Qual a importância de ter um seguro para drone

A utilização dos drones para uso profissional tem crescido bastante nos últimos anos. Por serem consideradas aeronaves, a ANAC entende que podem causar riscos à terceiros, por isso criou regras e a exigência da contratação de um seguro.

Existem dois tipos de seguro, o CISCO, para aeromodelos de uso recreativo e o RETA, direcionado para as RPA, de uso profissional. Abaixo, um resumo de como os drones se tornaram comerciais, a criação de regras e o seguro específico para as RPA.

 

Como os drones surgiram

Os drones, ou veículos aéreos não tripulados (VANT), surgiram nas décadas de 60 e 70, com o objetivo de realizar missões militares perigosas sem colocar em risco a vida das pessoas. Mais tarde, Abraham (Abe) Karem, um engenheiro espacial israelita, desenvolveu um novo modelo, o Albatross, mais leve, que permanecia 56 horas no ar sem recarga de baterias e que necessitava de um número bem menor de pilotos, diferente dos 30 exigidos pelo modelo antigo.

Novas tecnologias transformaram os drones acessíveis à população e eles passaram a ser usados para recreação, como aeromodelos. As empresas viram essas pequenas aeronaves como um meio de melhorar a prestação de certos serviços e as RPA (Remotely Piloted Aircraft ou traduzindo para o português, aeronaves remotamente pilotadas), são utilizadas por imobiliárias para fotografar imóveis à venda; por fotógrafos, que tiram incríveis fotos aéreas de casamentos e eventos; o setor da agroindústria tem mais facilidade na prevenção de pragas nas plantações com o uso dos drones.

E o mercado foi crescendo. Para se ter uma ideia desse crescimento, o Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT) criado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), para o cadastro dessas aeronaves, até o fim de julho de 2018, já cadastrou mais de 48 mil drones, sendo 35% desse total para uso profissional.

 

Regulamentação de drones

Com o crescente número de drones voando nos ares brasileiros e por serem considerados aeronaves e apresentarem risco a terceiros, ainda em 2017, no dia 2 de maio, a ANAC publicou normas para regulamentar o uso dos drones.

Dessa forma, antes de apertar os botões para seu drone sobrevoar por aí, é preciso estar atento as regras e documentos exigidos.

– Registre o drone no site da ANAC. Esse registro irá fornecer um número de cadastro, que deve estar sempre junto ao drone.

– Homologação na ANATEL. Uma exigência para evitar a interferência com os serviços de comunicação via satélite, já que os drones possuem transmissores de radiofrequência.

– Cadastro no DECEA. Órgão que controla o espaço aéreo brasileiro, além do cadastro, é preciso enviar um plano de voo e solicitar autorização.

Além desses documentos, é preciso uma autorização para pilotar sobre pessoas a uma distância de, no mínimo, 30 metros, e ser um piloto maior de 18 anos, com certificação e autorização, há a exigência de portar uma apólice de seguro de responsabilidade civil para drones acima de 250 gramas até 25 kg.

 

RETA

O seguro RETA, ou Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador, o mesmo exigido às aeronaves que voarem em solo brasileiro, é um seguro aeronáutico direcionado a veículos aéreos não tripulados (VANT) ou veículos aéreos remotamente pilotados (VARP), nomes técnicos para drone.

O RETA também é considerado um RC, ou seja, um seguro de responsabilidade civil já que garante a segurança e privacidade de outras pessoas, garantindo danos pessoais ou materiais.

 

Afinal, por que fazer um seguro para drone

A regra da Anac para uso profissional de drones entrou em vigor há mais de um ano e não é novidade alguma a necessidade de contratar esse seguro de responsabilidade civil, especialmente para profissionais ou empresas que trabalhem com o registro de imagem. Esse seguro cobre quaisquer danos, físicos ou morais, que o equipamento possa causar a terceiros, seja pessoal ou material.

Também existe o seguro próprio para o drone. Por serem muito caros, é interessante ter um respaldo financeiro caso aconteça algum dano ou perda.

 

Como se tornar um piloto

A primeira exigência é ser maior de 18 anos. Para pilotar aeronaves acima de 25 quilos, o piloto deve ter uma habilitação especial com Certificado Médico Aeronáutico e registro de voo.

 

Condições especiais

Para mais informações sobre o seguro para drones, entre em contato com a Ransom Corretora de Seguros, que tem condições especiais e indicações de como se regularizar adequadamente e se tornar um piloto de drone regularizado.

 

Qual a diferença entre plano de saúde e seguro saúde?

