Importância do seguro para equipamento fotográfico

Seja para se tornar um fotógrafo profissional ou apenas pelo hobby de tirar fotos, é preciso investir um certo valor em equipamento fotográfico, que começa com uma boa câmera, lentes, um flash e se estende para notebooks, estes com espaço suficiente para armazenar fotos e softwares de edição de imagens e muitos outros materiais. Agora, já pensou todo esse investimento se perder por um acidente ou por roubo? É por isso que existe um seguro especial que cobre esse material no caso de um sinistro.

Muitos fotógrafos deixam de segurar seu material de trabalho ou por desconhecerem essa possibilidade de proteger o equipamento ou acharem desnecessário fazê-lo por vários motivos, entre eles, o de que é só ser mais cuidadoso, mas usando a velha frase “acidentes acontecem” e sendo materiais delicados usados em fotografia, é melhor estar prevenido. Além disso, há a tranquilidade de poder trabalhar na rua, as chamadas fotos externas, podendo ter fundos incríveis, com uma menor preocupação em alguém esbarrando na câmera e sem arriscar a vida em caso de um assalto.

Pensando no custo benefício, vale bastante a pena, se avaliar o valor de compra do equipamento e quanto é cobrado para manutenção. No entanto, é importante ficar atento aos planos oferecidos pelas seguradoras e aos tipos de cobertura.

Tipos de cobertura de seguro para equipamento fotográfico

Danos Físicos

Para danos ocorridos por acidente, incêndio, queda de raio, impacto de veículos ou em caso de roubo. Esse tipo de cobertura é o mais básico e todos os equipamentos podem ser inclusos no seguro.

Aqui, inclui se houve queda do tripé, se alguém esbarrou e derrubou o equipamento, ou seja, se houver uma batida qualquer que leve à quebra.

Subtração de bens

Vale salientar, que no caso de roubo, cada seguradora irá determinar qual é válido em contrato. Existem alguns riscos que são excluídos como furto simples, desaparecimento inexplicável ou simples extravio.

Exemplificando uma situação, o equipamento foi deixado dentro do carro ou esquecido em algum lugar, mesmo que por pouco tempo e foi furtado, está fora da cobertura. Para ser reconhecido é necessário que tenha sido subtraído sob ameaça ou após arrombamento.

Danos Elétricos

Esse tipo de cobertura, em geral, serve para notebooks, iluminação (também podem ser inclusos no seguro) e demais equipamentos que estejam conectados à rede elétrica. A câmera não costuma ficar ligada à tomada por muito tempo. Os problemas são causados por oscilações de energia, descargas elétricas e curtos circuitos.

Isso pode acontecer normalmente durante períodos de chuvas fortes, relâmpagos, um problema externo de energia. São excluídos os danos causados se houver negligência do segurado para o recebimento de energia.

Danos por água ou líquidos

Um incidente que acontece muito com fotógrafos que fazem trabalho próximos à piscinas, praias, ilhas, enfim. É desesperador ver seu material ser afogado pelas ondas durante uma sessão de fotos na praia ou um escorregão próximo a uma fonte. Faça cobertura do equipamento pensando que isso pode acontecer.

Cobertura internacional

O seu trabalho leva para fora dos limites nacionais? Então, estenda o contrato e leve seus equipamentos segurados para os mesmos sinistros também no exterior.

Perda ou pagamento de aluguel

Uma modalidade de seguro muito útil quando o equipamento principal estiver no conserto, por exemplo, e o fotógrafo precisar realizar um trabalho nesse tempo. Contratar essa cobertura, permite ao segurado alugar uma câmera e a seguradora é quem paga o valor. Para isso, é importante comprovar que existe um acordo formal firmado entre cliente e fotógrafo.

Como fazer o seguro

Depois de decidir quais coberturas estarão seguradas (por garantia, inclua todas), é preciso seguir um passo a passo, estipulado pela seguradora. Normalmente é exigido a apresentação da nota fiscal dos equipamentos, se forem adquiridos no exterior, a nota deve ser do país de origem, e se tiver sido comprada de outra pessoa, a nota deve estar no nome dela e junto uma carta de doação ou documento que comprove a aquisição.

Algumas seguradoras permitem que o contrato seja feito sem o uso da nota fiscal, aceitando um simples recibo ou ainda a foto do equipamento destacando o tipo e número de série para ser orçado e aprovado pela seguradora.

Esse procedimento é necessário para o conhecimento do valor do equipamento, ou no caso das fotos, uma avaliação através de pesquisa pela média do valor, porque o seguro deve ser cobrado de uma porcentagem do total pago pelo equipamento.

Como escolher o melhor seguro

Uma grande dúvida ao fazer um seguro é se a seguradora escolhida é confiável e se atende às expectativas do segurado. A verdade é que ninguém tem muito tempo para ficar pesquisando em cada lugar e avaliando vários contratos.

É válido entrar em contato diretamente com uma corretora de seguros. O corretor irá apresentar quais seguradoras e planos mais se encaixam as necessidades do segurado, garantindo um negócio vantajoso para todos.

CPF sujo pode contratar fiança locatícia

Todos precisam de um lugar ou para morar, ou para iniciar um negócio e comprar um imóvel, muitas vezes, é bastante caro, dependendo da cidade e do local, por isso, muitos optam em fechar um contrato de aluguel. Contudo, existem algumas condições por parte das imobiliárias e dos proprietários que devem estar em dia antes de assinar o contrato, uma delas é a situação frente ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa.

