Contratar seguro de vida na calamidade pública

Em meio a Pandemia e o número de mortes por COVID 19 aumentando, muitas pessoas passam a se preocupar em contratar um plano de saúde e seguro de pessoas. Uma situação caótica traz medo e desespero para a população. As buscas por plano de saúde e de vida são opções que trazem mais segurança e tranquilidade. Além de obter maior acessibilidade nos atendimentos médicos.

Desde que se deu início aos casos de COVID19 no Brasil, houve um aumento na procura de contratação a planos de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, o primeiro caso oficial de uma pessoa infectada foi registrado no dia 26 de fevereiro.

Em março, o aumento pela procura de planos de saúde foi de 136% quando comparado ao mesmo mês em 2019.

Também no seguro de pessoas (vida), a demanda aumetou nesses meses.

As notícias não pararam por aí! Existem alguns Projetos e Leis em andamento, como:

 

Projeto de Lei n° 2113, de 2020

Autoria: Senadora Mara Gabrilli (PSDB/SP)

Explicação da Ementa:
Proíbe que seguros de assistência médica ou hospital e seguros de vida ou invalidez permanente contenham restrições à cobertura em razão de eventos decorrentes da emergência de saúde pública relacionada ao Covid-19.

Situação Atual 26/05/2020 – REMETIDA À CÂMARA DOS DEPUTADOS

Fonte: www25.senado.leg.br/matéria 141676

Projeto de Lei n° 1542, de 2020

Autoria: Senador Eduardo Braga (MDB/AM)

Explicação da Ementa:
Suspende pelo prazo de 120 dias o ajuste anual de preços de medicamentos e de planos e seguros privados de assistência à saúde.

Situação Atual 03/06/2020 – REMETIDA À CÂMARA DOS DEPUTADOS

Fonte: www25.senado.leg.br/matéria/141436

 

Como escolher a melhor seguradora para contratar o Plano de saúde ou seguro de pessoas (vida) na Calamidade pública

É importante ter confiança na seguradora e na corretora que oferece o serviço. Precisa recorrer a uma consultoria em seguros, que seja especializada em analisar as necessidades de cada um e explicar como funciona essa contratação e as coberturas disponíveis, além das suas carências.

A seguradora precisa ser transparente e estar cumprindo com a legislação e as mudanças estipuladas em meio a pandemia.

Com confiança e responsabilidade a corretora poderá orientar qual operadora de seguro saúde e a melhor opção de contratação para cobrir as necessidades de sua família e também, qual a modalidade de seguro de pessoas (vida) ideal para atender a demanda de cada cliente.

Segurança, agilidade, profissionalismo, neutralidade, são algumas das muitas vantagens de procurar pela consultoria de uma corretora de seguros especializada em plano de saúde e Seguro de Pessoas.

 

Como entender as carências dos planos durante a calamidade pública?

Apesar das brechas que o governo tem mencionado para facilitar as contratações aos seguros de vida e planos de saúde, ainda é importante mencionar que existem carências a serem cumpridas durante a contratação de planos de saúde.

Existem períodos para realização de certos exames, consultas e também prazos em algumas doenças pré-existente dos segurados.

Mesmo com a possibilidade de carência na contratação de um plano de saúde na calamidade pública, ainda sim é bem vantajosa a contratação no momento da Pandemia. Visto que o sistema único de saúde está lotado e muitas vezes aguardar atendimento emergencial tem sido desesperador.

Ao contratar um plano de saúde, a possibilidade de atendimento mais rápido é maior, além de mais opções de clínicas e especialidades sem filas.

O seguro de vida também é uma contratação que tem deixado as pessoas mais tranquilas no momento da crise.

A escolha certa tem muito a ver em quem será depositada a confiança no contrato do seu seguro. Escolha o trabalho de um profissional capacitado, bem informado e com experiência em planos de saúde, como um bom corretor de seguros da Ransom.

Em meio a Pandemia, a Ranson tem especialistas que estão sempre acompanhando as mudanças regidas pelo governo e podem te orientar com segurança e confiança sobre e os planos que mais auxiliará você e sua família nesse momento difícil.

A Ransom Seguros, com mais de 20 anos de experiência, tem os melhores profissionais, que irão tirar todas as dúvidas sobre o contrato, indicar as operadoras e as coberturas mais adequadas para proteger você, sua família e sua empresa nesse momento de calamidade pública. A chegada de uma pandemia pegou todos de surpresas, é importante poder contar com uma corretora “cuidando hoje do seu amanhã”


Fale com um de nossos especialistase cuide de sua família com segurança e tranquilidade.

Seguro de vida Familiar, como funciona e como contratar

Todos sabem que um seguro de vida é um sinônimo de preocupação, mas é graças ao seguro de vida que podemos ter estabilidade em quaisquer circunstâncias, como doenças e acidentes.

Mas quando você pensa em seguro de vida, pensa apenas em você?