Ambos têm como objetivo a assistência médica a seus clientes, decida qual é o melhor para você ou sua empresa

 

Atualmente, o Brasil tem pouco mais de 208,8 milhões de habitantes, contabilizados pelo IBGE. Desse número, 70% depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) oferecido gratuitamente pelo Governo. Infelizmente, o atendimento médico e hospitalar público tem um quadro bastante prejudicado pelo baixo investimento com falta de médicos, recursos, leitos e medicamentos, e demora para marcar consultas e exames.

Buscando uma melhor assistência, mais de 47,9 milhões de beneficiários assinam contrato com opções particulares, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 

Diferença entre plano de saúde e seguro saúde

Entre as alternativas privadas estão os planos e os seguros de saúde. Para saber qual preferencialmente atende suas necessidades, um primeiro passo é conhecer o que difere um do outro.

 

O plano de saúde é oferecido por operadoras médico-hospitalares, que prestam serviço de acordo com a rede de atendimento credenciada, chamada cobertura ou abrangência, que pode estar em âmbito nacional. Em resumo, quem adere a um plano de saúde, fica restrito a médicos e hospitais cadastrados. Os planos são divididos em modalidades:

Individual – Destinado a uma pessoa, essa modalidade é pouco procurada devido aos altos preços e constantes reajustes anuais.

Familiar – O valor varia de acordo com o número de familiares inclusos no plano, idade e outras condições como doenças pré-existentes, entre outros.

Empresarial – Pode ser adquirida por empresas públicas ou privadas, de pequeno, médio ou grande porte, a partir de três vidas. Essa modalidade é contratada diretamente pela empresa e descontada da folha de pagamento.

Coletivo por adesão – Contratado por sindicatos, associações profissionais, conselho de profissões regulamentadas e oferecidos aos contribuintes.

O valor, rede credenciada e forma de atendimento variam de acordo com a prestadora e o plano escolhidos. O período de carência também tem variação conforme a urgência, podendo chegar a 24 meses.

 

O seguro saúde dá uma liberdade maior ao segurado, já que permite escolher, além da rede referenciada citada em contrato, o profissional ou hospital onde quer ser atendido, sem a exigência de serem cadastrados, e depois ter reembolso do valor pago pela seguradora. Vale para cirurgias, exames clínicos, tratamentos, consultas e internações. Essa opção ainda tem a mobilidade de o segurado receber atendimento em qualquer lugar do país ou do mundo, de acordo com as cláusulas do contrato.

Outra diferença do seguro em relação ao plano é, que confirmado o pagamento e dependendo do valor do reembolso a seguradora valida o contrato e já é possível realizar, por exemplo, uma cirurgia. Alguns procedimentos podem ter um período maior para aprovação, por isso, leia com atenção a apólice para evitar desentendimentos.

 

Vantagens

Pensando em vantagens, enquanto o plano de saúde ganha por ser um serviço pré pago, em que a maioria dos atendimentos são realizados sem ônus financeiro ao cliente, o seguro saúde fica a frente quando se procura por qualidade. Essa conveniência é atestada por quem já tem um plano e percebe, em muitos casos, demora para o agendamento de consultas ou problemas com atendimento devido a burocracias exigidas pelas operadoras.

Em momentos de emergência, o seguro tem mais benefícios, já que é possível procurar assistência em qualquer lugar, sem se preocupar se o médico ou hospital está credenciado. Um investimento que acaba valendo a pena, já que os valores pagos se encaixam

 

Como contratar o melhor plano ou seguro saúde

Se depois de avaliar prós e contras, a escolha for o plano de saúde, pesquise a situação da operadora pelo site da ANS, órgão que fiscaliza e regulamenta os planos e os seguros saúde.

Agora, se o seguro saúde for a preferência, o ideal é procurar uma corretora de seguros que irá orientar quais seguradoras mais combinam para atender suas necessidades.

 

Garanta a segurança da sua empresa

Ter uma empresa é sinônimo de investimento. Investir em material, mão de obra, espaço e, mais ainda, em segurança. Prezar pela segurança da sua empresa é tão importante quanto calcular seus lucros, afinal a ocorrência de algum incidente como assalto ou incêndio pode acabar com todos os esforços para aumentar a produção e as vendas.

Imprevistos podem impactar bastante os negócios já que certos problemas causam atrasos, perda da credibilidade de clientes e fornecedores, atingindo direta e indiretamente funcionários e colaboradores. O gasto se torna muito maior que o valor de uma apólice de seguro.

 

Porque ter um seguro empresarial

Um seguro empresarial não implica somente em segurança, também traz tranquilidade em qualquer imprevisto, seja algo relacionado tanto a estrutura física como avarias no prédio, maquinário ou material – ocasionadas por desastres naturais, incêndios, explosões, panes elétricas, vandalismo – ou roubo, quanto a pessoas como algum acidente envolvendo funcionários ou até mesmo clientes.