A inadimplência é uma triste realidade de 62,6 milhões de brasileiros, representando 41% da população adulta, resultado do também alto número de desempregos e da enorme porcentagem de impostos e juros cobrados sobre o valor dos serviços e produtos.

Atrasar pagamentos resulta em CPF negativado, inclusão no SPC por parte das empresas, o chamado popularmente nome sujo. Essa ação complica muito a vida, especialmente quando o assunto é conseguir crédito para comprar coisas a prazo ou firmar um acordo como o aluguel de um imóvel (muitos proprietários não aceitam, mesmo), por exemplo, entre outras consequências.

A pergunta é, se existe a necessidade de obter um imóvel e a dificuldade em acertar a dívida, como resolver esse dilema? A primeira solução é procurar um fiador, mas essa nem sempre é uma maneira muito simples de resolver a situação, visto que é difícil alguém que aceite essa responsabilidade ou que seja de confiança.

Pensando em como resolver isso, foi criado a fiança locatícia, uma modalidade de seguro prevista na Lei do Inquilinato, n° 8.245/91, que delimita os direitos e deveres do inquilino e tipos de garantir o aluguel, tornando o processo mais facilitado.

Por que contratar a fiança locatícia

Se conseguir um fiador é uma procedimento complicado, o que dirá se dispor de algum bem, como um automóvel, por exemplo, como garantia para conseguir finalizar o acordo. Inclusive, tendo problema com crédito, alguns bancos cancelam a concessão de cheques, o que torna a opção de cheque caução praticamente inválida.

A fiança locatícia ou seguro fiança é essa garantia financeira de, caso o locatário falte com o valor do aluguel, o locador não fique no prejuízo e receba direto da seguradora. Outra vantagem ao se contratar o seguro é se o inquilino causar algum dano no imóvel enquanto estiver lá, as despesas com o reparo serão pagas.

Quem pode contratar a fiança locatícia

O seguro pode ser contratado por qualquer pessoa, física ou jurídica, interessada em alugar um imóvel. Para isso, é preciso enviar uma documentação que comprove a renda para ser analisado pela seguradora. Em determinados casos, a seguradora pode não aceitar fazer o acordo e negar o seguro. Isso acontece se o locatário tiver uma dívida muito alta ou outro aluguel. Para situações mais simples de resolver, é possível negociar.

De modo geral, o valor do seguro é pago pelo inquilino e pode ser uma ou duas vezes o valor do aluguel, porém é passível que o locador e até a imobiliária paguem parcial ou totalmente. Por ser um recurso muito utilizado por imobiliárias para evitar perder um negócio, é comum elas serem responsáveis pela contratação do seguro.

Consulte um corretor de seguros

O corretor está preparado para sanar as dúvidas em relação aos mais variados tipos de seguro, não sendo diferente para a fiança locatícia. Se há o interesse em contratar e existe o problema de restrição no SPC, converse com um corretor e entenda melhor quais procedimentos devem ser feitos para conseguir contratar esse seguro e consequentemente ter aprovado a solicitação do aluguel.

Coberturas de Seguro de Viagem

Programar uma viagem vai além de comprar passagens, reservar um local para se hospedar, pesquisar rotas e tempo de viagem, preparar documentos e arrumar as malas.

Pode até parecer que tudo o que é importante já foi citado, porém viajar sem uma segurança contra prováveis eventualidades é colocar em risco tudo o que se planejou por dias, meses e, em certos casos, por anos.

Contratar um seguro viagem não apenas é obrigatório em certos países, como vai garantir auxílio em diversas situações.

E saiba, que assim como os demais seguros, o seguro viagem tem uma variação de coberturas, partindo das obrigatórias, passando pela cobertura básica, e ainda com aquelas adicionais, de acordo com plano escolhido pelo segurado.

Conheça essas coberturas e quais serão essenciais para garantir uma viagem mais tranquila:

 

Coberturas básicas obrigatórias

Desde 2014, a Superintendência de Seguros Privados, SUSEP, que regulamenta e fiscaliza todos os seguros comercializados nacionalmente, formulou a Resolução CNSP n° 315, e depois reformulada em 2016, sobre “as regras e os critérios para a operação do seguro viagem”, tornando obrigatórias a cobertura nos seguintes casos:

 

Despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO), tanto em viagens nacionais, quanto internacionais

O artigo 3°, parágrafos I e II, obrigam a seguradora a indenizar o segurado, conforme o valor contratado, as despesas provenientes de atendimento clínicos que forem precisos durante o período da viagem.

 

Translado de corpo

Em caso de, infelizmente, ocorrer um falecimento, os gastos para o transporte do corpo de onde aconteceu a fatalidade até a casa ou local de sepultamento, é garantido pela seguradora. Sempre lembrando o limite do valor que foi acordado pelo segurado.

 

– Regresso Sanitário

Quando, por algum motivo, o segurado não puder voltar da viagem como passageiro regular e novas despesas precisarem ser feitas para a realização desse retorno. Isso pode incluir ambulância ou voo em avião ambulância, equipe médica,

 

– Translado Médico

O pagamento das despesas para remoção ou transferência até um hospital ou clínica mais próximos do local do acidente ou ocorrência da enfermidade.

 

– Invalidez permanente total ou parcial por acidente

Uma indenização será paga no caso de algum acidente ocasionar invalidez do segurado enquanto estiver no local da viagem. Vale lembrar que os órgãos ou membros devem estar estipulados em apólice.

