Dicas para baixar o seguro automóvel

Ter e manter um carro é uma conquista e um desafio. Depois de muito planejamento e economia para conseguir pagar todas as parcelas, ainda é preciso arcar com outros gastos, como combustível e manutenção.

Com tantas despesas, incluindo o DPVAT, que é obrigatório, pago ao Governo, contratar um seguro automóvel é uma decisão que vai sendo adiada, ainda mais por ser um dos mais caros.

Ao mesmo tempo, com tantos roubos e furtos, e com o constante risco de acidentes a todo instante, não ter uma proteção é mais complicado. Muitos donos de carros só entendem a importância, quando um evento inesperado acontece e não há como recorrer a ninguém a não ser ele mesmo.

Mas antes de excluir o seguro do orçamento, saiba que é possível baixar o valor do seguro através de medidas simples, que podem ser facilmente realizadas.

Para saber quais são essas medidas, conheça os fatores que contam na hora de calcular o valor da apólice.

 

Como a seguradora define o valor do seguro  

Para calcular o valor do seguro, as seguradoras levam em conta:

– Dados do veículo

As seguradoras verificam o ano, modelo e as características do veículo e pesquisam o índice de roubo, segundo tabela da FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, podendo aumentar o seguro quanto maior for esse índice.

Também certificam a frequência com o qual o veículo é usado. Carros utilizados para passeio, por exemplo, normalmente resultam em um valor menor do que os usados para trabalho ou viagens constantes.

Outro fator é o preço das peças para reposição. Da mesma forma, itens adicionais como kit gás, blindagem, acessórios extras, entre outros, entram como condições para um seguro com custos mais elevados.

 

– Local da Residência e Tráfego do veículo

Alguns bairros tem um maior risco para roubos e determinados lugares de tráfego são mais suscetíveis a acidentes.

 

– Perfil do motorista

Dentro dessa categoria, as seguradoras conferem a idade, o gênero, estado civil, se tem filhos entre 18 a 24 anos, tempo de habilitação e histórico de ocorrências, ou seja, se quem vai conduzir o veículo já se envolveu com algum sinistro, o custo do seguro aumenta.

 

– Valor da franquia

A franquia é o quanto o segurado deve pagar em caso de sinistro. Para entender, se foi estipulado o valor de franquia de R$ 2.000,00 e o valor do concerto ficou em R$ 5.000,00 , o segurado arca com R$ 2.000,00 e a diferença cabe a seguradora.

 

– Coberturas escolhidas

Quanto mais coberturas inclusas na apólice, maior o valor do prêmio, ou seja, o valor das mensalidades pagas pelo segurado.

 

Medidas para baixar o valor do seguro

Ao considerar os pontos que podem reduzir o custo, vale reforçar que fraude em seguros é considerado crime, com penalidade prevista em lei. Ao preencher o formulário com seus dados e os dados do veículo, responda todos de forma clara e honesta.

Abaixo, algumas medidas:

Guarde seu carro em Garagem ou estacionamento

Uma primeira informação que pode reduzir o preço do seguro é onde o carro costuma ser guardado. Se a residência do motorista tem garagem ou o veículo é guardado em estacionamentos fechados, isso demonstra uma maior dificuldade para roubos.

Escolha o seguro que cabe no seu bolso

Avalie o número de coberturas oferecidas e repense sobre quais realmente se encaixam na renda familiar. Embora proteger o seu carro para as mais diversas ocasiões seja tentador, escolha as coberturas mais básicas.

Para se ter uma ideia, os planos iniciais cobrem incêndio e roubo, podendo complementar com colisão, terceiros e outros opcionais, têm proteção para vidros, responsabilidade civil, carro extra e serviços 24 horas não apenas para o carro, mas para a residência, com encanador, eletricistas, chaveiro.

No entanto, se a intenção é economizar, é melhor conter o entusiasmo e, a princípio só proteger seu carro.

Instale equipamentos de segurança

Rastreadores, travas e outros equipamentos, que reduzem o risco de roubos, auxiliam na redução do seguro. Informe-se com a seguradora a instalação desses recursos para carros com maior índice da FIPE.