Na verdade, a maioria de nós pensaria na família, nas pessoas que tanto amamos e queremos deixar mais seguras. A modalidade individual de seguro de vida, bastante comum, não resguarda a sua família e a todos que você ama. Por isso, hoje você pode fazer um seguro de vida familiar, pensando nas pessoas que você quer cuidar, proteger e que tanto ama.

A maioria das pessoas não conhece essa modalidade de seguro de vida, por isso vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o SEGURO DE VIDA FAMILIAR.

 

Por que devo contratar o seguro de vida Familiar

Quando buscamos por um seguro de vida individual ou familiar, sabemos que o que você está buscando, na verdade, é ter tranquilidade.

Com um seguro que oferece coberturas diversas, todos de sua família ficam mais tranquilos em relação ao futuro. No seguro de vida familiar, a apólice foca na proteção de todos os contemplados, sejam eles quem for. Essa é a melhor opção para quem quer garantir segurança e acolhimento de quem ama.

O seguro de vida familiar é muito fácil de contratar, além de versátil e personalizado. Pode-se garantir que as coberturas sejam feitas sob medida para as principais necessidades de seus familiares e entes queridos.

O seguro de vida familiar, assim como o nome diz, oferece cobertura para o casal, de todos os tipos. Quando você opta por esse seguro, estará garantindo sua ampla tranquilidade e também de todas as pessoas que você é responsável.

O seguro oferece coberturas diversificadas e também a possibilidade de estender algumas proteções para o seu cônjuge. Dessa forma, os filhos ficarão ainda mais protegidos, já que, caso aconteça algo a um de seus pais, terão os recursos necessários para não passar dificuldades.

 

As vantagens em contratar o Seguro de vida familiar

Existem muitas vantagens na contratação de um seguro de vida familiar como citamos acima, vai entender cada uma delas.

 

  • Proteção financeira para a família

Infelizmente, não podemos prever os acontecimentos que podem ocorrer em nossas vidas. Dessa forma, o seguro de vida familiar ajuda a lidar com o inesperado de maneira mais tranquila, sem preocupações com a dificuldade, caso alguém da família sofra algum dano.

 

  • Tranquilidade para o segurado

Um seguro de vida frente a essa realidade de agitação e incertezas proporcionará ao segurado, tranquilidade, minimizando apreensões. Isso tornará sua vida leve.

 

  • Aproveitamento em vida

Um seguro de vida pode proporcionar ao próprio titular garantia para seu próprio uso. Mesmo vivendo cuidadosamente, ninguém está imune a situações de inconvenientes no cotidiano. Surgimento inesperado de doenças graves, acidentes que podem gerar uma invalidez para o trabalho, fatalmente, pode ocorrer. Dessa forma, o seguro de vida pode ampará-lo financeiramente nessas situações.

 

  • Não entra em inventário

Se o titular vier a falecer, todos os benefícios do seguro de vida são concedidos imediatamente aos favorecidos, sem precisar ser colocado em inventários. Dessa forma custos e burocracias são evitados e, os recursos são devidamente encaminhados.

 

  • Custo benefício

Uma boa vantagem em aderir a um seguro de vida é o proveito do seu custo-benefício. Por ainda ser um recurso pouco procurado as corretoras de seguros conseguem viabilizar ótimas oportunidades de cobertura junto às seguradoras.

Existem várias opções de valores para a apólice, adequando ao perfil do segurado. Fatores como disposição a tipos de risco, idade e outras opções personalizadas de cobertura são alguns exemplos que diferenciam os preços do seguro.

 

Quais as modalidades do seguro de vida familiar e o que ele cobre

As coberturas do seguro familiar variam de acordo com as necessidades do contratante.

Entre as mais básicas estão mortes acidentais, morte por qualquer causa (ocorrida de forma natural ou acidental), invalidez permanente (total ou parcial causada por acidente) e invalidez funcional (causada por alguma doença que gere a perda de autonomia).

Dependendo de algumas condições diferenciadas na família, é viável estender algumas coberturas adicionais. Elas vão trazer ainda mais proteção para todos os envolvidos, e incluem cobertura estendida para o cônjuge, diária por incapacidade temporária (para quem depende da renda e a perder se ficar afastado), assistência se algo acontecer com domésticas (como auxílio nutricional e assistência funeral individual ou familiar, estendida a cônjuges e filhos menores de 21 ano).

 

Como contratar o seguro de vida Familiar

A sua segurança e de seus entes queridos dependem dos detalhes e isso tem muito a ver em quem será depositada a confiança de sua apólice de seguro. Escolha o trabalho de um profissional capacitado, bem informado e com experiência em seguros de vida familiar, um corretor de seguros.

A Ransom Corretora, com mais de 20 anos de experiência, tem os melhores profissionais, que irão tirar todas as dúvidas sobre o contrato, indicar as seguradoras e as coberturas mais adequadas para proteger seus veículos.

Fale com um corretor de seguros e traga segurança e tranquilidade para quem você mais ama.