A empresa que não tiver cobertura para resolver rapidamente essas ocasiões pode ter um grande prejuízo. Dessa forma, antes de contratar um seguro é importante se atentar as cláusulas da apólice para certificar que abrangem todas as situações relativas à empresa.

 

Tipos de seguro empresarial

Os seguros são divididos entre os de primeira categoria, que são obrigatórios para a empresa funcionar e os de segunda categoria, criados para quem quer ter ainda mais segurança na empresa.

Entre aqueles cujas empresas não podem funcionar sem ter, estão:

– Seguro empresarial para a proteção de patrimônio

Seja qual o for o porte de sua empresa, é imprescindível que ela tenha um seguro que cubra o patrimônio contra riscos. A cobertura básica protege de danos materiais causados por incêndio, explosão ou fumaça, incluindo a estrutura física, o mobiliário e as mercadorias. Uma cobertura adicional garante um seguro danos elétricos, roubo e contaminação de mercadorias.

– Seguro de Responsabilidade Civil

Obrigação de qualquer pessoa é ser responsável por danos causados que venha causar ao patrimônio de terceiros. O seguro de responsabilidade civil reembolsa o valor pago pelo reparo.

– Seguro saúde e odontológico

Uma modalidade que influencia no trabalho dos funcionários, pois cuida da saúde de cada um, trazendo mais segurança e tranquilidade.

– Seguro de Frota

Um seguro importante para a empresa que possui uma frota de veículos, incluindo carros, motos e até mesmo embarcações e transportes aéreos.

– Seguro de Vida

Um benefício a mais que torna o trabalho de funcionários ainda melhor.

– Seguro de previdência privada

Uma garantia de futuro, mais qualidade de vida e segurança.

 

 

Como contratar o melhor seguro

Para contratar o seguro ideal para sua empresa é importante entender a apólice e conhecer todos os assuntos pertinentes. Uma forma de fazer isso bem é procurando uma corretora de seguros, que trabalha com profissionais habilitados para tirar todas as dúvidas e oferecer assistência mesmo antes da assinatura do contrato até no caso de um sinistro.

A sugestão é entrar no site da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e conferir se o corretor tem registro no órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro.

Por que ter um seguro de carro?

O Brasil tem uma frota de pouco mais de 65 milhões de veículos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Desse total, avalia-se que pouco mais de 30% tenha um contrato de seguro. Diante da realidade do país que registra o roubo de um veículo por minuto e está em 4° lugar no ranking de países com mais imprudências no trânsito, essa porcentagem deveria ser maior.

 

O principal fator apontado pelos donos de veículos que não procuram uma proteção significativa é o alto custo dos seguros. No entanto, é importante pensar que ter um carro pede um planejamento financeiro que inclua não apenas o pagamento da entrada e das parcelas, como despesas com combustível, manutenção, consertos e reparos em avarias ocasionadas por acidentes.

 

Razões para contratar um seguro para seu veículo

Muitos proprietários alegam não contratar um seguro, porque se classificam extremamente cuidadosos com seu veículo e garantem que não vão se envolver em situações de risco. Pensam em seguro como uma despesa, quando na verdade, é um investimento e uma garantia, afinal todos estão propensos a situações inesperadas e nada melhor do que ser prevenido.

 

Outros bons motivos para incluir o seguro no orçamento são os serviços extras oferecidos pelas seguradoras, que vão além do guincho. Leia com atenção sua apólice para saber quais você tem direito antes de assinar. Entre eles, além da cobertura para roubo, furto, colisão, incêndio e alagamento, o destaque vai para o serviço de assistência 24 horas com atendimento para problemas mecânicos e elétricos, falta de combustível, troca de pneus e de bateria e chaveiro. Existem seguradoras que oferecem táxi até sua casa, se for necessário e um carro extra para você usar enquanto o seu está na oficina.

Ainda há a responsabilidade social, em que se houver colisão com terceiros, a seguradora se responsabiliza com os danos causados tanto a seu veículo, como do veículo do terceiro. E se na hora do acidente algum passageiro se machucar, tem a cobertura por danos corporais.

E essa assistência se estende protegendo a sua casa, através de serviços emergenciais com mão de obra gratuita de eletricista e encanador, que podem consertar eletrodomésticos, limpar calhas, desentupir canos e até mesmo um chaveiro comum.

Quem tem benefícios especiais nas seguradoras são as mulheres, isso porque ainda que o ditado popular as veja como um perigo no volante, a verdade é que elas são mais cuidadosas e se envolvem menos em acidentes. Elas podem usufruir, por exemplo, de descontos em academias, entre outros serviços.