Não se envolva em sinistros

Ser cuidadoso no trânsito não apenas resguarda seu carro contra acidentes, multas e outros problemas, como é fator importante para a seguradora ao calcular o valor da apólice.

Motoristas exemplares, que não têm sinistros registrados, podem receber bônus na avaliação final e ao renovar o seguro.

Valor da franquia próximo ao valor do conserto

Acionar o seguro de automóvel a todo momento, pode tirar os bônus conquistados por ser um bom motoristas. Assim, se o conserto do carro for menor ou próximo ao valor da franquia, prefira arcar sozinho, deixando para chamar a seguradora, quando o prejuízo for bem maior.

Franquia mais alta, seguro mais baixo

Existem três tipos de franquia, ampliada, básica e reduzida. Na forma ampliada, o seguro fica menor, porém em caso de sinistro, a responsabilidade do segurado é maior, o que também acontece para a franquia básica.

Já a franquia reduzida é o contrário, valor menor em caso de sinistro, com o seguro maior.

Pesquise o valor do seguro antes de comprar o carro

Conhecendo que as seguradoras calculam o valor do seguro pelo risco de roubo e pelo preço das peças para reposição, considere isso na hora de comprar o carro.

Sabendo da importância de contratar um seguro, ainda mais em grandes cidades, dê preferência para veículos menos visados e se estiver pensando em comprar um usado ou um modelo mais antigo, tenha consciência que o seguro vai encarecer.

 

Consulte um corretor de seguros para os melhores seguros

Um jeito para encontrar os seguros mais baratos é intermediar a negociação com um corretor de seguros. Esse profissional especializado está preparado para oferecer os planos mais adequados às suas necessidades e tirar as dúvidas sobre cláusulas e coberturas.

Antes de contratar um seguro, entre em contato com a equipe da Ransom Corretora de Seguros e conte com a assistência de quem tem experiência com seguros há 21 anos.

Como funciona seguro de moto contra furto e roubo?

Muitos querem ter uma moto pelos mais variados motivos. Os principais são a economia do valor de compra – uma das mais vendidas, a Honda CG 160, por exemplo, custa entre 7 mil a 10 mil reais -, para abastecer e em caso de manutenção, e pela facilidade de locomoção, especialmente nos grandes e congestionados centros urbanos.

As diversas vantagens também são positivas para o mercado, a venda de motos cresceu quase 18% nos primeiros meses de 2019, segundo a Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Em conjunto com o aumento das vendas, o roubo e furto de motos é igualmente alto. Somente na cidade de São Paulo, foram registrados mais de 6 mil roubos e um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisa da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) mostrou que no Estado paulista são roubadas quatro motos por hora. Essas estatísticas acontecem exatamente pela facilidade em roubar as motos e, infelizmente no financiamento de quem procura peças no mercado paralelo.

Existem algumas formas de se proteger contra o roubo ou furto de sua moto, como escolher lugares com maior movimento de pessoas e em horários mais seguros, procurar estacionamentos, colocar travas e um pouco procurado, mas que vale muito a pena para quem tem, é contratar um seguro. Falando em seguro, você sabe como funciona o seguro contra furto e roubo de motos? Então, continue lendo e saiba um pouco mais sobre essa modalidade.

Tipos de seguro para moto

Escolher qual é mais direcionada para a sua moto vai depender em quais situações se pretende receber a indenização em caso de sinistro. Basicamente, são duas formas de seguro oferecidos:

– Compreensivo: quando há cobertura completa tanto para roubo e furto, como para colisões, responsabilidade civil, além de garantir assistência 24 horas para a moto, estendendo para a residência, de vários serviços técnicos e cobertura para acessórios como capacete, botas, luvas, etc.

– Não-compreensivo: esse tipo de seguro possui cobertura parcial, incluindo roubo e furto e incêndio. Essa modalidade irá proteger a sua moto contra roubo e furto da mesma forma, porém com um preço mais em conta, o que é bem interessante para quem está com o orçamento um pouco apertado.