 

– Pagamento aos beneficiário por morte em viagem

Uma cláusula que ninguém pretende que aconteça, porém se houver morte por causas naturais ou acidentais durante a viagem, os beneficiários constantes na apólice receberão o valor contratado.

 

Enfatizando, a Susep registrou a cobertura de DMHO em viagens para o exterior, como obrigatória para eventos ocorridos por acidente pessoal ou enfermidade súbita ou aguda.

As coberturas de DMHO, regresso sanitário, translado médico e translado de corpo devem ser obrigatórias. Não é permitido contratar somente a cobertura de translado de corpo.

Leia com atenção a apólice e esteja ciente do valor contratado e do que será coberto, sabendo que se os gastos forem maiores, a seguradora não irá se responsabilizar por esse acréscimo.

 

Coberturas adicionais

As seguradoras também oferecem coberturas adicionais, que podem, ou não, constar na apólice. Isso, claro, depende da seguradora e da escolha do segurado. Entre elas estão:

 

– Bagagem

Indenização no caso de extravio, roubo, furto, dano ou destruição, comprovados, respeitando o acordo firmado no contrato.

 

– Funeral

As despesas com funeral podem ser ressarcidas pela seguradora, limitando-se ao valor estipulado pelo segurado, se houver morte durante a viagem.

 

– Cancelamento de viagem

Nada é mais frustrante do que precisar cancelar uma viagem por conta de um acontecimento inesperado. Pior ainda é se as companhias de viagem se recusarem a ressarcir os gastos.

Essa tipo de cobertura irá indenizar o segurado, desde que o valor esteja dentro dos limites contratados, para que o mesmo possa continuar sua viagem tranquilamente.

 

– Cancelamento ou atraso de voo

Isso, sim é algo que faz o sangue ferver. Tudo pronto e por algum motivo aleatório, o voo é cancelado. Como consequência, é preciso arcar a mais com alimentação e hospedagem, o que não estava previsto.

Pois essa cobertura garante o reembolso desse gasto.

 

– Prorrogação de estadia

Precisou ficar um tempo a mais no hotel por causa de um acidente ou doença, o seguro viagem paga ou reembolsa esse tipo de despesa.

 

– Assistência jurídica e pagamento de fiança

Serviço de advocacia, reembolso de fiança judicial e outros assuntos de responsabilidade civil, se acontecerem durante a viagem.

 

– Despesas farmacêuticas e assistência fisioterapia

O primeiro, garante reembolso com medicamentos prescritos pelo médico devido a acidentes ou doença ocorrentes e o segundo, é se houver necessidade de fisioterapia.

 

Existe também a cobertura para roubo, furto, incêndio, raio ou explosão de smartphone ou laptops.

 

Fatores que não tem cobertura

É importante se conscientizar que acidentes ocorridos por fatores de risco, enfermidades ou morte intencional, não estão inclusos na apólice. Ocorrências como suicídio, envolvimento em atos de guerra ou terrorismo ou perturbação da ordem pública, atos ilícitos, acidentes resultantes de irresponsabilidade ao volante e quaisquer outros em que o segurado agiu de forma considerada insensata pela seguradora, são alguns desses fatores.

 

Contrate o seguro ideal

Contratar o seguro certo em que se possa recorrer a um respaldo financeiro nessas situações traz mais tranquilidade.

Para ter certeza disso, consulte um corretor de seguros, que irá indicar quais seguradoras disponibilizam cobertura para suas necessidades. Bem orientado e consciente das cláusulas da apólice, pode viajar sossegado.

5 dicas para criar um evento de sucesso

Criar um evento de sucesso é uma das grandes realizações para quem está à frente da organização desse acontecimento e para todos os envolvidos no processo, seja ele uma simples reunião ou enorme festival.

Eventos, em muitos casos, acabam se tornando a alma dos negócios de muitas empresas e principal investimento financeiro de muitas cidades, especialmente as turísticas. Muito se tem investido nessas ocasiões para divulgar o produto ou serviço prestado, melhorar a interação com a equipe e com os clientes, tornando colaboradores mais confiantes e consumidores mais interessados.

No livro “Estratégias para eventos”, de 2002, Janaina Brito e Nena Fontes afirmam que os eventos são, incontestavelmente, o maior e melhor meio de desenvolvimento nacional, do fomento da economia e da geração de emprego.

É com essa base de pensamento, que quem está responsável pelo gerenciamento precisa se ater a detalhes que garantirão um resultado satisfatório para todas as partes envolvidos.

Vamos citar 5 dicas importantes que irão garantir a satisfação para quem está organizando e, consequentemente tanto de quem contratou, quanto os participantes. Continue lendo:

 

 

1 – Definição de um objetivo

Defina um objetivo para o evento. O que se quer conseguir com o evento? Quais pontos exatamente se quer conquistar e o que, ou quem, se quer alcançar? Basicamente, é toda a visão de como o evento deve acontecer.

Combine esse pensamento ao planejamento. É nesse meio em que se define o quê, quando, onde, por que e como e se traça um estratégia.

Também é aqui que se decide pelo tema do evento.

 

2 – Traçar uma estratégia

Estratégia se resume a todas as ações utilizadas para atingir o objetivo.

Como esse evento será divulgado. Que meios de comunicação serão utilizados – panfletos, rádio, televisão, e-mail… o mais utilizado ultimamente, as redes sociais.