 

Como contratar o melhor seguro para o seu carro

A escolha certa do corretor pode fazer muita diferença. Uma sugestão é recorrer a uma corretora de seguros que faz consultoria completa sobre quais os melhores planos e condições que vão atender suas necessidades.

Avalie com atenção se todas as cláusulas da apólice estão de acordo com o que vai precisar, para não pagar a mais, ou pior, não ter a assistência adequada.

 

Tipos de cobertura

As modalidades oferecidas pelas seguradoras são:

– Compreensiva ou total: cobre danos causados por colisão, furto ou roubo e incêndio. E na maioria, inclui responsabilidade civil contra terceiros.

– Roubo ou incêndio: não inclui reparos ou indenização por colisão.

– Responsabilidade civil contra terceiros: cobre danos morais, materiais e corporais causados a outras pessoas em um acidente.

 

Economize na hora de contratar

Existem alguns pontos a serem observados na hora de contratar um seguro para seu veículo que podem interferir no valor do prêmio. Lembrando que, em certos casos, economia não é a alternativa mais certa quando se quer proteger seu patrimônio e sua família. Sim, fazer um seguro para o seu veículo protege também sua família.

Se você está planejando comprar um carro, pesquise o seguro antes. Sabia que existem carros que são mais visados pelos ladrões e, por isso, o valor do seguro é muito maior? Pergunte e pesquise se o seu carro está nessa lista. Se ainda assim quiser fechar negócio, esteja preparado para pagar a mais.

 

Mais uma vez, optar pela consultoria de uma corretora de seguros, pode ajudar a escolher um plano mais favorável.

 

Os avós já diziam que “economia é base da porcaria”, tenha cuidado em querer economizar demais e acabar tendo que desembolsar muito mais se acontecer um acidente, especialmente se envolver terceiros. Uma indenização por danos físicos e morais pode passar de R$ 1 milhão.

 

Instale dispositivos de segurança, assim o seu seguro vai sair muito mais barato. Segurados que passam a impressão que irão acionar menos vezes a seguradora tem mais descontos no valor da apólice.

 

Escolha bem o valor da franquia, que é o valor pago pelo segurado para cobrir o prejuízo, quanto maior a franquia, menor o prêmio. Agora, considere se vale mesmo escolher um valor reduzido.

Existem quatro tipos de franquia:

Básica: quando o valor do prêmio aumenta e a franquia fica mais barata;

Reduzida: a franquia é menor e o valor do seguro é mais alto;

Ampliada: o valor do seguro é menor, mas o conserto do carro fica bem mais caro;

Isenta: o segurado não paga o sinistro, mas o valor do seguro aumenta.

 

Entenda os termos da apólice

Mesmo com uma assessoria especializada, é bom conhecer um pouco dos termos da apólice, lembrando que você é o segurado.

Prêmio: apesar do nome parecer algo que se ganha, na verdade, prêmio é o valor pago pelo segurado à seguradora para garantir as indenizações, estipulado em contrato.

Sinistro: é a ocorrência propriamente dita, ou seja, o que acontece com o seu carro e exige acionar o seguro.

Franquia: como já citado anteriormente, franquia é a parcela que o segurado paga para o conserto do veículo, mais ou menos, como um sinal. A franquia só não é cobrada se for atestado perda total.

 

Decida pelo melhor seguro para seu carro e, consequentemente para você. Lembre-se de responder certo o questionário para evitar perder seus benefícios por fraude e tenha mais tranquilidade.

Por que fazer um seguro viagem?

Então chega o momento daquela tão esperada viagem! Tudo preparado com antecedência, documentos, roteiro, hospedagem, malas, até mesmo os gastos foram calculados aproximadamente, parece que nada pode acontecer fora do planejado. Mas, e se acontecer?

Mesmo com tudo planejado bem antes é impossível saber quando um imprevisto vai exigir uma saída de emergência, ainda mais se a viagem for para outro país onde, por exemplo, a assistência médica é diferente em cada lugar.

Uma maneira bastante ideal para se precaver de acontecimentos inesperados é incluir nos preparos a contratação de um seguro viagem.

 

O que é um seguro viagem?

Assim como não podem faltar documentos, um seguro deve ser item essencial em uma viagem. Ele terá enorme utilidade diante de um problema como perda da bagagem, um pneu furado ou algum acidente. Uma ajuda muito bem vinda em todos os momentos.

Além disso, o seguro viagem é obrigatório em 26 países europeus integrantes do Tratado de Schengen (Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Holanda, Itália, Islândia, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia, Suíça, Liechtenstein, Bulgária, Romênia, Chipre), que exige a contratação de um seguro com o valor mínimo de € 30 mil euros a turistas para despesas médicas ou óbito.

 

O que o seguro viagem cobre?