 

Como é avaliado o valor do seguro

Para definir o valor do prêmio, isto é, de quanto o segurado vai precisar pagar pelo seguro, as seguradoras costumam avaliar algumas informações do proprietário ou de quem irá usar a motocicleta e também dados relacionados ao veículo, a chamada simulação de seguro. Esses esclarecimentos costumam ser respondidos em um formulário fornecido pela segurado.

Sempre destacando a importância de responder corretamente o questionário, evitando cálculos errados, elaboração incompleta da apólice ou ainda, alegação de fraude e recusa da indenização, sob punição prevista em lei.

Das informações sobre o segurado que podem influenciar no preço do seguro, estão:

– Gênero

– Estado Civil

– Com ou sem filhos

– Idade

– Tempo de carteira de habilitação

– Quem irá usar a moto

– Endereço, com destaque para o bairro onde mora

– Lugar onde a moto será guardada e para que ela será usada.

 

E sobre a moto:

– Modelo

– Ano de Fabricação

– Categoria (luxo, custom, city, street, esportiva…)

– Cilindradas

– Quanto já foi usada ou se é 0 km

– Financiada ou alienada

 

As perguntas podem mudar conforme a seguradora. Para quem pretende contratar seguro apenas contra roubo e furto, existe a possibilidade de fazê-lo sem perfil ou simplificada, no entanto, se a moto for roubada, a indenização é paga conforme a tabela FIPE do mês.

 

Como saber qual o melhor seguro para a sua moto

Se você está em dúvida sobre como fazer uma simulação de seguro para a sua moto e em qual seguradora fazer a cotação. E se não tem muito tempo para ler cada um dos contratos apresentados, a opção mais indicada é entrar em contato com um corretor de seguros, um profissional qualificado, que saberá responder todas as dúvidas sobre os termos e detalhes da apólice e qual seguradora mais se adapta à sua realidade.

A Ransom Corretoras de Seguros tem mais de 20 anos de experiência no mercado securitário e oferece todo o suporte que o cliente precisar. Para falar com um corretor, entre em contato pelo site, telefone, redes sociais ou baixe o novo app da Ransom pelo Google Play ou App Store do seu celular.

Seguro para transporte internacional

Exportações e importações movimentam a economia em todo o mundo. A globalização, a facilidade de informação e a expansão de empresas aumentaram a remessa e entrega de produtos.

Com isso, se tornou necessário um planejamento detalhado de logística de transporte internacional, que envolve diversos fatores, com vantagens, desvantagens e alguns problemas, que podem acarretar prejuízos.

Seja qual for o modal de transporte utilizado, isto é, marítimo, aéreo ou rodoviário, existe a possibilidade de passar por dificuldades como roubo de carga, acidentes, atrasos, avarias, perdas e extravios.

Com essa triste realidade, a contratação de um seguro para transporte internacional, não apenas é obrigatório por lei, como é de extrema importância para proteger a carga e garantir a qualidade de serviço da empresa responsável pela entrega, através de indenização.

 

Como funciona o seguro?

O atendimento é feito em vários países do mundo, conforme estipulado em contrato e possui coberturas para todos os riscos recorrentes por perda, dano, acidentes, eventos naturais, desmoronamento e terremoto, e acidentes de trânsito.

Dentre as facilidades desse seguro estão a averbação eletrônica, quando o segurado avisa à seguradora que a carga está em trânsito e o pagamento em reais, livrando o segurado da obrigação de encargos com o fechamento do câmbio.

Para saber detalhadamente as condições do contrato, o que está coberto, o que pode acarretar em recusa de indenização, quais os direitos e deveres do segurado e da seguradora, é importante ler com atenção as cláusulas.

Basicamente, as coberturas são divididas em:

 

– Ampla A

Cobre perda ou dano do material ocorrido por qualquer causa, sendo recusada a indenização em caso de inexistência ou inadequação de embalagem apropriada, que deve manter a integridade do material, danos morais, uso de arma de guerra, poluição ou contaminação causados pelo objeto, falta de condições de navegabilidade ou inaptidão em conduzir o meio de transporte, assim como atos ilícitos do segurado, entre outros explícitos na apólice.