Que empresas serão fornecedores e colaboradores. Muito importante nessa parte é escolher como será a equipe responsável pela execução das ações.

Quais e como os investidores irão participar e como será a abordagem. Qual vai ser a estratégia para convencer a realidade de retorno positivo, e claro, lucrativo.

Sempre focando no que deve ser feito para atingir o objetivo, já definido.

 

3 – Planejamento estratégico e detalhado

A parte mais importante na criação de um evento. Quando bem organizado, com uma sequência lógica, tendo consciência assertiva para o começo, meio e fim, com definição de dia, duração e local, o evento caminha para o sucesso.

Crie uma planilha com a lista de todas as ações e providências que precisarão ser observadas, incluindo orçamentos e contatos. Também divida as tarefas, quem faz o quê. Não queira carregar tudo nas costas, é perigoso para a saúde e pode colocar tudo a perder.

 

4 – Pensar e respeitar o público-alvo

O objetivo de um evento só pode ser conseguido se estiver interligado a preocupação com quem será o público-alvo do evento.

A princípio, pode parecer a parte mais simples, no entanto, é indispensável conhecer a fundo para quem o evento será organizado. Pense na faixa etária, se o evento será restrito ou aberto e como o acesso será feito, se é pago ou gratuito, se haverá alimentação e qual tipo será oferecido. Ainda, é partindo desse ponto que é possível escolher o local adequado.

Pensar e respeitar o público-alvo é de grande importância. São as pessoas participantes desse acontecimento que irão avaliar se todo o trabalho anterior repercutiu positivamente. Dependendo da periodicidade do evento, são essas pessoas, que estiveram lá, que ajudarão na divulgação de um próximo evento.

 

5 – Contratar um seguro

Já imaginou um imprevisto tornar todo o processo de planejamento um desastre? Um atraso no equipamento, uma pane no sistema elétrico, um erro assustador da previsão do tempo, um acidente envolvendo pessoas.

Um item que precisa estar em primeiro lugar na lista de planejamento do evento é a contratação de um seguro de eventos. Além de proteger contra prejuízos financeiros e assumir a dívida em processos judiciais, através de uma responsabilidade civil, ter um seguro demonstra total preocupação com o público-alvo, ou seja, o pacote completo para garantir sorrisos.

Para contratar o seguro ideal, entre em contato com um corretor de seguros, que tem o conhecimento profissional sobre quais seguradoras mais atendem à realidade do seu evento e irá direcionar para os melhores planos.

 

Realizar um evento pode até ser trabalhoso, mas se começar seguindo esses cinco passos iniciais, é certeza que o trabalho será compensador no final de tudo.

 

A importância de seguros pessoais

A vida é cheia de imprevistos. Uma frase muito conhecida e totalmente verdadeira. Há ainda quem acrescente algo a mais nessa frase, e afirme que para os altos e baixos da vida só é preciso estar preparado.

Claro que ninguém pensa que um acidente possa acontecer e mudar todo o planejamento de vida. Quem quer planejar que em determinado momento irá passar por algum imprevisto e precise ficar sem trabalhar.

Por conta desse pensamento, as pessoas tem preferido contratar um seguro para seu veículo, ou para seu patrimônio, e deixam de lado aquele específico para a pessoa física. Esquecendo, que é preciso ter um meio financeiro para manter todos os bens materiais e que na falta desse respaldo, pode haver a necessidade de se desfazer deles.

 

O que é o seguro de acidentes pessoais?

Diferente do seguro de vida, que cobre a família do segurado em caso de morte natural ou acidental, o seguro de acidentes pessoais também pode ser acionado em vida, ou seja, se o segurado sofrer um acidente que o deixe impossibilitado de trabalhar por um certo tempo, a seguradora está responsável em fazer pagamentos periódicos, de acordo com o plano contratado.

E o que mais interessante, é que o valor de um seguro pessoal é bem mais em conta do valor de um seguro automotivo, por exemplo. Isso quer dizer, que é muito mais barato proteger a si mesmo. Dependendo do plano sugerido, é de se pensar em fazer os dois.

 

O que esse seguro cobre?

A cobertura do seguro de acidentes pessoais inclui indenização em caso de invalidez permanente, total ou parcial. Nesse caso, é preciso ter atenção às cláusulas do contrato para saber que nem todos os acidentes serão cobertos, dependendo do plano contratado.

Como curiosidade, os planos de seguro pessoal costumam ser os mais baratos do mercado. Dessa forma, é possível contratar coberturas complementares e ter mais tranquilidade durante esses imprevistos.

Além da indenização em vida, o seguro deve reembolsar despesas recorrentes de assistência médica-hospitalar e odontológica, para tratamento do acidente, desde que faça parte da cobertura do seguro e que o tratamento se inicie antes do prazo estipulado, em contrato, pela seguradora.

Por último, se o acidente resultar em morte, os beneficiários receberão o valor contratado pelo segurado.

 

Para quem esse seguro pode ser interessante?

Em geral, esse seguro é interessante para profissionais liberais e autônomos, que dependem estritamente do seu trabalho para receber os valores necessários para arcar com as todas as despesas.

Só quem recorre apenas ao seu trabalho, sabe a preocupação de ficar, até mesmo, um dia sem trabalhar, ainda mais se ver obrigado a ficar meses impossibilitado.

 

O seguro é para qual faixa etária?

