Como funciona seguro de moto contra furto e roubo?

Muitos querem ter uma moto pelos mais variados motivos. Os principais são a economia do valor de compra – uma das mais vendidas, a Honda CG 160, por exemplo, custa entre 7 mil a 10 mil reais -, para abastecer e em caso de manutenção, e pela facilidade de locomoção, especialmente nos grandes e congestionados centros urbanos.

As diversas vantagens também são positivas para o mercado, a venda de motos cresceu quase 18% nos primeiros meses de 2019, segundo a Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.

Em conjunto com o aumento das vendas, o roubo e furto de motos é igualmente alto. Somente na cidade de São Paulo, foram registrados mais de 6 mil roubos e um estudo feito pelo Núcleo de Pesquisa da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) mostrou que no Estado paulista são roubadas quatro motos por hora. Essas estatísticas acontecem exatamente pela facilidade em roubar as motos e, infelizmente no financiamento de quem procura peças no mercado paralelo.

Existem algumas formas de se proteger contra o roubo ou furto de sua moto, como escolher lugares com maior movimento de pessoas e em horários mais seguros, procurar estacionamentos, colocar travas e um pouco procurado, mas que vale muito a pena para quem tem, é contratar um seguro. Falando em seguro, você sabe como funciona o seguro contra furto e roubo de motos? Então, continue lendo e saiba um pouco mais sobre essa modalidade.

Tipos de seguro para moto

Escolher qual é mais direcionada para a sua moto vai depender em quais situações se pretende receber a indenização em caso de sinistro. Basicamente, são duas formas de seguro oferecidos:

– Compreensivo: quando há cobertura completa tanto para roubo e furto, como para colisões, responsabilidade civil, além de garantir assistência 24 horas para a moto, estendendo para a residência, de vários serviços técnicos e cobertura para acessórios como capacete, botas, luvas, etc.

– Não-compreensivo: esse tipo de seguro possui cobertura parcial, incluindo roubo e furto e incêndio. Essa modalidade irá proteger a sua moto contra roubo e furto da mesma forma, porém com um preço mais em conta, o que é bem interessante para quem está com o orçamento um pouco apertado.

 

Como é avaliado o valor do seguro

Para definir o valor do prêmio, isto é, de quanto o segurado vai precisar pagar pelo seguro, as seguradoras costumam avaliar algumas informações do proprietário ou de quem irá usar a motocicleta e também dados relacionados ao veículo, a chamada simulação de seguro. Esses esclarecimentos costumam ser respondidos em um formulário fornecido pela segurado.

Sempre destacando a importância de responder corretamente o questionário, evitando cálculos errados, elaboração incompleta da apólice ou ainda, alegação de fraude e recusa da indenização, sob punição prevista em lei.

Das informações sobre o segurado que podem influenciar no preço do seguro, estão:

– Gênero

– Estado Civil

– Com ou sem filhos

– Idade

– Tempo de carteira de habilitação

– Quem irá usar a moto

– Endereço, com destaque para o bairro onde mora

– Lugar onde a moto será guardada e para que ela será usada.

 

E sobre a moto:

– Modelo

– Ano de Fabricação

– Categoria (luxo, custom, city, street, esportiva…)

– Cilindradas

– Quanto já foi usada ou se é 0 km

– Financiada ou alienada

 

As perguntas podem mudar conforme a seguradora. Para quem pretende contratar seguro apenas contra roubo e furto, existe a possibilidade de fazê-lo sem perfil ou simplificada, no entanto, se a moto for roubada, a indenização é paga conforme a tabela FIPE do mês.

 

Como saber qual o melhor seguro para a sua moto

Se você está em dúvida sobre como fazer uma simulação de seguro para a sua moto e em qual seguradora fazer a cotação. E se não tem muito tempo para ler cada um dos contratos apresentados, a opção mais indicada é entrar em contato com um corretor de seguros, um profissional qualificado, que saberá responder todas as dúvidas sobre os termos e detalhes da apólice e qual seguradora mais se adapta à sua realidade.

A Ransom Corretoras de Seguros tem mais de 20 anos de experiência no mercado securitário e oferece todo o suporte que o cliente precisar. Para falar com um corretor, entre em contato pelo site, telefone, redes sociais ou baixe o novo app da Ransom pelo Google Play ou App Store do seu celular.

Como funciona contratação de seguro para eventos

O Brasil está entre os 20 países que mais sediam eventos internacionais no mundo. A todo o momento, um novo show, uma feira, um congresso, uma exposição, um simpósio, uma reunião, uma corrida, um encontro, enfim, algum movimento acontece em uma parte do território nacional.

Isso significa, que alguém pode estar se preocupando com a organização de um evento no mesmo instante em que esse texto está sendo lido ou ainda, que uma programação já organizada está sendo realizada agora. E claro que se espera que um seguro tenha sido contratado.

Entre os muitos detalhes que precisam ser vistos e revisados para garantir o sucesso, a contratação de um seguro ideal para o tipo de evento que será realizado não apenas é um diferencial a mais, como a certeza de que tudo ficará bem no final, mesmo que um imprevisto aconteça.

Ainda que o Projeto de Lei Complementar (PLP 1/2015), que prevê a obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil para empresas, proprietários, promotores e organizadores de eventos, ainda esteja passando por um longo processo de aprovação no Congresso, esperar por isso pode custar mais caro do que se preocupar com a segurança agora.

 

O que o seguro para eventos cobre

A cobertura básica diz respeito à responsabilidade civil e cobre, ao mesmo tempo, danos causados a terceiros, sendo funcionários ou participantes, em decorrência de algum acidente ocorrido durante a realização do evento ou no espaço em que acontece.

Além da segurança propriamente dita e da garantia de indenização, ter um seguro traz credibilidade ao evento e preserva a imagem da empresa organizadora, que pode oferecer não apenas um serviço de qualidade, como atendimento a todos os envolvidos.