 

 

Vale a pena investir em seguro de pessoas?

A busca por um seguro de vida tem aumentado nos últimos anos entre os brasileiros. Dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), mostraram, que em 2018, a contratação chegou a R$ 38 bilhões, representando alta de 10%.

Esse crescimento demonstra, que os brasileiros estão se preocupando mais em como será o futuro financeiro pessoal e também o da família caso o familiar responsável pela principal fonte de renda tenha algum problema de saúde, que resulte em invalidez temporária ou permanente ou até mesmo morte.

Essa preocupação é fundamentada na insegurança econômica que o país passa todos os anos, com altas e baixas constantes, e a necessidade e escolha crescente de muitos ao se tornarem trabalhadores autônomos, que dependem integralmente do próprio trabalho para se manterem financeiramente.

Mesmo com um aumento na procura, ainda existem muito poucos brasileiros segurados com essa modalidade. Uma pesquisa feita pelo Ibope apontou que somente 15% contrataram um seguro de vida.

Esse percentual é resultado de um pensamento errado e a total falta de conhecimento sobre seguro de pessoas por parte dos brasileiros, que não sabem as reais vantagens em contratar algo que irá proteger o que mais importa em momentos que não se espera.

Para saber mais sobre como um seguro de vida pode valer muito a pena, continue lendo. A princípio, é preciso entender como o segurado, familiares e beneficiários podem usufruir dos benefícios do seguro e o quanto compensa ter um seguro de vida:

 

Coberturas de um seguro de vida

A primeira coisa que se pensa quando se fala em seguro de vida é que ele só é válido em caso de morte natural ou acidental. A verdade é que essa é a cobertura mais básica, que garante indenização do valor do seguro contratado aos beneficiários indicados em apólice, caso o segurado venha a falecer.

Dentro desse tipo de cobertura estão garantidos o reembolso dos custos com o funeral ou a seguradora se responsabiliza em arcar com os gastos até o valor estipulado. Caso esse valor seja maior, a família fica responsável.

No entanto, existem outras situações, ou sinistros, em que o seguro de vida pode ser bastante útil, até mesmo para o próprio segurado, ainda em vida, que também pode contratar um seguro mesmo que não tenha dependentes financeiros.

As demais coberturas dentro do seguro de vida são:

 

– Invalidez Permanente total ou parcial por acidente

Claro que ninguém faz um seguro de vida pensando em quando irá sofrer um acidente que o deixará impossibilitado de trabalhar, mas ter um caso isso aconteça faz toda a diferença.

Por meio do valor estipulado em contrato, o segurado pode se manter financeiramente por determinado período. Se contratadas, estão cobertas também as despesas médicas, hospitalares e odontológicas e as diárias por incapacidade temporária e internação hospitalar.

 

– Invalidez laborativa e funcional permanente total por doença

Esse tipo de cobertura é válido se o segurado tiver uma enfermidade ou algum problema que o impeça de trabalhar. Investir em um seguro que auxilie com as despesas com assistência em ambos os casos, entre outros gastos, é de grande valia.

A indenização começa a ser paga após ser constatado a invalidez, levando à chamada perda da existência independente, afirmando que o segurado não poderá definitivamente se recuperar ou se reabilitar. O pagamento é feito conforme cláusulas acordadas em apólice entre segurado e seguradora.

Tendo uma base das coberturas, o próximo a se avaliar é o quanto se gasta para ter um seguro de vida.

 

Relação custo-benefício

O valor de um seguro depende muito de quem está contratando, idade, sexo, profissão, estado de saúde. Uma sugestão dos corretores é firmar um contrato ainda jovem, isso porque quanto mais velho o segurado for, mais encarece o total do prêmio, ou seja, a prestação que deve ser paga.

Mesmo com tantas vantagens, muitos acabam não fazendo achando que vão precisar pagar caro. A verdade é que o valor é muito mais acessível do que se pensa. Por exemplo, um seguro de vida simples individual custa a partir de R$ 40,00 por mês. Alguns são cobrados por ano e também ficam bem em conta.

Avaliando a relação custo-benefício, ter um seguro de vida é realmente bem vantajoso e compensador.

 

Outras vantagens

Existem outras facilidades relacionadas a esse tipo de seguro que fazem o investimento nele valer a pena. São pequenas, mas importantes vantagens que fazem a diferença.

Por ser uma indenização essencial ao segurado e aos beneficiários, o processo de recebimento acontece de forma simples e rápida. Para tornar ainda mais ágil, é preciso que todos os documentos solicitados pela seguradora sejam entregues logo. Da mesma forma, ao firmar o contrato, o segurado deve ter respondido todas as informações corretamente. Fraudes no seguro, além de dificultarem a indenização, ainda são puníveis por lei.

O seguro de vida não passa por inventário, como a herança, e é livre de imposto de renda e do pagamento do ITCDM, Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação.