Se ainda não está convencido da importância de fazer um seguro viagem veja o que ele cobre:

– Extravio de bagagem: uma coisa muito chata em uma viagem é ter sua bagagem extraviada, para não ficar no prejuízo logo no começo, um seguro garante uma indenização.

– Despesas Médicas, hospitalares e/ou odontológicas (DMHO nacional e internacional): que não aconteça de alguém ficar doente ou sofrer um acidente, mas se acontecer em um lugar em que as despesas médicas são caras é bom ter um auxílio. Se uma dor de dente aparecer, outro caso que ninguém quer, só que é melhor se prevenir.

– Translado de corpo: mais uma situação difícil de planejar na viagem e que pode ter reembolso com o seguro.

– Perda de documentos: uma distração e os documentos são esquecidos no banco da praça, ou caem do bolso em um looping da montanha russa ou pior, um assalto.

– Atraso da companhia aérea: não fique no prejuízo se o voo atrasar, com o seguro essa despesa também pode ser resolvida.

– Cancelamento da viagem: ninguém pensa em precisar cancelar a viagem, porém é bom estar segurado para esse tipo de imprevisto.

Existem outras coberturas, lembre-se de ler com atenção as cláusulas do contrato para saber quais são as coberturas e garantias do seguro.

 

Seguro viagem é somente para viagens internacionais?

Ainda que viajar para outro país seja mais complicado quando se pensa em assistência médica ou suporte para o inesperado, uma viagem nacional não está isenta em ter acidentes e surpresas. Por isso, seja prevenido mesmo estando em solo brasileiro.

 

Como contratar o seguro ideal para sua viagem?

Para decidir qual seguro vai ajudar sua viagem a ter mais tranquilidade e proteção, procure uma corretora de seguros. Um corretor pode indicar o que mais se adequa a seu perfil e à sua viagem.

 

O que é e para que serve a Fiança Locatícia?

O que é e para que serve a Fiança Locatícia?

Alugar um imóvel pode ser rentável para o locador e interessante para o locatário. Essa relação, contudo, pode entrar em atrito se o acordo entre as duas partes não for feito com base na lei. Um contrato que beneficie ambos e traga garantias na oferta do imóvel e nas obrigações quanto a pagamentos pode evitar muitos problemas.

Do lado do locador, um quesito importante é o imóvel estar em boas condições de uso. Já para o locatário, uma certificação de que o valor do aluguel e demais encargos presentes no contrato serão pagos é a condição inicial.

Existem cinco opções de garantia, escolhidas pelo proprietário do imóvel, previstas na Lei do Inquilinato: fiador, título de capitalização, pagamento caução, carta de fiança e fiança locatícia.

 

Tipos de garantia de aluguel

Dentre todos, o fiador costuma ser o mais escolhido, porém apresenta riscos já que nem sempre os fiadores são confiáveis, o locador pode acabar prejudicado no final do contrato, e ser um entrave para o locatário, que chega a pagar por um fiador de aluguel, muitas vezes um estelionatário. Além disso, se o locatário quiser alugar em outra cidade ou Estado, vai ter mais dificuldades encontrar alguém.

Outro bastante escolhido é o pagamento caução, em que o inquilino deposita o equivalente a três meses de aluguel. Uma alternativa aparentemente boa, mas no caso de inadimplência e a necessidade de uma ação de despejo, o prazo de conclusão judicial chega a ser maior e o locador acaba ficando prejudicado.

 

Vantagens da fiança locatícia

As imobiliárias têm dado preferência para o seguro de fiança locatícia e incentivam os proprietários de imóveis e também locatários a escolherem essa garantia pelas vantagens para todas as partes envolvidas. A primeira delas é a praticidade na hora da negociação, já que dispensa a indicação de terceiros, e torna o processo de locação menos burocrático.

 

Vantagens para as imobiliárias também existe a certeza de receber a taxa de administração e uma redução de custos com assistência jurídica, pagos pela seguradora. Os riscos são bem menores, quase nulos.

 

Os proprietários se beneficiam com o seguro pela garantia do cumprimento do contrato por parte da seguradora, a segurança contra fiadores profissionais e podem cobrir danos e a pintura do imóvel ao final do contrato.

 

As vantagens aos locatários começam em excluir a necessidade de um fiador para aprovação de contrato, o que evita certos constrangimentos. O tempo de aprovação reduz de dias ou meses para, no máximo, 48 horas, o que favorece bastante. As seguradoras podem facilitar o pagamento em até 10 vezes. E dependendo da segurado há coberturas extras com reparos, descontos em transportadoras para a mudança e outros serviços.

O custo deste seguro normalmente é do locatário, mas é livre a negociação, podendo o proprietário arcar com 50%, por exemplo.

Porque é importante ter um seguro de vida?