 

 

Se a intenção é transformar o acontecimento em algo positivamente marcante, o recomendado é contratar não apenas o básico, mas as coberturas adicionais, que são:

– Acidentes pessoais

Em caso de possíveis acidentes causarem morte ou invalidez permanente ou parcial, cobre despesas médicas, hospitalares e odontológicas;

– Instalação, montagem e desmontagem

Se durante qualquer uma dessas situações ocorrer um imprevisto que resulte em danos materiais ou corporais, essa modalidade garante cobertura;

– Equipamentos Eletroeletrônicos Musicais e Cinematográficos

Queda de energia, raios, chuva e outras intempéries podem danificar aparelhos como computadores, câmeras, instrumentos, entre outros. O seguro ampara esses danos;

– Objetos e Equipamentos em Exposição

Protege igualmente objetos e equipamentos expostos no evento;

– Não comparecimento do artista ou pessoa designada

Muito frustrante perder todo o tempo e dinheiro investido na organização do evento e o artista ou o palestrante convidado não aparecer por qualquer motivo. Incluindo essa cobertura na apólice, a seguradora garante todas as despesas;

– Não utilização do local

Quando o local é interditado por um motivo não programado, como tempestades, por exemplo;

– Danos ao conteúdo do local

Cobre prejuízos causados aos bens do segurado ou do local utilizado durante a realização do evento;

– Subtração de Valores da Bilheteria

Se o valor arrecadado pela venda de ingressos for roubado ou furtado, o seguro ampara esse valor;

– Responsabilidade Civil

Essa modalidade adicional inclui a indenização em caso de danos morais, guarda de veículos de terceiros, acidentes com fogos de artifício, fornecimento de bebidas e comestíveis, danos materiais ou corporais às pessoas indicadas em contrato e danos materiais aos imóveis vizinhos ou espaços locados.

Como contratar um seguro ideal e confiável para o seu evento

Mais uma vez, o sucesso do seu evento depende dos detalhes e isso tem muito a ver em quem será depositado a confiança da contrato de seguro. Escolha o trabalho de um profissional capacitado, bem informado e com experiência em seguros, um corretor de seguros.

A Ransom Corretora, com mais de 20 anos de experiência, tem os melhores profissionais, que irão tirar todas as dúvidas sobre o contrato, indicar as seguradoras e as coberturas mais adequadas para proteger todo o seu evento, seja de qual dimensão for.

Fale com um corretor de seguros e faça do seu evento uma conquista.

Seguro para transporte internacional

Exportações e importações movimentam a economia em todo o mundo. A globalização, a facilidade de informação e a expansão de empresas aumentaram a remessa e entrega de produtos.

Com isso, se tornou necessário um planejamento detalhado de logística de transporte internacional, que envolve diversos fatores, com vantagens, desvantagens e alguns problemas, que podem acarretar prejuízos.

Seja qual for o modal de transporte utilizado, isto é, marítimo, aéreo ou rodoviário, existe a possibilidade de passar por dificuldades como roubo de carga, acidentes, atrasos, avarias, perdas e extravios.

Com essa triste realidade, a contratação de um seguro para transporte internacional, não apenas é obrigatório por lei, como é de extrema importância para proteger a carga e garantir a qualidade de serviço da empresa responsável pela entrega, através de indenização.

 

Como funciona o seguro?

O atendimento é feito em vários países do mundo, conforme estipulado em contrato e possui coberturas para todos os riscos recorrentes por perda, dano, acidentes, eventos naturais, desmoronamento e terremoto, e acidentes de trânsito.

Dentre as facilidades desse seguro estão a averbação eletrônica, quando o segurado avisa à seguradora que a carga está em trânsito e o pagamento em reais, livrando o segurado da obrigação de encargos com o fechamento do câmbio.

Para saber detalhadamente as condições do contrato, o que está coberto, o que pode acarretar em recusa de indenização, quais os direitos e deveres do segurado e da seguradora, é importante ler com atenção as cláusulas.

Basicamente, as coberturas são divididas em:

 

– Ampla A

Cobre perda ou dano do material ocorrido por qualquer causa, sendo recusada a indenização em caso de inexistência ou inadequação de embalagem apropriada, que deve manter a integridade do material, danos morais, uso de arma de guerra, poluição ou contaminação causados pelo objeto, falta de condições de navegabilidade ou inaptidão em conduzir o meio de transporte, assim como atos ilícitos do segurado, entre outros explícitos na apólice.

Sempre atentando para o fato de que fraude de seguro é crime com punição prevista em lei.

 

– Restrita B

Modalidade específica para riscos de acidentes durante o transporte e ocasionados por desastre natural, como desmoronamento e terremoto, incêndio, raio, explosão, encalhe, naufrágio, abalroamento, capotagem, colisão, aterrissagem forçada, inundação, transbordamento, entre outros fatores.

Não haverá cobertura se houver atos ilícitos do segurado ou beneficiários, carga embalada de forma distinta às estipuladas, guerra, rebelião, confisco, minas, torpedos ou bombas, armas químicas, biológicas ou cibernéticas, terrorismo, variação de temperatura, transbordo ou desvio de rotas, extravio de volumes inteiros, quando não for transportado em veículos do segurado, danificação ou destruição voluntária e má fé, entre outros.

 

– Restrita C

Para riscos causados por acidentes de trânsito durante o transporte, incluindo encalhe, naufrágio, capotagem, descarrilamento, colisão, carga lançada ao mar, descarga da carga em porto de arribada, perda total durante operação de carga e descarga do navio, despesas que o segurado seja obrigado a pagar ao transportador, conforme previsto em contrato.

Sendo excluídos prejuízos decorrentes de causas especificadas acima, incluindo eventos ocorridos durante a permanência do objeto em armazéns, acondicionamento inadequado, inclusive quando feito em container ou liftvan antes do início da cobertura, e outras cláusulas da apólice.

 

Como saber qual o seguro mais adequado?

Os seguros para transporte internacional devem ser feitos com base no International Commercial Terms (Incoterms), ou termos internacionais de comércio, e tendo em vista os riscos apresentados durante a viagem.