 

Como fazer o seguro de vida valer a pena

Para ter a certeza de contratar um seguro que vale mesmo a pena, é imprescindível fazer isso com uma empresa de seguros idônea, que garanta a autenticidade do contrato.

Quem melhor para auxiliar na escolha da seguradora que irá cuidar do seu maior bem, sua vida, e do futuro de sua família, é um corretor de seguros, que entende e sabe responder todas as dúvidas, indicando o seguro ideal.

Antes de fazer um seguro, fale com um corretor da Ransom Corretora de Seguros.

Diferenças entre seguro de vida e previdência privada

Quando o assunto é planejamento financeiro pensando em amparo para o seu futuro e de sua família, vem logo à mente a preocupação de como podemos amenizar este problema.

Três opções excelentes dentro do mercado securitário, são: seguro de pessoa/vida, seguro de pessoa vida resgatável e previdência privada.

Embora os três possuam certas características semelhantes e tenham a mesma importância na vida de quem contrata, é preciso avaliar quais as suas necessidades, seu padrão de vida e quais seus planos para pequeno, médio e longo prazos, antes de contratar um deles ou os três se for o caso.

Se ao mesmo tempo, eles servem para ter uma maior segurança financeira, também tem particularidades que devem ser consideradas. Então, continue lendo e analise em que se diferem e qual é o mais adequado para você.

 

A finalidade de cada um

O seguro de pessoa -Vida é uma modalidade que é paga em vida para ser usada em caso de invalidez parcial ou total do principal provedor de renda familiar ou na morte deste.

Nesse caso, o segurado paga o prêmio mensalmente para a seguradora e a mesma é acionada quando acontecer qualquer destes imprevisto. Sua família receberá o valor previamente estipulado em apólice, inclusive para custear despesas médicas e funerárias, sem arcar com a tramitação exigida conforme o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCDM) na morte e em caso de Invalidez, o próprio segurado, quebrando o “tabu” que o seguro de vida e somente para a morte.

Seguro de pessoa vida resgatável, esta modalidade tem as mesmas características do seguro de pessoa vida, porém possibilita ao segurado resgatar parte do valor que ele contribui mensalmente após um período acordado na apólice. Esta característica é bastante interessante, porque durante o período que vem pagando o seguro, ele está também formando uma reserva, que será disponibilizada no final do período acordado, caso não ocorra morte ou invalidez antes.

Já a previdência privada são fundos de investimentos específicos a longo prazo, que podem serem resgatados, em vida, quando o segurado achar conveniente, ou seja, não é preciso que aconteça morte ou invalidez como o Seguro de Pessoa Vida

Mas a principal finalidade e diferencial de qualquer produto do mercado securitário ou aplicações financeiras, é que após o período de acúmulo de reserva o participante poderá optar em transformar e receber toda a reserva em um valor mensal de forma vitalícia ou por tempo definido.

Para melhor atender o participante, são ofertados dois modelos:

VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, normalmente quem faz declaração de Imposto de Renda no modelo simples;

PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, para quem declara a Receita Federal do Brasil no modelo completo e que precisa de incentivos para dedução no Imposto de Renda.

 

Qual é tributado?

Como citado acima, o seguro de vida não é tributado, sendo isento do Imposto de Renda ou qualquer tributação, sendo repassado diretamente para os beneficiários definidos em contrato, após aprovação do pagamento de indenização por parte da seguradora.

A tributação para a previdência privada é variável conforme o modelo escolhido (VGBL ou PGBL) e a tabela do imposto de renda, que pode ser regressiva ou progressiva, que sofrem variação de 10% a 35%.

 

Planejamento sucessório

Essa diferença de cobrança tributária é um dos fatores que pesam na hora de avaliar sobre qual plano é mais acertado para proteção financeira de beneficiários escolhidos pelo segurado.

O seguro de pessoa vida não é considerado herança, não passa pelo inventário, logo desobriga a família a pagar por esses encargos e, se tiver algum ônus, o valor pode ser um forte auxílio para custear o processo.

Outra peculiaridade é que o seguro de pessoa vida não está sujeito às leis referentes à sucessão de bens, o que facilita ainda mais o repasse dos recursos para os beneficiários.

Para a sucessão patrimonial com investimento na previdência privada, além desses tributos serem cobrados, existem vários trâmites e regras antes de ser autorizado o repasse aos beneficiários, podendo ser negada a transferência.

 

Tempo de pagamento

O tempo de pagamento é diferenciado seguindo o objetivo de cada seguro. Enquanto a previdência privada prevê quanto mais tempo de investimento, maior o valor a ser retirado, é indicado manter o pagamento por muito mais tempo.

O seguro de pessoa vida segue as cláusulas definidas em contrato entre segurado e seguradora, assim como a forma de pagamento. Como é uma garantia financeira em caso de morte ou invalidez, o que é impossível de prever, não há uma quantidade mínima de parcelas a serem pagas para a liberação da indenização ser feita.