Outra coisa interessante nesse seguro é que ele pode ser feito para qualquer pessoa a partir de 14 anos de idade. Informe-se se há um limite máximo de idade, determinadas seguradoras permitem que pessoas até 80 anos façam um plano voltado para essa idade.

 

Quem se beneficia com esse seguro?

Existem dois tipos de apólice, a individual e a coletiva:

Na individual, o segurado contrata diretamente o seguro, recebendo a indenização diretamente, em caso de acidente que resulte em invalidez. Em caso de morte acidental, os beneficiários indicados no contrato é que receberão o valor estipulado.

Esses beneficiários podem ser escolhidos aleatoriamente, podendo os nomes serem alterados em qualquer momento. No entanto, se houver morte e o segurado não tiver indicado qualquer beneficiário, o valor da indenização será entregue metade ao cônjuge, legalmente casado e a outra aos herdeiros, sendo que os filhos estão em primeiro lugar na ordem de sucessão legal.

Já a apólice coletiva é contratada por uma empresa ou qualquer outra associação. Se houver acidente, é a instituição contratante que representa o segurado. Esse, por sua vez, deve ter aceitado a adesão através de uma proposta de adesão.

 

Como contratar o melhor seguro?

Sempre existe uma dúvida ao contratar um seguro. Como saber qual seguradora irá cobrir todas as suas necessidades. Para isso, será preciso passar horas pesquisando cada um dos planos oferecidos e correr o risco de quando escolher, decidir errado.

Para evitar esses desconfortos, fale diretamente com um corretor de seguros. Um profissional capacitado a orientar o segurado a respeito de quais seguros são ideais para cada situação.

5 motivos para ter um seguro residencial

Um estudo comparativo entre os anos de 2016 a 2018, realizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais, FenSeg, mostra um crescimento na porcentagem de residências com seguro. O estudo apontou que houve uma variação de 14,2% entre 2017 e 2018.

Esse aumento, ainda que pouco significativo em relação a seguros como o de automóveis, por exemplo, pode ser explicado pela preocupação das pessoas com a proteção do patrimônio. Nas grandes cidades, como São Paulo, a questão de segurança é o principal fator para a procura de um seguro, em segundo lugar, estão os vários benefícios que o seguro residencial traz além da indenização por acidentes.

Abaixo, saiba 5 motivos porque é importante, e bom, ter um seguro residencial:

 

1 – Relação Custo-Benefício

O valor de um seguro residencial compensa bastante se considerar os custos que seriam pagos para reconstruir uma casa que passou, talvez, por um incêndio ou uma explosão.

Além do mais, o número de benefícios que o segurado pode ter conforme o seguro adquirido fazem o valor do prêmio, ou seja, o valor pago mensalmente, valer muito a pena.

 

2 – Valores acessíveis

Seguros residenciais costumam ter o prêmio mais barato se comparado ao valor da residência e de outros seguros. Para se ter uma ideia, enquanto um seguro auto representa entre 5% e 10% o total do veículo, o seguro residencial é de, no máximo, 1% do valor do imóvel.

Geralmente, o valor da indenização é calculado conforme o custo do metro quadrado de construção do imóvel.

Um exemplo, para uma proteção básica, o valor custa, em média, pouco mais de R$ 300 por ano. Bem acessível, não acha?

 

3 – Ampla Cobertura

Entre as coberturas de um seguro residencial estão as coberturas básicas contra incêndio, seja ele provocado por qualquer motivo, com exceção do doloso, ou seja, intencional.

Também está incluso no padrão básico explosão e queda de raio que danifique bens que forem incluídos no seguro. Lembrando que para haver a indenização, o acidente deve ter ocorrido dentro da área do terreno ou edifício do segurado.

Entre as coberturas adicionais, estão o seguro contra danos elétricos e danos à eletrônicos, acidentes causados por vendavais, granizo, quedas de aeronaves, furacões ou outros desastres naturais. Além de impacto de veículo e fumaça.

Continuando os benefícios, sua residência pode ter cobertura contra furto ou roubo, uma das razões pelos quais muitos proprietários têm procurado as corretoras de seguros.

Outra cobertura que pode ser de grande ajuda é concernente à responsabilidade civil. Nesse caso, existe a cobertura por responsabilidade civil familiar, por danos morais, por prática de esportes, relativa à empregados domésticos e até mesmo direcionada à seu animal de estimação.

 

4 – Serviços de assistência 24 horas

Essa cobertura igualmente têm atraído muitos segurados. Isso porque com o seguro residencial é possível ter assistência 24 horas para aqueles serviços que, muitas vezes, precisamos de alguém especializado para fazer:

  • Chaveiro;
  • Eletricista;
  • Encanador, incluindo serviços hidráulicos, como parar vazamentos;
  • Vidraceiro
  • Limpeza de caixa d’água;
  • Limpeza de calhas;
  • Retirada de entulho;
  • Instalar olho mágico;
  • Conserto de eletrodomésticos como fogão, máquina de lavar louças e de lavar roupas, máquina de secar roupas, micro-ondas, etc.
  • Conserto do telhado;
  • Segurança e Vigilância;

Dependendo da apólice, você pode contar com alguém até para pendurar um quadro na parede, o que quer dizer que fazer um seguro residencial é muito mais que simplesmente proteger seu patrimônio, é ter assistência profissional quando precisar.

 

5 – Rápida indenização

Passar por um desastre é muito ruim. Perder o lugar onde mora, é péssimo. Agora, depois de tudo isso, saber que o seguro vai demorar para pagar a indenização, sendo que o segurado arcou direito com sua parte do acordo, é desesperador.