Se o segurado tem dúvida sobre qual seguro contratar, o mais aconselhado é entrar em contato com uma corretora de seguros, para tirar as dúvidas com um profissional qualificado para atender e informar sobre todos os detalhes do contrato, indicando o que mais se adequa à realidade de negócios do segurado.

Para mais informações sobre esse e demais seguros, fale com um corretor de seguros, fale com Ransom.

Seguro para cargas

O transporte de cargas passa por várias dificuldades antes de chegar ao destino final. Estradas em péssimas condições, legislações específicas de trânsito, burocracias, acidentes, que atrasam a entrega e facilitam perda, assalto e roubo.

Diante disso tudo, a preocupação principal é se a carga vai chegar em segurança e no prejuízo causado aos donos da carga, às transportadoras e ao transportador.

Além de ser obrigatório por lei, o seguro para cargas existe como garantia de indenização, que irá cobrir parcial ou total os custos ocasionados por situações inesperadas ou sinistro, permitindo que tudo chegue nas melhores condições ao cliente.

As coberturas oferecidas pelo seguro estão são divididas entre as direcionadas aos embarcadores e para transportadores.

Cada uma pode oferecer serviços extras, de acordo com o plano contratado, como:

– Averbação eletrônica, para avisos mais ágeis sobre embarque através da internet;

– Pontos de apoio em rodovias, com serviços a cada 100 km;

– Guincho gratuito 24 horas, com assistência para a remoção do veículo, em caso de acidente rodoviário, com distâncias de até 400 km, em todo o Brasil;

– Assistência à carga para limpeza da pista, contenção e remoção;

 

Saiba um pouco sobre o tipo de seguro e o que ele cobre:

 

Transportes mais simples

Voltado para micro e pequenas empresas dos mais variados segmentos de mercado. De fácil contratação, com taxas específicas a cada setor, dispensa da comunicação de embarques, averbação, maior acessibilidade e serviço de guincho 24 horas em caso de acidente.

Para esse plano, existe cobertura em caso de:

– colisão, capotagem e tombamento

– roubo ou desaparecimento da carga

– incêndio, explosão, raio ou inundação

– desmoronamento ou queda de terras

 

Transportes Embarcador

Seguro destinado exclusivamente para o proprietário da mercadoria, chamado de embarcador, não sendo permitida às transportadoras.

Conhecida como apólice avulsa, é indicado para quem realiza carregamentos com menor frequência.

Entre as coberturas estão:

– roubo

– capotagem, colisão ou tombamento do veículo

– incêndio, raio ou explosão

– desmoronamento ou queda de terra

– colisão, queda ou aterrisagem forçada de aeronave, desde que comprovado

– lucros esperados com os objetos segurados

– inundação, transbordamento de cursos d’água, represas, lagos e lagoas

– despesas diretas e as vinculadas às operações de transporte

 

Transporte Internacional

Se o transporte da carga for para fins de importação, exportação, trandings e despachantes aduaneiros, o seguro de transporte internacional é mais indicado.

As vantagens começam com o pagamento em reais e o atendimento a sinistros feito em vários países do mundo, segundo cláusulas da apólice. Como forma de agilizar o processo, é possível realizar averbação eletronicamente, tendo as informações na Declaração de importação da Receita Federal.

Tem coberturas para três modalidades, ampla A, Restrita B e Restrita C, protegendo a carga tanto em caso de acidentes de trânsito, como perda ou eventos naturais.

 

Responsabilidade Civil

Esse último é de responsabilidade do transportador rodoviário da carga, sendo obrigatório por lei, com facilidades como guincho, assistência à carga, pontos de apoio e convênio para o exterior, também com a possibilidade de averbação eletrônica.

As modalidades desse tipo de seguro se dividem em:

– Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas (RCTR-C)

Cobertura para danos causados aos bens e mercadorias de terceiros em caso de colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio e explosão do veículo. Para operações de carga, descarga e içamento e viagens com percurso complementar fluvial.

– Responsabilidade Civil Facultativa por Desaparecimento de Cargas (RCF-DC)

Esse seguro é opcional e é interessante ser feito em conjunto com o RCTR-C, porém o transportador recebe indenização em caso de desaparecimento total da carga, roubo durante trânsito, roubo de mercadorias carregadas no veículo e no depósito do carregador.

 

– Responsabilidade Civil do Transportador Aéreo – Carga (RCTA-C)

Como o nome já diz, é um seguro para o transportador aéreo, que cobre em caso de danos aos bens ou mercadorias de terceiros em caso de acidentes ocorridos com a aeronave como colisão, queda, incêndio ou explosão e também sinistros localizados nos depósitos, armazéns ou pátios.

– Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário em Viagem Internacional – Danos à carga transportada (RCTR-VI)

O transportador rodoviário que realiza viagens internacionais protege a carga se houver colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio, explosão e roubo, sendo essa última uma opção facultativa.

 

Contrate o melhor seguro com um corretor

Na hora de contratar um seguro sempre surgem várias dúvidas, ainda mais para quem não entende acertadamente termos jurídicos e demais cláusulas. E nada pior do que deixar de receber a indenização por algo não visto ou não compreendido em apólice.

Para tirar todas as dúvidas, orientar e indicar o seguro mais adequado para proteger seu trabalho com o transporte de carga, procure um corretor de seguros, que estará qualificado e preparado para conversar sobre qualquer informação necessária.

Entre em contato com a Ransom Corretoras de Seguros e proteja sua carga ou de sob sua responsabilidade com quem entende de seguros.

 

Quem paga pelo seguro contra incêndio? Locador ou locatário?

Essa é uma das dúvidas que geram discussão durante o processo de locação. Isso, porque existe uma série de direitos e deveres de ambas as partes, que devem ser devidamente estipuladas e estarem de comum acordo antes da assinatura do contrato.

