras e aos tipos de cobertura.

Tipos de cobertura de seguro para equipamento fotográfico

Danos Físicos

Para danos ocorridos por acidente, incêndio, queda de raio, impacto de veículos ou em caso de roubo. Esse tipo de cobertura é o mais básico e todos os equipamentos podem ser inclusos no seguro.

Aqui, inclui se houve queda do tripé, se alguém esbarrou e derrubou o equipamento, ou seja, se houver uma batida qualquer que leve à quebra.

Subtração de bens

Vale salientar, que no caso de roubo, cada seguradora irá determinar qual é válido em contrato. Existem alguns riscos que são excluídos como furto simples, desaparecimento inexplicável ou simples extravio.

Exemplificando uma situação, o equipamento foi deixado dentro do carro ou esquecido em algum lugar, mesmo que por pouco tempo e foi furtado, está fora da cobertura. Para ser reconhecido é necessário que tenha sido subtraído sob ameaça ou após arrombamento.

Danos Elétricos

Esse tipo de cobertura, em geral, serve para notebooks, iluminação (também podem ser inclusos no seguro) e demais equipamentos que estejam conectados à rede elétrica. A câmera não costuma ficar ligada à tomada por muito tempo. Os problemas são causados por oscilações de energia, descargas elétricas e curtos circuitos.

Isso pode acontecer normalmente durante períodos de chuvas fortes, relâmpagos, um problema externo de energia. São excluídos os danos causados se houver negligência do segurado para o recebimento de energia.

Danos por água ou líquidos

Um incidente que acontece muito com fotógrafos que fazem trabalho próximos à piscinas, praias, ilhas, enfim. É desesperador ver seu material ser afogado pelas ondas durante uma sessão de fotos na praia ou um escorregão próximo a uma fonte. Faça cobertura do equipamento pensando que isso pode acontecer.

Cobertura internacional

O seu trabalho leva para fora dos limites nacionais? Então, estenda o contrato e leve seus equipamentos segurados para os mesmos sinistros também no exterior.

Perda ou pagamento de aluguel

Uma modalidade de seguro muito útil quando o equipamento principal estiver no conserto, por exemplo, e o fotógrafo precisar realizar um trabalho nesse tempo. Contratar essa cobertura, permite ao segurado alugar uma câmera e a seguradora é quem paga o valor. Para isso, é importante comprovar que existe um acordo formal firmado entre cliente e fotógrafo.

Como fazer o seguro

Depois de decidir quais coberturas estarão seguradas (por garantia, inclua todas), é preciso seguir um passo a passo, estipulado pela seguradora. Normalmente é exigido a apresentação da nota fiscal dos equipamentos, se forem adquiridos no exterior, a nota deve ser do país de origem, e se tiver sido comprada de outra pessoa, a nota deve estar no nome dela e junto uma carta de doação ou documento que comprove a aquisição.

Algumas seguradoras permitem que o contrato seja feito sem o uso da nota fiscal, aceitando um simples recibo ou ainda a foto do equipamento destacando o tipo e número de série para ser orçado e aprovado pela seguradora.

Esse procedimento é necessário para o conhecimento do valor do equipamento, ou no caso das fotos, uma avaliação através de pesquisa pela média do valor, porque o seguro deve ser cobrado de uma porcentagem do total pago pelo equipamento.

Como escolher o melhor seguro

Uma grande dúvida ao fazer um seguro é se a seguradora escolhida é confiável e se atende às expectativas do segurado. A verdade é que ninguém tem muito tempo para ficar pesquisando em cada lugar e avaliando vários contratos.

É válido entrar em contato diretamente com uma corretora de seguros. O corretor irá apresentar quais seguradoras e planos mais se encaixam as necessidades do segurado, garantindo um negócio vantajoso para todos.

CPF sujo pode contratar fiança locatícia

Todos precisam de um lugar ou para morar, ou para iniciar um negócio e comprar um imóvel, muitas vezes, é bastante caro, dependendo da cidade e do local, por isso, muitos optam em fechar um contrato de aluguel. Contudo, existem algumas condições por parte das imobiliárias e dos proprietários que devem estar em dia antes de assinar o contrato, uma delas é a situação frente ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa.

A inadimplência é uma triste realidade de 62,6 milhões de brasileiros, representando 41% da população adulta, resultado do também alto número de desempregos e da enorme porcentagem de impostos e juros cobrados sobre o valor dos serviços e produtos.