Felizmente, não é isso que acontece para quem faz seguro residencial. Geralmente, a seguradora paga a indenização em até 30 dias, a partir do recebimento da documentação exigida. Em alguns casos, esse período pode se estender ou ser suspenso, se for preciso novos documentos.

Se a seguradora não cumprir esse prazo, por lei, a indenização deve ser paga com acréscimo de juros e multas.

Muito cuidado com erros na documentação, fraudes, declarações falsas ou omissão de informações importantes à seguradora. Isso pode fazer com que a indenização seja negada.

 

Procure um corretor de seguros especializado

Fazer um seguro residencial é muito fácil e só traz vantagens. Para ter ainda mais benefícios e facilidades na hora de contratar um plano, consulte um corretor de seguros. Um profissional qualificado para orientar o segurado sobre quais seguradoras irão melhor atender às necessidades de cada residência, seja uma casa ou apartamento, seja sua moradia regular ou apenas para veraneio.

Seguro de vida especial para autônomo

Uma pesquisa divulgada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre informalidade do trabalho, desigualdade de renda e contratos não regulares colocou o Brasil como o 3° no ranking de países com o maior número de trabalhadores autônomos, com uma taxa de 32,9% em relação aos empregos formais.

De acordo com o IBGE, são 34,31 milhões de pessoas trabalhando por conta própria sem qualquer vínculo empregatício. Para a economia brasileira isso aponta um cenário positivo, já que com esses trabalhos ela continua se movimentando.

Entram nessa categoria os autônomos ou profissionais liberais, com seu próprio negócio como dentistas, médicos, advogados, cabeleireiros, manicures, esteticistas, entre outras profissões.

 

Insegurança autônoma

Dados do IBGE mostram que 12,5 milhões ainda estão sem emprego e desses, mais de 3 milhões estavam em busca há, pelo menos, dois anos ou mais. Ter um trabalho autônomo tem sido não apenas a escolha, mas a alternativa de muitas pessoas para driblar essa realidade.

O autônomo tem conseguido se manter, mesmo durante esses momentos de crise, no entanto, trabalhar por conta pode ter suas intempéries, por exemplo, se o profissional ficar doente, precisar passar por algum tratamento ou sofrer um acidente inesperado, a renda mensal tende a ficar bastante comprometida se não houver uma reserva financeira durante esse período não produtivo.

Ele pode tentar recorrer à auxílio-doença da previdência social, isso se tiver contribuído por um determinado período de tempo, e se o médico perito assinar autorizando os pagamentos, o que dificilmente tem acontecido.

E é exatamente pensando nisso que foi criado o seguro de vida especial para autônomo.

 

Segurança financeira em vida

No começo, o seguro de vida era feito apenas para quem estava planejando um respaldo financeiro para a família em caso de morte. Atualmente, se o principal responsável pela renda familiar sofrer um acidente ou uma doença que o incapacite de trabalhar por mais de dez dias, é possível receber um valor diário ou mensal. São tipos de cobertura adicionais inclusas no seguro de vida.

As seguradoras incluíram na apólice de seguro de vida as modalidade SERIT e DIT. O SERIT (Seguro de Renda por Incapacidade Temporária), foi criado exatamente para profissionais liberais e autônomos, que em caso de terem sua atividade interrompida, recebem de acordo com a quantia contratada para se manterem durante esse período. A DIT (Diária de Incapacidade Temporária), é uma modalidade que oferece ao segurado um pagamento de diárias, uma ajuda bastante significativa em momentos em que estiver impossibilitado de exercer a profissão.

 

Qual cobertura escolher

O futuro é um tempo que não se pode prever, ninguém sabe se ou quando vai ficar doente ou se algum acidente vai acontecer. Mesmo assim, é importante se planejar.

Em primeiro lugar, entre em contato com um corretor de seguros para se informar quais seguradoras têm os planos que mais se adequam à sua realidade, quanto será preciso pagar por mês para conseguir manter o seu padrão de vida e de seus dependentes, ou pelo menos conseguir arcar com as despesas habituais.

Lembre-se de ler com atenção a apólice e verificar quais doenças ou procedimentos estão cobertos pelo seguro. Casos como cirurgias estéticas, tratamento de obesidade, esterilização, fertilização ou ainda doenças preexistentes, por exemplo, não estão inclusas.

Tenha sua segurança financeira garantida, faça um seguro de vida para autônomos.

O que é um seguro de responsabilidade civil

Responsabilidade Civil

O conceito de responsabilidade civil, ou seja, reparar o dano físico ou moral causado à outra pessoa mediante indenização faz parte da humanidade desde praticamente o início, quando aquele que era agredido buscava a reparação do dano, o que alguns historiadores denominaram como vingança privada.

Foi na Roma Antiga, durante o Império, que surgiu o Direto Romano, com o advento da Pena de Talião e Lei das XII Tábuas, um código oficial que igualava patrícios e plebeus dentro da lei. Com o passar dos anos, a lei de responsabilidade civil foi se adequando com as mudanças e necessidades da sociedade e de quanto as relações humanas foram se tornando mais complicada.

Muito tempo depois, seguinte a Revolução Francesa, o Código Civil de Napoleão aperfeiçoou a lei romana e novos princípios foram estabelecidos, separando a responsabilidade civil da responsabilidade penal, com o direto a reparação sempre que houvesse culpa, e uma culpa contratual, em casos de negligência ou imprudência.