Sempre atentando para o fato de que fraude de seguro é crime com punição prevista em lei.

 

– Restrita B

Modalidade específica para riscos de acidentes durante o transporte e ocasionados por desastre natural, como desmoronamento e terremoto, incêndio, raio, explosão, encalhe, naufrágio, abalroamento, capotagem, colisão, aterrissagem forçada, inundação, transbordamento, entre outros fatores.

Não haverá cobertura se houver atos ilícitos do segurado ou beneficiários, carga embalada de forma distinta às estipuladas, guerra, rebelião, confisco, minas, torpedos ou bombas, armas químicas, biológicas ou cibernéticas, terrorismo, variação de temperatura, transbordo ou desvio de rotas, extravio de volumes inteiros, quando não for transportado em veículos do segurado, danificação ou destruição voluntária e má fé, entre outros.

 

– Restrita C

Para riscos causados por acidentes de trânsito durante o transporte, incluindo encalhe, naufrágio, capotagem, descarrilamento, colisão, carga lançada ao mar, descarga da carga em porto de arribada, perda total durante operação de carga e descarga do navio, despesas que o segurado seja obrigado a pagar ao transportador, conforme previsto em contrato.

Sendo excluídos prejuízos decorrentes de causas especificadas acima, incluindo eventos ocorridos durante a permanência do objeto em armazéns, acondicionamento inadequado, inclusive quando feito em container ou liftvan antes do início da cobertura, e outras cláusulas da apólice.

 

Como saber qual o seguro mais adequado?

Os seguros para transporte internacional devem ser feitos com base no International Commercial Terms (Incoterms), ou termos internacionais de comércio, e tendo em vista os riscos apresentados durante a viagem.

Se o segurado tem dúvida sobre qual seguro contratar, o mais aconselhado é entrar em contato com uma corretora de seguros, para tirar as dúvidas com um profissional qualificado para atender e informar sobre todos os detalhes do contrato, indicando o que mais se adequa à realidade de negócios do segurado.

Para mais informações sobre esse e demais seguros, fale com um corretor de seguros, fale com Ransom.

Como proteger minha moto contra roubo

Motos são veículos versáteis, mais baratos, econômicos e mais velozes que os demais veículos. Do mesmo jeito, são muito visados por ladrões, exatamente pela facilidade para roubar.

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), divulgou um estudo mostrando que quatro motos são roubadas por hora, só no Estado de São Paulo, sendo quase 3 mil por mês e quase 100 por dia. As cidades paulistas que encabeçam a lista do ranking de furtos e roubos estão São Paulo, com 37% e 43% consecutivamente e as cidades do ABC, com 2% e 4%.

Quem anda sobre duas rodas porque gosta ou precisa do veículo para trabalhar, sabe quanto é difícil o valor do prejuízo ao perceber que seu patrimônio foi levado embora. Como fazer para não sair perdendo nesse caso? O melhor é contratar um seguro, porém nem todos pensam assim.

 

Por que nem todos contratam um seguro?

Mesmo conhecendo as estatísticas e sabendo dos riscos relacionados às motos, muitos proprietários ainda não fizeram o seguro de moto para proteger contra roubos e furtos, associado a outras coberturas, contra acidentes, por exemplo.

Os motivos, basicamente são dois, o primeiro é por falta de entender a importância do seguro e o outro é por achar que o alto valor da cotação não vale a pena, quando se coloca em conta quanto se pagou pela moto. O problema em se pensar assim é, que de uma hora para outra a motocicleta pode ser roubada e, se não estiver protegida, o que fica são só as contas relacionadas a ela.

 

Como é o seguro para moto?

Funciona como o seguro auto, ou seja, as mesmas coberturas descritas na apólice contra roubo e furto de automóveis são válidas para moto. É possível contratar todas juntas, com o seguro compreensivo ou o não-compreensivo.

Ambos os casos, a moto estará protegida se for roubada, porém é interessante fazer o total, dessa maneira seu veículo estará segurado também contra colisões, incêndio, danos ao faróis, lanternas e retrovisores, danos físicos e morais a terceiros, reposição de capacete, macacão e jaqueta e ainda conta com assistência 24 horas.