Atrasar pagamentos resulta em CPF negativado, inclusão no SPC por parte das empresas, o chamado popularmente nome sujo. Essa ação complica muito a vida, especialmente quando o assunto é conseguir crédito para comprar coisas a prazo ou firmar um acordo como o aluguel de um imóvel (muitos proprietários não aceitam, mesmo), por exemplo, entre outras consequências.

A pergunta é, se existe a necessidade de obter um imóvel e a dificuldade em acertar a dívida, como resolver esse dilema? A primeira solução é procurar um fiador, mas essa nem sempre é uma maneira muito simples de resolver a situação, visto que é difícil alguém que aceite essa responsabilidade ou que seja de confiança.

Pensando em como resolver isso, foi criado a fiança locatícia, uma modalidade de seguro prevista na Lei do Inquilinato, n° 8.245/91, que delimita os direitos e deveres do inquilino e tipos de garantir o aluguel, tornando o processo mais facilitado.

Por que contratar a fiança locatícia

Se conseguir um fiador é uma procedimento complicado, o que dirá se dispor de algum bem, como um automóvel, por exemplo, como garantia para conseguir finalizar o acordo. Inclusive, tendo problema com crédito, alguns bancos cancelam a concessão de cheques, o que torna a opção de cheque caução praticamente inválida.

A fiança locatícia ou seguro fiança é essa garantia financeira de, caso o locatário falte com o valor do aluguel, o locador não fique no prejuízo e receba direto da seguradora. Outra vantagem ao se contratar o seguro é se o inquilino causar algum dano no imóvel enquanto estiver lá, as despesas com o reparo serão pagas.

Quem pode contratar a fiança locatícia

O seguro pode ser contratado por qualquer pessoa, física ou jurídica, interessada em alugar um imóvel. Para isso, é preciso enviar uma documentação que comprove a renda para ser analisado pela seguradora. Em determinados casos, a seguradora pode não aceitar fazer o acordo e negar o seguro. Isso acontece se o locatário tiver uma dívida muito alta ou outro aluguel. Para situações mais simples de resolver, é possível negociar.

De modo geral, o valor do seguro é pago pelo inquilino e pode ser uma ou duas vezes o valor do aluguel, porém é passível que o locador e até a imobiliária paguem parcial ou totalmente. Por ser um recurso muito utilizado por imobiliárias para evitar perder um negócio, é comum elas serem responsáveis pela contratação do seguro.

Consulte um corretor de seguros

O corretor está preparado para sanar as dúvidas em relação aos mais variados tipos de seguro, não sendo diferente para a fiança locatícia. Se há o interesse em contratar e existe o problema de restrição no SPC, converse com um corretor e entenda melhor quais procedimentos devem ser feitos para conseguir contratar esse seguro e consequentemente ter aprovado a solicitação do aluguel.

Coberturas de Seguro de Viagem

Programar uma viagem vai além de comprar passagens, reservar um local para se hospedar, pesquisar rotas e tempo de viagem, preparar documentos e arrumar as malas.

Pode até parecer que tudo o que é importante já foi citado, porém viajar sem uma segurança contra prováveis eventualidades é colocar em risco tudo o que se planejou por dias, meses e, em certos casos, por anos.

Contratar um seguro viagem não apenas é obrigatório em certos países, como vai garantir auxílio em diversas situações.

E saiba, que assim como os demais seguros, o seguro viagem tem uma variação de coberturas, partindo das obrigatórias, passando pela cobertura básica, e ainda com aquelas adicionais, de acordo com plano escolhido pelo segurado.

Conheça essas coberturas e quais serão essenciais para garantir uma viagem mais tranquila:

 

Coberturas básicas obrigatórias

Desde 2014, a Superintendência de Seguros Privados, SUSEP, que regulamenta e fiscaliza todos os seguros comercializados nacionalmente, formulou a Resolução CNSP n° 315, e depois reformulada em 2016, sobre “as regras e os critérios para a operação do seguro viagem”, tornando obrigatórias a cobertura nos seguintes casos:

 

Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO), tanto em viagens nacionais, quanto internacionais

O artigo 3°, parágrafos I e II, obrigam a seguradora a indenizar o segurado, conforme o valor contratado, as despesas provenientes de atendimento clínicos que forem precisos durante o período da viagem.