Quando é a hora de contratar

Por ser um investimento a longo prazo, é recomendado contratar a previdência privada o mais cedo possível, assim, terá mais tempo para compor a sua reserva financeira, não tem idade mínima para inclusão.

Sendo uma forma de se precaver, o seguro de pessoa vida pode ser contratado a partir dos 18 anos e é recomendado principalmente quando a pessoa passa a ter dependentes financeiros e/ou endividamento em razão de aquisição de patrimônio a médio e longo prazo.

 

Combinando os três

Avaliando os benefícios de cada modalidade, pode ser bem interessante ter os três, um complementando o outro, para uma proteção ainda maior.

Como o fundo de previdência privada tem características para o longo prazo, para o médio e curto prazo são recomendados os seguros de pessoas vida ou resgatável.

Essa associação será bem útil durante o inventário para o recebimento do valor da previdência. Para se decidir sobre qual é mais interessante para a sua necessidade e da sua família, o recomendado é tirar todas as dúvidas com um especialista na área de seguros.

Seja qual for o tipo de investimento escolhido para amparar sua família, planejar sua aposentadoria, garantindo um melhor futuro, consulte um corretor de seguros da Ransom Corretora e faça o negócio certo.

Menores de idade podem ter seguro de vida?

Já se sabe que ter um seguro de vida é importante para quem pensa em tranquilidade financeira a curto, médio ou longo prazo. Uma forma de se proteger em caso de imprevistos como um acidente, doença ou morte.

Geralmente, quem pensa em contratar esse tipo de seguro são empresários, empreendedores, pais de família e autônomos, que veem como um investimento e um proteção para si e para a família e demais beneficiários discriminados em apólice.

O que poucos sabem é que o seguro de vida também pode ser contratado tendo o menor de 18 anos como o titular da apólice, em muitas seguradoras a idade mínima de 14 anos e até abaixo dessa idade é permitido, por lei o acordo entre as duas partes, com algumas restrições.

 

O que diz a lei

Quem é responsável pela regulamentação dos seguros é a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Segundo o Art. 9° da Circular n° 440, de 27 de junho de 2012, publicado pelo órgão governamental, que estabelece os parâmetros obrigatórios para planos de microsseguros, “Para os menores de 14 (catorze) anos é permitida, exclusivamente, a oferta e a contratação de coberturas relacionadas ao reembolso de despesas, seja na condição de segurado principal ou de dependente.”

Para quem tem entre 14 e 17 anos, o seguro pode ser total, com todas as coberturas vigentes, desde que a contratação seja assistida por responsável legal. Isso significa, que a idade mínima interfere nas cláusulas da apólice e nas modalidades que poderão ser indenizadas somente em caso de despesas médicas ou funeral.

 

Controvérsias

No entanto, existem uma ressalva sobre essa permissão, conforme o Art. 3°, Inciso I, da Lei n° 10406, de 10 de janeiro de 2002, do Código Civil Brasileiro, que diz que “são absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os menores de 16 (dezesseis) anos”.

Por conta desse inciso, os menores de 16 anos ficam classificados como absolutamente incapazes, somente podendo realizar qualquer ato, incluindo a contratação e titularidade de um seguro de vida, quando acompanhados por um representante legal.

Segue, também, a dúvida sobre os riscos inerentes a um menor ter um seguro de vida, com base em histórias em que a vida do segurado menor foi colocada em perigo ou pior, o mesmo foi morto por conta de uma contundente indenização.

Também existe o pensamento de que seguro de vida para menores é um gasto desnecessário e o que o mais certo é investir em uma poupança para os estudos ou demais planos futuros.

 

Quando é importante fazer um seguro para o menor

Apesar de toda a discussão sobre o menor não ser totalmente responsável pelos seus atos e de que ter um seguro de vida pareça algo que só deva ser feito mais tarde, talvez depois de casar ou mais para frente, depois dos 35 ou 40 anos, a verdade é que existem algumas vantagens nessa modalidade de seguro. A primeira delas é que o prêmio é bem mais baixo para os mais jovens e existem melhores opções.

Outra coisa em que se deve pensar é que a vida é cheia de imprevistos. Um exemplo, é o número de vítimas em acidentes de carro. Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) mostraram que essa é a maior causa de mortes entre jovens de 10 a 19 anos no mundo e também no Brasil.

Ainda que seja triste pensar nessa possibilidade, e claro que ninguém quer pensar nisso tendo um filho com menos de 18 anos, é importante ter em mente que o seguro pode cobrir gastos com funeral, ou tratamentos médicos, ou gastos por invalidez. Isso demonstra que o seguro é importante em inúmeras situações.

 

Qual seguro escolher para o menor

Existem coberturas exclusivas para o seguro direcionado ao menor de idade. As cláusulas são mais simplificadas, as parcelas são reduzidas e o menor fica protegido.

Antes de tomar essa decisão e acrescentar no orçamento familiar esse seguro, converse com um corretor de seguros e tire todas as dúvidas. Assim, você ficará mais tranquilo a respeito de contratar ou não.