Segundo o artigo 22, inciso VIII, da Lei n° 8.245, de 18 de outubro de 1991, que dispõe sobre as locações de imóveis urbanos, denominada como Lei do Inquilinato, a obrigação de “pagar impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel”, é do locador, isto é, do proprietário do imóvel.

Continuando o inciso, porém, há uma ressalva que permite que o locador transfira essa responsabilidade ao locatário, se existir “disposição expressa em contrário no contrato”, o que significa a necessidade de um entendimento final entre as partes a respeito disso.

No caso de condomínios, tanto verticais, quanto horizontais, o seguro é uma obrigatoriedade, que deve ser vista pelo síndico, como forma de proteção aos condôminos contra acidentes.

Agora, o seguro é opcional quanto ao aluguel de casas, então como deve ser o acordo entre as partes? Vale a pena o locador transferir para o locatário esse ônus e correr o risco de perder a negociação? E quanto ao locatário, é interessante contratar um seguro para um imóvel alugado?

 

Por que contratar um seguro contra incêndio?

O Corpo de Bombeiros registra, todos os anos, milhares de ocorrências de incêndios residenciais decorrentes de acidentes domésticos. Para se ter uma pequena ideia, só na capital federal, a corporação atendeu mais de 250 chamados, no período de cinco meses.

Mesmo parecendo impensável, ninguém está eximido de um incidente com um aparelho elétrico, um curto circuito ou um descuido que possa ser o motivo inicial.

Sabendo quão devastador pode ser um incêndio para um imóvel, a contratação de um seguro que garanta a estrutura e o que está dentro dela, será de grande ajuda, caso isso venha a acontecer a seu patrimônio. O que demonstra a importância do contrato.

Aos contratar um seguro residencial, seja locador ou locatário, o segurado tem, por lei, certificada pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), a garantia do pagamento de indenização em caso de incêndio.

Ao mesmo tempo, existem outros serviços oferecidos pela seguradora para quem for o beneficiário, como encanador, eletricista, chaveiro, entre outros, de acordo com o plano escolhido.

 

Por que o locador deve contratar um seguro contra incêndio?

O motivo inicial é pela obrigatoriedade imposta em lei. No entanto, antes de usar a brecha na lei para transferir a conta para o locatário, existem alguns motivos em que o proprietário do imóvel deve avaliar.

– Inicialmente, o investimento na compra ou construção de um imóvel é relativamente alto e mesmo que o objetivo seja para aluguel, não deixa de ser seu patrimônio.

– Contratar um seguro, não apenas vai resguardar a residência em caso de acidentes, que podem ou não ser ocasionados por inquilinos, como é uma garantia de não ver todo o seu capital transformado, literalmente, em cinzas.

– Dependendo do seguro, os benefícios são estendidos ao locatário, incluindo chaveiro, manutenção e danos elétricos, manutenção hidráulica e outros, o que evita confusões sobre quem vai pagar o prejuízo.

– Em caso de sinistro, o proprietário recebe a indenização no valor estipulado em apólice para reconstruir o imóvel.

– Essa proteção também é bastante interessante durante o período em que o imóvel não estiver alugado, já que incêndios e imprevistos podem acontecer sem a interferência de alguém.

 

Por que o locatário deve contratar um seguro contra incêndio?

 Antes de decidir por não assinar o contrato de locação pela obrigação transferida em arcar com o seguro contra incêndio, o locatário deve considerar os benefícios direcionados a ele.

Mesmo que o valor da indenização seja direcionado ao locador, o inquilino pode usufruir dos outros serviços inclusos no seguro residencial, solicitando a manutenção da fiação elétrica, por exemplo, que é o principal motivo de princípio de incêndios.

O locatário pode também contratar cobertura adicional para proteger tudo que está dentro da residência, como móveis e aparelhos eletrônicos, não apenas contra fogo, mas em caso de roubo ou furto, arrombamento, entre outros riscos implícitos na apólice.

 

Como contratar o seguro ideal

Seja locador ou locatário, o mais indicado para escolher o seguro adequado é através de um corretor de seguros. Esse profissional está apto a tirar todas as dúvidas e indicar os planos apropriados à realidade de quem precisa contratar.

Leia com atenção as cláusulas do seguro e esteja consciente quanto às obrigações da seguradora e os deveres do segurado. Lembrando que fraudar o seguro é crime, com pena prevista em lei.

 

Converse com um corretor, fale com a Ransom

Como funciona o seguro de vida

A resposta para a frase de um desenho clássico “coisas ruins acontecem e não a nada o que se possa fazer”, é contrate um seguro.

Imprevistos durante a vida são as coisas ruins, que infelizmente acontecem quando menos se espera. Uma doença repentina, um acidente, a morte inesperada. Estar preparado quando a necessidade surgir é o melhor que se pode fazer.

Claro que ninguém quer passar por isso e muito menos se deseja que alguém passe. Fazer um seguro de vida é melhor maneira de proteger os seus interesses e da sua família.

As coberturas para esse seguro envolvem invalidez total, parcial e permanente, despesas médicas, diárias de incapacidade e internação e até em caso de morte, algumas seguradores inclui assistência funeral. E até mesmo para quem quer planejar o futuro, um seguro de vida pode ser interessante.

Agora você sabe o que fazer para ter um seguro de vida? Então continue lendo e conheça o passo a passo para amparar você e sua família.

 

Entre em contato com o corretor

Ao sair pesquisando por seguros e seguradoras, é de praxe encontrar várias propostas na internet, com preços e coberturas variadas. Imagina entrar em contato com cada uma delas para pedir informações, ler e entender diversas apólices? Porque não é todo mundo que compreende termos jurídicos.

A escolha pela que atenda a suas necessidades e de sua família pode ser difícil e demorada.

Todo esse trabalho pode se tornar muito mais simples, se você entrar em contato com um corretor de seguros. O Estadão publicou um texto sobre a importância do corretor, vale a pena ler.

O corretor vai auxiliar em todo o processo de seguro, desde a escolha do melhor plano, vai explicar detalhadamente os termos da apólice, tirar dúvidas e indicar aquela que mais se encaixa à sua realidade.