 

Vale a pena ter um seguro para moto?

Avaliando todas as circunstâncias e o custo-benefício, vale muito a pena investir em um seguro. Isso porque ainda que parece um valor relativamente alto para alguns motoristas, as modalidades de cobertura são bastante vantajosas e ainda traz mais tranquilidade, se houver roubo.

Claro que é importante ressaltar que é arriscado deixar de informar todos os dados solicitados pela seguradora, pensando em conseguir uma apólice mais em conta, porque se houver um sinistro, a indenização só será feita depois de uma investigação detalhada, e se houver fraude, além de perder o que foi pago, ainda pode ser autuado por crime.

 

Como saber qual o melhor seguro?

Antes de se decidir sobre qual seguro atende todas as necessidades relativas a sua moto, converse com um corretor de seguros. Dessa forma, terá as informações completas a respeito de como pagar um valor justo e acessível.

Tire todas as suas dúvidas antes de fechar o contrato, incluindo qual seguradora mais se encaixa ao seu perfil e avalie que realmente vai ser muito bom ter sua moto protegida contra roubo e poder contar, com segurança, quando precisar.

Seguro Auto X Proteção Veicular

Na hora de proteger seu patrimônio muitas pessoas pesquisam pelas opções que valem mais a pena, tanto em preço, quanto em benefícios. Para veículos, isso vale da mesma maneira, ainda que apenas uma porcentagem muito pequena invista nessa proteção.

As duas formas mais conhecidas são o seguro automotivo e a proteção veicular, que parecem ter características em comum, mas a verdade é que existem muitas particularidades que os diferenciam, como o tipo de contrato, quem presta esse serviço, valores, cobertura, regulamentação.

Antes de decidir, é preciso entender e estudar cada caso para ter a certeza de qual é mais adequado para você e se compensa mesmo fechar negócio. Continue lendo e conheça como funciona cada proteção, a diferença entre ela e o que é ou não é vantagem:

Quem é responsável

O seguro automotivo é comercializado por empresas seguradoras, que seguem padrões de atendimento garantidos por lei. Quando acontece um sinistro, o segurado aciona diretamente seguradora, que irá proceder conforme o acordado em contrato previamente firmado entre as duas partes.

A proteção veicular já é de responsabilidade de associações ou cooperativas, que trabalham com um sistema de rateio, ou seja, um grupo de pessoas divide os custos em caso de sinistro, ficando a cargo do proprietário do veículo, que também paga por danos ocorridos aos veículos dos demais associados. Existem empresas que prestam esse serviço, administrando o grupo.

Cobertura

De modo geral, as duas modalidades oferecem as mesmas coberturas no caso de roubo, furto, colisões, incêndios e danos à terceiros. O que pode ser diferente é referente às coberturas adicionais, as seguradoras costumam incluir serviços 24 horas, entre demais itens. As associações podem ter esses serviços, porém não é uma regra.

Adesão ou análise de risco

As seguradoras costumam realizar uma análise minuciosa sobre as condições do veículo e também segurado antes de definir o total do seguro e o valor do prêmio. São avaliados o tipo do veículo, se a marca é muito visada, por exemplo, as condições e utilização do veículo, assim como se leva em conta o gênero do segurado, faixa etária, local de residência e se outras pessoas irão conduzir o veículo. Uma vantagem é que o valor por ser parcelado.

Na proteção veicular, a adesão tem bem menos requisitos, sendo mais rápida e somente as condições do veículo são avaliadas. Quanto ao valor, além da taxa de adesão são cobrados valores mensais, que são estipulados pelo número de associados.

Apólice

A diferença é bem aparente, ou seja, enquanto as seguradoras são obrigadas por lei a apresentar uma apólice com todos os detalhes, discriminando deveres e direitos das partes em questão, nas associações, esse documento se resume a um contrato de responsabilidade mútua, especificando que os riscos são por conta dos associados, seja quem estiver sofrido o sinistro.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pelo Ministério da Fazenda. Esses órgãos são responsáveis por fiscalizar e controlar os seguros, forçando as seguradoras a manter um padrão dos contratos, com o objetivo de atender corretamente os consumidores de acordo com a lei.