Porque é importante ter um seguro de vida?

Quando o principal provedor de renda de uma família morre, sofre um acidente ou tem uma doença que restrinja a capacidade de trabalhar, o padrão de vida tende a ter certas dificuldades.

O seguro de vida é um contrato feito com as seguradoras que serve como uma garantia financeira para os familiares durante um período de tempo, conforme os itens discriminados na apólice e do valor acordado.

Também serve como um auxílio durante os trâmites do processo de inventário para solicitar herança, já que os custos podem chegar em até 20% do valor total do patrimônio da pessoa que faleceu. O que pode ser um ônus para a família.

 

Seguro pessoal

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, estabeleceu o seguro de vida como Seguro de Pessoas, já que é possível contratar como uma cobertura no caso de invalidez por acidente ou doenças graves que impossibilitem arcar temporariamente com as despesas familiares ou pessoais

Entre as coberturas mais comuns, além de morte (que inclui indenização por morte natural ou acidental) ou morte por acidente estão:

  • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA)
  • Invalidez Permanente Total por acidente (IPTA)
  • Invalidez Permanente por acidente majorada (IPAM)
  • Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD)
  • Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD)
  • Despesas médica, hospitalares e odontológicas (DMHO)
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT), esse geralmente é direcionado para profissionais liberais ou autônomos que dependem exclusivamente do trabalho para ter uma renda.
  • Diárias por internação hospitalar (DIH)
  • Doenças Graves (DG)
  • Essas coberturas podem ser contratadas em conjunto ou separadamente.

 

Avalie suas necessidades

Para saber a melhor opção de Proteção Familiar qual é o melhor contrato e qual o valor mais adequado a pagar, é preciso avaliar quais são suas necessidades e de sua família. Em geral, sempre existirá um seguro que atenderá suas necessidades.

Considerar o padrão de vida desejado para os dependentes indicados no seguro é bastante importante. Gastos com moradia, alimentação, educação e saúde da família, assim como despesas com funeral e contas médicas devem ser pensados antes de assinar a apólice. Esse valor deve ser o suficiente para os beneficiários arcarem com os gastos, pelo menos, até que a família possa se reestruturar financeiramente de novo.

Igualmente, se o seguro for contratado para arcar com necessidades pessoais, o valor deve manter um padrão aceitável para contas básicas pelo tempo contratado.

 

Como calcular o valor da apólice?

 Serão necessárias algumas informações, que mudam de acordo com a seguradora, mas normalmente, são solicitados:

Declaração Pessoal de Saúde (DPS);

Idade; Estado Civil; Renda; Coberturas desejadas e Capital Segurado.

Ressaltando que este tipo de seguro poderá ser contratado pela empresa, para seus funcionários, nestes casos a forma de cálculo e informações necessárias são diferentes dos seguros individuais.

 

Seguro de vida é herança?

 De acordo com o artigo 794 da Lei n° 10.046 de 10 de janeiro de 2002 do Código Civil, “No seguro de vida ou de acidentes pessoais para o caso de morte, o capital estipulado não está sujeito às dívidas do segurado, nem se considera herança para todos os efeitos de direito”, ou seja, seguro de vida não é herança por alguns motivos distintos:

No caso da herança, os herdeiros – cônjuges, descendentes, ascendentes – partilham todo o patrimônio do falecido, não apenas os bens e créditos, como a responsabilidade sob dívidas. O processo de abertura de um inquérito pode levar de três a seis meses e se houver divergência entre os herdeiros, o encerramento chega a quatro anos. Enquanto isso, os familiares precisam buscar outras formas de se manter e pagar pelos encargos processuais, mais o Imposto sobre transmissão causa mortis e doação (ITCMD).

No seguro de vida, o processo é muito mais simples. A partir do aviso de sinistro e de entregue toda a documentação diretamente a seguradora, em até 30 dias é liberado a indenização aos beneficiários indicados na apólice, não há inventário, desconto de impostos ou retenção para o pagamento de dívidas.

 

Por que contratar uma consultoria de seguro?

 Decidir por um seguro que vai servir como uma proteção financeira futura para sua família pode levar muito tempo e ser bem confuso, já que existem muitas seguradoras, incluindo as falsas, além das propostas oferecidas pelos bancos, que na maioria das vezes não são interessantes.

Uma solução que deve ajudar nessa hora é contratar uma consultoria de seguros. Profissionais atualizados e atentos às mudanças do mercado irão oferecer produtos e serviços direcionados especificamente às suas necessidades. Dessa forma, há uma neutralidade nas propostas de contrato e agilidade na elaboração de estudos e diagnósticos técnicos.

Segurança, agilidade, profissionalismo, neutralidade, são algumas das muitas vantagens de procurar pela assessoria de uma consultoria de seguros.