Entre em contato com os profissionais da Ransom Corretora e tenha o atendimento de quem entende de seguros há mais de 20 anos.

Como funciona o seguro de vida

A resposta para a frase de um desenho clássico “coisas ruins acontecem e não a nada o que se possa fazer”, é contrate um seguro.

Imprevistos durante a vida são as coisas ruins, que infelizmente acontecem quando menos se espera. Uma doença repentina, um acidente, a morte inesperada. Estar preparado quando a necessidade surgir é o melhor que se pode fazer.

Claro que ninguém quer passar por isso e muito menos se deseja que alguém passe. Fazer um seguro de vida é melhor maneira de proteger os seus interesses e da sua família.

As coberturas para esse seguro envolvem invalidez total, parcial e permanente, despesas médicas, diárias de incapacidade e internação e até em caso de morte, algumas seguradores inclui assistência funeral. E até mesmo para quem quer planejar o futuro, um seguro de vida pode ser interessante.

Agora você sabe o que fazer para ter um seguro de vida? Então continue lendo e conheça o passo a passo para amparar você e sua família.

 

Entre em contato com o corretor

Ao sair pesquisando por seguros e seguradoras, é de praxe encontrar várias propostas na internet, com preços e coberturas variadas. Imagina entrar em contato com cada uma delas para pedir informações, ler e entender diversas apólices? Porque não é todo mundo que compreende termos jurídicos.

A escolha pela que atenda a suas necessidades e de sua família pode ser difícil e demorada.

Todo esse trabalho pode se tornar muito mais simples, se você entrar em contato com um corretor de seguros. O Estadão publicou um texto sobre a importância do corretor, vale a pena ler.

O corretor vai auxiliar em todo o processo de seguro, desde a escolha do melhor plano, vai explicar detalhadamente os termos da apólice, tirar dúvidas e indicar aquela que mais se encaixa à sua realidade.

Então, antes de abrir vários sites de seguradoras, entre em contato com a Ransom Corretora.

 

Análise do perfil

Seja qual for o seguro contratado, as seguradoras vão avaliar o perfil do segurado. É através desse perfil que o valor do prêmio é definido, isto é, as prestações que serão pagas durante o período vigente do contrato.

São essas informações que direcionam o corretor sobre quais planos são mais indicados para o segurado, quais coberturas são ideais, o que deve estar incluído na apólice, enfim.

Preencha os dados solicitados corretamente. Evite indicar outra pessoa como segurado titular, não responder corretamente, mentir ou omitir, tentando reduzir o valor do seguro. Além de ser considerado fraude, um crime sério, pode perder o direito à indenização quando mais precisar.

Entre algumas questões, a seguradora irá considerar:

– Qual a finalidade do seguro, se será temporário ou vitalício.

O seguro temporário é uma modalidade com um valor um pouco mais baixo que o vitalício. É indicado para quem pensa em um seguro por certo período de tempo, por exemplo, para os filhos menores terem um respaldo ou para um projeto de vida futuro.

O vitalício cobre em caso de morte ou invalidez, garantindo proteção financeira para a família do segurado ou até mesmo para ele. Para esse seguro, exames médicos, declarações de bens, hábitos de saúde do segurado e histórico de doenças são considerados.

 

– Faixa etária

Quanto mais velho o segurado for, maior o valor da apólice. Ainda que a expectativa de vida vem aumentado nos últimos anos e ter 20 anos não seja exatamente uma segurança contra acidentes, as seguradoras supõem que uma pessoa com mais de 60 anos tenha maior probabilidade de precisar da indenização a uma mais jovem.

 

– Sexo

Mulheres têm uma expectativa de vida maior que os homens. Seja por realizarem mais exames médicos, por serem mais cuidadosas no trânsito, não se arriscarem tanto, e outros motivos, que as seguradoras cobram menos delas.

 

– Fatores genéticos

Doenças existentes na família, como hipertensão arterial e diabetes, por exemplo, podem interferir na análise do perfil e encarecer o prêmio.

 

– Hábitos de vida

Fumantes, sedentários, entre outros maus hábitos de saúde, que tornem iminente o risco de morte ou incidentes, também elevam o valor do seguro.

 

– Esportes radicais

Se o segurado é adepto da prática de esportes radicais, a seguradora entende como um risco maior e o segurado deve contratar um seguro com uma cobertura mais abrangente, logo mais cara.

 

A proposta do corretor

Após avaliar o perfil, o corretor monta uma proposta com planos direcionados e com os termos estabelecidos pela seguradora e garantidos por lei, organizados em cláusulas.

Em resumo, a apólice traz as condições gerais, com os direitos e deveres de ambas as partes, condições particulares, com as coberturas, indenizações e vigência, e demais informações pertinentes, incluindo o valor da mensalidade.