Então, antes de abrir vários sites de seguradoras, entre em contato com a Ransom Corretora.

 

Análise do perfil

Seja qual for o seguro contratado, as seguradoras vão avaliar o perfil do segurado. É através desse perfil que o valor do prêmio é definido, isto é, as prestações que serão pagas durante o período vigente do contrato.

São essas informações que direcionam o corretor sobre quais planos são mais indicados para o segurado, quais coberturas são ideais, o que deve estar incluído na apólice, enfim.

Preencha os dados solicitados corretamente. Evite indicar outra pessoa como segurado titular, não responder corretamente, mentir ou omitir, tentando reduzir o valor do seguro. Além de ser considerado fraude, um crime sério, pode perder o direito à indenização quando mais precisar.

Entre algumas questões, a seguradora irá considerar:

– Qual a finalidade do seguro, se será temporário ou vitalício.

O seguro temporário é uma modalidade com um valor um pouco mais baixo que o vitalício. É indicado para quem pensa em um seguro por certo período de tempo, por exemplo, para os filhos menores terem um respaldo ou para um projeto de vida futuro.

O vitalício cobre em caso de morte ou invalidez, garantindo proteção financeira para a família do segurado ou até mesmo para ele. Para esse seguro, exames médicos, declarações de bens, hábitos de saúde do segurado e histórico de doenças são considerados.

 

– Faixa etária

Quanto mais velho o segurado for, maior o valor da apólice. Ainda que a expectativa de vida vem aumentado nos últimos anos e ter 20 anos não seja exatamente uma segurança contra acidentes, as seguradoras supõem que uma pessoa com mais de 60 anos tenha maior probabilidade de precisar da indenização a uma mais jovem.

 

– Sexo

Mulheres têm uma expectativa de vida maior que os homens. Seja por realizarem mais exames médicos, por serem mais cuidadosas no trânsito, não se arriscarem tanto, e outros motivos, que as seguradoras cobram menos delas.

 

– Fatores genéticos

Doenças existentes na família, como hipertensão arterial e diabetes, por exemplo, podem interferir na análise do perfil e encarecer o prêmio.

 

– Hábitos de vida

Fumantes, sedentários, entre outros maus hábitos de saúde, que tornem iminente o risco de morte ou incidentes, também elevam o valor do seguro.

 

– Esportes radicais

Se o segurado é adepto da prática de esportes radicais, a seguradora entende como um risco maior e o segurado deve contratar um seguro com uma cobertura mais abrangente, logo mais cara.

 

A proposta do corretor

Após avaliar o perfil, o corretor monta uma proposta com planos direcionados e com os termos estabelecidos pela seguradora e garantidos por lei, organizados em cláusulas.

Em resumo, a apólice traz as condições gerais, com os direitos e deveres de ambas as partes, condições particulares, com as coberturas, indenizações e vigência, e demais informações pertinentes, incluindo o valor da mensalidade.

 

Assinatura do contrato

Agora é sua vez de conferir os itens da apólice. É importante não ter pressa e ler cada cláusula com atenção, perguntando ao corretor todas as dúvidas que surgirem.

Lembre-se que é um documento que irá proteger o seu futuro e o da sua família, por isso, é de extrema relevância entender o contrato por completo e assinar tendo consciência de todo o conteúdo.

Não se atentar a isso pode ocasionar a recusa do pagamento da indenização, visto que determinadas cláusulas foram ignoradas pelo segurado como prazo de carência, coberturas, e demais termos.

 

Emissão da apólice

Segundo regras da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, e assegurado por lei, descrito no Código Civil, a seguradora tem até 15 dias para a emissão da apólice, após aceitação.

Plano de Saúde para pets

A cena já é bastante comum, cães e gatos tendo um lugar significativo na família. A humanização dos pets tem se tornado uma realidade e ter um bichinho de estimação, ao invés de filhos, é a preferência de 44 famílias, em cada 100, que participaram de pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o Instituto divulgou outra pesquisa em que 28,9 milhões de lares brasileiros têm, ao menos, um cachorro.

A ligação entre donos e animais de estimação é tão forte e quase tão parecida com a de pais e filhos, que o Supremo Tribunal Federal (STF) promulgou o Projeto de Lei 542/18, que “estabelece o compartilhamento da custódia de animal de estimação de propriedade em comum nos casos de dissolução do casamento ou da união estável”.

Quem tem essa relação com o pet, investe nas melhores rações, brinquedos, roupinhas, caminhas, coleiras, produtos de beleza, marca semanalmente uma hora para banho e tosa e boa parte da renda vai para cuidados especiais.

E se algum incidente ou acidente acontece com eles, o que fazer? Consultas ao veterinário e tratamentos específicos geralmente são bastante caros, o que pode ser uma situação complicada.

Sabia, que da mesma forma que os humanos, os animais também podem ser protegidos através de um Plano de Saúde, que cobre cães e gatos?

 

Como funciona o plano para pets

O plano de saúde para pets funciona como um plano voltado para humanos, com planos específicos voltados para o atendimento veterinário. Com ele, o seu pet pode realizar todos os procedimentos ambulatoriais, emergenciais e de urgência, desde simples consultas até cirurgias, incluindo também as vacinas.

Os planos são divididos pela idade do pet e pela abrangência dos serviços. Sendo organizados em menores de 1 ano, de 1 a 8 anos, em sequência há um valor específico dos 9 até os 14 e um direcionado para os pets idosos, com mais de 14 anos.

Inclusos estão os atendimentos por telefone, domiciliar, orientação nutricional e um prontuário eletrônico. Há também desconto em medicamentos, banho e tosa, hotel, day care e até mesmo brinquedos e acessórios.

 

O que os planos cobrem

As modalidades cobertas vão variar muito de acordo com o plano escolhido. Por isso, antes de assinar, leia as cláusulas da apólice, se certifique das coberturas existentes básicas e adicionais e quais estão de acordo com todas as necessidades do seu pet. Lembrando que estão excluídas doenças preexistentes.