O que é e para que serve o seguro para obras ou seguro de riscos de engenharia?

Uma obra, seja ela feita por uma empresa ou construtor autônomo, sempre é uma área de risco e muito favorável para acidentes e danos materiais. Mesmo que tenham sido tomadas todas as medidas de segurança, é importante a contratação de um Seguro de Risco de Engenharia.

O Seguro de Risco de Engenharia cobre, danos às obras (imóveis e demais infra-estrutura em construção) e aos equipamentos utilizados.

Para dar início a contratação de um Seguro de Risco de engenharia é preciso fazer um orçamento minucioso e colocar na ponta do lápis custos com material, mão de obra e possíveis imprevistos, como material excedente, quebra de material, acabamentos, atrasos por vários motivos, acidentes com pessoas e máquinas.

A contratação de um Seguro poderá eliminar ou amenizar as despesas com o imprevisto e evitar que o sonho vire um pesadelo sem fim.

A contratação de um Seguro de Risco de Engenharia que garante a indenização de danos durante a construção pode evitar despesas não previstas no planejamento e proporcionar mais tranquilidade para seguir com o planejamento e manter o orçamento mais baixo. As seguradoras oferecem o seguro de Riscos de Engenharia, ou seguro para obras, sendo assim, todos e qualquer evento de origem súbita e imprevista tem cobertura, exceto os citados no contrato como excluídos.

Existem três modalidades do Seguro de Risco de Engenharia. Essas modalidades são: obras civis em construção (OCC), instalação e montagem (IM) e quebra de máquinas (QM).

Em certos casos, há a necessidade de se contratar às três modalidades em uma mesma obra.

 

Como escolher a melhor seguradora para contratar o Seguro de Risco de Engenharia?

É importante ter confiança na seguradora e na empresa que oferece o serviço. Precisa recorrer a uma consultoria em seguros, que seja especializada em analisar o risco de sua obra. Desta forma poderão orientar qual a seguradora e a melhor opção de contratação para proteger sua obra de danos, acidentes e custo fora do orçamento.

Profissionais atualizados e atentos às mudanças do mercado irão oferecer produtos e serviços direcionados especificamente às necessidades da sua obra. Dessa forma, há uma neutralidade nas propostas de contrato e agilidade na elaboração de estudos e diagnósticos técnicos, para a contratação do Seguro de Risco de Engenharia.

Segurança, agilidade, profissionalismo, neutralidade, são algumas das muitas vantagens de procurar pela assessoria de uma consultoria de seguros.

 

O Seguro de Risco de Engenharia tem cobertura básica e adicional?

Na cobertura básica estão:

  • Riscos inerentes à construção ou à instalação/montagem, inclusive incêndio, erro de produção ou de projeto;
  • Roubo e furto qualificado;
  • Riscos da natureza, danos causados por vendaval, queda de granizo, queda de raio e alagamento;
  • Defeitos de fabricação do material;
  • Erros de projeto e de montagem;
  • curto-circuito;

Nas coberturas adicionais estão:

  • Erro de projeto: cobre, danos causados às obras decorrentes de erro de projeto e os prejuízos ocorridos durante reposição ou reparo.
  • Responsabilidade civil: além de garantir indenização para danos a terceiros, cobre, gastos com honorários de advogados.
  • Responsabilidade civil cruzada: cobre os danos materiais causados involuntariamente a terceiros, decorrentes da execução da obra por empreiteiros ligados diretamente ao segurado principal na prestação de serviços durante o prazo de vigência da apólice.
  • Equipamentos móveis na obra: cobre, danos de causa externa a equipamentos móveis dentro do canteiro de obras.
  • Equipamentos e ferramentas de pequeno e médio porte: garante perda e danos materiais causados a equipamentos e ferramentas como, furadeira, marteletes, serras elétricas, lixadeiras, etc. De propriedade do segurado ou por ele alugados, utilizados na obra e nas instalações provisórias dentro do canteiro de obras.

A confiança em contratar um Seguro de Risco de Engenharia depende dos detalhes e o plano que mais se encaixa com suas necessidades, como citou acima; e isso tem muito a ver em quem será depositada a confiança no contrato do seu seguro. Escolha o trabalho de um profissional capacitado, bem informado e com experiência em seguros, como um bom corretor de seguros da Ransom.

A Ransom Seguros, com mais de 20 anos de experiência, tem os melhores profissionais, que irão tirar todas as dúvidas sobre o contrato, indicar as operadoras e as coberturas mais adequadas para atender você, sua família e sua empresa na hora de construir e realizar seu sonho.Fale com um de nossos especialistas e cuide de sua Obra com segurança e tranquilidade.