 

Translado de corpo

Em caso de, infelizmente, ocorrer um falecimento, os gastos para o transporte do corpo de onde aconteceu a fatalidade até a casa ou local de sepultamento, é garantido pela seguradora. Sempre lembrando o limite do valor que foi acordado pelo segurado.

 

– Regresso Sanitário

Quando, por algum motivo, o segurado não puder voltar da viagem como passageiro regular e novas despesas precisarem ser feitas para a realização desse retorno. Isso pode incluir ambulância ou voo em avião ambulância, equipe médica,

 

– Translado Médico

O pagamento das despesas para remoção ou transferência até um hospital ou clínica mais próximos do local do acidente ou ocorrência da enfermidade.

 

– Invalidez permanente total ou parcial por acidente

Uma indenização será paga no caso de algum acidente ocasionar invalidez do segurado enquanto estiver no local da viagem. Vale lembrar que os órgãos ou membros devem estar estipulados em apólice.

 

– Pagamento aos beneficiário por morte em viagem

Uma cláusula que ninguém pretende que aconteça, porém se houver morte por causas naturais ou acidentais durante a viagem, os beneficiários constantes na apólice receberão o valor contratado.

 

Enfatizando, a Susep registrou a cobertura de DMHO em viagens para o exterior, como obrigatória para eventos ocorridos por acidente pessoal ou enfermidade súbita ou aguda.

As coberturas de DMHO, regresso sanitário, translado médico e translado de corpo devem ser obrigatórias. Não é permitido contratar somente a cobertura de translado de corpo.

Leia com atenção a apólice e esteja ciente do valor contratado e do que será coberto, sabendo que se os gastos forem maiores, a seguradora não irá se responsabilizar por esse acréscimo.

 

Coberturas adicionais

As seguradoras também oferecem coberturas adicionais, que podem, ou não, constar na apólice. Isso, claro, depende da seguradora e da escolha do segurado. Entre elas estão:

 

– Bagagem

Indenização no caso de extravio, roubo, furto, dano ou destruição, comprovados, respeitando o acordo firmado no contrato.

 

– Funeral

As despesas com funeral podem ser ressarcidas pela seguradora, limitando-se ao valor estipulado pelo segurado, se houver morte durante a viagem.

 

– Cancelamento de viagem

Nada é mais frustrante do que precisar cancelar uma viagem por conta de um acontecimento inesperado. Pior ainda é se as companhias de viagem se recusarem a ressarcir os gastos.

Essa tipo de cobertura irá indenizar o segurado, desde que o valor esteja dentro dos limites contratados, para que o mesmo possa continuar sua viagem tranquilamente.

 

– Cancelamento ou atraso de voo

Isso, sim é algo que faz o sangue ferver. Tudo pronto e por algum motivo aleatório, o voo é cancelado. Como consequência, é preciso arcar a mais com alimentação e hospedagem, o que não estava previsto.

Pois essa cobertura garante o reembolso desse gasto.

 

– Prorrogação de estadia

Precisou ficar um tempo a mais no hotel por causa de um acidente ou doença, o seguro viagem paga ou reembolsa esse tipo de despesa.

 

– Assistência jurídica e pagamento de fiança

Serviço de advocacia, reembolso de fiança judicial e outros assuntos de responsabilidade civil, se acontecerem durante a viagem.

 

– Despesas farmacêuticas e assistência fisioterapia

O primeiro, garante reembolso com medicamentos prescritos pelo médico devido a acidentes ou doença ocorrentes e o segundo, é se houver necessidade de fisioterapia.

 

Existe também a cobertura para roubo, furto, incêndio, raio ou explosão de smartphone ou laptops.

 

Fatores que não tem cobertura

É importante se conscientizar que acidentes ocorridos por fatores de risco, enfermidades ou morte intencional, não estão inclusos na apólice. Ocorrências como suicídio, envolvimento em atos de guerra ou terrorismo ou perturbação da ordem pública, atos ilícitos, acidentes resultantes de irresponsabilidade ao volante e quaisquer outros em que o segurado agiu de forma considerada insensata pela seguradora, são alguns desses fatores.

 

Contrate o seguro ideal

Contratar o seguro certo em que se possa recorrer a um respaldo financeiro nessas situações traz mais tranquilidade.

Para ter certeza disso, consulte um corretor de seguros, que irá indicar quais seguradoras disponibilizam cobertura para suas necessidades. Bem orientado e consciente das cláusulas da apólice, pode viajar sossegado.