Entre os tipos de coberturas oferecidas estão:

– Urgência e emergência

– Atendimento ambulatorial

– Vacinas

– Atendimento em domicílio, por telefone e orientação nutricional

– Exames laboratoriais

– Consulta com especialista

– Atendimento hospitalar

– Internação

– Cirurgia

– Castração

– Limpeza de tártaro

Junto a tudo isso, ainda há a implantação do chip, uma forma de identificar e proteger o seu pet. É do tamanho de um grão de arroz, seguro, não causa alergia ou qualquer problema de saúde e mesmo cancelando o plano, seu animal de estimação continuará com o pequeno dispositivo.

 

Qual a vantagem de ter um plano pet

Avaliando o custo-benefício, vale muito a pena ter um plano de saúde para seu cão ou seu gato. Enquanto uma simples consulta ao veterinário custa, em média, entre R$ 70 a quase R$ 200, sem calcular atendimento emergencial, cirurgias, entre outros, um plano de saúde para pets tem um valor mensal muito menor, com todas as coberturas, sem custo extra.

Essa é a melhor forma de proteger seus bichinhos de quatro patas, cuidar e se precaver, evitando passar pelo desespero de não ter como pagar por esse atendimento.

E se o seu bichinho de estimação é realmente membro da família, merece ter tratamento semelhante, com os cuidados indispensáveis e responsáveis inerentes à quem decidiu incluí-los ao convívio familiar.

 

Como escolher o plano mais adequado para o seu pet

Os planos se diferenciam conforme as necessidades do seu pet e como você pretende que seja o atendimento dispensado ao seu gato ou cachorro. As variações tem a ver com as coberturas e o valor de cada plano.

Entrar em contato com um corretor vai auxiliar na decisão correta do plano mais adequado, que vai cobrir por completo tudo o que o pet precisa relacionado à saúde e atendimento veterinário.

O corretor tem as orientações sobre cada plano e pode tirar todas as dúvidas. Procure quem tem experiência de mais de 20 anos. Fale com a Ransom.

8 Dicas de Seguro Viagem

Ter um seguro viagem garante que a sua viagem seja a mais tranquila possível, mesmo se acontecer algum imprevisto como acidentes, que exijam atendimento médico imediato ou a locomoção emergencial do segurado, por exemplo.

Claro que ninguém planeja uma viagem pensando que vai sofrer um acidente, precisar de uma emergência ou voltar antes do programado, porém já se sabe como são altos os gastos internacionais para esse tipo de coisas e como pode ser estressante resolver determinadas ocasiões.

Através do seguro viagem, a seguradora vai garantir a indenização e proteção em diversos problemas que possam surgir, dando toda a assistência que o segura precisar, auxiliando até mesmo em extravio de bagagem e perda de documentos.

Antes de contratar o seguro, é importante estar atento a detalhes que vão influenciar muito. Continue lendo, que separamos 8 dicas que vão fazer diferença na sua viagem:

 

  1. Contrate com antecedência

Contratar o seguro bem em cima da data da viagem pode ser mais complicado e ainda encarecer o preço. Os valores, que são cotados de acordo com o valor do dólar vigente, mudam de uma hora para a outra.

Algumas seguradoras até contratam na hora do embarque, porém é preciso confirmação do pagamento antes de ser aprovado o seguro e outras podem levar um tempo maior, de 2 a 3 dias, para ativar o seguro depois da compra.

Como não é possível contratar o seguro quando já estiver viajando, então o mais recomendado é resolver isso com, no mínimo, uma semana de antecedência.

 

  1. Defina as datas exatas de cobertura

Quando preencher essa informação para a contratação do seguro, coloque exatamente a data e hora do dia de embarque no país de origem e, igualmente a data e hora do desembarque, também no país de origem.

Algumas coberturas envolvem atraso de companhia e perda de bagagem, então será interessante ter sua viagem coberta logo no começo, para acionar a seguradora se algo assim acontecer.

Também pode ser interessante acrescentar dois a três dias a mais da data de desembarque, para se prevenir de atrasos com as companhias aéreas ou outros problemas, em que precise estender esse período.

 

  1. Avalie as coberturas

Antes de assinar o contrato, tenha conhecimento de todas as cláusulas e tudo o que o seguro cobre. Procure saber de todos os pormenores, porque fica mais fácil procurar a seguradora diante de um imprevisto se souber com o que exatamente pode ser ajudado.

É um pouco complicado, mas quando planejar a viagem, pense em todas as possibilidades e escolha a seguradora cuja apólice tenha mais a ver com elas. Quanto mais completa for, mais apoiado o segurado vai estar.

 

  1. Pesquise sobre as exigências do país de destino

Pesquise sobre qual o seguro mais adequado para o lugar onde está pensando viajar. Cada país tem suas leis e exigências para receber estrangeiros. Em relação a seguros, um exemplo são os 26 países europeus que fazem parte do Tratado de Schengen, que torna obrigatório a contratação de um seguro viagem no valor mínimo de € 30 000.

Esse seguro é exigido, porque esses lugares querem ter a certeza de, que se o turista precisar de atendimento médico ou outra assistência, ele terá como arcar com as despesas necessárias.

Os países que assinaram o Tratado são Alemanha, Estônia, Itália, Polônia, Áustria, Finlândia, Letônia, Portugal, Bélgica, França, Lituânia, República Checa, Dinamarca, Grécia, Linstenstaine, Suécia, Eslováquia, Holanda, Luxemburgo, Suíça, Eslovênia, Hungria, Malta, Espanha, Islândia e Noruega.

 

  1. Leve o contrato do seguro na viagem

Com a obrigatoriedade do seguro nesses países, será exigido a apresentação dele na imigração. Por isso, ao fazer as malas, coloque a apólice como item de necessidade básica.

Do mesmo jeito, mesmo tendo lido todas as cláusulas e estando a par de tudo, é bom ter como consultar novamente o seguro para verificar se a seguradora poderá auxiliar em uma situação específica.