As associações são supervisionadas pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB) e suas ações são amparadas pela Constituição Brasileira, que permite formar cooperativas para fins lícitos, sem uma legislação específica que ampare o consumidor.

Valor

Os valores das seguradoras variam conforme o veículo, o proprietário e as coberturas acrescentadas na apólice. Depois de estipulado, o valor pode ser pago de uma só vez ou parcelado mensalmente, sendo reposto no caso de sinistro.

No caso da proteção veicular, os valores são menores e são pagos mensalmente, como uma taxa, e em caso de sinistro é feito um rateio para pagamento. Além disso, se o associado precisar usar com mais frequência os serviços da cooperativa, é cobrado uma taxa, o que não ocorre para segurados.

Indenização

A lei estabelece que o segurado seja indenizado em até 30 dias, respeitando o valor de mercado do veículo, diferente do associado, que só recebe o valor se houver em caixa, o que pode levar mais tempo e o valor pode ficar abaixo do estipulado pelo mercado.

Cancelamento

O segurado pode solicitar o cancelamento da apólice de seguro quando precisar. O principal procedimento é pagar um valor estipulado pela Susep, que define o percentual do prêmio conforme os dias utilizados. Se o valor calculado for maior que o valor do prêmio, a seguradora devolve ao segurado a diferença.

Cancelar o contrato de proteção veicular requer a responsabilidade de pagamento do próximo mês, uma carência de três meses após a adesão e há um prazo específico para solicitar o cancelamento. Infelizmente, existem muitas reclamações dos associados referentes a esse assunto.

Como escolher a melhor opção para o seu veículo

Avalie vantagens e desvantagens. Leia atentamente os contratos e não se apegue apenas a valores, é aquela velha história, que em certos casos, o barato pode sair mais caro e não compensar muito.

Proteger seu carro pode ser menos complicado do que se pensa. Uma dica é procurar um corretor de seguros e tirar suas dúvidas sobre qual a melhor opção. Tendo como base o profissionalismo e conhecimento, o corretor irá indicar quais contratos valem mais a pena e que irão atender mais prontamente suas necessidades. Não feche negócio antes de consultar um profissional habilitado.

Por que ter um seguro de carro?

O Brasil tem uma frota de pouco mais de 65 milhões de veículos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Desse total, avalia-se que pouco mais de 30% tenha um contrato de seguro. Diante da realidade do país que registra o roubo de um veículo por minuto e está em 4° lugar no ranking de países com mais imprudências no trânsito, essa porcentagem deveria ser maior.

 

O principal fator apontado pelos donos de veículos que não procuram uma proteção significativa é o alto custo dos seguros. No entanto, é importante pensar que ter um carro pede um planejamento financeiro que inclua não apenas o pagamento da entrada e das parcelas, como despesas com combustível, manutenção, consertos e reparos em avarias ocasionadas por acidentes.

 

Razões para contratar um seguro para seu veículo

Muitos proprietários alegam não contratar um seguro, porque se classificam extremamente cuidadosos com seu veículo e garantem que não vão se envolver em situações de risco. Pensam em seguro como uma despesa, quando na verdade, é um investimento e uma garantia, afinal todos estão propensos a situações inesperadas e nada melhor do que ser prevenido.

 

Outros bons motivos para incluir o seguro no orçamento são os serviços extras oferecidos pelas seguradoras, que vão além do guincho. Leia com atenção sua apólice para saber quais você tem direito antes de assinar. Entre eles, além da cobertura para roubo, furto, colisão, incêndio e alagamento, o destaque vai para o serviço de assistência 24 horas com atendimento para problemas mecânicos e elétricos, falta de combustível, troca de pneus e de bateria e chaveiro. Existem seguradoras que oferecem táxi até sua casa, se for necessário e um carro extra para você usar enquanto o seu está na oficina.

Ainda há a responsabilidade social, em que se houver colisão com terceiros, a seguradora se responsabiliza com os danos causados tanto a seu veículo, como do veículo do terceiro. E se na hora do acidente algum passageiro se machucar, tem a cobertura por danos corporais.