5 dicas para criar um evento de sucesso

Criar um evento de sucesso é uma das grandes realizações para quem está à frente da organização desse acontecimento e para todos os envolvidos no processo, seja ele uma simples reunião ou enorme festival.

Eventos, em muitos casos, acabam se tornando a alma dos negócios de muitas empresas e principal investimento financeiro de muitas cidades, especialmente as turísticas. Muito se tem investido nessas ocasiões para divulgar o produto ou serviço prestado, melhorar a interação com a equipe e com os clientes, tornando colaboradores mais confiantes e consumidores mais interessados.

No livro “Estratégias para eventos”, de 2002, Janaina Brito e Nena Fontes afirmam que os eventos são, incontestavelmente, o maior e melhor meio de desenvolvimento nacional, do fomento da economia e da geração de emprego.

É com essa base de pensamento, que quem está responsável pelo gerenciamento precisa se ater a detalhes que garantirão um resultado satisfatório para todas as partes envolvidos.

Vamos citar 5 dicas importantes que irão garantir a satisfação para quem está organizando e, consequentemente tanto de quem contratou, quanto os participantes. Continue lendo:

 

 

1 – Definição de um objetivo

Defina um objetivo para o evento. O que se quer conseguir com o evento? Quais pontos exatamente se quer conquistar e o que, ou quem, se quer alcançar? Basicamente, é toda a visão de como o evento deve acontecer.

Combine esse pensamento ao planejamento. É nesse meio em que se define o quê, quando, onde, por que e como e se traça um estratégia.

Também é aqui que se decide pelo tema do evento.

 

2 – Traçar uma estratégia

Estratégia se resume a todas as ações utilizadas para atingir o objetivo.

Como esse evento será divulgado. Que meios de comunicação serão utilizados – panfletos, rádio, televisão, e-mail… o mais utilizado ultimamente, as redes sociais.

Que empresas serão fornecedores e colaboradores. Muito importante nessa parte é escolher como será a equipe responsável pela execução das ações.

Quais e como os investidores irão participar e como será a abordagem. Qual vai ser a estratégia para convencer a realidade de retorno positivo, e claro, lucrativo.

Sempre focando no que deve ser feito para atingir o objetivo, já definido.

 

3 – Planejamento estratégico e detalhado

A parte mais importante na criação de um evento. Quando bem organizado, com uma sequência lógica, tendo consciência assertiva para o começo, meio e fim, com definição de dia, duração e local, o evento caminha para o sucesso.

Crie uma planilha com a lista de todas as ações e providências que precisarão ser observadas, incluindo orçamentos e contatos. Também divida as tarefas, quem faz o quê. Não queira carregar tudo nas costas, é perigoso para a saúde e pode colocar tudo a perder.

 

4 – Pensar e respeitar o público-alvo

O objetivo de um evento só pode ser conseguido se estiver interligado a preocupação com quem será o público-alvo do evento.

A princípio, pode parecer a parte mais simples, no entanto, é indispensável conhecer a fundo para quem o evento será organizado. Pense na faixa etária, se o evento será restrito ou aberto e como o acesso será feito, se é pago ou gratuito, se haverá alimentação e qual tipo será oferecido. Ainda, é partindo desse ponto que é possível escolher o local adequado.

Pensar e respeitar o público-alvo é de grande importância. São as pessoas participantes desse acontecimento que irão avaliar se todo o trabalho anterior repercutiu positivamente. Dependendo da periodicidade do evento, são essas pessoas, que estiveram lá, que ajudarão na divulgação de um próximo evento.

 

5 – Contratar um seguro

Já imaginou um imprevisto tornar todo o processo de planejamento um desastre? Um atraso no equipamento, uma pane no sistema elétrico, um erro assustador da previsão do tempo, um acidente envolvendo pessoas.

Um item que precisa estar em primeiro lugar na lista de planejamento do evento é a contratação de um seguro de eventos. Além de proteger contra prejuízos financeiros e assumir a dívida em processos judiciais, através de uma responsabilidade civil, ter um seguro demonstra total preocupação com o público-alvo, ou seja, o pacote completo para garantir sorrisos.

Para contratar o seguro ideal, entre em contato com um corretor de seguros, que tem o conhecimento profissional sobre quais seguradoras mais atendem à realidade do seu evento e irá direcionar para os melhores planos.

 

Realizar um evento pode até ser trabalhoso, mas se começar seguindo esses cinco passos iniciais, é certeza que o trabalho será compensador no final de tudo.