 

Assinatura do contrato

Agora é sua vez de conferir os itens da apólice. É importante não ter pressa e ler cada cláusula com atenção, perguntando ao corretor todas as dúvidas que surgirem.

Lembre-se que é um documento que irá proteger o seu futuro e o da sua família, por isso, é de extrema relevância entender o contrato por completo e assinar tendo consciência de todo o conteúdo.

Não se atentar a isso pode ocasionar a recusa do pagamento da indenização, visto que determinadas cláusulas foram ignoradas pelo segurado como prazo de carência, coberturas, e demais termos.

 

Emissão da apólice

Segundo regras da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, e assegurado por lei, descrito no Código Civil, a seguradora tem até 15 dias para a emissão da apólice, após aceitação.

A importância de seguros pessoais

A vida é cheia de imprevistos. Uma frase muito conhecida e totalmente verdadeira. Há ainda quem acrescente algo a mais nessa frase, e afirme que para os altos e baixos da vida só é preciso estar preparado.

Claro que ninguém pensa que um acidente possa acontecer e mudar todo o planejamento de vida. Quem quer planejar que em determinado momento irá passar por algum imprevisto e precise ficar sem trabalhar.

Por conta desse pensamento, as pessoas tem preferido contratar um seguro para seu veículo, ou para seu patrimônio, e deixam de lado aquele específico para a pessoa física. Esquecendo, que é preciso ter um meio financeiro para manter todos os bens materiais e que na falta desse respaldo, pode haver a necessidade de se desfazer deles.

 

O que é o seguro de acidentes pessoais?

Diferente do seguro de vida, que cobre a família do segurado em caso de morte natural ou acidental, o seguro de acidentes pessoais também pode ser acionado em vida, ou seja, se o segurado sofrer um acidente que o deixe impossibilitado de trabalhar por um certo tempo, a seguradora está responsável em fazer pagamentos periódicos, de acordo com o plano contratado.

E o que mais interessante, é que o valor de um seguro pessoal é bem mais em conta do valor de um seguro automotivo, por exemplo. Isso quer dizer, que é muito mais barato proteger a si mesmo. Dependendo do plano sugerido, é de se pensar em fazer os dois.

 

O que esse seguro cobre?

A cobertura do seguro de acidentes pessoais inclui indenização em caso de invalidez permanente, total ou parcial. Nesse caso, é preciso ter atenção às cláusulas do contrato para saber que nem todos os acidentes serão cobertos, dependendo do plano contratado.

Como curiosidade, os planos de seguro pessoal costumam ser os mais baratos do mercado. Dessa forma, é possível contratar coberturas complementares e ter mais tranquilidade durante esses imprevistos.

Além da indenização em vida, o seguro deve reembolsar despesas recorrentes de assistência médica-hospitalar e odontológica, para tratamento do acidente, desde que faça parte da cobertura do seguro e que o tratamento se inicie antes do prazo estipulado, em contrato, pela seguradora.

Por último, se o acidente resultar em morte, os beneficiários receberão o valor contratado pelo segurado.

 

Para quem esse seguro pode ser interessante?

Em geral, esse seguro é interessante para profissionais liberais e autônomos, que dependem estritamente do seu trabalho para receber os valores necessários para arcar com as todas as despesas.

Só quem recorre apenas ao seu trabalho, sabe a preocupação de ficar, até mesmo, um dia sem trabalhar, ainda mais se ver obrigado a ficar meses impossibilitado.

 

O seguro é para qual faixa etária?

Outra coisa interessante nesse seguro é que ele pode ser feito para qualquer pessoa a partir de 14 anos de idade. Informe-se se há um limite máximo de idade, determinadas seguradoras permitem que pessoas até 80 anos façam um plano voltado para essa idade.

 

Quem se beneficia com esse seguro?

Existem dois tipos de apólice, a individual e a coletiva:

Na individual, o segurado contrata diretamente o seguro, recebendo a indenização diretamente, em caso de acidente que resulte em invalidez. Em caso de morte acidental, os beneficiários indicados no contrato é que receberão o valor estipulado.

Esses beneficiários podem ser escolhidos aleatoriamente, podendo os nomes serem alterados em qualquer momento. No entanto, se houver morte e o segurado não tiver indicado qualquer beneficiário, o valor da indenização será entregue metade ao cônjuge, legalmente casado e a outra aos herdeiros, sendo que os filhos estão em primeiro lugar na ordem de sucessão legal.

Já a apólice coletiva é contratada por uma empresa ou qualquer outra associação. Se houver acidente, é a instituição contratante que representa o segurado. Esse, por sua vez, deve ter aceitado a adesão através de uma proposta de adesão.

 

Como contratar o melhor seguro?

Sempre existe uma dúvida ao contratar um seguro. Como saber qual seguradora irá cobrir todas as suas necessidades. Para isso, será preciso passar horas pesquisando cada um dos planos oferecidos e correr o risco de quando escolher, decidir errado.