E essa assistência se estende protegendo a sua casa, através de serviços emergenciais com mão de obra gratuita de eletricista e encanador, que podem consertar eletrodomésticos, limpar calhas, desentupir canos e até mesmo um chaveiro comum.

Quem tem benefícios especiais nas seguradoras são as mulheres, isso porque ainda que o ditado popular as veja como um perigo no volante, a verdade é que elas são mais cuidadosas e se envolvem menos em acidentes. Elas podem usufruir, por exemplo, de descontos em academias, entre outros serviços.

 

Como contratar o melhor seguro para o seu carro

A escolha certa do corretor pode fazer muita diferença. Uma sugestão é recorrer a uma corretora de seguros que faz consultoria completa sobre quais os melhores planos e condições que vão atender suas necessidades.

Avalie com atenção se todas as cláusulas da apólice estão de acordo com o que vai precisar, para não pagar a mais, ou pior, não ter a assistência adequada.

 

Tipos de cobertura

As modalidades oferecidas pelas seguradoras são:

– Compreensiva ou total: cobre danos causados por colisão, furto ou roubo e incêndio. E na maioria, inclui responsabilidade civil contra terceiros.

– Roubo ou incêndio: não inclui reparos ou indenização por colisão.

– Responsabilidade civil contra terceiros: cobre danos morais, materiais e corporais causados a outras pessoas em um acidente.

 

Economize na hora de contratar

Existem alguns pontos a serem observados na hora de contratar um seguro para seu veículo que podem interferir no valor do prêmio. Lembrando que, em certos casos, economia não é a alternativa mais certa quando se quer proteger seu patrimônio e sua família. Sim, fazer um seguro para o seu veículo protege também sua família.

Se você está planejando comprar um carro, pesquise o seguro antes. Sabia que existem carros que são mais visados pelos ladrões e, por isso, o valor do seguro é muito maior? Pergunte e pesquise se o seu carro está nessa lista. Se ainda assim quiser fechar negócio, esteja preparado para pagar a mais.

 

Mais uma vez, optar pela consultoria de uma corretora de seguros, pode ajudar a escolher um plano mais favorável.

 

Os avós já diziam que “economia é base da porcaria”, tenha cuidado em querer economizar demais e acabar tendo que desembolsar muito mais se acontecer um acidente, especialmente se envolver terceiros. Uma indenização por danos físicos e morais pode passar de R$ 1 milhão.

 

Instale dispositivos de segurança, assim o seu seguro vai sair muito mais barato. Segurados que passam a impressão que irão acionar menos vezes a seguradora tem mais descontos no valor da apólice.

 

Escolha bem o valor da franquia, que é o valor pago pelo segurado para cobrir o prejuízo, quanto maior a franquia, menor o prêmio. Agora, considere se vale mesmo escolher um valor reduzido.

Existem quatro tipos de franquia:

Básica: quando o valor do prêmio aumenta e a franquia fica mais barata;

Reduzida: a franquia é menor e o valor do seguro é mais alto;

Ampliada: o valor do seguro é menor, mas o conserto do carro fica bem mais caro;

Isenta: o segurado não paga o sinistro, mas o valor do seguro aumenta.

 

Entenda os termos da apólice

Mesmo com uma assessoria especializada, é bom conhecer um pouco dos termos da apólice, lembrando que você é o segurado.

Prêmio: apesar do nome parecer algo que se ganha, na verdade, prêmio é o valor pago pelo segurado à seguradora para garantir as indenizações, estipulado em contrato.

Sinistro: é a ocorrência propriamente dita, ou seja, o que acontece com o seu carro e exige acionar o seguro.

Franquia: como já citado anteriormente, franquia é a parcela que o segurado paga para o conserto do veículo, mais ou menos, como um sinal. A franquia só não é cobrada se for atestado perda total.

 

Decida pelo melhor seguro para seu carro e, consequentemente para você. Lembre-se de responder certo o questionário para evitar perder seus benefícios por fraude e tenha mais tranquilidade.