Caso a seguradora se negue a ajudar, é possível acionar a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável por controlar e fiscalizar o mercado de seguros.

 

  1. Tenha uma cópia do seguro

Leve o contrato na mala, mas tenha uma cópia também no Brasil, caso precise que alguém desse lado do mapa ajude com as cláusulas do seguro e questões jurídicas.

 

  1. Tenha os números da seguradora a mão

Anote na agenda do celular ou em um lugar de fácil acesso caso precise acionar a seguradora. Isso facilitará bastante em caso de emergência, tanto para o segurado, quanto para quem estiver com próximo a ele na viagem.

Como é aconselhado, se possível, ligar primeiro para a seguradora antes do atendimento médico, ter os números a mão, vai tornar o socorro mais rápido.

 

  1. Consulte um corretor de seguros

Existem muitas seguradoras e, ainda que o seguro saúde tenha sido regulamentado pela SUSEP com coberturas básicas, é bom saber quais são mais adequadas para garantir uma viagem tranquila.

Por essa razão, consultar um corretor de seguros é a solução mais indicada. Um profissional treinado e bem informado para orientar a respeito das diversas dúvidas que o segurado tem a respeito do que o seguro vai cobrir e se estão de acordo com as atividades que serão realizadas durante a viagem.

 

Então, antes viajar, consulte um corretor da Ransom Seguros.

Seguro para pets

A cena já é bastante comum, um animal tendo um lugar significativo na família. A humanização dos pets tem se tornado uma realidade e ter um bichinho de estimação, ao invés de filhos, é a preferência de 44 famílias, em cada 100, que participaram de pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o Instituto divulgou outra pesquisa em que 28,9 milhões de lares brasileiros têm, ao menos, um cachorro.

A ligação entre donos e animais é tão forte e tão parecida com a de pais e filhos, chegando a ser até mais, que o Supremo Tribunal Federal (STF) promulgou o Projeto de Lei 542/18, que “estabelece o compartilhamento da custódia de animal de estimação de propriedade em comum nos casos de dissolução do casamento ou da união estável”.

Quem tem essa relação com o pet, investe nas melhores rações, brinquedos, roupinhas, caminhas, coleiras, produtos de beleza, marca semanalmente uma hora para banho e tosa e boa parte da renda vai para cuidados especiais.

E se algum incidente ou acidente acontece com eles, o que fazer? Consultas ao veterinário e tratamentos específicos geralmente são bastante caros, o que pode ser uma situação complicada.

Sabia, que da mesma forma que os humanos, os animais também podem ser protegidos através de um Seguro Saúde, que cobre cães e gatos?

 

Como funciona o seguro para pets

O seguro para pets foi criado com a mesma intenção dos seguros saúde e de vida planejados para os humanos, ou seja, se o seu pet ficar doente, morrer ou causar algum sinistro, a seguradora irá pagar ao dono do segurado uma indenização para custear ou reembolsar os gastos necessários.

Ao contratar, as seguradoras vão exigir o preenchimento de um formulário onde será informado a espécie, raça e um certificado de idade. A imposição dessas questões se dá, porque pode existir diferença de planos e coberturas conforme a idade do animal, sendo basicamente dividido para animais até 8 anos e a partir dos 9 anos.

O que cobre

As modalidades cobertas vão variar muito de acordo com a seguradora escolhida. Por isso, antes de assinar, leia as cláusulas da apólice, se certifique das coberturas existentes básicas e adicionais e quais estão de acordo com todas as necessidades do seu pet. Lembrando que estão excluídas doenças preexistentes.

Entre os tipos de coberturas oferecidas estão:

– Despesas médicas recorrentes de acidentes através de reembolso;

– Indicação de clínicas veterinárias;

– Transporte de emergência;

– Tratamento de emergência;

– Conforme o contrato escolhido, o pet pode ter assistência veterinária completa, com a realização de consultas, vacinas, exames laboratoriais, cirurgias, internação;

– Atendimento veterinário domiciliar;

– Morte por acidente, sendo a seguradora responsável pelos gastos com remoção, funeral e cremação;

– Morte por sacrifício induzido ou lesões;

– Responsabilidade civil, caso o pet tenha causado danos físicos à terceiros, seja em pessoas ou em outro animal ou danos materiais à propriedade;

– Assistência jurídica, se o acidente causado pelo pet resultar em processo judicial, o seguro cobre gastos com advogados, cartórios, entre outras despesas;

– Hospedagem, se o dono ficar doente e não tiver como cuidar do bichinho, a seguradora oferece assistência, incluindo diárias de hospedagem;

– Roubo ou perda, se o seu pet for roubado ou desaparecer, o seguro irá pagar o valor do animal;

 

Qual a vantagem de ter um seguro pet

Avaliando o custo-benefício, vale muito a pena ter um seguro pet. Enquanto uma consulta ao veterinário custa, em média, entre R$ 70 a quase R$ 200, sem calcular atendimento emergencial, cirurgias, entre outros, um seguro para pets custa, mais ou menos, R$ 100, por ano.

Já que animais são imprevisíveis, essa é a melhor forma de protege-los, cuidar e se precaver, evitando passar pelo desespero de não ter como pagar por esse atendimento.

E se o seu bichinho de estimação é realmente membro da família, merece ter tratamento semelhante, com os cuidados indispensáveis e responsáveis inerentes à quem decidiu incluí-los ao convívio familiar.

 

Como escolher o seguro ideal

Escolher a seguradora certa para proteger e assegurar assistência para seu pet pode ser uma tarefa complicada, diante de tantas ofertas encontradas quando se pesquisa na internet.

Imagina ter que entrar em contato com cada uma delas e ler com atenção cada apólice antes de decidir pela mais adequada. Sem falar no risco de não entender corretamente todas e acabar se prejudicando quando precisar acionar o seguro.