No Brasil, o Código Civil apresenta mais de 2 mil artigos que norteiam os direitos e obrigações das pessoas e se dividem em três livros referentes as pessoas, bens e fatos jurídicos e cinco livros que abordam os direitos das obrigações, empresa, das coisas, da família e das sucessões.

 

Breve história dos seguros

A história dos seguros se mistura a das caravanas que atravessavam o deserto do Oriente antes de Cristo, das embarcações chinesas que transportavam pessoas e mercadorias pelo rio Amarelo e na escrita cuneiforme utilizadas nas tábuas de argila da antiga Mesopotâmia, para proteger os mercados de eventos como camelos perdidos durantes as travessias dos desertos.

Estão ligados aos fenícios para garantir a construção de novos barcos, às Leis de Rodes inclusas no Código Navale Rhodorium de proteção contra os perigos do mar e às Leis de Atenas, que criavam caixas de auxílio mútuo, corporativas e religiosas se prevenindo de gastos inesperados.

Avançando um pouco, na Baixa Idade Média, o Papa Alexandre IV precisava garantir os bens eclesiásticos contra roubos e muitos outros seguros foram criados, relacionados às embarcações, meios de transporte que garantiam a troca de mercadorias entre países na época.

Chegando na história brasileira, as primeiras companhias de seguros também garantiam as relações marítimas, como a Companhia de Seguros Boa Fé. No início do século XX, era criado a Superintendência Geral de Seguros, e em 1919 os seguros de acidentes de trabalho passam a ser obrigatórios. O Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), em 1939, se torna responsável pelo desenvolvimento da atividade, que se expandiu. Já em 1966, surge o Sistema Nacional de Seguros Privados composto pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e pelo IRB.

 

Seguro de responsabilidade civil

O seguro de responsabilidade civil foi criado exatamente com o objetivo de garantir a indenização por danos corporais, materiais ou morais devido a acidentes não intencionais que possam acontecer à terceiros, protegendo o segurado de possíveis ações na justiça e de se responsabilizar por ter causado esses danos.

O que interessante é, que com as novas exigências da sociedade, o seguro se tornou tão necessário que outros tipos de seguro incluem essa cobertura como um adicional, é o exemplo dos seguros de obras e seguro para eventos, que permitem uma indenização aos responsáveis em caso de qualquer acidente que envolva involuntariamente outras pessoas.

Se o segurado quiser também pode contratar esse a mais em seu seguro pessoal como seguro de carro ou familiar.

Os riscos de responsabilidade são divididos em:

– Responsabilidade Civil Geral (RCG)

– Responsabilidade Civil Profissional (E&O) – para profissionais liberais

– Responsabilidade Civil Riscos Ambientais

– Responsabilidade Civil de Diretores e Administradores (D&O) – para executivos que ocupam cargos de alta gerência.

 

Como contratar um seguro de responsabilidade civil

Entre as principais recomendações das seguradoras a respeito da contratação de um seguro de responsabilidade civil é a de ler atentamente a apólice. Outra orientação é buscar a opinião de profissionais especializados em seguros para ter a certeza de que está assinando o contrato ideal para você e para a sua empresa.

Uma sugestão é entrar em contato com uma corretora, que irá avaliar todas as suas necessidade e indicar o melhor seguro.

O que é previdência privada e qual sua importância?

Quando se pensa em previdência é muito comum associar o significado da palavra à aposentadoria e achar que isso é uma preocupação para quem está próximo dos 50 anos ou mais.

No entanto, planejar o futuro financeiro é um cuidado que se deve ter logo cedo, se possível os pais criarem um plano para os filhos, ainda mais com a situação preocupante do sistema previdenciário brasileiro, que vem movimentando os cenários político e econômico com a urgente necessidade da aprovação de uma reforma, que tende a onerar que se prepara para depender dessa opção financeira no futuro.

Outro pensamento que se deve ter é que o teto da previdência social está em pouco mais de 5 mil reais e se a ideia é viver sua aposentadoria com mais do que isso, é preciso ter em mente outros planos de previdência.

 

O que é previdência privada

A previdência privada nada mais é que um fundo de investimentos a longo prazo, que pode ser considerado um meio para complementar a renda após a aposentadoria e manter os ganhos nos próximos anos, pode ainda ser uma forma de guardar dinheiro para projetos posteriores, por exemplo, a faculdade dos filhos, uma casa, uma viagem ou até mesmo para investir em um negócio.

Existem dois tipos de planos: os fechados, que são oferecidos pelas empresas a seus funcionários e os abertos, feitos através dos bancos, seguradoras ou corretoras e é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão do Governo responsável pela vistoria dos seguros.

No plano aberto, é preciso escolher entre modalidade, tipo de tributação e fundo.

 

PGBL e VGBL

As duas modalidades existentes em um plano de previdência são PGBL e VGBL. Para saber qual deles é o ideal para você é preciso observar como é feita sua declaração do imposto de renda.

O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é mais indicado para quem faz a declaração do Imposto de Renda (IR) no modelo completo e quer contribuir com até 12% da renda bruta tributável anual. Na hora do resgate do seu investimento, é possível sacar o dinheiro que investiu pagando a alíquota que imposto sobre o valor total resgatado ou sobre a renda recebida, mais os rendimentos.