Por que um Seguro pode garantir o sucesso no seu evento?

Eventos podem ser lucrativos e interessantes, mas podem também trazer prejuízos. Por isso, precisam de organização e segurança para terem sucesso

O setor de eventos vem crescendo mesmo com a economia tentando se recuperar. A Associação Brasileira de Empresas e Eventos (Abeoc), apontou um crescimento de 14%. Segundo o site do Ministério de Turismo, só este ano estão programados 789 eventos em todo o Brasil.

Esse crescimento acontece, porque muitas empresas têm visto os eventos como importante ferramenta de marketing. Uma das estratégias escolhidas é o live marketing, ou o marketing “ao vivo”, em que há uma interação imediata com o público. Um estudo da Associação de Marketing Promocional (Ampro), mostrou que esse segmento live movimenta R$ 49,7 bilhões no país.

O investimento em eventos cria novas oportunidades de negócios, aumenta a oferta de empregos formais e informais, aquece o turismo e favorece o setor de hotelaria.

 

Como garantir o sucesso de seu evento na pratica?

Para garantir sucesso em um evento, indiferente do tipo ou tamanho, é preciso ter todos os detalhes minuciosamente pensados e planejados. A melhor data, o público-alvo, o local mais adequado, melhores fornecedores, a equipe que estará envolvida, possíveis patrocinadores, a estrutura física e tecnológica, tudo previamente organizado e anotado. Programar cuidadosamente garante a credibilidade da empresa organizadora, a confiança de todos envolvidos e a satisfação final do público. Para o fim ser perfeito, os meios devem ser bem administrados. O caminho do sucesso no final depende disso.

 

Check-list

A melhor estratégia inicial é montar um check-list. Fazer uma lista com todos os pontos essenciais, seguida de contatos e informações precisas auxilia bastante o trabalho.

 

Local

Definir o local do evento deve ser o primeiro item da lista, logo depois de escolhido o objetivo ou tema. Tendo esse assunto resolvido, fica mais fácil pensar em datas, orçamentos, patrocínios, números.

 

Segurança

A segurança precisa ser fator em destaque na lista de assuntos a se resolver na organização de um evento. Escolha o lugar com espaço adequado, saídas e equipamentos de emergência devem ser checados e a contratação de uma equipe de segurança capacitada deve ser vista com atenção.

 

Público-alvo

Quem deve ser esperado durante o evento.

 

Equipe

Investir em uma equipe qualificada faz toda a diferença. São pessoas e empresas fornecedoras que vão trabalhar comprometidas com o resultado satisfatório.

 

Como prever imprevistos e cobrindo prejuízos?

 Ainda que o evento seja bem planejado, imprevistos podem acontecer:

Atrasos ou danos na montagem e desmontagem; problemas com o trânsito, com a fiação, com a estrutura, utilização dos equipamentos, danos ao local; acidentes envolvendo funcionários ou público, processos por danos morais, responsabilidade civil; explosões, incêndios, irregularidades no uso de fogos de artifício; condições climáticas (se o evento depender disso); possível cancelamento, atraso na entrega dos fornecedores, falta de palestrantes ou artistas.

Infelizmente, são vários os fatores que podem transformar um planejamento de sucesso em uma sucessão de acontecimentos inesperados.

 

Tipos de eventos

 Na internet foram listados mais de 120 tipos de eventos existentes. Eles foram divididos dentro de quatro tópicos principais que são, os eventos corporativos, como palestras, congressos, conferências, simpósios, feiras, entre outros. Eventos sociais, em que estão os casamentos, formaturas, bodas. Eventos culturais, shows, concertos, concursos, rodeios, exposições. Eventos religiosos, que reúnem fiéis em shows, retiros espirituais, cultos, caminhadas, festas. Eventos políticos, com destaque para comícios e convenções. Eventos esportivos, corridas, competições, campeonatos, atividades de lazer, gincanas.

Cada um precisa de um seguro detalhado, com uma cobertura completa direcionada a uma situação específica.

 

Como escolher o melhor seguro?

 Para evitar uma longa dor de cabeça e prejuízos representativos, quem é responsável por um evento deve pesquisar e incluir a contratação de uma boa companhia de seguros. O ideal é recorrer a uma consultoria em seguros, (https://ransomseguros.com.br/produtos/seguro-para-eventos/) onde o responsável pelo evento terá assessoria para escolher a seguradora e a melhor opção de contratação que cubra todos problemas que venham acontecer.

Segurança, agilidade, profissionalismo, neutralidade, são algumas das muitas vantagens de procurar pela assessoria de uma consultoria de seguros.

Profissionais atualizados e atentos às mudanças do mercado irão oferecer produtos e serviços direcionados especificamente às suas necessidades.