O mais indicado é entrar em contato com um corretor de seguros, um profissional treinado e capacitado para orientar o segurado, tirando dúvidas a respeito de todos os processos jurídicos e burocráticos e de qual seguradora tem o melhor plano para atender todas as necessidades.

Fale com a Ransom Corretoras de Seguro.

Seguro para equipamentos eletrônicos

Contratar um seguro para aparelhos eletrônicos é muito vantajoso em diversas situações

Os aparelhos eletrônicos vêm se tornando cada vez mais úteis em um mundo de redes sociais, mídias eletrônicas e a necessidade urgente da produção e compartilhamento de informações pela internet. Difícil é conhecer uma pessoa que não seja dono de, ao menos, um aparelho, seja para uso pessoal ou profissional.

O uso de celulares, por exemplo, colocou o Brasil como o 5° no ranking global de tempo dispendido, segundo o relatório Estados de Serviços Móveis, divulgado pela App Annie, consultoria em dados sobre dispositivos móveis.

Seguindo a linha de rankings, o Brasil também alcança um lugar considerável, como o 2° maior país, porém a pesquisa da F-Secure, empresa de segurança, mostra o índice mundial de roubos e perdas de dispositivos móveis, incluindo smartphones e tablets, com 25% dos brasileiros afirmando já terem sido vítimas de furto ou terem perdido o aparelho. Isso sem citar danos físicos, elétricos e por água.

Avaliando as muitas utilidades e os custos, é mesmo desesperador quando algo assim acontece a um aparelho e o usuário se vê sem uma saída, que não seja investir novamente em um novo, muitas vezes ainda pagando o anterior.

Para não passar por esse problema, a melhor solução é contratar um seguro para proteger seu aparelho eletrônico de roubos e danos, seja smartphone, smartwatch, tablet, notebook, netbook, ultrabooks, macbooks, videogames portáteis, filmadora, câmera fotográfica, entre outros.

 

Como funciona o seguro para equipamentos eletrônicos

Assim como todo seguro, existe a cobertura básica, as modalidades adicionais e os cuidados que devem ser tomados para evitar os riscos excluídos, podendo ser negada a indenização por parte da seguradora.

As seguradoras diferem em relação às coberturas, algumas incluem como itens básicos o que outras colocam como opcionais.  É por essa razão, que antes de assinar o contrato de seguro, é muito importante ler todas as cláusulas e conhecer exatamente o que está coberto, para não passar por uma situação desagradável quando for acionar a seguradora por conta de um sinistro.

Saiba, no geral, como cada cobertura funciona:

Cobertura básica:

A cobertura básica resguarda o aparelho de danos físicos ocasionados por acidente, incêndio, queda de raio, impacto de veículos e furto por arrombamento ou roubo.

Algumas seguradoras têm a modalidade de roubo ou furto como cobertura adicional, informe-se com o corretor.

Coberturas adicionais

Nas coberturas adicionais está incluso proteção contra danos elétricos, danos por água ou líquido, garantia internacional e ainda há a cobertura para aparelhos alugados, em que é indenizado o valor do aluguel ou reembolso.

Riscos excluídos

Mesmo que o seu aparelho esteja segurado, é necessário continuar tendo os mesmos cuidados, como se não fosse. Isso, porque para alguns acidentes a seguradora pode negar a indenização e não vale a pena pensar em fraudar a situação, pois é feita uma investigação detalhada.

Fraude em seguro é um crime previsto no Código Penal Brasileiro, artigo 171, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa.

Então, se por negligência o aparelho cair, quebrar, amassar ou arranhar, a cobertura é negada. Do mesmo jeito, se esquecer o aparelho em algum lugar e ele for furtado, o seguro não cobre. Outro risco excluído é se houver sobrecarga de energia ou por uso excessivo ou inadequado do aparelho.

Também é passível de negação do seguro se houver atos ilícitos praticados pelo segurado, por beneficiários, representantes ou por funcionários. E se o problema do aparelho já existir antes do seguro ser contratado, é excluído, podendo ser autuado.

 

Como evitar ser excluído do seguro

Algumas medidas de precaução devem ser tomadas para garantir a proteção do seu equipamento no dia-a-dia. São atos simples, porém bastante significativos:

– Usar capas de proteção;

– Ter atenção com a segurança de bolsas e mochilas onde o aparelho for levado;

– Não colocar outros objetos junto ao aparelho dentro do bolso, como chaves, que podem causar arranhões;

– Aparelhos na mão têm o risco em dobro de serem roubados ou de sofrerem acidentes. Redobre o cuidado;

– Nunca despache seus equipamentos junto com a bagagem, prefira levar como bagagem de mão;

– Se levar à praia, não deixe próximo à agua, exposto ao sol ou sem atenção;

– Aplicativos de localização e rastreamento são bastante úteis.

Mais vantagens do seguro

Além de proteger o aparelho eletrônico, as seguradoras oferecem serviços extras         de suporte, o chamado Help Desk, que irão ajudar em caso de problemas solucionáveis por atendimento telefônico, com assistência em todo o Brasil.

Como contratar o seguro

Para contratar o seguro é preciso apresentar a nota fiscal, com informações como a marca do produto, modelo e série e se a compra tiver sido feita em outro país, é exigido o documento fiscal conforme emitido pelo local de origem e a fatura de venda.

No caso do aparelho ter sido um presente ou a nota fiscal estiver no nome de outra pessoa, o segurado precisará apresentar um documento que comprove onde o produto foi adquirido ou uma carta de doação.

Como saber qual seguro contratar

Existem muitas seguradoras, com planos diversos e cláusulas variadas, tornando mais difícil a pesquisa sobre qual a mais indicada para segurar seus aparelhos eletrônicos.

O mais indicado é consultar o corretor de seguros, um profissional qualificado e instruído para recomendar qual tipo de apólice se adequa às necessidades do segurado em todos os sentidos.

Consulte quem já tem 20 anos de experiência no mercado de seguros e vai atender com qualidade e excelência, sempre que o cliente precisar, entre em contato com a Ransom Corretora de Seguros e proteja já seus equipamentos.