Já o VGBL (Vida Garantidor de Benefício Livre) é a modalidade direcionada para investidores que declaram seu IR pelo formulário simplificado ou são isentos. Com ela não dá para abater as aplicações do IR, no entanto o pagamento é sobre o valor dos rendimentos e não sobre o total acumulado.

 

Regressiva e Progressiva

Quanto ao tipo de tributação existe o plano regressivo ou progressivo.

No regressivo, o imposto diminui ao longo do tempo, isto é, em 2 anos está em 35%, de 2 a 4 anos, 30% e após 10 anos de investimento alcança os 10% de alíquota.

O plano progressivo é recomendado para quem pretende resgatar o valor antes dos 10 anos, já que o imposto é fixo em 15% quando for solicitado o resgate.

Fundo de investimento

Qual seu perfil de investidor? Conservador, moderado ou agressivo, Para saber qual modelo mais se encaixa ao seu perfil, converse com um corretor de seguros, que irá orientar sobre qual plano de previdência privada é mais adequado para investir no seu futuro.

Qual a importância de ter um seguro para drone

A utilização dos drones para uso profissional tem crescido bastante nos últimos anos. Por serem consideradas aeronaves, a ANAC entende que podem causar riscos à terceiros, por isso criou regras e a exigência da contratação de um seguro.

Existem dois tipos de seguro, o CISCO, para aeromodelos de uso recreativo e o RETA, direcionado para as RPA, de uso profissional. Abaixo, um resumo de como os drones se tornaram comerciais, a criação de regras e o seguro específico para as RPA.

 

Como os drones surgiram

Os drones, ou veículos aéreos não tripulados (VANT), surgiram nas décadas de 60 e 70, com o objetivo de realizar missões militares perigosas sem colocar em risco a vida das pessoas. Mais tarde, Abraham (Abe) Karem, um engenheiro espacial israelita, desenvolveu um novo modelo, o Albatross, mais leve, que permanecia 56 horas no ar sem recarga de baterias e que necessitava de um número bem menor de pilotos, diferente dos 30 exigidos pelo modelo antigo.

Novas tecnologias transformaram os drones acessíveis à população e eles passaram a ser usados para recreação, como aeromodelos. As empresas viram essas pequenas aeronaves como um meio de melhorar a prestação de certos serviços e as RPA (Remotely Piloted Aircraft ou traduzindo para o português, aeronaves remotamente pilotadas), são utilizadas por imobiliárias para fotografar imóveis à venda; por fotógrafos, que tiram incríveis fotos aéreas de casamentos e eventos; o setor da agroindústria tem mais facilidade na prevenção de pragas nas plantações com o uso dos drones.

E o mercado foi crescendo. Para se ter uma ideia desse crescimento, o Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (SISANT) criado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), para o cadastro dessas aeronaves, até o fim de julho de 2018, já cadastrou mais de 48 mil drones, sendo 35% desse total para uso profissional.

 

Regulamentação de drones

Com o crescente número de drones voando nos ares brasileiros e por serem considerados aeronaves e apresentarem risco a terceiros, ainda em 2017, no dia 2 de maio, a ANAC publicou normas para regulamentar o uso dos drones.

Dessa forma, antes de apertar os botões para seu drone sobrevoar por aí, é preciso estar atento as regras e documentos exigidos.

– Registre o drone no site da ANAC. Esse registro irá fornecer um número de cadastro, que deve estar sempre junto ao drone.

– Homologação na ANATEL. Uma exigência para evitar a interferência com os serviços de comunicação via satélite, já que os drones possuem transmissores de radiofrequência.

– Cadastro no DECEA. Órgão que controla o espaço aéreo brasileiro, além do cadastro, é preciso enviar um plano de voo e solicitar autorização.

Além desses documentos, é preciso uma autorização para pilotar sobre pessoas a uma distância de, no mínimo, 30 metros, e ser um piloto maior de 18 anos, com certificação e autorização, há a exigência de portar uma apólice de seguro de responsabilidade civil para drones acima de 250 gramas até 25 kg.

 

RETA

O seguro RETA, ou Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador, o mesmo exigido às aeronaves que voarem em solo brasileiro, é um seguro aeronáutico direcionado a veículos aéreos não tripulados (VANT) ou veículos aéreos remotamente pilotados (VARP), nomes técnicos para drone.

O RETA também é considerado um RC, ou seja, um seguro de responsabilidade civil já que garante a segurança e privacidade de outras pessoas, garantindo danos pessoais ou materiais.

 

Afinal, por que fazer um seguro para drone

A regra da Anac para uso profissional de drones entrou em vigor há mais de um ano e não é novidade alguma a necessidade de contratar esse seguro de responsabilidade civil, especialmente para profissionais ou empresas que trabalhem com o registro de imagem. Esse seguro cobre quaisquer danos, físicos ou morais, que o equipamento possa causar a terceiros, seja pessoal ou material.

Também existe o seguro próprio para o drone. Por serem muito caros, é interessante ter um respaldo financeiro caso aconteça algum dano ou perda.

 

Como se tornar um piloto

A primeira exigência é ser maior de 18 anos. Para pilotar aeronaves acima de 25 quilos, o piloto deve ter uma habilitação especial com Certificado Médico Aeronáutico e registro de voo.

 

Condições especiais

Para mais informações sobre o seguro para drones, entre em contato com a Ransom Corretora de Seguros, que tem condições especiais e indicações de como se regularizar adequadamente e se tornar um piloto de drone regularizado.