Para evitar esses desconfortos, fale diretamente com um corretor de seguros. Um profissional capacitado a orientar o segurado a respeito de quais seguros são ideais para cada situação.

Porque é importante ter um seguro de vida?

Porque é importante ter um seguro de vida?

Quando o principal provedor de renda de uma família morre, sofre um acidente ou tem uma doença que restrinja a capacidade de trabalhar, o padrão de vida tende a ter certas dificuldades.

O seguro de vida é um contrato feito com as seguradoras que serve como uma garantia financeira para os familiares durante um período de tempo, conforme os itens discriminados na apólice e do valor acordado.

Também serve como um auxílio durante os trâmites do processo de inventário para solicitar herança, já que os custos podem chegar em até 20% do valor total do patrimônio da pessoa que faleceu. O que pode ser um ônus para a família.

 

Seguro pessoal

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, estabeleceu o seguro de vida como Seguro de Pessoas, já que é possível contratar como uma cobertura no caso de invalidez por acidente ou doenças graves que impossibilitem arcar temporariamente com as despesas familiares ou pessoais

Entre as coberturas mais comuns, além de morte (que inclui indenização por morte natural ou acidental) ou morte por acidente estão:

  • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA)
  • Invalidez Permanente Total por acidente (IPTA)
  • Invalidez Permanente por acidente majorada (IPAM)
  • Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD)
  • Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD)
  • Despesas médica, hospitalares e odontológicas (DMHO)
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT), esse geralmente é direcionado para profissionais liberais ou autônomos que dependem exclusivamente do trabalho para ter uma renda.
  • Diárias por internação hospitalar (DIH)
  • Doenças Graves (DG)
  • Essas coberturas podem ser contratadas em conjunto ou separadamente.

 

Avalie suas necessidades

Para saber a melhor opção de Proteção Familiar qual é o melhor contrato e qual o valor mais adequado a pagar, é preciso avaliar quais são suas necessidades e de sua família. Em geral, sempre existirá um seguro que atenderá suas necessidades.

Considerar o padrão de vida desejado para os dependentes indicados no seguro é bastante importante. Gastos com moradia, alimentação, educação e saúde da família, assim como despesas com funeral e contas médicas devem ser pensados antes de assinar a apólice. Esse valor deve ser o suficiente para os beneficiários arcarem com os gastos, pelo menos, até que a família possa se reestruturar financeiramente de novo.

Igualmente, se o seguro for contratado para arcar com necessidades pessoais, o valor deve manter um padrão aceitável para contas básicas pelo tempo contratado.

 

Como calcular o valor da apólice?

 Serão necessárias algumas informações, que mudam de acordo com a seguradora, mas normalmente, são solicitados:

Declaração Pessoal de Saúde (DPS);

Idade; Estado Civil; Renda; Coberturas desejadas e Capital Segurado.

Ressaltando que este tipo de seguro poderá ser contratado pela empresa, para seus funcionários, nestes casos a forma de cálculo e informações necessárias são diferentes dos seguros individuais.

 

Seguro de vida é herança?

 De acordo com o artigo 794 da Lei n° 10.046 de 10 de janeiro de 2002 do Código Civil, “No seguro de vida ou de acidentes pessoais para o caso de morte, o capital estipulado não está sujeito às dívidas do segurado, nem se considera herança para todos os efeitos de direito”, ou seja, seguro de vida não é herança por alguns motivos distintos:

No caso da herança, os herdeiros – cônjuges, descendentes, ascendentes – partilham todo o patrimônio do falecido, não apenas os bens e créditos, como a responsabilidade sob dívidas. O processo de abertura de um inquérito pode levar de três a seis meses e se houver divergência entre os herdeiros, o encerramento chega a quatro anos. Enquanto isso, os familiares precisam buscar outras formas de se manter e pagar pelos encargos processuais, mais o Imposto sobre transmissão causa mortis e doação (ITCMD).

No seguro de vida, o processo é muito mais simples. A partir do aviso de sinistro e de entregue toda a documentação diretamente a seguradora, em até 30 dias é liberado a indenização aos beneficiários indicados na apólice, não há inventário, desconto de impostos ou retenção para o pagamento de dívidas.

 

Por que contratar uma consultoria de seguro?

 Decidir por um seguro que vai servir como uma proteção financeira futura para sua família pode levar muito tempo e ser bem confuso, já que existem muitas seguradoras, incluindo as falsas, além das propostas oferecidas pelos bancos, que na maioria das vezes não são interessantes.

Uma solução que deve ajudar nessa hora é contratar uma consultoria de seguros. Profissionais atualizados e atentos às mudanças do mercado irão oferecer produtos e serviços direcionados especificamente às suas necessidades. Dessa forma, há uma neutralidade nas propostas de contrato e agilidade na elaboração de estudos e diagnósticos técnicos.

Segurança, agilidade, profissionalismo, neutralidade, são algumas das muitas vantagens de procurar pela assessoria de uma consultoria de seguros.